?**ISABELA II**
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?Os dias seguintes àquela noite foram um inferno vivo.
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?Eu mal conseguia me mexer. Meu corpo inteiro doía — a buceta inchada e ardendo, o cu latejando como se ainda estivesse sendo rasgado por aquela rola monstruosa, marcas roxas espalhadas pelos seios, coxas e bunda. Toda vez que eu me sentava, sentia a porra seca dele grudada na pele e escorrendo lentamente. Meu pai não olhava mais na minha cara. Minha mãe andava pela casa como um fantasma, os olhos vermelhos de tanto chorar, o pescoço marcado pelas mãos enormes dele.
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?Na terceira noite, tudo explodiu.
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?Estávamos na sala de jantar. O silêncio era sufocante. Eu mal tocava na comida, só empurrava o arroz no prato com o garfo. Mamãe de repente largou o copo na mesa com força, o barulho me fazendo pular.
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?— Isabela... — a voz dela tremia de raiva e dor. — Você vai nos contar agora. Tudo. Como aquele monstro sabia onde a gente morava? Por que ele parecia te conhecer? O que você fez pra trazer isso pra dentro da nossa casa?
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?Meu pai, que até então estava calado, bateu o punho na mesa. Seus olhos estavam cheios de fúria e vergonha.
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?— Fala, porra! Eu tive que assistir aquele animal foder minha mulher e minha filha na minha frente! Eu vi ele gozar dentro de vocês duas! E você... você parecia saber quem ele era! Fala logo, Isabela!
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?Eu comecei a tremer. As lágrimas desceram quentes pelo meu rosto. O peso da culpa me esmagava. Baixei a cabeça, a voz saindo rouca e quebrada:
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?— Foi... foi na feira de profissões. Eu... eu esbarrei nele. Ele é segurança da escola antiga. Eu... eu chamei ele de negro... de criatura... cuspi nele na frente de todo mundo. Eu fui racista, mãe. Eu fui horrível. Ele disse que ia me ensinar uma lição... e cumpriu.
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?Mamãe levou a mão à boca, horrorizada. Papai ficou pálido primeiro, depois vermelho de raiva.
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?— Você... você trouxe isso pra gente por causa de preconceito idiota?! — ele gritou, se levantando. — Aquele preto filho da puta destruiu nossa família por causa da sua boca suja?!
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?— Eu sei! Eu sei! — gritei de volta, soluçando alto. — Eu me arrependo todo dia! Ele me estuprou por horas... rasgou minha virgindade, gozou na minha boca, no meu cu, na minha buceta... me chamou de putinha branca, de depósito de porra... Depois fez a mesma coisa com você, mãe... na minha frente. E obrigou você a lamber minha... minha buceta enquanto ele me fodia. Eu queria morrer ali!
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?Caí de joelhos no chão da sala, abraçando meu próprio corpo, tremendo violentamente. Mamãe correu até mim e me abraçou, mas eu sentia o corpo dela rígido, dividido entre o amor e a revolta. Papai andava de um lado pro outro, passando as mãos no cabelo, visivelmente destruído.
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?— Amanhã nós três vamos na polícia — disse ele, a voz fria e decidida. — Vamos fazer o boletim de ocorrência. Vamos denunciar esse desgraçado. Não importa quanto custe, não importa o escândalo. Ele vai pagar.
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?Na manhã seguinte, fomos os três para a delegacia. Eu estava destruída. Vestia uma blusa de gola alta para esconder as marcas no pescoço e um moletom largo para esconder o resto do corpo. Sentada na sala de espera, minhas pernas tremiam tanto que eu mal conseguia mantê-las paradas. Mamãe segurava minha mão com força, mas não olhava nos meus olhos. Papai falava baixo com o advogado que trouxemos.
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?Quando chegou nossa vez, entramos na sala da delegada. Uma mulher de uns 34 anos. Contei tudo. Com detalhes. Cada tapa, cada estocada, cada humilhação.
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?Falei como ele me pegou no carro, como rasgou minha calcinha e enfiou aqueles dedos grossos na minha bucetinha virgem até sangrar. Como me obrigou a chupar os dedos sujos de sangue. Como enfiou 22 centímetros de rola na minha garganta até eu engasgar. Como arrombou meu cu enquanto me chamava de vadia racista. Como fez o mesmo com minha mãe na minha frente, gozando nos dois buracos dela. Como obrigou meu pai a assistir tudo.
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?A delegada ouvia em silêncio, o rosto sério. Eu chorava o tempo todo, a voz falhando, revivendo cada segundo. Quando terminei, a sala ficou em silêncio absoluto.
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?— Vocês têm certeza que querem registrar isso? — perguntou ela. — Vai ser um processo longo, doloroso e público. Imagens, perícia, depoimentos detalhados...
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?Mamãe apertou minha mão com mais força. Papai respondeu por nós:
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?— Temos. Ele destruiu nossa filha. Destruiu nossa família. Queremos justiça.
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?Saímos da delegacia horas depois. Eu me sentia vazia. Parte de mim tinha medo que ele descobrisse. Medo que ele voltasse mais furioso, mais forte, mais obcecado. Parte de mim ainda sentia aquele calor vergonhoso e doentio entre as pernas quando lembrava da sensação daquela rola me abrindo inteira, me enchendo de porra quente.
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?Eu sei que não acabou.
