Cris - Gozando na cama da filha

"Vai mostra deixa eu ver? Os seus são tão bonitos, ainda mais nesse vestido laranja.'


Ela riu desconcertada.

"Meu namorado não vai gostar."

"Mas ele não está aqui. Quase não o vejo. Ele existe mesmo?"

Cris mordeu os lábios envergonhada, olhando o piso da casa, incomodada.

"Ok, não está mais aqui quem falou. Desculpa."

"Você não quer deitar? Eu sei que você gosta de dormir depois do almoço."

Concordei frustrado, queria aquela morena pelada na minha frente. Pronta pra ser bolinada, excitada até chegar ao orgasmo na sala da sua própria casa.

Infelizmente ela recusou o convite, mais que indecoroso por certo. Ainda que ela soubesse do meu interesse por ela. Sei que no fundo gostava de se saber desejada. Às vezes me provocava com frases de duplo sentido, seus vestidos mais justos lhe definindo as formas.

Uma vez deixou o joelho na minha coxa, ficou ali por um tempo. Eu fingindo que não era comigo, nem era o momento. Passou, ela desconversou e se afastou. Me senti um idiota completo, um burro medroso. Azar, fica pra outra e a outra vez nunca aconteceu.

Cris transpirava desejo, sensualidade, pelo menos pra mim. Ainda que não fosse a mais bela, nem sei porque se tornou a fêmea dos meus sonhos devassos.

Aliás sei, lembro quando aconteceu. Foi numa sexta-feira em minha casa, ela sempre vinha com os cabelos presos e numa roupa que não valorizava o seu corpo, mas nesse dia ela esqueceu de prender os cabelos no coque habitual.

Ficou fascinante, mais que atraente. Me deixou com o pau excitado diante a imagem surpreendente. Tive que me controlar para ela não perceber.

Mas, desde então, gozei horrores por ela. Banhei a morena madura, mãe de dois filhos com minha porra quente, mais que indecente. Na cara, na boca, nas mamas fartas. Sonhei anos com a xoxota madura, imaginei os pentelhos bem cuidados, apesar da bundinha pequena. Nos sonhos seu cuzinho era um manjar, a cereja do bola. Aquilo novinho, esperando pra ser arregaçado pela vara quente do seu dono, eu.

De tanto punhetar, deixei Cristiane pingando sémen dos pés a cabeça. A safada sorrindo orgulhosa me vendo duro por ela. Fiz tanto até me esfolar e mais de uma vez.

Só que eram sonhos, apenas. Mas ela acabou descobrindo, sei lá eu como. Elas sempre descobrem quando as queremos. Deve ser o instinto feminino.

Foi então que lhe percebi os modos mais atirados, ainda que nem de longe ousados. Se divertiu comigo, mas sempre se fazendo de difícil. Talvez no fundo não desejasse deitar comigo, ainda mais nua com o um patrão tarado. Era apenas para brincar com minha libido e me deixar mais frustrado.

Talvez temesse os meus modos obscenos. Mesmo assim provocava, instigava nos seus vestidos floridos, nas perguntas sobre os meus casos.

"Deita no quarto da Mari. Igual foi da outra vez."

Ela me fez voltar dos meus devaneios.

"Ela viajou?"

"Foi com o namorado pra São Paulo."

Da outra vez me masturbei na cama da filha, pelado, pensando na mãe deitada no quarto ao lado. Imaginando Cris nua, abrindo as pernas e se tocando por mim.

Molhei os dedos com o meu desejo e depois dormi esfregando na colcha da filha antipática.

Espreguicei, estava mais cansado do que eu mesmo imaginava. Com certeza o almoço produzia os seu efeitos. Fora a vergonha de ter sido muito atrevido.

"Pode ser, então."

"Então vem. Você sabe onde é."

Eu fui, me estirei vestido querendo dormir. Incomodado por ter sido recusado. Ao menos aliviado de ter feito a tentativa. Outra que não deu em nada

Apaguei, ou quase.

"Luís Cláudio!"

"Oi!"

"Posso entrar?"

Ela bateu de leve na porta.

"Pode. Que foi?"

Ela apareceu segurando um travesseiro nos braços.

"Acho que esse você vai gostar mais desse. Melhor que o da Mari."

"Até não estava ruim. Nem precisava."

"Toma."

Peguei, mas também me lembrei de tirar a camisa vermelha. Melhor não amarrotar.

Mostrei o meu torso nu. Segurei o travesseiro e vi um lampejo nos olhos da Cris. Os cabelos encaracolados estavam agora soltos, ela inflou os seios respirando mais forte. O vestido a deixava ainda mais apetitosa. A sobremesa perfeita num domingo chuvoso.

"Anda fazendo muita ginástica?"

"Alguma, porque?"

Ela riu da paisagem que via, balançou a cabeça e me examinou com desejo.

