Ela falou com um sorriso. Sua mão deslizou lentamente para cima e para baixo na minha coxa. Mas então ela mordeu o lábio inferior. E desviou o olhar. Peguei na mão dela e perguntei:
- 'O que foi? Pode falar... eu sei que você está me escondendo alguma coisa' Ela então respirou fundo.
- 'A gente se conheceu no Tinder, e eu estava lá por um motivo específico'
Ela disse me olhando nos olhos, percebi que aquilo era algo muito importante para ela, algo que ela queria dizer há muito tempo.
- 'Nossa vida sexual tem sido incrível. É sério. E você satisfaz completamente tudo o que eu preciso', continuou Louise.
Ela mordeu o lábio novamente eu adorava quando ela fazia isso. Então eu franzi a testa e falei
- 'Mas tem um porém...' perguntei.
Ela deu uma risadinha nervosa e assentiu.
- 'Quando você me fode, você me chama de cadela, puta e vagabunda. De chupetêra que bebe porra... e eu adoro isso. Me excita. Mas a verdade é que eu sou muito mais vadia do que você jamais imaginou',
Ela disse isso, levando a mão à minha virilha e sentindo meu pau semi-duro através da calça jeans. Soltei um leve gemido, meu pau pulsou se enchendo de sangue. Seus dedos percorreram meu comprimento. Um pau que ela já conhecia muito bem e tinha fodido todos os seus buracos.
- 'Então por que você não me conta o quão vadia você é?'
Perguntei, e fui desabotoando o cinto e abrindo o zíper da minha calça. Exibindo o meu pau duro que estava apertado em minha cueca branca. Louise olhou para baixo e fez pequenos círculos com o dedo indicador na mancha úmida no tecido fino que cobria a cabeça inchada do meu pau.
- 'Sempre babando... eu adoro. Talvez eu deva contar o quanto eu adoro chupar um pau... né?', disse ela com naturalidade.
Ela alcançou o elástico da minha cueca e se ajeitou para ter mais alavancagem e puxá-la para baixo. Enquanto ela puxava as calças para baixo, passando pelos meus joelhos, meu pau duro e pulsante ficou completamente ereto. Havia algo diferente em Louise naquele momento. Ela tinha um olhar que dizia que estava realmente se entregando.
Com firmeza, ela agarrou meu pau pela base. Apertando e fazendo a cabeçona inchar, cuspiu nele. Uma grande gota de saliva escorreu pelo meu pau. Ela deslizou a mão para cima, usando a saliva para lubrificar a pika toda. Louise olhou diretamente para mim, depois voltou a olhar para o meu pau e, quase com um rosnado, cuspiu nele novamente. Sua mão agora deslizava para cima e para baixo punhetando o meu pau em um ritmo crescente. Essa combinação de cuspe e carícias continuou por um tempo que pareceu uma eternidade. Minhas pernas enrijeciam quando a mão dela alcançava meu pênis. Ela massageava meu pau como uma profissional, adicionando mais e mais saliva, fazendo barulhos molhados com a punheta.
- 'Acho melhor te contar tudo então...', disse ela, olhando-me diretamente nos olhos.
- 'Então, nas últimas três semanas, tenho feito algumas coisas que você pode achar um pouco arriscadas!' Louise foi falando sem parar com a punheta.
Meus quadris agora se moviam involuntariamente no ritmo dos movimentos dela no meu pau. Entre dentes cerrados, perguntei:
- 'Você tem uma confissão pra mim...?' Esperei ansiosamente.
Ela apertou forte o meu pau e um sorriso malicioso surgiu em seu rosto.
- 'Pode-se dizer que sim... tenho usado aquele pau de borracha preto enorme que você me deu no Dia dos Namorados lá no trabalho.'
Sua mão voltou a me punhetar, deslizando para cima e para baixo no meu pau pulsante. Novamente, ela cuspiu nele. Sua saliva escorreu pelos meus testículos.
