Acho que boa parte dos meninos gays tiveram as usas primeiras experiências sexuais com seus primos e primas. Comigo não foi muito diferente, nesta história eu vou relatar a primeira experiência sexual que eu (10) tive com meu primo William (08). Meu primo tem a pele bem morena, olhos castanhos escuro e o cabelo preto liso, ele parece muito com um índio. Já eu sou bem branco, olhos verdes e o cabelo loiro escuro ondulado. Sempre fomos magros com porte atlético, fazíamos natação e jogávamos bola e vôlei, então ajuda no corpo ficar mais definido. Ele tinha uma bunda maior que eu, o que às vezes me chamava atenção principalmente quando brincavamos de lutinha e conseguia dar uma encoxada nele. Mas eu também tinha uma bunda bem grandinha pra minha idade. Nesta idade nenhum de nós dois tinha pelos pelo corpo ainda, eu sempre tive dificuldades de criar pelos no corpo, lembro que os primeiros pelos só vieram aparecer quando eu tinha uns (14) e foram bem poucos na região do pênis. Até hoje (22) eu ainda tenho pouquíssimos pêlos e meus pais sempre me recomendaram depilar os poucos que eu tinha. Recentemente eu fiz depilação a laser e o pouco que eu tinha parou de crescer.
Continuando, nós dois estudávamos no mesmo colégio pela manhã, então como meu primo morava mais longe as vezes minha mãe pegava eu e ela na escola e levava lá pra mansão pra esperar os pais dele irem buscar, geralmente iam no fim da tarde depois do trabalho.
Nós brincávamos muito durante toda a tarde, tinha um jardim gigantesco e como a mansão ficava em um morrinho no Rio de Janeiro tinha bastante árvores e o terreno era enorme. Tinha campo de futebol, vôlei, piscina e muitos lugares para se esconder e correr, então não faltaram brincadeiras. Tinham duas meninas novinhas também que eram gêmeas filhas do motorista dos donos da mansão. Era um casal já de idade que me amavam e me tinham como netinho deles, sempre me mimaram bastante.
Nessas brincadeiras nossas, já tínhamos beijado as meninas brincando de casinha, mas eu nunca tinha olhado para meu primo com outros olhos. Até que um dia a gente tava brincando de lutinha e eu como era mais velho 2 anos prendi ele contra o chão e fiquei em cima dele pressionando contra a bunda redondinha dele. Ele estava usando um shortinho daqueles do colégio bem apertados e isso me fez sentir um tesão grande e meu pau ficou duro na hora.
Arthur saí de cima de mim, já tá começando a me machucar, pô.
Tu não fica se gabando que é mais forte do que eu? Então sai sozinho muleque. - Na verdade era só uma desculpa para continuar em cima dele esfregando meu pau enquanto ele se contorcia no chão pra se soltar.
Eu não consigo sair, você tá me apertando demais, me solta aí mano. - Ele falou ofegante enquanto tentava se soltar.
Só se você pedir arrego e admitir que eu sou mais forte que você. - Eu falei com uma voz de superioridade e deboche pra tentar disfarçar o tesão que eu estava sentindo.
Tá bom eu desisto, você é mais forte Arthur. Agora saí de cima de mim logo seu bundamole.
Em compensação sua bunda é bem durinha né. - Falei rindo e dei um tapa na bunda dela enquanto soltava.
Eu soltei ele com um sorrisinho de vitória no rosto, mas assim que ele se virou o olhar dele desceu direto para o meu shorts que estava bem marcado por conta do pau duro (eu devia ter uns 8 a 10 cm de pica nessa época). Eu olhei para baixo depois voltei a olhar pra ele que não tirava os olhos do meu volume marcado, já estava consumido pelo tesão então me deixei levar e comecei a esfregar o pau por cima do shorts enquanto encarava ele. Instantaneamente ele olhou pra mim que estava com um sorriso safado e encarando ele.
Pô Will você sabe né. - Eu falei enquanto dava uma risadinha. - Ficar por cima de você acabou me deixando com vontade de…
Você ficou assim por minha causa?
Não foi por sua causa, foi por conta da situação toda pô.
