Ele deu uma risadinha baixa. Eu ri e senti minhas bochechas esquentarem.
- 'Ora, ora, Carlos. Eu tenho cinquenta e oito anos, Eu não me importo que os homens admirem o meu corpo. Na verdade, quem disse que eu quero que você se comporte?'
- 'Cinquenta e oito?' Ele assobiou baixinho. 'Você só pode estar brincando. Eu chutaria cinquenta... cinquenta e cinco no máximo. Você ainda tem um corpo que chama a atenção, com certeza.'
Eu apenas ri, já que não tenho certeza do que os homens veem em mim. Tenho 1,65m e 65kg. Mesmo que Beto insista em me dizer o contrário, acho que sou baixinha e gordinha, fora de forma. Continuamos caminhando e conversando. Ele me contou que era de Goiás, estava aposentado há alguns anos e gostava de aproveitar o clima quente. Mas o tempo todo seus olhos não paravam de vagar pelo meu decote, e seus elogios ficavam cada vez mais ousados.
- 'Beto é um homem de sorte', disse ele enquanto virávamos para um caminho mais tranquilo, onde as árvores ficavam mais densas.
- 'Se você fosse minha esposa, acho que eu não a deixaria sair do meu campo de visão.'
- 'Beto me deixa sair de sua vista na esperança de que eu volte com uma história, somos casados há 36 anos e desde o início foi assim.'
- 'Então vocês são liberais? Seu marido gosta de saber que esteve com outros homens'
- 'Ele adora, eu sempre conto tudo pra ele'
- 'Então Mary... que tal escrevermos uma bela história para voce contar pra ele mais tarde?'
Nossa, aquilo me pegou. Senti que estava ficando molhada. Eu não disse nada, não precisava, tudo estava bem claro pra nós dois. Chegamos a um cantinho escondido com uma mesa de piquenique antiga, aninhada sob algumas árvores. Os cachorros estavam farejando tudo e o lugar parecia bem reservado. O céu estava em tons suaves de rosa e laranja enquanto o sol se punha.
Carlos se aproximou. Eu não recuei. No instante seguinte, suas mãos estavam na minha cintura e ele me beijou — um beijo profundo e voraz. Senti seu pau duro contra minha barriga. Suas mãos deslizaram para cima e envolveram meus seios fartos, os polegares roçando meus mamilos rígidos. Soltei um pequeno gemido.
Nos aproximamos daquela mesa de piquenique. Ele me levantou e me colocou na beirada. Com um puxão rápido, ele puxou meu short para baixo, revelando minhas coxas grossas. Eu não uso calcinha, então o ar fresco da noite bateu na minha xoxota nua. Carlos se ajoelhou na grama e enterrou o rosto entre as minhas pernas.
- 'Oh, meu Deus...' sussurrei, agarrando-me com força à borda da mesa.
Aquele homem sabia o que estava fazendo. Sua língua lambeu minha fenda lenta e demoradamente antes de se fixar no meu clitóris inchado. Ele gemeu como se estivesse adorando cada segundo. Eu me inclinei para trás, apoiando-me nos cotovelos, meus seios grandes e sardentos quase saltando para fora da minha regata, e simplesmente me permiti aproveitar. Levantei a regata e comecei a puxar meus mamilos. Os sons úmidos enquanto ele chupava a minha boceta, hummm.
Ele continuou mordiscando meu clitóris até minhas coxas tremerem. Então ele se levantou, tirou o pênis para fora — uns 18cm grosso e bem curvado — e se colocou entre minhas pernas. Ele esfregou a cabeça do pênis para cima e para baixo na minha vagina molhada algumas vezes, depois penetrou fundo com uma estocada firme.
- 'Porra, Mary, que buceta quente' ele gemeu enquanto me preenchia.
Envolvi minhas pernas grossas em volta dele e me agarrei enquanto ele me fodia ali mesmo, naquela mesa de piquenique. Estocadas fortes e firmes que faziam meus peitos balançarem e minha bunda tremer. Uma mão permaneceu sobre meu seio, apertando-o, enquanto a outra segurava meu quadril.
Um foda urgente, forte, voraz... eu gozei primeiro — e com força. Tive que morder o lábio para não gritar e acordar todo o acampamento. Minha boceta o apertou com força enquanto o prazer me percorria. Um minuto depois, ele meteu bem profundo e segurou seu pau lá e começou a pulsar jorrando seu leite quente na minha boceta, gemendo em meu pescoço enquanto me enchia.
- 'Isso... assimmm... enche a minha buceta... jorra o teu leitinho lá no fundo que eu vou levar pro Beto!' eu sussurrava para ele
Ficamos assim por um minuto, respirando com dificuldade, o pau dele ainda pulsando dentro de mim. Então nós dois começamos a rir bem baixinho, como duas crianças que acabaram de aprontar alguma travessura. .
Carlos tirou seu pau semi-duro e todo viscoso da minha boceta e me ajudou a descer. Eu imediatamente me pus de joelhos na grama a sua frente e, abocanhei o seu pau grosso, chupando e degustando a porra que recobria o cacete que acabara de me foder tão gostoso. Carlos gemia e parecia não acreditar que havia encontrado uma puta tão safada. Chupei até deixar o seu pau limpo lambendo as ultimas gotas de porra e suco de boceta que o recobriam, então de um pulinho fiquei em pé.
- 'Nossa Senhora... isso foi extraordinário, Beto é mesmo um cara de sorte.'
- 'Pode ter certeza que sim', eu disse a ele, puxando meus shorts de volta para cima.
Eu já conseguia sentir a porra dele começando a vazar da minha boceta, molhando meu shorts. Voltamos caminhando devagar, os cachorros trotando como se nada tivesse acontecido. Quando chegamos ao local onde ele estava, ele apertou minha mão.
- 'Espero te ver de novo antes de irmos embora.' Eu sorri.
- 'Ah, eu imagino que sim, Carlos.'
Quando voltei para o nosso trailer, as estrelas já estavam brilhando e minhas coxas estavam bem pegajosas. Beto estava na frente do trailer bebendo a sua cerveja. Ele ergueu os olhos da sua cadeira de camping com aquele sorrisinho que eu conheço tão bem.
- 'A caminhada foi boa, safada?'
Inclinei-me e o beijei lenta e profundamente, deixando-o sentir o gosto de outro homem em meus lábios.
- 'Você não vai acreditar, querido. Entre que eu vou te contar tudo...'
Daqui a alguns dias vamos para o norte visitar a família, mas por agora o Beto vai se divertir comigo...