- 'Todo santo dia eu levo aquele vibrador de 25 centímetros para o banheiro do trabalho e enfio na minha boceta... e gozo com ele arrombando essa boceta'
Eu fecho os olhos por um instante, pensando nas pernas dela abertas no assento do vaso. Aquele pau de borracha grosso sendo enfiado nela.
- 'Eu gozo nessa coisa pelo menos duas vezes por dia', ela continuou, sabendo o quanto isso estava me afetando.
A mão dela começou a se mover mais rápido.
- 'E... alguém suspeitou que você estava fazendo isso?', perguntei.
Abri os olhos e nossos olhares se encontraram novamente.
- 'Ah, com certeza! Eu sei que o Flavio sabe o que eu andei fazendo lá dentro', ela disse.
Flavio era um colega que ela havia mencionado algumas vezes no passado. Ele também era o gerente dela. Louise pegou minhas bolas e massageou enquanto com a outra mão alisava o meu pau. Olhei fixamente nos seus olhos e perguntei:
- 'Como ele pode saber ?'.
Louise parou de punhetar e, apertou meu pênis com firmeza.
- 'Você quer mesmo saber? Acha que consegue lidar com isso?', disse ela.
Assenti com a cabeça, eu estava desesperado para saber como o chefe dela sabia de algo assim. Louise mordeu o lábio e deu aquele sorrisinho malicioso.
- 'Tudo bem. Já que você pediu, eu fiz um pequeno show para ele!'
Minha respiração estava muito ofegante, eu conseguia sentir a porra fervendo no meu saco.
- 'Um show?! Como assim?'
Ela abaixou a cabeça, ficando a alguns centímetros do meu pau e deixou um grosso fio de saliva escapar da boca, caindo na glande.
- 'No estacionamento depois do trabalho! Ele me pegou me masturbando dentro do carro', disse Louise sem nenhuma vergonha.
Ela então baixou a boca até a cabeça do meu pau e começou a lamber, girando sua longa língua ao redor. Moveu a mão direita até a base do meu pau e, sem hesitar, o engoliu inteiro até o fundo da garganta. Eu soltei um gemido e minha cabeça pendeu para trás enquanto meus olhos se fechavam. Ela começou a mamar com grande velocidade, para cima e para baixo, engolindo até o talo e voltando até a cabeça rapidamente, babando muito no percurso. Eu não percebi, mas enquanto fazia isso Louise tinha uma mão enfiada por baixo da saia se masturbando e depois de uns dez ou doze movimentos rápidos e vigorosos, ela gozou. Louise inspirou profundamente, com saliva escorrendo pelo queixo. Sua mão direita voltou a deslizar para cima e para baixo no meu pau.
- 'Eu estava fodendo a minha boceta com o vibrador dentro do carro, olhando o vídeo que voce me mandou... '
- 'O Fabio viu, ele ficou olhando pela janela do carro e eu fiquei olhando diretamente para ele enquanto me masturbava!' Ela confessou.
Então, sem aviso, ela engoliu meu pau duro novamente. Exatamente como antes, mas mais rápido e com mais convicção. Os gemidos de engasgo que ela fazia eram extremamente excitantes. Com um estalo, ela tirou meu pau da boca e continuou a masturbá-lo. Olhei-a nos olhos.
- 'E o que aconteceu?', perguntei. Ela cuspiu no meu pau encharcado novamente.
- 'Bem, ele não fez nada.. ele simplesmente ficou lá olhando e nossos olhares se cruzaram enquanto eu gemia e arreçassava a minha boceta. Mas você quer saber o que eu gostaria que ele tivesse feito...?' Ela me perguntou.
Engoli em seco e respondi:
- 'Diga...'.
- 'Queria que ele tivesse aberto a porta e usado aquele vibrador em mim!'