Eu já fiquei assim uma vez quando a gente beijou as gêmeas. Depois eu comecei a sentir uma cosquinha no pau de vez em quando, mas com o tempo passa. É só você ficar relaxado que vai passar. - Ele falou com um jeito bem inocente.
Naquele instante eu percebi o quanto o meu primo era inocente, ao contrário de mim que mesmo tendo uma carinha de anjo por dentro era um pervertido. Então me veio uma ideia maravilhosa na cabeça, mostrar para ele como se aliviar e sentir algo muito gostoso.
Aí Will, tem um jeito de fazer voltar ao normal que é bem mais gostoso, sabia? - Falei com segundas intenções claras na fala.
Como?
É bem simples, é só tirar a roupa e se deitar na cama. Aí você começa a esfregar com a mão o seu pau num movimento pra cima e pra baixo enquanto você se contorce na cama também. Você faz isso até sentir uma sensação tipo de arrepio no corpo todo e ficar todo relaxado.
Não parece muito bom isso aí.
Mas é maravilhoso, eu garanto que você nunca mais vai conseguir parar de fazer.
Okay então me ensina aí como que faz.
Um êxtase junto de ansiedade e nervosismo tomou conta de mim. Me certifiquei de que não tinha ninguém perto e fechei a porta do quarto. Me deitei na cama e abaixei o shorts com a cueca e comecei a fazer da forma que eu sabia. Ele ficou hipnotizado me olhando e meio tímido.
Tá vendo Will? Aí você faz até sentir o arrepio e relaxar o corpo todo. Mas precisa ver alguma coisa que te deixe com o pau duro. Eu faço enquanto assisto TV ou com as revistas que tem umas mulher só de calcinha e sutiã. Vem tentar.
Sei não Arthur, acho que eu não consigo fazer isso não, melhor deixar quieto alguém pode chegar e ver.
Eu fico na porta olhando pra ninguém vir, relaxa, e é só pra você entender como funciona e testar sozinho em casa depois. Abaixa o short aí e tenta, só mover a mão no pau pra cima e pra baixo e se contorcer na cama.
Ele foi meio sem jeito e bem contrariado e abaixou o shorts e a cueca até o joelho, aquilo deixou a minha mente pervertida maluca. Aquela bundinha lisinha e morena era perfeita, bem redondinha, quando ele se deitou e deixou ela empinadinha eu senti algo completamente novo. Uma vontade me dominava de correr e me jogar em cima dele e esfregar meu pau naquela bundinha gostosa.
Presta atenção aí Arthur, se alguém me ver assim eu vou te matar.
Só concentra aí moleque, não tem ninguém vindo não. - Eu disse sem desviar o olhar da bunda dele que se contorcia em cima da minha cama.
É estranho Arthur, não tô sentindo nada demais, só que é bem sensível nessa parte do pau. Quando eu tiver em casa sozinho eu testo pra ver se é igual você falou. - Disse ele enquanto subia o short rápido, mas a minha mente já tinha visto algo que não esqueceria nem tão cedo, e eu não descansarei enquanto eu não realizasse o meu novo desejo.
A DESCOBERTA
Alguns dias se passaram e ele sempre dizia que não conseguia ou que tinha gente em casa e não deu certo tentar. Até que um dia os pais dele foram de noite pra falar com meus pais e levaram ele junto. Ele entrou no meu quarto meio ansioso e afoito.
Arthur… Arthur… funcionou, aquilo que você ensinou pra mim. Meu irmão as vezes fica vendo uns videos no celular de umas mulher peladas e os caras beijando elas e fazendo umas coisas estranhas. Aí eu peguei ele assistindo e no susto ele começou a me ameaçar pra não contar pros nosso país. Para manter o silêncio eu pedi pra ele me ensinar a botar porque eu queria ver também, aí ele ficou meio felizinho e perguntou desde quando eu era safado daquele jeito. Eu disse que você tinha comentado sobre esfregar o pau e sentir o arrepio, aí ele deu risada e pediu pra eu mostrar pra ele. - Meu coração ficou gelado quando ele falou que tinha dito pro irmão dele sobre mim, mas deixei ele continuar, pois estava muito afoito. - Eu mostrei e ele disse que estava errado, que aquilo chamava de bater punheta e que iria me ensinar a fazer direito.
