O COMBINADO ERA UMA PUNHETA MAS QUANDO VI O PAU ESTAVA ENTRANDO - NA HORA DO TESÃO VALE TUDO


          Eu sempre fui punhetero e curioso quanto a bissexualidade. Sou bem dotado, tenho uma píka branca da cabeça rosada, grossa com 19cm, cabeçuda.
         
          Sempre gostei de ver vídeos de punhetas, de gozadas, sempre curti ver dois machos batendo na mão trocada e jorrando porra um no outro. Devido a essa minha curiosidade, essa minha tara foi ficando mais forte e comecei a entrar nas salas de Bate-Papo de sexo, buscando punheteiros iguais a mim pra bater punheta em video-chamadas. comecei conversar com caras que já tinham batido com outros machos e comecei sentir tesão em fazer isso, bater com outro macho, gozar um na mão do outro. Mas até então era só fetiche, só tara mesmo, nenhuma possibilidade de realizar minha fantasia.
         
          Então entrei em um grupo de punheteiros no Telegram e tinha homens de todas as idade, com todo tipo de fantasia, buscando todo tipo de experiencia. Muito passivo querendo sexo, querendo dar o cu mesmo, eu achei muito promíscuo, não era minha praia, minha tara eram as punhetas, a porra esguichando um no outro. Então um dia um cara postou um vídeo no grupo, um vídeo de um cara com as mãos amarradas sendo punhetado por um longo tempo até jorrar porra quase chorando de tesão. Eu chamei o cara no privado e disse:
         
- 'Ei cara, tesão esse video que vc postou no grupo'

- 'Kkk.. voce gostou? Qual dos dois voce queria ser?' ele respondeu

- 'Ahhh com certeza o que estava sendo punhetado!'

- 'Massa.. porque eu sou o que gosta de punhetar. Esse vídeo sou eu, na real punhetando um cara casado!'         

          Nossa eu duvidei achei que o cara estava mentindo que era um video da internet, tem tantos desses no X. Mas ele me mandou mais alguns videos do mesmo tipo, alguns ele mandou de visualização unica, porque aparecia rosto e detalhes que identificavam as pessoas envolvidas, ele inclusive.
         
- 'Porra cara.. que tesão. De onde voce é?'      eu perguntei de pau duro

          Quando ele falou onde morava eu quase não acreditei, Caralho, o cara morava na minha cidade. Aí a conversa ficou quente, logo fizemos uma chamada de vídeo ele pediu pra mim ficar pelado e me exibir pra ele. Dei um showzinho, mostrei minha pika e ele curtiu. Acabei batendo uma pra ele e esguichei porra alto, lambuzando toda a minha barriga e peito, respingando até a minha cama. Ele adorou minha gozada e exibiu a piroka dura pra mim tambem e disse que queria tira porra da minha pika. Que precisavamos marcar um dia pra fazer um video igual aquele.
         
          Topei na hora. Falei que podia na quinta-feira depois do meu trampo. Na quinta-feira eu saio as 14:00hs,
         
- 'Fechou...' ele disse   '...eu consigo na quinta a tarde tambem!'

          Essa conversa foi no domingo... Porra eu não estava acreditando na quinta-feira eu ia realizar minha fantasia, minha tara, eu ia ser punhetado por outro macho safado(e embora não estivesse no acordo eu tambem queria bater pra ele). Todos os dias eu conversava com o cara e exibia meu pau duro, demonstrando pra ele o quanto estava com tesão pra chegar a quinta. Na segunda eu gozei pra ele, mas da terça em diante ele falou pra mim segurar a punheta e guardar o leite pra ele pra quinta. Foi complicado ficar terça e quarta sem punheta, sem gozar pra segurar o leite, mas eu me esforcei e segurei.
         
