PUNHETAS COM OS AMIGOS - Passando para o Nível 2 - MAMADAS


          Leia o conto anterior...
         
         
          Eu já era um grande punheteiro, mas depois de ter batido punheta na mão trocada com o meu amigo Bruno na cachoeira, eu passei a bater mais ainda. Meu pau é muito babão e eu comecei a chupar a babinha que saia do meu pau durante as minhas punhetas. A exemplo do que fez o Bruno lá na cachoeira, eu passava o dedo na cabeça do pau, coletava a bába que vertia e chupava o dedo. Nossa, não sei porque mas aquilo me dava muito tesão, chupar a bába salgadinha que saia do meu pau.
         
          Passou uns dois dias que eu e o Bruno haviamos pegado no pau um do outro e batido punheta juntos na cachoeira, e eu estava louco pra fazer de novo. A gente se olhava de um jeito diferente lá na escola, a gente conversava normal, mas se olhava diferente, a gente tinha um segredo, era só olhar um pro outro que o pau já ficava duro. Só que a gente tinha medo de falar sobre isso, medo de alguem ouvir, de ser taxado de viadinho. Então a gente se continha e o tesão estava ali, a flor da pele.
         
          No terceiro dia, Bruno apareceu lá em casa. Eram umas 14:00hs, meus pais tinham ido trabalhar e minha irmã estava na escola, ela já estava no segundo grau e ia na escola de tarde, eu era mais novo e ia na escola de manhã.
         
- 'E aí cara... vamos banhar lá na cachoeira?' Bruno sugeriu na porta da minha casa

          Eu sabia que ir na cachoeira era só um pretexto, a agua do rio estava muito fria pra banho de cachoeira, ele queria mesmo era bater uma punheta na mão trocada comigo.         
         
- 'Ahhh cara... não dá! A agua tá muito fria' eu respondi

- 'Tá nada... vamos lá' ele insistiu

- 'Não... vamos ficar aqui, eu to sozinho em casa, guarda a bicicleta aqui e vamos lá pro meu quarto' eu respondi

          Nossa, deu pra ver a satisfação no rosto do Bruno. Ele sabia que ia rolar, rapidinho guardamos a bicicleta dele na garagem e entramos em casa, fomos direto pro meu quarto. Chegando lá, fechei a porta e o Bruno já olhou pra mim pegando no pau por cima do calção, sem rodeis ele disse:
         
- 'Vamos bater uma?'   

- 'Vamos!'

          Imediatamente Bruno tirou a camiseta por cima da cabeça e baixou o calção com cueca e tudo ficando pelado na minha frente. Seu pau duro apontando para frente. Eu acho que nunca tive uma ereção tão rápida na minha vida, meu pau já estava semi-duro, endureceu na hora vendo o Bruno pelado. Então rapidinho eu tambem estava pelado de pau duro alisando. Bruno sorriu e veio até mim, botou sua mão por baixo alisando o meu saco, eu tirei a mão do meu pau e ele subiu com sua mão do saco e pegou no meu pau, apertou e a cabeça do meu pau se encheu de sangue, ficando mais grossa e vermelha.
         
- 'Teu pau é massa, acho bonito essa cabeça rosada!'

- 'Eu queria ter pentelhos pretos igual o seu' eu respondi levando a mão até o saco dele e acariciando a vasta pentelheira preta

- 'Tem que raspar.. quanto mais raspa.. mais cresce'

          Eu peguei no pau dele, sentindo a grossura enchendo a minha mão pequena                        
         
- 'Grossso...' eu falei punhetando pra frente e pra tras, expondo a cabeça roxa

- 'O seu é mais comprido...'

          Ele falou arregassando bem a pele do meu pau exibindo a cabeça, tentando exibir todo o comprimento do meu pau
         
- 'Dezessete centímetros' eu falei com orgulho

- 'Nunca medi o meu' ele disse

          Bruno então deu um passo a frente quase colando seu corpo no meu, empurrou o quadril pra frente e colocou o pau dele do lado do meu. Seguramos os dois paus juntos e eu senti um arrepio na espinha quando senti o calor do pau dele encostado no meu. Tenho certeza que ele tambem sentiu a mesma sensação, Bruno estão começou a comparar nossos dois paus, o tamanho, a grossura, as cabeças, o saco, enfim ficamos roçando um pau no outro, sentindo o calor das pikas, a dureza, as nossas respirações pesadas, o cheiro de pika, dava quase pra sentir as batidas do coração um do outro na ponta do pau.
         
