O Peão da Obra Mandou Rola em Mim

Essa história aconteceu há uns 3 anos atrás. Sou um homem comum, corpo em forma, claro, 1,70, uns 70kg, 39 anos, que no dia-a-dia não dá a mínima pinta de que quando bate o tesão e o cuzinho coça por rola se transforma na MonaLisa.
Perto de casa estavam construindo um prédio de 3 andares, que virou apartamentos em dois andares e em baixo loja. Todos os dias eu tinha que necessariamente passar na frente da loja para ir pegar meu ônibus para trabalhar. Toda CDzinha sabe que no dia que dá comichão no rabo a gente sai igual cadela farejadora a procura de cheiro de macho. E foi assim, que comecei a percebei em um baixinho fortinho, que trabalhava na obra. Como eu passava encarando, um dos dias ele levou a mão no pau e saco e deu aquela apertada, dei aquele sorrisinho que MonaLisa daria e claro que ele percebeu que eu adorava a fruta. Mas ficamos nisso por uns dias. Percebi também que quando voltava do trabalho, as vezes ele estava num barzinho próximo a obra, e quando me via, me encarava e metia a mão discretamente no pacote, e eu é claro, quase dava um gritinho de tesão. Até que um dia, passando pelo barzinho e ele estava na porta, passei e dei uma piscada de olho, ele sorriu e fez final para eu ir para a obra. Sem me importar muito que pudessem me ver fui e entrei lá, não havia ninguém, subi para o primeiro andar e fiquei no fundo onde me parecia que seria um dos quartos do apartamento. Uns 10 minutos depois ele apareceu, chegou perto, levou a mão na rola e disse com aquele sotaque maravilhoso:
- É disso que você procura?
Ri e respondi:
- Sim, adoro, mas tenho uma surpresa que você vai adorar, mas eu teria que voltar mais tarde, porque agora não estou arrumada.
Ele entendeu quando usei o feminino e ele completou:
- Só que não posso ficar aqui até tarde.
Respondi
- No máximo 1 hora estarei de volta e você vai adorar.
Mas para minha alegria e para a dele. Tirou a rola para fora, uns 17cm e bem grossinha, com aquela cabecinha pontudinha que vai abrindo caminho num cuzinho. Abaixei, dei umas punhetadas e senti aquele cheiro maravilhoso de macho: suor forte, mijo e porra tudo junto formando aquele aroma inebriante. Mamei gostoso, mas disse para ele que era só uma pequena amostra do que ele iria ganhar. Ele me chamou de cadela, safada e puta. Ri e quando me levantei, abaixei minha calça mostrei minha bunda, mas sem baixar a cueca. Ele riu e disse:
- Que rabo delicia. Vou meter muito nele.
Ri e falei:
Vai ver que ele vai ficar ainda mais gostoso para você, me aguarde.
Ergui as calças, dei chauzinho de costas para ele com os dedos, e fui saindo rindo.
Correi para casa, tomei aquele banho que toda safada sabe fazer muito bem, passei creme no corpo, perfume, escolhi uma peruca comprida loira, um vestidinho justo bem apertado vermelho, uma calcinha de renda toda rosa com um fiozinho minúsculo que entra no rabo e roça o cu, sutiã também rosa, sapatos de salto alto preto, vesti meias longas e prendi com cinta-liga, fiz uma maquiagem bem leve. Vesti roupas masculinas folgadas, boné para esconder o máximo a maquiagem e lá fui eu para a obra. Ele estava me esperando, sentado em uma pilha de tijolos, quando me viu fez cara de que esperava mais. Falei:
- Me aguarde, vou fazer a transformação, me espere que já volto.
Fui para um outro cômodo do apartamento em construção e me montei. Quando apareci na frente dele de calcinha, sutiã, meias longas, cinta-liga preta, sapato de salto alto e loira, ele não acreditou e falou:
- Nossa que tesão de puta vagabunda.
Veio perto me agarrou pela cintura, apertou e me beijou na boca com um beijo delicioso, daqueles que a língua vai toda para dentro da boca. Ele me beijava e apertava minha bunda e falava baixinho:
- Que delicia de puta.
Eu levei a mão no pau dele, e já nervosa de tesão, abaixei o zíper, meti a mão e procurei a rola dele. Ele se afastou um pouco e tirou a rola para fora. Fiquei pegando na pica duríssima dele enquanto ele me beijava alucinadamente. Puxou de lado o sutiã e passou a chupar, lamber e morder delicadamente meus peitinhos e mamilos, meu tesão aumentava. Arranquei a camiseta dele e vi um peito com poucos pelos, mas bem formado, braços fortes acho que devido ao trabalho dele. Me soltei dele e baixei sua bermuda e ele ia tirar a cueca e falei:
- Não tira, quero sentir o cheiro de macho nela.
Me abaixei e dei aquela cafungadas fundas na cueca do macho. Que delicia de cheiro! Agora a chupava era pra valer. Enchi a mão segurando pelo saco e base da pica e lambi a cabeça fininha de leve, ele deu aquela estremecida de tesão e soltou um ahmmmm. Lambi com a pontinha da língua bem de leve na pontinha da pica, onde tem aquela deliciosa boquinha do mijo, ele me chamou de puta gostosa. Abri bem a boca engoli só a cabeça e trabalhei com a língua por toda a cabeça e volta, ele segurava minha cabeça pelos cabelos, sorte que a peruca estava vem presa...rs. Depois foi bem devagar engolindo centímetro por centímetro, de primeira não consegui ir até a base, ele pediu:
- Engole inteira, putinha vagabunda!
