“Sandro, o que é que você está fazendo aqui? Mamãe…”
Viu o padrasto colocando um dedo em riste sobre os lábios. Manuela ficou ainda mais nervosa, sabia que o safado do namorado da mãe era um tarado. Não era de hoje que lhe comia com os olhos, fora as loucuras que faziam com a mãe.
Afinal, dormiu ouvindo Solange gemendo no quarto ao lado, nem um pouco discreta. Quem diria a mãe tão religiosa, ainda mais depois que virou evangélica, acabou caindo na lábia do quarentão dono de uma revenda de carros.
“O que é que você quer? Ela pode acordar homem!”
Na contra luz da janela viu ele sacar o cacete do meio da box apertada. Tirou até as bolas. Um tronco comprido meio inclinado, as bolas cheias presas nos sacos que ele segurava entre os dedos.
Por instinto ou talvez por estar hipnotizada Manuela lambeu os beiços e abriu a boca olhando os olhos escuros do padrasto abusado. Mal dava pra ver o brilho dos olhos, ela mais adivinhava do que realmente enxergava.
Ele deu dois passos na direção da cama. Manuela sussurrou ouvindo o coração batendo descompassado.
“Ficou louco homem? Não basta o que você fez com ela essa noite.”
Sandro esticou o braço e apoiou o queixo da enteada com os dedos da mão fechada. Um riso devasso surgiu no rosto do atrevido. Ela olhou para baixo e viu ele se masturbando, uma punheta de leve a exibir o tamanho da jeba que Solange acabara de levar na buceta.
“Mamãe não vai gostar de saber.”
“Sua mamãe não precisa saber. E eu sei que você também quer.”
“E quem disse que eu quero o seu?”
Sandro passou a mão ajeitando os cabelos da jovem de vinte anos de idade. Desde o começo sempre achou a garota uma gostosinha do caralho. Meio arredia, olhar empinado, um pouco antipática, mas com umas coxas e uma bunda muito gostosa. Segurou a rola mostrando a cabeça. Aquilo brilhava na luz que entrava pela janela.
“E tem outro por acaso pra você se divertir?”
“Há! Você é muito convencido, sabia? Só porque eu não tenho namorado agora.”
“Eu sei, sua mãe me contou que você chutou o Cláudio. Faz uns três meses não faz?”
“E daí?”
“Então, sua mãe anda muito preocupada com você. Tá te achando muito nervosa, brigando com ela à toa. Achou que você talvez…”
“Ela achou? Há! Você não existe Sandro. Olha que eu conto viu.”
“Então primeiro prova, vê se tu gosta.”
Manu sentiu a rola acariciando a face, o cheiro de porra seca e uma frangância de buceta. Mordeu o beiço enojada com o atrevimento, mas algo começava a lhe queimar as entranhas, um calor vindo debaixo do seu ventre.
Lembrou da última siririca na cama, justo pensando no Sandro safado. Por que não? Quem nunca sentiu atração por um parente, mesmo que fosse apenas o namorado da mãe.
“Abre Manu, abre e prova. Vai ser bom pra você.”
Ele a puxou pela cabeça e ela abriu a boca e deixou entrar. Não era especialista em boquete, gostava mais de levar na xoxota. Mas era fato que estava precisando de uma rola na boca ou na buceta.
“Hmmm! Isso menina, me chupa!”
Tentou morder sem saber, mas ele ensinou a engolir a rola grossa.
“Só abre a boca, assim, só abre que eu coloco. Deixa teu padrasto te comer a boca Manu.”
“Uuuh! Uuuu!”
O cabo longo endureceu mais ainda. Ele moveu a cintura e o pau chegou na garganta, ela quase perdeu o ar. Mas o Sandro continuou a enfiar, movendo a cintura e metendo a rola no fundo da boca da filha da namorada.
“Uuuhh! Uuuuh!”
Ela gemia e babava, começou a sentir um gostinho azedo se misturando com a saliva. Achou que ele podia gozar.
“Espera Sandro, eu não quero assim.”
“Não? Achei que quisesse, nem seria um pecado.”
“Sua noção de pecado é muito estranha.”
“Flexível. Vai, deita que eu faço do jeito que você precisa.”
Ele a empurrou e ela deitou de costas. Depois abrindo lenta as pernas e colocando os pezinhos no peito do padrasto tarado.
“Tá sem calcinha?”
“Eu não durmo de calcinha, nenhuma dorme.”
“Sua mãe dorme, mas agora ela está sem nada. Dormindo como uma criança.”
“Babaca! A mãe e a filha é isso? Aaah! Espera! Devagar Sandro!”
Se viu dobrada com os joelhos chegando nos seios. Sandro se inclinou pincelando a xaninha da enteada com a cabeça do pau. Fez um carinho macio, alisando o grelo, sentindo o calor da vagina.