William pra que você foi contar pra ele sobre mim, agora eu tô lascado moleque. E se ele contar pros meus pais?
Relaxa, agora é um segredo de todos nós. Se um contar, todos contam, e ele falou que é algo normal, que todos os homens fazem escondido, só não querem admitir.
Então tá bem, como ele disse que é a forma certa de fazer então?
Ele foi pra porta ver se tinha alguém por perto, depois mandou eu ficar de olho na porta, eu obedeci. Ele baixou o short e a cueca até os joelhos e começou a bater a punheta sentado. Confesso que fiquei meio desapontado pois na outra posição a visão da bunda dele era bem melhor, mas eu observei e depois tentei também. No início era meio estranho, mas com o tempo foi ficando melhor e as nossas punhetas se tornaram algo frequente. A gente brincava e quando terminava ia direto para o meu quarto bater punheta. Eu pegava o notebook do meu irmão e colocava o pôrno pra gente assistir enquanto batia e era sempre muito gostoso. Os dias em que ele me visitava eram sempre assim, virou um ritual nosso, e eu estava amando meu parceiro novo de putaria.
Um dia eu fui passar a tarde na casa dele e a gente tava brincando com uns bonequinhos, fingindo que eles estavam se pegando igual nos pôrnos que a gente via e ficamos dando risada da situação. Até que eu tomei a iniciativa e dei uma ideia para ele.
A gente bem que podia fazer igual os pôrnos só que com nossos próprios corpos né? Tipo tirar a roupa um do outro e ficar se esfregando, ajudar o outro a bater punheta. - Falei meio nervoso pois achei que ele iria recusar, para minha surpresa ele soltou um sorrisinho e aceitou sem questionar.
Eu pedi para ele tirar a minha roupa primeiro, ele aceitou e começou tirando minha blusa e depois meu shorts, foi bem rápido como se ele estivesse muito ansioso e dava pra sentir ele tremendo. Eu fiquei só de cueca, era uma cueca vermelha que eu gostava muito, daquelas meio cavadas. Ele passou um tempo olhando e depois levantou os braços pra eu começar a tirar as dele. Eu sempre tive tesão em streaptease, me deixava com muito tesão então eu queria aproveitar cada momento enquanto eu despia ele.
Eu puxei a camisa dele pra cima bem lentamente e imediatamente esfreguei as mãos pela barriga e peito dele e baixei a mão até o short que era bem apertado e tirei também com certa dificuldade. Eu fiz questão de sentir o cheiro que vinha da cueca dele e era um perfume de roupa limpa. Mas quando eu me afastei e vi ele só de cueca branca na pele morena eu já fiquei duro. Começamos a nos tocar e esfregar um ao outro, eu não resisti muito e pedi pra ele ficar de costas pra mim esfregar na bunda dele o meu pau e ele aceitou na mesma hora se virando. Eu fiquei sem reação e comecei a esfregar o pau na bunda dele por cima da cueca mesmo, ele tava completamente entregue ao momento e isso só me dava mais liberdade de avançar nas investidas que eu fazia. O desejo foi aumentando e eu puxei a cueca dele devagar revelando uma bunda morena e lisinha. (A imagem nunca saiu da minha cabeça)
Eu tirei a minha cueca também e me abaixei pra beijar a bunda dele, só que ele se afastou assim que meus lábios tocaram a bunda dele.
Aí não Arthur, é estranho, e fora que alguém pode chegar e ver a gente aqui sem roupa.
Pô Will, por favor é a parte que eu mais gosto no seu corpo, deixe eu admirar de pertinho eu prometo que se te deixar desconfortável eu paro.
Tá bom então, mas bora pro meu quarto que dá pra ouvir pela janela se alguém chegar no portão.
Chegamos lá e eu já caí de boca na bunda dele, era a primeira bundinha nua que eu tocava (fora a minha) eu beijei até não aguentar mais e ele disse que estava gostando do carinho.
