PUNHETAS COM OS AMIGOS - Tudo começou nos banhos de cachoeira


          Desde a infancia eu morei em cidade do interior, cidade pequena mesmo. Cercada de sítios e fazendas com alguns riachos próximos.
         
          Nos meses de verão, que coincidiam com férias escolares, era comum eu e mais uma meia duzia de amigos pegar as bicicletas e sair da cidade pedalar seus 3 a 5 km pra tomar banho em uma pequena cachoeira em um riacho de um sítio próximo. Ficava bem no meio de uma matinha, e todo mundo ficava pelado.
         
          Ficávamos la durante uma hora pelo menos, pulando da cachoeira, nadando e nos divertindo todos pelados escondidos pela mata. Mas a diversão mesmo começava depois, quando era hora de ir embora.
         
          Porque antes de ir embora, ficavamos todos nos secando ao sol, pelados, sentados sobre as pedras na parte de cima da cachoeira. E logo um começava mexer no pau, e outro tambem, e logo estávamos todos de pau duro nos masturbando e exibindo os paus um para o outro. Era uma espécie de ritual.
         
          Sempre tinha um ou outro mais envergonhado que saia antes. Qaundo os paus começavam a ficar duros o cara vestia as roupas e saia. Quase sempre quem ficava era os mesmo 4 ou 5 punheteiros. Alguns tinham o pau maior outros menores, uns grossos, uns pentelhudos outros com o corpo lisinho, mas ninguem ligava pra isso, ninguem zombava do pau do outro, todos queriam mesmo era punhetar ali, vendo o pau dos outros e exibindo seu próprio pau.
         
          Todos visivelmente sentiam tesão nisso, todos gostavam de ver e gostavam de exibir, mas ninguem falava isso. Era uma punheta coletiva, todos bem próximos uns dos outros, mas sem se encostar, as vezes ate os mais desinibidos chegavam um de frente por outro com o pau bem próximo e balançavam, quase batiam pau com pau, mas ficava nisso. E era sempre assim até a porra esguichar. E era um festival de porra, todos gozavam meio juntos, um após o outro, pintando de branco as pedras da cachoeira. Um gozavam muito, outro pouco, um esguichava longe, outro nem tanto, mas era uma delicia aquelas punhetas na cachoeira.
         
          Quando iamos em menos pessoas parece que ficavamos mais desinibidos, quando iamos em tres apenas, chegavamos a bater duas seguidas, batia a primeira rapidinho gozava, e o pau nem amolecia, ´punhetavamos até gozar de novo. Gozavamos de ficar com a perna bamba, de sofrer pedalando a bicicleta na volta pra casa. O verão todo era assim, até que a agua da cachoeira começava a esfriar e não era mais possivel o banho de rio.
         
          Eu estava em casa um dia ensolarado, tinha sol, mas não era mais verão. Então o Bruno chegou na minha casa umas 14:00hs e queria ir pro riacho, tomar banho de cachoeira. Eu falei que a agua estava muito fria, não dava pra ir. Mas ele insistiu muito, o sol está quente, vai dar sim. Ele insistiu pra que a gente fosse, que se chegasse lá e a agua não estivesse boa a gente voltava. De tanto ele insistir peguei minha bicicleta e fomos.
         
          Chegamos lá ele tirou as roupas e entrou na agua, visivelmente muito fria. Eu tirei a camisa fiquei se calção, mas botei o pé na agua e senti que não dava. Bruno insistiu pra mim tirar a roupa e entrar, insistiu, insistiu, mas eu não estava com coragem de entrar naquela agua fria. Ele então começou jogar agua em mim, molhando minha roupa, então eu fiquei pelado pra ele não jogar mais agua, mas não entrei na agua.
         
          Sentei numa pedra e comecei a brincar com o meu pau, que começou reagir e ficar meia-bomba. Bruno então saiu da água e sentou ao sol, tremendo de frio, seu pau encolhido nos pentelhos e olhou pra mim alisando meu caralho semi-duro. Eu sou brancão, meu pau é branco, uns 17cm com a cabeça rosada, não muito grosso, mas longe de ser fino. Eu tenho pelos claros, meus pentelhos demoraram crescer e sempre foram loiros, na época eu tinha poucos pentelhos e quase não eram visíveis porque eram claros. Já o bruno tinha uma pentelheira preta em volta do pau, mas tinha o corpo todo lisinho, seu pau media 16cm(eu mesmo medi) e era mais grosso que o meu, tinha uma cabeça roxa bem grossa.
         
          O sol começou a aquecer o corpo dele e ele começou mexer no pau
         
- "pra esquentar" ele disse

- 'O meu já está quente' eu falei exibindo meu pau duro, com a cabeça brilhando

- 'Eu to vendo... rsss!' ele riu

- 'Teu pau é massa, bem retinho' ele comentou

          Eu peguei com dois dedos bem na base da pika e apertei exibindo toda a dureza e tamanho do meu pau pro Bruno e falei que eu achava legal a pentelheira dele, que eu queria ter pelos pretos igual ele, mas os meus pentelhos eram loiros. Ele disse pra mim raspar com a gilette que os pelos novos iam crescer mais escuros. Ai ficamos falando essas coisas de muleque, e alisando nossos paus, em segundos o pau dele ficou duro e começamos a bater punheta. Então eu percebi que o Bruno queria vir pra cachoeira não era pra tomar banho, era mesmo pra ter um companheiro pra punheta. Na verdade eu tambem estava sentindo falta das punhetas coletivas.
         