"Bom, é isso. Dorme "

Ela começou a se virar e eu falei sem pensar.

"Fica."

"O que? Não, já disse que não, não posso. Meu namorado."

"Esquece seu namorado. Vem, fica comigo. Hoje tá frio, chuvoso."

Cris agarrou os cabelos, com a mão pequena, um sorriso afetado de quem pensava do que dizer. Os olhos faiscando de desejo, mas ela indecisa. Só que a boca foi se abrindo. Um riso safado foi surgindo.

"Mas é só deitar, mais nada, viu!"

"Deita, eu juro, nada."

Ela correu a fechar a porta. Voltou ansiosa. Quase assustada como uma virgem curiosa. Deitou de lado para mim ajeitando o travesseiro, eu fiz o mesmo, só que de barriga pra cima.

A cama da filha era larga, sinal de que o namorado era grande. Devia comer a garota com a mãe deitada no outro quarto. Rasgando a bucetinha da moça, enquanto a mãe sonhava com o namorado distante.

Pensar aquilo só me deixou com coração apressado, fui ficando excitado. Achei que não, mas o meu corpo queria, o meu pau crescia vendo Cris morena de perfil num vestido laranja, com a bunda pequena chamando a minha atenção, fora os seus ombros nus segurando as alças do vestido laranja.

Desabotoei o calção e meti a mão acariciando o cacete. O sangue enchendo as cavidades, ele começando a crescer e a inchar. E ela ali do lado, de lado, se exibindo pra mim.

Tomei um susto, Cris virou a cabeça por cima do ombro.

"Que foi?"

"Foi o que? Nada. Não foi nada Cris."

"Então dorme. Você gosta de dormir depois do almoço."

"Eu vou dormir, fica tranquila. Dorme também."

"Eu! Eu não durmo, você sabe."

O pau meio mole ainda estava na minha mão. Voltou a crescer quando ela escondeu o rosto de novo atrás do ombro.

Me toquei pensando nela, masturbei em homenagem a aquele corpo miúdo. Punhetei pensando na xaninha apertada da Cris, sonhando com a bunda pequena.

"Você está mexendo? Tem alguma coisa te incomodando?"

"Eu! Eu não, eu só me virei na cama, foi isso."

E virei mesmo fiquei de lado temendo que ela me visse. O pau duro por ela, mas ela não viu, só ficou desconfiada. Raspou a garganta, tossiu e se dobrando quase de bruços, as pernas abertas exibindo mais a bundinha apetitosa.

Sonhei tanto com ela, metendo os ferros nas ancas da amiga. Se ao menos pudesse um carinho, um mimo alisando o vestido, coçando o cuzinho, depois dedilhando a xoxota molhada.

"Hmmm!"

Ela gemeu estranho, se encolhendo e escondendo as mãos por debaixo do corpo.

"Alguma coisa?"

Ela mais balançou a cabeça que respondeu. Ouviu um grunhido, um não gemido.

"Frio."

"Quer a coberta?"

"Hã hã! Por favor."

Fui buscar e coloquei sobre nós. Aproveite e fiquei mais perto quase do lado, quase por cima. Bem apertados. E eu com o zíper aberto, a cabeça do pau de fora, quase encostado no vestido laranja. Tão excitado que minava um sumo vendo Cristiane esparramada na cama.

Fui ficando atirado, cada vez mais ansioso. Tirei tudo sem pensar, azar, se não gostasse que me mandasse embora. Pelado da cintura para baixo.

Cris se encolheu e grunhiu de novo, como um animal ferido, imaginei ela numa siririca agora. Ali, ao meu lado, se esforçando pra não dar motivos e dando.

Endureci só de pensar, cresci. O pau pulsava e eu tremia imaginando os dedos da amiga molhados no próprios sucos.

Deu água na boca só de pensar em chupar os dedinhos da Cris. O gosto delicado de uma vulva úmida. Audacioso coloquei a mão na cintura, mas ela ficou calada, congelada como uma estátua. A cara enfiada na fronha, as mãos escondidas entre as pernas.

Alisei curioso o tecido enrugado. Um algodão grosso, mas fino o suficiente para adivinhar a suavidade da pele.

Cristiane arrepiou de leve. Cheguei mais perto, a dois dedos dos ombros dela. Ela vibrava tensa, como uma virgem encabulada.

Criei coragem e segurei o seu braço, a tez macia morena, deslizei lento, suave. Temi que ela explodisse de raiva, quem sabe apenas dormisse.

"Uuhh! Uuu! Me abraça."

Cheguei firme agarrando seu ombro. Me esfregando em seu corpo, me excitando com o vestido grosso arranhando a cabeça da rola. Um calor abafado, quase angustiante a crescer entre nós. Encostei todo nela, espremi no seu corpo. Mordi o seu ombro.

""Aaah! Aaaa!"

