- 'O meu já está quente' eu falei exibindo meu pau duro, com a cabeça brilhando
- 'Eu to vendo... rsss!' ele riu
- 'Teu pau é massa, bem retinho' ele comentou
Eu peguei com dois dedos bem na base da pika e apertei exibindo toda a dureza e tamanho do meu pau pro Bruno e falei que eu achava legal a pentelheira dele, que eu queria ter pelos pretos igual ele, mas os meus pentelhos eram loiros. Ele disse pra mim raspar com a gilette que os pelos novos iam crescer mais escuros. Ai ficamos falando essas coisas de muleque, e alisando nossos paus, em segundos o pau dele ficou duro e começamos a bater punheta. Então eu percebi que o Bruno queria vir pra cachoeira não era pra tomar banho, era mesmo pra ter um companheiro pra punheta. Na verdade eu tambem estava sentindo falta das punhetas coletivas.
Bruno então com a desculpa que o sol estava muito quente, estava queimando, sentou-se na mesma pedra que eu, do meu lado na sombra, com a coxa dele encostada na minha. Eu senti um arrepio com o contato, mas não me afastei, de certa forma eu gostei. Então ficamos assim encostados batendo punheta, com os olhos fixos um na pika do outro. Meu pau começou a babar abundantemente e eu esfregava a baba pela cabeça lubrificando e deixando a cabeça brilhante. Bruno comentou que meu pau era muito babão:
- 'Porra cara, teu pau baba muito, o meu baba tambem, mas não é tanto olha aqui!'
Ele então passou o dedo pela cabeça do pau e fez um longo fio de baba entre a cabeça do pau e o seu dedo. Sem pensar ele levou o dedo na boca e chupou.
- 'Caralho.. voce chupa a tua baba?' eu falei surpreso
- 'Sim.. voce nunca provou?
- 'Não porra' respondi
- 'É gostoso... é salgadinho'
- 'Sé loko'
- 'Não cara é tesão, eu sempre faço quando bato punheta, prova pra voce ver'
- 'Eu não cara...' eu neguei
- 'Ahhh deixa de ser bobo, aqui... deixa eu ver'
Rapidamente ele pegou o meu pau e passou o dedo pela cabeça babada, e sem hesitar levou o dedo na boca e lambeu. Eu fiquei congelado, não sabia o que dizer nem lidar com aquilo
- 'Ahhh... é igual a minha salgadinha' ele falou ' voce tem que provar, experimenta'
Eu confesso que fiquei extremamente excitado com ele ter pegado no meu pau, mas eu não curti a idéia de chupar a baba do meu pau. Aí abrimos uma rapida discussão e ele insistindo nisso pegou no meu pau de novo. Senti meu pau inchar e pulsar na mão dele, uma enorme quantidade de baba brotou da cabeça do meu pau e Bruno percebeu a minha excitação. Ele então sorriu e prguntou
- 'Gostou que eu peguei no teu pau?'
- 'Sim'
- 'Nunca bateu com ninguem assim?'
- 'Não cara...' eu disse ofegante, meu pau pulsando na mão dele '... eu nunca e voce?'
- 'Só umas 3 vezes'
- 'O loko... com quem?'
- 'O Airton, lembra, aquele mais velho'
O Airton era um cara uns dois anos mais velho que a nossa turminha, mas ele não morava mais na nossa cidade
- 'Sim lembro, sim, mas ... como?'
- 'Ahhh igual a gente tá aqui agora, um pega no pau do outro e bate'
- 'Vamos fazer? Eu bato pra voce e voce pra mim' Bruno me propos
E antes que eu pudesse responder ele começou a alisar o meu pau pra cima e pra baixo, punhetando gostoso a minha pika. Eu gemi de tesão, meu pau pulsava e eu tremia de tesão e de medo na verdade. Se alguem soubesse disso, eu ia ser chamado de viado pela cidade inteira, mas estava muito gostoso, era muito excitante alguem batendo pra mim. Bruno reclamou a minha parte do trato e eu peguei o seu pau. Apertei levemente e senti a grossura da rola, o calor, e as pulsações. Porra aquilo me deu mais tesão ainda, senti meu cu piscar e meu pau inchar. Apertei o pau grosso do Bruno e comecei punhetar lentamente, ele gemeu e se ajeitou melhor pra me dar um melhor acesso a sua rola. Então aumentei o ritmo da punheta.
Bruno cuspiu em sua mão e alisou bem o meu caralho com o seu cuspe, deixando minha rola toda babada melhorando a punheta. Eu fiz a mesma cooisa na piroka dele e aceleramos a punheta, agora lubrificada de cuspe. Começamos a gemer juntos, gemer alto, gemer gostoso um na mão do outro.
logo eu estava explodindo porra na mão do Bruno, dois, tres jatos fortes no ar que cairam sobre as pedras e sobre as minhas coxas e a coxa do Bruno meu pau continuou vertendo porra lambuzando tudo, a mão do Bruno o meu saco.
- 'Não para cara... continua... eu to quase gozando' Bruno gemeu por entre os dentes
E eu acelerei ainda mais a punheta no pau dele. Bruno ao mesmo tempo não parou de me punhetar, eu sentia meu pau sensível, aqueles choques elétricos, eu gemia e me retorcia e o Bruno gritava pra eu não parar, e eu implorava para ele parar de me punhetar. Ficamos nisso alguns segundos, que pra mim pareceu horas de tortura. Então o Bruno explodiu tambem, porrra.. muira porra, esguichos forte, esguichos altos, uma porra mais rala, mais transparente que a minha, mas muita porra, uma delicia fazer outro cara jorrar, me fez parecer poderoso, dono do prazer naquele momento.
Meu pau tinha passado a fase crítica da sensibilidade e eu continuei punhetando o Bruno, retribuindo a tortura que ele havia me ´proporcionado,. Até que ele tirou a minha mão do pau dele. Então olhamos pra nós. Nossos paus continuavam duros, cobertos de uma espuma branca de porra batida. Porra que tesão, que coisa mais gostosa, eu havia descoberto uma nova modalidade de prazer... e sem saber já estava viciado.
A gente se lavou na agua fria do riacho e pegamos nossas bicicletas pra voltar pra casa. No outro dia na escola não falamos no assunto, mas ambos tinhamos certeza de que logo fariamos de novo.