Meu coração pertence ao papai - A putinha do papai

Ele me deitou na cama como se eu fosse uma garotinha, eu me livrei da blusa branca, ele retirou meus sapatos. Ficou completamente nua aos olhos de Darian, quantos sogros já fizeram isso com as suas futuras noras?

Os olhos do homem brilharam quando me viu assim. Meu sogro me admirava como se estivesse vendo uma obra de arte, uma escultura. Notei que sua ereção era ainda mais forte, se é possível uma coisa assim, ele se livrou do calção e da camisa apertada.

Não havia um pelo no corpo inteiro, sei lá se ele depilava ou era assim. Limpo e forte, o homem tinha músculos na medida exata. Do jeito que gosto: os ombros largos, os braços fortes, o peitoral de um atleta, as coxas bem definidas e uma barriguinha simpática.

E lá, aquilo que interessa, ainda mais depois de tudo que ele me fez passar. Estava duro como se fosse aço.

“Que foi, Camila?”

Eu ri sem-vergonha, sem deixar de olhar para a obra perfeita que era meu sogro. Um deus grego lindo, um macho super gostoso ainda mais com aquela cara de safado estampado na face.

“Você é tão...”

Não consegui completar, nem precisava. Darian me pegou pelos tornozelos, me dobrou como se eu fosse feita de borracha e me examinou com aqueles olhos negros devassos.

“Ai, ai! Maldade comigo papai. Faz assim não.”

Me examinou como se fosse um comprador, fez um carinho na xana, beliscou e me massageou o grelinho com os dedos. Gostou dos meus gomos e mostrou um sorriso de um pilantra.

Depois foi me abrindo as pernas ainda no ar. Abriu ao máximo, me expôs completamente como se fosse um ginecologista. Mas um que bem safado, que se encostou e me fez um carinho com aquilo. Nos meus lábios, massageando meu grelo.

Os meus pezinhos presos no alto e papai se esfregando em mim com o seu pinto. Foi me abrindo os lábios, me massageando com o seu tronco quente.

A putaria abusada foi me deixando excitada. A grutinha foi ficando suada, meus suquinhos escorrendo e untando o cacete do meu sogro. Aquela babinha doce que toda menina tem escorrendo e deixando papai mais que lubrificado.

“Aaann! Uuuff! Aaaa!”

Ele mexendo, movendo como se fosse uma foda. A cabeça do pau surgindo no meu dos meus pelinhos. Aquilo foi me fazendo gemer e tremer. Darian percebeu que eu estava pronta pra ele.

“Isso, Milla, assim.”

“Aah! Papai! Devagar, devagaarr!”

O gigante segurou meus pezinhos com uma mão só. Agarrou o cacete com a outra e meteu aquilo em mim. Até dobrou e entrou, entrou fundo.

“Aaaahh! Darian!!”

Minha xotinha queimava de puro prazer. Era um forno aceso e ele tão grande, tão grosso me invadindo e rasgando. Unhei o lençol acetinado sentindo um misto de dor e prazer. Darian me tomando como se eu fosse sua mulher, o sorriso de um sacana na face, o jeito de um macho abusado. Tão belo e charmoso como eu nunca tive antes. Melhor do que eu poderia imaginar. Papai me fodendo como um garanhão alucinado.

Ele batendo e batendo o seu corpo no meu com aquela estaca comprida. Foi ficando fora de mim, fui me assumindo como uma vadia e ele então...

“Filho da p.... Paiiii!”

O homem ficou louco me vendo alisar os peitinhos, apertar meus biquinhos. Meu sogro ficou frenético, me fodeu com mais gana, me comeu como se eu fosse uma vagaba.

“Filho puta é? Filho da puta do seu pai?”

“Aaah! Da, Dariannn!”

Gozei com ele me dando pancadas com o seu corpo. Me dando uma surra de pica.

“Você é putinha Mila. Uma putinha safada.”

“Kákáká! Sou é? E o que você vai fazer comigo, fala!?”

Estava completamente suada, toda molhada dos pés à cabeça. Mas quem disse que ele me respondeu. Me dobrou ainda mais, até ele me ver o botãozinho apertado. Me ergueu e me deu uma cusparada no cu. .

“Cafajeste. Quem você pensa que é? Aaai!”

“Seu pai, seu dono!”

Me deu dois tapas na bunda e se encaixou no meu anelzinho. Senti a cabeça quente, ele espalhando o cuspe, me preparando para ser fodia no cu.

“Aah! É, é grosso Darian! Grosso, porra!”