Ela tremia excitada me olhando de lado. eu vibrava ansioso. Puxei seu vestido e encontrei a calcinha e encostei de vez o pau atrevido. Movi a cintura contra sua bunda.

Mostrei o tamanho do meu desejo, duro, gotejante e quente.

"Luís Cláudio eu acho que não devíamos..."

Meti a mão por dentro do vestido até encontrar a calcinha pequena, sem perguntar ou pensar. Entrei com os dedos pela frente sentindo seus pelos, tão crespos, um tufo pequeno no alto da testa.

Atrevido, forcei os dedos no meio das coxas apertadas. O calor queimava, a umidade denunciava que ela também precisava.

"Luís!"

Gemeu com a consciência pesada, denunciada pelos seus lábios melados. Uma delícia, um sonho de anos, finalmente a xana da amiga nas minhas mãos.

Masturbei como dava, o pau forçando a entrada no meio das ancas, meus dedos dedilhando a xana excitada.

"Luís Cláudio, meu namorado."

"Esquece seu namorado. Vai dizer que não quer? Vai, diz!"

Ela choramingou dengosa. A bucetinha suava, minava os sucos de uma vadia no cio. Cristiane ergueu levemente a coxa, o suficiente para lhe encontrar seu segredo, seu grelo miúdo.

"Hmmm!"

Gemeu como eu queria, gemeu como uma putinha excitada. Explorei os seus gomos, conhecia o seu mundo em meus sonhos. Ela jeitosa começou a descer a lateral da calcinha. Ajudei, ficamos pelados da cintura para baixo.

Ansioso meu cacete se enfiou entre as carnes da morena difícil. Me molhei nos seus lábios, um forno pulsante. O pau duro subiu e bateu forte na entradinha do cu. Forcei.

Cris escondeu o rosto da fronha, a mão deslizando na minha coxa, a perna afastada me dando passagem.

"Uuuh! Querido, eu, eu... Aaah!"

Instintivo meu cacete encontrou o caminho, deslizou para dentro, no meio dos lábios melados. Um calor ácido me envolveu a rola, queimou a pele do pau.

"Aaah! Aaaa!"

Ela gemia sofrida, de olhos fechados, a rola grossa entrando mais fundo. Furando a amiga com toda selvageria. Afinal era buceta tão almejada.

"Seu louco, não!"

Desci a alça expondo o peito da moça. Uma teta farta, pesada e muito gostosa. Cris gemeu arrepiada quando lhe torturei o peito, maldoso.

O bico crescido, duro e redondo. Puxei torturando, me afundando na fêmea o máximo. Comendo a buceta, mas sonhando com o ânus.

Aquele cuzinho maduro, apertado de uma virgem. Nem se era de verdade.

"Aaamor! Por favor... hmmm!"

Movi agitado, ansioso, batendo em seu corpo. Fudendo Cristiane como ela merecia, ser comida como uma vagabunda.

Nos beijamos de lado, beijo de línguas safadas, mais fora que dentro das bocas. E eu enterrado ao máximo na buceta encharcada da amiga.

Cris com o olhar faiscando, olhar de quem ia explodir num orgasmo descontrolado. Beijamos ao máximo ela gozando e lhe metendo a vara ainda mais fundo.

Veio afinal o gozo de mulher de respeito mesmo que fosse a namorada de outro. Ela riu mordendo o beiço, me arranhando a coxa com as unhas. Meti com força, ela gemeu gostoso, Nossos corpos conectados pelo meu pau em sua xana. Cris gotejava o seu prazer no meu cacete.

Mordi o seu ombro, me concentrei no momento, me agitei como um demente. Ela ofereceu sua boca, eu gozei cuspindo o meu creme em seu ventre. Urrando na boca da mulher desejada.

Aquilo saiu quente, muita porra em jatos fortes, besuntando a amiga como se fosse minha esposa.

"Que isso! Oxê! Assim você me engravida, rapaz."

Ela falou me passando um pito. E eu doido para mamar suas tetas, morder seus mamilos escuros. Um sonho, só que a realidade dura é que eu estava cada vez mais sem forças.

Suado, babado e muito cansado.

Ela me fez um carinho com dedo na face, mostrou um sorriso cúmplice de uma amante. Satisfeita com a sacanagem, aliviada afinal por tudo ter terminado.

"Agora dorme, não é isso que você queria, dormir?"

"Safada. E você?"

"Eu não durmo, você sabe."

Riu, sua risada mais gostosa, virou de costas e afofou o travesseiro. Ficou calada e eu apaguei com o pau ainda dentro dela.


Foto 1 do Conto erotico: Cris - Gozando na cama da filha

Foto 2 do Conto erotico: Cris - Gozando na cama da filha

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Cris - Gozando na cama da filha

Codigo do conto:
262655

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
22/05/2026

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