          Quinta-feira eu sai do trampo as 14:00hs, peguei a condução e fui encontrar o cara no AP dele. Chegando lá interfonei o porteiro falou que eu podia subir, quando cheguei no AP ele me recebeu, entrei e tinha outro cara lá. Eu fiquei surpreso sem enteder e ele me explicou:
         
- 'Desculpa aí, é... foi meio inesperado. É que o Bruno mora em outra cidade, sabe, ele é casado, e veio pra cá a trabalho'   ele começou a explicar

- 'E ele me mandou mensagem se podia dar uma passada aqui pra uma punheta, sabe, ele tem poucas oportunidades, porque é casado entende?'

          eu só balancei a cabeça dizendo que sim
         
- 'Voce se importa se fizermos uma sessão dupla, eu punhetar voces dois juntos?'

          Porra eu já estava ali, eu não ia embora sem realizar a minha fantasia, só estava nervoso e surpreso com o rumo das coisas, mas quem tá na chuva é pra se molhar, eu concordei na hora.
         
          Léo chamou a gente pro seu quarto(Léo é o cara do AP) eu e o Bruno(o casado) seguimos ele. Chegando lá ele falou pra tirarmos as roupas. Bruno foi rápido, pelo visto ele já conhecia o Léo faz tempos, em segundos ele estava pelado e de pau duro. Eu ainda meio cabrero fui mais lento, mas quando tirei minha cueca meu pau tambem estava quase completamente duro. Então o Léo olhou pra nós dois e fez elogios as nossas pikas, que na verdade eram bem parecidas, praticamente do mesmo tamanho e grossura, sendo a minha um pouco mais grossa e a do Bruno um pouco mais cabeçuda. A grande diferença é que embora ele seja de pele branca, o pau dele é bem escuro, quase preto, enquanto a minha rola é brancona com a cabeça rosada.
         
- 'Porra.. massa o teu pau!'

          o Bruno disse chegando perto de mim e encostando o pau dele no meu, segurando as duas rolas juntas para comparar. meu pau se ainda não estava completamente duro, com aquilo ficou trincando. Realmente nossos paus são bem bonitos, os dois de 19cm muito tesudos.
         
- 'O seu tambem é massa... Cabeçudo' respondi

          Enquanto isso o Léo tirava as roupas nos observando e o Bruno mexia com as nossas duas rolas juntas.                                    
         
- 'Qual a sua idade?'

- 'vinte e seis...'          respondi '... e a sua?'

- 'trinta e quatro'   

          Bruno respondeu enquanto alisava a minha pika, estendi a mão e peguei na pika dele e comecei a punhetar de leve tambem, nesse momento Léo se juntou a nós formando um triângulo. Já chegou de pau duro apontando para frente, ele tem o menor pau de nós tres, 17cm e tambem um pouco mais fino, embora tenha uma boa grossura, um bom pau tambem o do Léo. Ele chegou pegando uma pika em cada mão e punhetando os nossos caralhos com vontade. Bruno pegou o pau do Léo e fez o mesmo, logo estavamos gemendo eu tentava passar a mão no saco, no pau de um e de outro, eles dois estavam em uma sintonia maior, eu tentava me entrosar.
         
          Então Bruno se aproximou do Léo e agarrando a bunda dele, começaram a se beijar na boca.
         
          Porra eu fiquei muito surpreso com isso, mas tambem com muito tesão. Eu não sabia que isso iria rolar, eu vim aqui pensando em uma boa punheta, em uma ou duas gozadas fortes, na porra esguichando, não em beijo na boca, na minha cabeça aquilo era viadagem. mas vendo o desenrolar da coisa, eu estava com mais tesão do que reprovando a situação. Meu pau estava babando muito.
         
          Depois de muito beijo e chupação de lingua, Bruno parou de beijar o Léo e se voltou pra mim, chegando bem próximo, seu pau duro tocando o meu, seu rosto bem perto do meu e perguntou:
         
- 'Sua primeira vez?'