Então eu pedi para esfregar por trás dele e ele deixou, mas logo ficou meio nervoso e pediu pra mim parar, que estava incomodando meu pau apertando a bunda dele. Eu aceitei e começamos a punhetar um ao outro. Ficamos lá por muito tempo batendo punhetas, quando a gente chegava no ápice do prazer e relaxava ficamos nos tocando e se encarando, às vezes dávamos risada da situação. Mas uma coisa que os dois estavam sentindo era prazer, e um prazer como nunca sentimos antes.
Nesse dia ainda fomos para o quarto dele e deixamos a porta aberta que dava de frente para a sala com os pais dele vendo tv e eu e ele se exibindo um para outro na adrenalina. Um ficava olhando pra ver se ninguém levantava do sofá e o outro ia no canto e tirava a roupa lentamente e rebolando enquanto se exibia.
Depois da janta eu fui pra casa e fiquei pensando no que eu poderia fazer na próxima vez que a gente se visse. Uma coisa era fato, eu tinha que ter aquela bundinha pra mim de um jeito ou de outro. E por mais que ele resistisse eu sabia que ele tava querendo que eu usasse ela, só tinha medo. Em alguns pôrnos as pessoas gritavam quando metia o pau na bunda, então ele tinha muito medo de ser doloroso, e como eu não sabia como era, decidi estudar para poder convencer ele e possuir a bundinha jovem do meu primo.
SUA BUNDA ME PERTENCE
Certo dia estávamos eu e meu primo saindo da natação. E minha mãe veio logo na saída da piscina receber a gente bem apressada.
Vamos logo meninos, eu acabei de receber uma ligação e preciso voltar correndo pra organizar um jantar que vai acontecer hoje de noite. Só se sequem rápido com a toalha e coloquem a roupa por cima da sunga mesmo, tomem banho quando chegarem em casa.
Eu e meu primo não falamos nada só pegamos a toalha nos secamos e colocamos a roupa por cima da sunga que mesmo secando com a toalha ainda ficou bem molhada. Então saímos e ela rapidamente nos levou para casa. Ao chegar ela já foi nos conduzindo para o corredor onde ficavam meu quarto, o quarto dela e o banheiro.
Meninos eu tô atrasada então vão para o banheiro e tomem banho logo para não sujarem nada. O banheiro é grande então pra ficarem logo limpos e secos, vocês podem tomar banho juntos. Eu vou correr pra terminar o jantar o mais cedo possível.
Não perdemos tempo e entramos no banheiro. Tiramos as nossas roupas e ficamos nos encarando um pouco, mas não podíamos demorar muito então entramos logo no banho.
Aí Will, deixa eu passar o sabonete em tu? Aí tu passa em mim também.
Beleza, é bom que fica mais fácil de passar nas costas.
Eu comecei a ensaboar ele, passando a mão por todo o corpo até chegar na bundinha dele. Demorei bastante naquela parte e toquei o cuzinho dele sem querer.
Aí não pô, faz cocegas. - Disse ele rindo enquanto dava um pulinho de susto.
Depois disso ele me ensaboou também bem devagar e aproveitando cada parte do meu corpo enquanto eu observava ele com desejo. Naquele momento nós dois estávamos com muito tesão e com a pica bem dura.
Terminamos o banho e fomos para o quarto nos trocar. Como eu estava com pau bem duro ainda, mesmo com o short ficou marcado e meu primo ficava dando umas encaradas de canto e eu logo percebi.
Gostou? Eu fico medindo ele pra ver se tá crescendo, agora ele tem 10 cm daqui pros 18 vai ficar gigante kkkkkkkk
O meu não é tão grande assim, mas eu sou 2 anos mais novo que você então deve crescer.
Sim, sim, deve ficar grandão ainda. Os cara negros dos pôrno sempre tem uns paus bem grandes, o seu deve ficar maior que o meu ainda se pá.
Tomara, aí pelo menos eu vou vencer você em alguma coisa. Mas eu ainda tô com muita vontade de bater punheta. E pelo que tô vendo aí, tu também está. - Disse encarando minha pica e dando um sorrisinho. Eu recebi aquilo como um desafio e logo botei o meu plano de dias em prática.
A gente pode ir pra casa do caseiro, ele fica fora o dia todo e lá tem o muro que dá pra se esconder e a câmera não pega lá. Aí a gente bate uma juntos.