          Então Bruno soltou uma grande quantidade de cuspe sobre as pikas unidas, e começamos a punhetar as duas juntas, meladas de saliva, escorregando uma na outra. As vezes uma pika fugia e o outro logo juntava. Começamos a movimentar os quadris pra frente e pra tras, fudendo pika com pika. Que coisa doida, que tesão absurdo, nossos paus não eram tão grandes, então começou a escapar, era dificil manter as duas unidas e ficar fodendo pika-com-pika assim em pé.      
         
- 'Vamos pra cama'   eu sugeri

          Rapidamente ajeitei o travesseiro na cabeceira da cama e sentamos os dois bem juntinhos porque a minha cama era de solteiro. Bruno passou sua perna sobre a minnha e confesso que o contato do corpo dele me deu muito tesão. Começamos a alisar as nossas pikas, cada uma punhetando a sua, exibindo para o outro, os olhos fixos na pika do outro. O tesão era absurdo, estavamos alisando bem devagar pra controlar o gozo. Meu pau babava de escorrer.
         
- 'Porra teu pau baba muito'   ele comentou

          Eu passei o dedo pela cabeça do meu pau e coletei uma boa quantidade do líquido transparente e viscoso que vertia do meu pau e, olhando para o Bruno, levei o dedo até a boca e comecei a chupar o melzinho da minha pika. O Bruno sorriu
         
- 'Ahhhh... gostou de chupar tambem?'

- 'Ééé.. eu resolvi experimentar.. é bom!' respondi

- 'É gostoso'

          Bruno disse apertando a cabeça do pau dele, fazendo verter uma quantidade de bába e pegando com o dedo e sugando o liquido salgado do pau. Ficamos assim alisando as pikas e chupando a babinha, aquilo parecia um desafio, uma coisa excitante de se faer. Mas o pau dele babava pouco, bom, pelo menos em relação ao meu. Bruno então levou a mão no meu pau e passou o dedo pela cabeça, então levou o dedo na sua boca e chupou o dedo melado com a bába do meu pau(como havia feito na cachoeira dias atrás)
         
          Aquilo me deu um tesão do caralho, eu gemi alto com a sensação, Bruno sorriu, ele gostou de ter me feito sentir tesão. Ele então se ajeitou melhor na cama, passando seu braço por tras do meu corpo e pegou o meu pau e começou a punhetar.
         
          Uma punheta lenta, apertando forte o meu pau no começo e, conforme meu pau foi babando e lubrificando, Bruno foi aumentando a intensidade, arrancando gemidos de prazer de mim. Eu estava adorando ser punhetado por ele daquela forma, sentindo o corpo dele no meu, sentindo o pau duro dele roçando na minha coxa direita. Bruno então parou, apertou firme o meu pau, a cabeçona inchada, vermelha, vertendo liquidos e disse:
         
- 'Se eu chupar o teu pau... você chupa o meu'

          Eu estava quase explodindo de tesão, o sangue fervendo, quase não acreditei quando ele disse aquilo
         
- 'Chupar?'

- 'É... é gostoso, voce vai ver, eu te chupo primeiro. Pra voce ver, depois voce me chupa'

          Dizendo isso ele baixou a cabeça sobre o meu colo e encostou os lábios na cabeça do meu pau e sugou só a cabeça por alguns segundos. Eu trinquei os dentes com a sensação. E quando eu achei que aquilo era incrível, ele afundou mais a boca e engoliu metade da minha pika me fazendo urrar de tesão.
         
          Que sensação do caralho... Quente, molhado, macio, uma mistura de sensações, um tesão da porra, uma coisa que fazia meu cu piscar, meu pau inchar, meu saco se contrair, meu corpo se arrepiar. Puta que o pariu. E olha que o Bruno nem sabia chupar direito, ele só meteu a boca e ficou sugando e passando a lingua na cabeça, do jeito que ele imaginava que tinha que ser uma mamada. Nem ficou subindo e descendo como uma boa mamada tem que ser. Mas aquilo era o paraíso pra um moleque de ... anos.
         
          Bruno batia punheta no próprio pau enquanto me chupava e, ele fez aquilo por um tempo que eu não sei precisar, segundos, minutos, horas, não sei, o tempo parou, eu quase gozei na boca dele e do nada ele só largou a minha pika e parou.
         
- 'É assim...' ele disse '...agora faz um pouco no meu, depois eu faço de novo pra voce'

          Porra, eu não queria que ele parasse, eu queria que ele mamasse a minha pika até eu esguichar porrra, eu adorei aquela sensação, eu não queria chupar o pau dele. Eu queria ficar o resto da tarde sendo chupado.
         
- 'Faz um pouco mais... só mais um pouco, depois eu faço'   eu implorei

- 'Agora voce, depois eu faço'

- 'Ahhh cara, só mais um pouquinho'

- 'Agora voce. Senão voce goza e não vai chupar o meu'   

          Eu não percebi na hora, mas Bruno já tinha outras experiencias e sabia que se continuasse mamando a minha rola eu ia gozar, e depois da gozada eu não teria tesão pra mamar a rola dele. Ele manteve a sua posição e então eu tive que me resignar e chupar o pau dele pra ter direito a ser chupado novamente.
         