- "Ssim.. primeira'

- 'Nunca nem beijou, nem uma... pegadinha'

- 'Nunca' respondi

- 'Quer experimentar' ele disse se aproximando mais como se pedisse pra me beijar na boca

- 'Não sei cara... e eu só vim pela punheta' respondi gaguejando

- 'Tranquilo... vamos começar devagar' ele disse se afastando

          Então fomos pra cama, sentamos os dois de pernas abertas com as costas encostadas na cabeceira da cama e o Léo começou a punhetar nós dois. Nossos paus estavam babando muito, mesmo assim Léo cuspiu em um e depois no outro pau e começou uma punheta lenta bem molhada, uma mão em cada pau subindo e descendo devagar, apertando e ordenhando nossas pikas. As vezes acelerando, depois reduzindo, parava apertava nossos paus muito forte que a cabeça inchava e ficava brilhante. ficou alguns minutos assim, então Bruno disse pra para um pouco pra ele não gozar logo.
         
          Léo então se voltou para o meu pau somente, uma mão acariciando o meu saco, outra punhetando lentamente, enquanto isso Bruno colou seu corpo no lado do meu, passou uma perna sobre a minha coxa e alisava o seu caralho duro.
         
          Bruno é peludo, peito, coxas, ele só depila o saco por baixo deixando uma moita de pentelhos pretos na frente sobre o pau. Acho tesão macho assim, eu já tenho poucos pelos no corpo e mantenho o pau todo lisinho completamente depilado. Bruno passou um braço por trás de mim senti o seu peito peludo atrras do meu ombro, ele então começou a apertar os meus mamilos enquanto o Léo alisava o meu saco e punhetava o meu pau. Eu gemia de tesão, eu gemia mesmo, gemia alto. porra que caralho de tesão era aquele.
         
- 'Chupa'   Bruno falou olhando pro Léo eu confesso que fiquei muito surpreso

          Léo segurando o meu pau duro, olhou pro Bruno, olhou pra mim, e baixando a cabeça sobre o meu pau começou a chupar a cabeça do meu pau. Puta que o pariu, que sensação do caralho, Bruno apertava meus mamilos e Léo começou a me mamar, ora rápido ora lento, ora só sugando a cabeça e brincando com a lingua por baixo da glande, ora engolindo até onde podia olhando pra cima em meus olhos. E eu agora gemia alto e me retorcia de tesão, meu cu piscava, meu pau pulsava e meus mamilos doiam, mas eu não pedia pra parar, eu estava curtindo aquilo. Não sei quanto tempo ficamos assim, minutos, segundos, uma semana, um ano, não sei, eu estava em extase quando anunciei que ia gozar.
         
          Imediatamente os dois pararam e juntos disseram pra mim segurar. Meu pau babava muito, vertia liquidos
         
- 'Vamos fazer diferente!' disse o Bruno

          Então Bruno fez eu me afastar um pouco e sentou-se atras de mim, como se fosse no colo dele, mas não extamente, voces tem que imaginar, ele sentouse recostado na cama e eu sentei no meio das pernas dele, seu pau encaixado no meu rego na minhas costas. eu sentia seu pauzão duro lambuzando as minhas costas no começo da bunda, E ele me abraçou e começou a passar as mãos pelo meu corpo, uma mão de cada lado, na minha virilha, tocando o saco, o lado interno das coxas, a virilha, a barriga, o pau, subindo pela barriga, apertando meus mamilos, descendo pro pau pra virilha novamente, nossos corpos suados, seu peito cabeludo roçando as minhas costas, ele beijava e mordia meu pescoço, as minhas orelhas..
         
          O Léo estava filmando tudo, meu pau pulsava, duro que chegava doer, eu queria me tocar, bater e gozar, mas o Bruno abraçado em mim por trás me impedia e dizia pra mim relaxar e curtir a sensação. Ele me lambia, mordia e beijava os lóbulos da orelha e o pescoço e aquilo me arrepiava até no cu.
          Eu estava quase gozando sem tocar o meu pau, eu chegava me retorcer, e sentia o pauzão duro atras de mim sarrando minha bunda, eu juro que por momentos eu esfreguei minha bunda nele de tesão.
         