É sério. Ouvir minha mulher falar assim era ao mesmo tempo estimulante e um pouco chocante; ela estava sendo tão sincera comigo.
- 'Ah, é mesmo?...' eu disse.
Ela assentiu com a cabeça e, mais uma vez, cuspiu uma enorme quantidade de saliva no meu pênis molhado.
- 'Com certeza, ele sempre fez o tipo valentão. Ele fala com as mulheres como se fossem lixo. Mas isso me excita!', disse ela.
Louise já havia mencionado antes como seu chefe tinha pouco ou nenhum respeito pelas mulheres no trabalho.
- 'Ele já falou assim com você?', perguntei.
- 'Sim. Ele já me chamou de vadia algumas vezes. Já ouvi algumas vezes falando de mim para os outros homens. Dizendo que acha que eu gosto de levar no cu.'
Ela poderia dizer que isso me excitava. Que outro homem falasse com ela como se ela fosse uma vadia. Ela continuou:
- 'Outro dia mesmo ele comentou que queria mudar minha mesa para o escritório dele, para poder ficar de olho em mim.'
Ela diminuiu o ritmo do movimento da mão, levando o polegar até o buraco do xixi na cabeça do meu pau.
- 'E você respondeu o que?'. Outro sorrisinho malicioso surgiu em seu rosto.
- 'Eu disse a ele que ele era o chefe e que eu faria o que me mandasse. Porque é isso que as vadias fazem, né?'
Estendi a mão, agarrei sua cabeça pelos cabelos e a empurrei para baixo, em direção ao meu pau fazendo ela engolir até o talo e segurei alguns segundos assim com força. Com um punhado de seus cabelos, guiei-a para cima e para baixo. Meus quadris se moveram com força mais uma vez quando ela alcançou a base do meu pau com a boca. Aumentei a velocidade. Estava fodendo sua boca com força, os sons molhados, os seus gemidos de engasgo, nada me fazia diminuir o ritmo. Suas mãos estavam nas minhas coxas, não se afastando, mas agarrando-se firmemente.
- 'Isso mesmo, vadia... isso mesmo... até o talo', resmunguei para ela. Ela chupou meu pau com tanta força que a sensação era incrível. A mamada continuou por alguns minutos. Sem parar.
Então puxei a cabeça dela pelos cabelos. Ela tossiu e engasgou, lágrimas escorrendo dos seus olhos. Depois olhou diretamente para mim, sorriu e sua mão novamente envolveu meu pau com força.
- 'Então você vai mudar sua mesa para o escritório dele?' Eu disse, segurando seus cabelos com firmeza.
- 'Ele é o chefe! Ele é quem manda. É assim que funciona.' Sua respiração estava ofegante enquanto falava.
- 'Você é mesmo uma vadia' eu disse com satisfação
- 'Sou sim e, vou ficar lá com ele fazendo tudo o que aquele desgraçado mandar!' Ela disse.
Puxei Louise pelos cabelos e dei um longo beijo em sua boca, sua saliva lambuzando o meu rosto todo, ela sugou a minha lingua e mordeu o meu lábio. Meu pau estava quase explodindo de duro agora. Então forcei ela novamente para o meu pau e fodi a sua boca gozando toda a minha porra bem no fundo da sua garganta. Louise como sempre engoliu o máximo que pode, e depois soltei os seus cabelos e deixei que minha puta lambesse a porra que escorreu pelo meu pau e pelo saco. Voltei a agarrar os seus cabelos e trouxe o seu rosto a frente do meu e falei bem na cara dela.
- 'Isso mesmo vadia, lá ele é o chefe... Você vai obedecer. E aqui voce é minha puta, e vai me contar tudinho' Eu respondi.
Louise sorriu satisfeita, tínhamos um acordo, ela agora viria morar comigo. A ideia de outro homem ter tanto controle sobre minha namorada era muito excitante. Ele parecia ser um verdadeiro filho da puta.