Fui na segunda tentativa, engoli até a base a cabeça da pica ia até minha garganta. Ele segurou minha cabeça e me deixou entalada, deu aquela falta de ar e ânsia. Quando soltou, puxei o ar, e aquela saliva grossa escorreu pela pica dele e pingou no chão. Fui novamente, sou persistente. Engoli inteira, só o saco de fora, ele novamente prendeu minha cabeça e disse:
- Isso puta, engole inteirinha minha rola, vadia!
Soltou e eu novamente babei na rola e puxei o ar. Fui para as bolas dele, um saco redondinho, lindo. Todo peludo, abri bem a boca e engoli, chupei, passeia a língua, dei aquela geral caprichada nas bolas do macho. Mas ele queria que eu voltasse para pica. Segurei na base da pica, para não engolir toda e passei a fazer trabalho de língua e sucção. Chupei muito aquela rola dele. Ele me ergueu, me beijou, mamou mais um pouco em minha tetinhas fora do sutiã. Depois mandou eu ficar com o rabo empinado, com as mãos na pilha de tijolões e foi meter a rola. Pedi:
- Espera!
Fui até minha bolsa, peguei um tubo de KY, lambuzei bem a rola dele de gel, e passei bastante na entrada do meu cu. Voltei a posição e falei:
- Vai amor, enterra sem dó, me faz de putinha!
Ele puxou o fio da calcinha d elado, encostou a rola no meu cu, me segurou com força pela cintura e sem dó meteu, entrou até o talo. Dei aquele gritinho que toda cdzinha dá de dorzinha e frescura mesmo. Ele falou:
- Tá gostando puta? Está todinho dentro, só ficou o saco para fora.
Falei com aquela vozinha de putinha:
- Estou adorando meu macho. Agora mete! Soca rola no meu cuzinho, me arromba meu macho.
O macho me segurou com mais força e meteu para valer, com muita vontade. As vezes tirava inteira e socava de uma vez. Meteu muito, depois quis que eu sentasse na rola dele. Ele pegou uma lona plástica, estendeu no chão, deitou, segurou a rola e disse:
- Vem putinha, senta na minha rola, mas senta com vontade.
Me acocorei em cima dele, quiquei o cu para acertar a rola, e sentei de uma vez. Ele gemeu e eu soltei novamente aquele gritinho de frescura...
- Aiiiiiiii
Comecei a galopar, no sobe e desce. Ele ajudava jogando com o quadril para a rola entrar inteira. Delicioso, eu sentia a rola inteira no meu cu, estava adorando. Meu grelinho de 16cm, estava durinho e saindo para fora da calcinha rosa. Fiquei acocorada sem cima dele com o cuzinho na rola dele e ele meteu numa velocidade maravilhosa, eu gemia e pedia mais e mais. Pelo movimento, senti que iria gozar, o tesão era muito, e eu nem estava encostando a mão no meu grelinho. Avisei ele que iria gozar, ele mandou:
- Espera um pouco vadia. Fica de pé e se escora nos tijolos quero te fuder em pé.
Obedeci, ele me segurou pela cintura, encostou a rola e crau!!! Enterrou até o talo e aí começou aquela fodelança que eu amo, com rapidez e socadas funda. Meu pau voltou a dar ares de que ia soltar meu leitinho, avisei a ele. Ele acelerou ainda mais as fodidas e ele disse:
- Também vou gozar.
Senti a pica dele inchando dentro do meu cu e senti o jato quente. Ele me segurou com força e dava pequenas vibradas com a rola e eu podia sentir as jatadas enchendo meu rabo. Ficou engatado em mim, por muito tempo, até que a pica foi amolecendo e saindo do meu cu. Ele falou:
- Nossa que delicia de foda. Quero te foder mais vezes.
Me ajeitei, fui ao outro cômodo, me limpei da minha e da porra dele. Me vesti novamente de homem, e voltei até onde ele estava. Ele disse:
- Te olhando assim, nem dá para imaginar que você curte levar rola e se vestir de mulher.
Respondi:
- Mas só faço isso quando quero, quando estou com muito tesão e quando curto um macho gostoso igual a você.
Ele riu e falou:
- Se quiser mais, é só dar um toque quando passar pela obra ou no bar. Mas você não disse seu nome.
Respondi:
- De homem é x e feminino é Mona Lisa.
Ele completou:
O meu é Pedrão.
Demos um beijo e eu fui para minha casa e ele disse que iria dar um tempinho na obra. Dois dias depois encontrei com ele que estava no bar e me fez sinal. Parei e ele veio conversar:
- O mestre de obras viu toda nossa foda e quer participar. Disse que não aguentou e colocou o pau para fora e se punhetou até gozar.
Respondi que dependendo do tipo do mestre de obras até encarava. Ele perguntou:
- Os dois numa foda ou separados.
Disse:
- Se ele me agradar até quero os dois numa foda.
Ele foi lá dentro e voltou, com um moreno, forte, barriga de chope, bigode e barba, aliança de casado, não era bonito, mas o tipo de macho forte que qualquer cdzinha quer experimentar. Aceitei o convite e encarei, mas isso é assunto para um outro conto.

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Comentários


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damiaogomes Comentou em 21/05/2026

Nuito bom o conto Pedrao vc aguentou bem mas agora quero ve vc , Pedrao e Mestre tomara que role uma DP




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261766 - Minha Primeira Vez como Mona Lisa - Categoria: Travesti - Votos: 9

Ficha do conto

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Nome do conto:
O Peão da Obra Mandou Rola em Mim

Codigo do conto:
262587

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
21/05/2026

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4

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