Não sei Arthur é perigoso demais.
Bora pô, dizem que a adrenalina de ser pego deixa com mais vontade ainda.
Tá bom, mas tem que ficar de olho e se alguém vier a gente arruma uma desculpa que a bola caiu lá e fomos buscar.
Beleza, fechado então, vou pegar a bola e vamos lá.
Chegando lá não tinha ninguém por perto e estava bem silencioso. Como eram umas 15:00 o caseiro ainda estava trabalhando e a casa estava vazia. Abaixamos os shorts e começamos a putaria. Eu subi a blusa dele e comecei a chupar os peitinhos dele, que estava gemendo bem baixinho em reação. Fiquei dando vários beijinhos pelo corpo dele e fazendo vários carinhos pra deixar ele bem relaxado. Ele foi ficando cada vez mais em transe e bem relaxado, pegou na minha pica e começou a bombear ela bem devagar pra mim. Enquanto isso eu beijava o pescoço dele e cheirava a pele que tava bem limpinha e cheirosa de sabonete.
Nossa Arthur isso é muito bom, por que você não fez isso antes?
É que eu tô estudando formas de deixar mais prazeroso pra você, acho que está dando certo. - Ele começou a ficar com a respiração cada vez mais ofegante, pesada e gemendo baixinho, o que só me deixava com mais tesão ainda.
Acabei me deixando levar pelo calor do momento e beijei o meu primo, ele se assustou inicialmente mas como estava em torpor pelo tesão do momento se entregou ao beijo. Nenhum de nós dois era muito experiente, então foi um beijo bem esquisito, mas não importava, estavamos intimamente ligado e completamente entregues aos nossos desejos, eu apertava a sua bunda, explorava as usas costas e seu rosto, enquanto ele me punhetava e também curtia o momento. Me soltei do beijo e com um olhar pesado eu olhei no fundo dos olhos dele que estava mais entregue a mim do que nunca esteve.
Eu quero tentar algo novo com você.
Eu já sei o que você quer Arthur, você insiste nisso toda vez que a gente tá junto.
Então me deixa fazer ,eu prometo que vai ser muito bom.
Tá bom, mas se doer você para na mesma hora. - Eu assenti com a cabeça e já fui virando ele de costas para mim. Ele ficou vendo se alguém vinha enquanto eu admirava a sua raba maravilhosa me encarando.
Eu comecei a acariciar bastante a bundinha dele, queria aproveitar cada momento daquele prazer realizado. Cheguei bem perto e senti o cheiro que saia dela, ele deu uma recuada quando eu respirei fundo na bunda dele. Então criei coragem e comecei a beijar a bunda dele e lamber, ele ficou respirando bem ofegante e quando eu abri e lambi o cuzinho dele, senti ele se contorcer todo e arrepiar o corpo. O desejo me dominou e sem experiência nenhuma eu comecei a lamber o cuzinho dele e me deliciei bastante dele. Tentei colocar um dedo mas ele reclamou de dor e eu tive que parar. Então me contentei em saborear a sua bunda e apreciar aquela vista o máximo que eu conseguia.
Ele estava empinado olhando pelo cantinho do portão se alguém vinha e eu agachado com a cara toda na bundinha dele, os dois com os shorts nos pés quando de repente um barulho de algo caindo no chão vem da casa do caseiro e no susto nós tentamos correr e tropeçamos nas roupas e todos desajeitados conseguimos chegar em casa assustados e com a dúvida na cabeça se alguém teria nos visto.
Ele ficou muito chateado comigo e passou muitos dias sem ir lá em casa, e quando me via ficava me ignorando. Depois eu descobri que o caseiro estava meio doente e tinha ficado um tempo em casa descansando sem trabalhar. Eu fiquei muito nervoso pensando se ele tinha visto algo, e se tivesse visto o que ele iria pensar de mim e o pior, se ele contasse pros meus pais eu tava muito encrencado.
As respostas pros meus questionamentos vieram mais rápido do que eu imaginava, mas uma coisa é fato, aquele dia foi a virada de chave que abriu uma porta que jamais seria fechada outra vez. Deste dia em diante tudo mudou, e se iniciou uma vida completamente entregue a putaria e libertinagem.