Eu e a Vera: o inicio de um quase fim.

Vera se despediu com um beijo no rosto, e um aperto em meu braço, deu a mão para Caio, sairam. Eu fiquei olhando seu rebolado.
Eu sou o Cadu, um fisioterapeuta e educador físico, 1,75m, 80 kg, negro, casado, 2 filhos e uma esposa maravilhosa, uma linda mulata escultural. Trabalho no hospital, no setor de reabilitação física, mas também trabalho na educação, gosto de ensinar, assim como a Vera.
Depois de um final de semana com a família, começa a correria na segunda-feira novamente. Pela manhã estou na escola pública municipal, em Ribeirão Pires/SP, a tarde no hospital municipal de Mauá, onde já estou ansiiso, aguardando o momento de atender meu paciente, Caio, mas querendo muito ver, falar, abraçar a Vera, sua mãe.
Deu o horário, e chegaram como de sempre, Vera estava com uma leg preta, tênis nike branco, e uma regatinha branca. Não pude deixar de notar o seu sorriso, seu calor no abraço, porém quase babei no detalhe de sua vagina. Estava completamente marcada pela calça, labios bem separados, tipo dedo de camelo. Entregou o filho, virou-se, e caminhou para fora, nesse momento pude notar a lomba gostosa daquela mulher. Aparentemente, estava sem calcinha, mas acredito que era minha imaginação. Pensei, calma Cadu, ela é uma mulher casada, mãe de um paciente, então se orienta, é algo impossível.
Quando finalizei o atendimento, fui entregar o filho à sua mãe, que me agradeceu, e disse:
- Cadu, fiz um bolo de banana ontem, e trouxe um pedaço para você.
Tirou uma caixinha de sua bolsa, e entregou-me, deu um abraço apertado, um aperto no meu braço, disse em meu ouvido:
- Espero que goste! Sorriu e saiu.
E eu, com uma leve ereção, fiquei olhando o gingado da verdadeira mulher brasileira. Caracas! Que bunda é esse? Que mulher é essa?
Tinha sido o último atendimento, guardei o jaleco em meu armário, peguei a caixinha do bolo, sentei-me no banco do vestiário, e fui saborear.
Abri a caixinha, cheirei o bolo, um aroma de banana com canela, fechei os olhos, pensei na Vera com todas as curvas de seu corpo, tirei um pedaço, coloquei em minha boca. Foi aí que notei algo diferente no funda da caixa, com cuidado, tirei um pequeno envelope. Dentro havia algo macio, abri, enlouqueci. Era uma calcinha fio dental vermelha com o número do celular pendurado. Cherei a calcinha, estava usada, com seu cheiro de fêmea no cio.
Guardei no armário, parti para casa, mas meio que sem rumo. Aquela mulher mexeu comigo.
Continua...
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Comentários


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lucasemarcia Comentou em 22/05/2026

Queremos saber a continuação!!! Adoramos essa ousadia da Vera. Bjos, Ma & Lu




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262553 - Eu e a Vera. - Categoria: Coroas - Votos: 4

Ficha do conto

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Nome do conto:
Eu e a Vera: o inicio de um quase fim.

Codigo do conto:
262642

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
21/05/2026

Quant.de Votos:
3

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