          Bruno então com a desculpa que o sol estava muito quente, estava queimando, sentou-se na mesma pedra que eu, do meu lado na sombra, com a coxa dele encostada na minha. Eu senti um arrepio com o contato, mas não me afastei, de certa forma eu gostei. Então ficamos assim encostados batendo punheta, com os olhos fixos um na pika do outro. Meu pau começou a babar abundantemente e eu esfregava a baba pela cabeça lubrificando e deixando a cabeça brilhante. Bruno comentou que meu pau era muito babão:
         
- 'Porra cara, teu pau baba muito, o meu baba tambem, mas não é tanto olha aqui!'

          Ele então passou o dedo pela cabeça do pau e fez um longo fio de baba entre a cabeça do pau e o seu dedo. Sem pensar ele levou o dedo na boca e chupou.
         
- 'Caralho.. voce chupa a tua baba?'   eu falei surpreso

- 'Sim.. voce nunca provou?                  

- 'Não porra' respondi

- 'É gostoso... é salgadinho'

- 'Sé loko'

- 'Não cara é tesão, eu sempre faço quando bato punheta, prova pra voce ver'

- 'Eu não cara...' eu neguei

- 'Ahhh deixa de ser bobo, aqui... deixa eu ver'

          Rapidamente ele pegou o meu pau e passou o dedo pela cabeça babada, e sem hesitar levou o dedo na boca e lambeu. Eu fiquei congelado, não sabia o que dizer nem lidar com aquilo
         
- 'Ahhh... é igual a minha salgadinha' ele falou ' voce tem que provar, experimenta'

          Eu confesso que fiquei extremamente excitado com ele ter pegado no meu pau, mas eu não curti a idéia de chupar a baba do meu pau. Aí abrimos uma rapida discussão e ele insistindo nisso pegou no meu pau de novo. Senti meu pau inchar e pulsar na mão dele, uma enorme quantidade de baba brotou da cabeça do meu pau e Bruno percebeu a minha excitação. Ele então sorriu e prguntou
         
- 'Gostou que eu peguei no teu pau?'

- 'Sim'

- 'Nunca bateu com ninguem assim?'

- 'Não cara...' eu disse ofegante, meu pau pulsando na mão dele '... eu nunca e voce?'

- 'Só umas 3 vezes'

- 'O loko... com quem?'

- 'O Airton, lembra, aquele mais velho'

          O Airton era um cara uns dois anos mais velho que a nossa turminha, mas ele não morava mais na nossa cidade
         
- 'Sim lembro, sim, mas ... como?'

- 'Ahhh igual a gente tá aqui agora, um pega no pau do outro e bate'                  

- 'Vamos fazer? Eu bato pra voce e voce pra mim' Bruno me propos

          E antes que eu pudesse responder ele começou a alisar o meu pau pra cima e pra baixo, punhetando gostoso a minha pika. Eu gemi de tesão, meu pau pulsava e eu tremia de tesão e de medo na verdade. Se alguem soubesse disso, eu ia ser chamado de viado pela cidade inteira, mas estava muito gostoso, era muito excitante alguem batendo pra mim. Bruno reclamou a minha parte do trato e eu peguei o seu pau. Apertei levemente e senti a grossura da rola, o calor, e as pulsações. Porra aquilo me deu mais tesão ainda, senti meu cu piscar e meu pau inchar. Apertei o pau grosso do Bruno e comecei punhetar lentamente, ele gemeu e se ajeitou melhor pra me dar um melhor acesso a sua rola. Então aumentei o ritmo da punheta.
         
          Bruno cuspiu em sua mão e alisou bem o meu caralho com o seu cuspe, deixando minha rola toda babada melhorando a punheta. Eu fiz a mesma cooisa na piroka dele e aceleramos a punheta, agora lubrificada de cuspe. Começamos a gemer juntos, gemer alto, gemer gostoso um na mão do outro.
         
          logo eu estava explodindo porra na mão do Bruno, dois, tres jatos fortes no ar que cairam sobre as pedras e sobre as minhas coxas e a coxa do Bruno meu pau continuou vertendo porra lambuzando tudo, a mão do Bruno o meu saco.
         
- 'Não para cara... continua... eu to quase gozando' Bruno gemeu por entre os dentes

          E eu acelerei ainda mais a punheta no pau dele. Bruno ao mesmo tempo não parou de me punhetar, eu sentia meu pau sensível, aqueles choques elétricos, eu gemia e me retorcia e o Bruno gritava pra eu não parar, e eu implorava para ele parar de me punhetar. Ficamos nisso alguns segundos, que pra mim pareceu horas de tortura. Então o Bruno explodiu tambem, porrra.. muira porra, esguichos forte, esguichos altos, uma porra mais rala, mais transparente que a minha, mas muita porra, uma delicia fazer outro cara jorrar, me fez parecer poderoso, dono do prazer naquele momento.
         
          Meu pau tinha passado a fase crítica da sensibilidade e eu continuei punhetando o Bruno, retribuindo a tortura que ele havia me ´proporcionado,. Até que ele tirou a minha mão do pau dele. Então olhamos pra nós. Nossos paus continuavam duros, cobertos de uma espuma branca de porra batida. Porra que tesão, que coisa mais gostosa, eu havia descoberto uma nova modalidade de prazer... e sem saber já estava viciado.
         
          A gente se lavou na agua fria do riacho e pegamos nossas bicicletas pra voltar pra casa. No outro dia na escola não falamos no assunto, mas ambos tinhamos certeza de que logo fariamos de novo.         
                  


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Ficha do conto

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Nome do conto:
PUNHETAS COM OS AMIGOS - Tudo começou nos banhos de cachoeira

Codigo do conto:
264004

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
08/06/2026

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