          Léo então colocou o celular em um tripé ao lado da cama, filmando, e veio pra cima de mim e derramou um pouco de gel sobre o meu pau, que escorreu até pelo meu saco. ele então começou a alisar de leve o meu pau e desceu pelo meu saco espalhando o gel e então com uma mão começou a me punhetar e com a outra por baixo do meu saco fazendo pressão com um dedo no meu cu. Eu gemi e me retorci, pedi pra ele tirar o dedo do meu cu, mas o Bruno ouvindo isso, segurou forte os meus braços e começou falar pra mim gozar
         
- 'Goza... goza que eu quero ver essa porra esguichar'

- 'Goza gostoso com um dedinho no cu, vai safado goza'

          O Léo empurro o dedo bem lubrificado no meu cu e acertou a minha próstata, eu já estava no meu limite e comecei a esguichar. Meu primeiro jato foi na cara dele, por baixo do queixo no pescoço, os seguintes no peito dele no meu, na minha barriga, nas coxas, espirrou porra pra todo lado.
         
          Eu gemia, eu gritava e me retorcia e o Bruno segurava os meus braços e ria, gargalhava, seu pau duro na minha bunda, seu peito cabeludo nas minhas costas, nós suados, e o Léo batia muito rápido no meu pau, a porra parou de sair e vieram aqueles choques elétricos que saem lá da cabeça do pau e sobem pelo estomago e o cu piscava e Léo me fodia com o dedo e não parava de punhetar, eu gemia e choramingava pedindo pra parar, mas não adiantava. Era igual nos vídeos que ele me mandou no Telegram, quase uma tortura. Minha porra batida parecia uma espuma branca em volta do meu pau, e o Léo não parava até que aqueles choques foram diminuindo e eu meio que desfalecendo, mas o meu pau não amoleceu, continuava duro.
         
          O Léo então parou de bater e tirou o dedo do meu cu. Por incrivel que pareça, senti uma coisa estranha, meu cu piscou se acostumando com o vazio, quase pedi pra ele meter de novo o dedo em mim.
         
          Bruno então saiu de trás de mim com o pau muito duro balançando e se deitou na cama ao meu lado, me agarrou de ladinho e começou a beijar a minha boca. Eu não resisti, eu beijei ele e empurrei minha lingua em sua boca, e começamos uma batalha feroz de linguas e chupões.
         
          Léo filmando tudo, ajeitou a posição do tripé do celular ao lado da cama e veio chupar os nossos paus, ora chupava o meu, ora chupava o do Bruno, e nós dois beijando como amantes, um beijo delicioso, nunca me imaginei beijando um macho, que loucura.
         
          Logo Bruno começou a urrar e parou de me beijar. Léo então parou a mamada e passou a punhetar muito rápido o pau do Bruno, ele explodiu e esguichou porra no rosto do Léo, sobre as minhas coxas, no meu pau e por todo lado. Léo esperou o pau parar de espirrar porra e voltou a mamar.
         
          Mamou com calma com sofreguidão o pau do nosso amigo casado, que gemia e se retorcia sentindo aqueles choques elétricos pós gozo. Eu voltei a beijar o boca do Bruno, enquanto o Léo sugava as ultimas gotas de porra de dentro do pau do Bruno.
         
          O conto está ficando muito grande, naquela tarde eu sei que eles me fizeram chupar pau e tive que dar o cu pros dois tambem.
         
          Eu fui lá pra realizar minha tara de uma punheta, e fui iniciado no sexo com machos, coisa gostosa, mas confesso que não curti ser penetrado, porem na hora do tesão aceitei a pika no cu sem discussão, eles me levaram no clima e quando vi o pau estava entrando. NA HORA DO TESÃO VALE TUDO
         


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O COMBINADO ERA UMA PUNHETA MAS QUANDO VI O PAU ESTAVA ENTRANDO - NA HORA DO TESÃO VALE TUDO

Codigo do conto:
266452

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
07/07/2026

Quant.de Votos:
1

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