          Então imitidando o meu mestre, me abaixei sobre o colo dele e abocanhei a pika grossa do Bruno. Comecei a sugar lentamente a cabeça, sentindo aquele aroma característico de pika invadir as minhas narinas. Sentindo aquele gosto salgado de pika babada em minha lingua. Os meus sentidos de faro e olfato foram reagindo e meu tesão se ampliando, comecei a sentir uma vontade enorme de engolir aquela pika toda. Passei a mamar não mais por obrigação e sim, mamar com tesão com volupia.
         
          Bruno sentiu a mudança, ele segurou com uma mão nas minhas costas e outra na minha cabeça, limitando meus movimentos, começou a mover seu quadril pra cima e pra baixo fodendo a minha boca. Eu inocente, me adaptei a nova situação e segui chupando como podia o seu pau. Chupando como meu tesão me dizia pra fazer. Bruno gemia e urrava e eu sentia um tesão incrível, uma satisfação de fazer ele gemer na minha chupada.
         
          Então senti sua pika inchar, e veio a surpresa. Bruno segurou firme a minha cabeça e começou a esguichar porra na minha boca. Ele não deixou eu tirar a boca, segurou a minha cabeça. E eu pego de surpresa, tive que engolir o que pude da porra. E Bruno não gozava pouco... apesar de mais rala e liquida do que a minha porra, Bruno gozava muito, 3 ou 4 jatos fortes de porra que eu bebi quase tudo, e depois ficou vertendo porra por mais 3 ou 4 esguichos menores, que eu deixei escorrer pelo canto da boca pela pika e pelo saco dele.
         
          Ele então afrouxou a minha cabeça e eu pude tirar a boca do pau dele e respirar. Eu não engasguei, eu passei as costas da mão pela boca, limpando a porra que estava em meu lábios e engoli o resto que tinha na boca. Fiquei sem reação, pensei em chingar, pensei em sei lá o que. Mas não me senti mal, não era ruim, sei lá. Só achei estranho ele ter gozado assim sem avisar, não sei.
         
          Bruno ficou naquele estado de pós gozo, meio zen. Mas eu cobrei a dívida. Trato é trato, ainda mais depois dele ter gozado na minha boca. Ele então se abaixou sobre o meu pau e começou a pagar o boquete.
         
          Fiz igual ele fez, uma mão nas costas, outra na cabeça, abri bem as pernas, sacão balançando e fodi a boca dele. Com poucas mamadas eu estava explodindo porra na boca dele.
         
          Bruno não correu da pika. Ele não ahcou ruim eu gozar na sua boca e, bebeu praticamente todo o meu leite. Eu não gozei tanto quanto ele, mas minha porra é branca e espessa, e eu despejei uns 3 jatos fortee de porra na garganta dele antes do meu pau começar a somente verter.
         
          Bruno engoliu tudo, e seguiu mamando o meu pau, mesmo depois de estar limpo. Ele não parava de sugar e eu me retorcendo e gemendo, sentindo aqueles choques elétricos que vem lá do saco e sobem pela barriga após o gozo. Ele parecia gostar daquilo, daquela tortura sexual depois da gozada. Pra falar a verdade eu tambem gostei daquilo quando fiz nele lá na cachoeira. Mas fazer o outro é uma coisa, sentir na gente é outra. Então empurrei ele pra longe do meu pau.
         
          Ficamos ali, deitados na cama, quase abraçados, respirando forte, de pau semi-duro, começamos a conversar sobre o que haviamos feito. O tesão de ser chupado, o tesão de chupar, o gosto da porra. Descobri que Bruno já havia feito algumas vezes antes com o Airton(um cara 2 naos mais velho que nós) e descobri que tinha gostado dessa porra de chupar pika.         

          Enquanto conversávamos, passavamos a mão pelas coxas e pelo corpo um do outro, explorando nossa sexualidade e nosso tesão. Eu estava de pau completamente duro novamente.         
         
- 'Na próxima podemos fazer um 69' disse o Bruno

- 'Que tal agora?'   eu falei exibindo meu pau duraço

- 'Agora mesmo!!!'   disse Bruno alisando o seu pau igualmente duro

          Assim eu desbloqueei um segundo nível da putaria com macho         


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Ficha do conto

Foto Perfil lobobranco2024
lobobranco2024

Nome do conto:
PUNHETAS COM OS AMIGOS - Passando para o Nível 2 - MAMADAS

Codigo do conto:
264073

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
09/06/2026

Quant.de Votos:
3

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