“Que delícia de buceta menina. Tão gostosinha a sua, aaaah!”
“Sandro, não! Não vai doer, vai?”
“Claro que não, confia eu sei o que tô fazendo. É só você ficar molhadinha, bem molhadinha, meu bem.”
“Aaaah! Aaaa! Espera, tá ardendo, tá… Aaaah! Caralho!”
“Toma garota, toma!”
O pau do Sandro se enterrou na buceta da enteada. Entrou rasgando a xaninha apertada, passou a cabeça e depois entrou o cabo quente no meio dos lábios. Ele metendo e ela grunhindo com medo da mãe aparecer na soleira da porta.
Sandro enfiou a mão na boca para Manuela parar de gemer. Ela afastou as pernas e ficou com os pezinhos balançando no ar enquanto padrasto mete os ferros na xoxota nova. A cintura do Sandro movendo cada vez mais frenética e os sucos dela começando a minar.
“Manu! Aaaah!”
“Sandro! Não, não goza. Por favor não goza.”
“Aaah! Aaaah! Oooh!”
Sandro encheu a filha da Solange com sua porra gosmenta. Ele gemendo e fudendo e ela sentindo a rola do padrasto cuspindo seus jatos dentro e fora dela.
“Aaah! Garota, que delícia. Hmmm!”
Ele de olhos fechados por cima saboreando o momento e ela se sentindo ridícula. Foi bom, mas nem foi tudo isso, nem sabia se foi mesmo um orgasmo o que sentira. Ainda precisava de um orgasmo e dos bons.
Estavam cansados e muito suados. Sandro deitou sobre o corpinho da jovem. Ficaram meio abraçados sem encarando sem se enxergar.
“E agora?”
“Satisfeita. Era isso que você queria?”
“E eu, Sandro? Vem goza, me enche com essa porra nojenta e só?”
“O que é que você quer?”
“O mesmo que você dá pra ela.”
“Como é que você que eu dou?”
Manuela abriu um sorriso sacana, um riso cretino de quem guardava um segredo.
“Fala garota!”
“Acha que eu não ouço vocês? Todo dia, ela pedindo e você…”
“E eu… Anda escutando atrás da porta menina? Vou contar pro pastor.”
“Então conta, conta que eu conto o que você fez comigo.”
“Você quer mesmo? Só faço pra sua mãe porque aquela ali é uma vadia. Na cama, Solange é uma puta. Parece que você herdou o mesmo fogo que ela.”
“Pois eu quero, me chupa, Sandro. Eu não senti nada.”
O padrasto saiu de cima, ficou de lado fazendo um carinho na xana novinha. Passando os dedos e misturando a porra leitosa com os sucos que saiam da vagina apertada.
“Aaah! Sandro!”
Ele brincou com o grelo, depois deu um beijo abrindo a rachinha com os dedos. O cheiro de porra azeda misturada com os suquinhos da filha da Solange. Lambeu com a língua agitada, bebendo as primeiras gotas do seu próprio orgasmo.
Saiu da cama e abriu as pernas da jovem, abriu a racha e meteu a boca sugando o creme. Ele agarrando as suas coxas e ela erguendo as pernas dobradas sentindo as lambidas libidinosas.
“Aaah! Sandro, Sandro, pai! Hmmm!”
Manu gemia e movia o quadril sentindo o beijo devasso na xana. Esfregava a buceta na cara do padrasto safado, sentido a língua assanhada chupando os seus lábios e lhe dando um beijo de língua na racha.
Manuela agarrou os cabelos do Sandro, ele lhe esmagou os seus peitos com as mãos espalmadas.
“Aaaah! Aaaah! Sssandro!”
Malvado ele beliscou e puxo os bicos durinhos, foi o suficiente para ela sentir o tesão explodir no seu corpo. Encheu a boca do namorado da mãe com o seu orgasmo. Besuntou a cara do Sandro com porra e o esguicho de mulher saciada..
“Porra garota, olha só o que você me fez!”
“Háhá! Desculpa, foi sem querer.”
“Tomei um banho da sua mãe, agora o seu. Mas que merda!”
“A culpa é sua, cara. Veio aqui por que quis. Eu não te chamei.”
Ouviram uma tosse e uma voz abafada vindo do quarto ao lado.
“Sandro, onde você está?”
Ficaram os dois em silêncio ouvindo os sons da casa.
“Sandro!”
“Tô indo amor. Tô chegando, eu tô no banheiro.”
“Anda, vai embora homem.”
“Calma, preciso me lavar. Tô todo melado a culpa é sua.”
“Cafajeste, vai embora.”
“Eu vou, mas volto.”