Era maior do que eu pensava, mais quente e largo. Malvado ele foi entrando, abrindo, me deflorando com o seu mastro comprido. Me arrebentou o cabaço do cu, fez gritar de dor. Uma ardência que foi me deixando louca.

As bombadas ficaram insanas, ele montado em mim, minha bucetinha piscando e eu vendo as bolas do meu sogro batendo em meu corpo.

“Caralho Darian!”

“Me chama de papai, chama!”

“Paiii! Papai por favor, não faz isso comigo, não me come assim!”

“Eu só estou começando garota, só... começando.”

Aquela vara enorme se enterrando em mim, sumindo dentro do meu corpo e eu em sentindo a piranha do Darian. Foi assim até ele me virar, e me obrigar a ficar de quatro pra ele.

“E agora?”

Ele mostrou um sorriso misterioso, me deu uma mordida nas ancas, umas lambidas no cu. Depois uns carinhos de um pai atencioso na vagina da filha.

“E agora, fala?”

Meu cuzinho latejava de dor, minha bucetinha queimava de desejo. Ele ficou de joelhos atrás de mim e brincou a cabecinha no meu anelzinho. Mordi os beiços e fechei os olhos me preparando para sentir papai de novo em mim.

Doeu menos do que eu esperava, ele apenas entrou, primeiro a cabeça e depois ele se afundou de novo em mim. Aquilo grosso e cumprido, aquilo me deixando estranha por dentro.

“Bom assim, uma filhinha bem comportada fazendo o que o papai pede.”

“Aaanhh! Darian... Amor, por favor!”

Ele nem me ouviu, apenas tirou e ficou por cima. Montou como seu eu fosse a sua cadela de estimação. Como se fosse meu dono, tomando posse do que era seu por direito. O cu da namorada do filho. Foi me sodomizando como um tarado.

Batendo, trombando o seu corpo no meu. Me enchendo como seu pau.

“Goza logo homem! Goza!”

“Eu não sou seu homem. Fala, diz quem eu sou Camila!”

Como um pai ralhando com a filha, na verdade ralando com ela. Ele se fingindo de bravo e eu encolhida como uma submissa. Não sei até agora por que, mas aquilo me deixava ainda mais depravada. Até hoje, só de pensar em Darian assentado na minhas nádegas.

“Pai, papai, por favor. Goza.”

“Você quer a porra do seu pai, quer? Fala menina! Responde.”

“Quero, eu quero, vem.”

E ele veio. Veio com toda força, toda a fome de homem apaixonado na filha. Senti quando ele começou a me encher com os seus jatos quentes, o seu pau regurgitando como se vomitasse em mim. Darian gemendo como um animal ferido, achei tão bonito. O Caio nem de longe era assim. Tudo aquilo me fez sentir como se eu fosse uma puta dessas de internet.

Quando acabou ficou me examinando me abrindo as ancas. Meu sogro era mais tarado do que eu pensava. Me deixou preocupada.

“Que foi, feio?”

Ele riu das minhas inseguranças. Pelo jeito ele gostava de ver um cu deflorado, aquilo aberto. Coisa estranha, nunca imaginei que alguém gostasse de coisas assim. Darian ficou parecido como uma criança que acaba de ganhar um presente. E o presente era o meu cuzinho rasgado e ralado.

“Mostra pro papai, mostra.”

“Darian! Não seja infantil.”

“Faz o que o papai tá pedindo.”

“Bobo! É isso que você quer, quer ver o que tem aqui dentro?”

Falei como uma colegial, mas fiz o que ele queria. Afinal era o me papai mais que safado. Saiu uma gota, densa e branca, que escorreu em meus lábios. Darian mostrou um sorriso de satisfação e me fez um carinho com os dedos espalhando a sua semente nos lábios da minha xaninha. Até enfiar o dedo ali e dentro e me dar um beijo de língua no cu.

“Uuuhh! Dariannn!”

“Não gostou?”

“Há! Bom, muito bom.”

Quando eu me virei e sentei na cama ele ficou de pé. Lindo e formoso, seu pau se inclinando na minha frente, os nervos azuis sob a pele branca.

“Posso?”

“Faz.”

E eu fiz, dei um beijo na cabeça do papai, uma cabeça grande e molhada. Molhada de porra e com o sabor do meu cu. Finalmente Darian havia me transformado no que ele mais queria, virei uma verdadeira puta do pai.

Foto 1 do Conto erotico: Meu coração pertence ao papai - A putinha do papai

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu coração pertence ao papai - A putinha do papai

Codigo do conto:
258569

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
04/04/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
5