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?Ele ainda está lá fora. E algo dentro de mim, por mais que eu odeie admitir, ainda sente o peso daquele corpo musculoso me dominando.
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?Eu sou uma sobrevivente... mas também sou a putinha quebrada dele agora.
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?**ISABELA III (A investigação do perfil de Marlon)**
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?Depois do boletim de ocorrência, as coisas não acalmaram. Pelo contrário. A delegada nos avisou que abririam uma investigação séria, já que envolvia estupro violento, invasão de domicílio, sequestro e ameaça a toda a família. Dois dias depois, fomos chamados novamente à delegacia para uma reunião com a equipe de investigação.
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?Sentada naquela sala fria, com mamãe ao meu lado e papai de braços cruzados, eu tremia só de ouvir o nome dele.
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?— Marlon dos Santos — disse a delegada, colocando uma pasta grossa sobre a mesa. — 29 anos. Negro, 2,05m, 128kg de massa muscular. Ex-atleta de fisiculturismo amador, com histórico de agressões. Vocês precisam ouvir isso.
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?Ela abriu o dossiê e começou a ler o perfil dele em voz alta. Cada palavra fazia meu estômago revirar.
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?Marlon cresceu na periferia de Porto Alegre, em uma família extremamente violenta. O pai era preso por homicídio, a mãe era usuária de crack. Ele foi expulso de três escolas por brigas graves — uma delas envolveu espancar um colega com um taco de beisebol até fraturar o crânio. Entrou para o mundo da musculação aos 17 anos e rapidamente ganhou fama nos guetos como “Marlon Monstro” por causa do tamanho e da agressividade.
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?Tem passagens pela polícia: duas por lesão corporal grave, uma por estupro (que foi arquivada porque a vítima retirou a queixa após ameaças), e várias queixas de assédio sexual contra mulheres brancas em academias e shoppings. Trabalha como segurança em colégios de elite há três anos — aparentemente usa o cargo para se aproximar de meninas ricas.
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?A delegada continuou, com tom grave:
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?— Ele tem um histórico claro de ódio racial invertido. Em redes sociais antigas (antes de apagar tudo), postava coisas como “branca rica precisa sentir a rola do preto” e “vou transformar essas patricinhas em putas de negão”. Tem fetichismo extremo por loiras de olhos claros. Coleciona fotos de mulheres parecidas com você, Isabela. E com você também, senhora Vivian.
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?Senti um frio na espinha. Mamãe ficou branca como papel. Papai apertou o punho até os nós dos dedos ficarem roxos.
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?— Ele é extremamente perigoso — completou a delegada. — QI alto, calculista, obsessivo. Depois do que fez com vocês, ele aumentou ainda mais a carga de treino. Testemunhas dizem que ele está maior, mais pesado, mais agressivo. Faz uso de anabolizantes pesados. Tem um grupo pequeno de “irmãos” da academia que o protegem e já ajudaram em outros crimes.
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?A delegada mostrou algumas fotos dele. Meu coração quase parou. Na imagem mais recente, Marlon estava sem camisa, posando no espelho da academia. O corpo era ainda mais assustador do que eu lembrava: peitoral enorme, braços vascularizados, abdômen marcado como pedra, veias saltadas. A rola, mesmo mole dentro da bermuda fina, marcava um volume obsceno. Eu senti uma pontada involuntária de vergonha entre as pernas ao lembrar daquela coisa toda dentro de mim.
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?— Ele sabia exatamente o que estava fazendo — murmurei, a voz falhando. — Ele planejou cada detalhe… me seguiu, quebrou as câmeras, me levou pro meio do nada. E quando voltou… ele queria minha mãe. Queria humilhar a gente toda.
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?Comecei a chorar de novo, revivendo tudo.
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?— Ele me chamou de “putinha branquinha racista” enquanto rasgava minha bucetinha virgem… disse que ia me encher de porra preta pra eu aprender. Depois fez minha mãe lamber minha buceta inchada enquanto metia naquele cu dela… e obrigou meu pai a ver tudo. Ele gozou tanto… eu ainda sinto o cheiro dele em mim.
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?Mamãe me abraçou, mas eu via o nojo e a dor nos olhos dela. Papai parecia prestes a ter um colapso.
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?A delegada fechou a pasta.
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?— Estamos atrás dele. Mas ele sumiu depois da invasão. Provavelmente está escondido. Temos mandado de prisão por estupro qualificado, tortura e ameaça. Mas preciso ser sincera: homens como ele são difíceis de pegar. São obsessivos e vingativos.
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?Saímos da delegacia em silêncio absoluto. No carro, ninguém falava. Eu olhava pela janela, as coxas apertadas uma contra a outra, sentindo uma mistura doente de terror e uma excitação residual que me enojava.
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?Eu sei que ele está por aí. Maior. Mais forte. Mais obcecado.
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?E parte de mim — a parte quebrada que ele criou — quase espera o dia em que ele vai voltar pra terminar o que começou. Pra me usar de novo. Pra usar minha mãe de novo. Na frente do meu pai. Até nos destruir completamente.
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?Porque no fundo, Marlon não é só um agressor.
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?Ele é o monstro que eu criei com aquele cuspe.
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?E agora ele quer mais.
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??**A JOVEM DELEGADA**
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?A delegada responsável pelo nosso caso era a Dra. Laura Mendes, 34 anos. Uma mulher absurdamente linda. Cabelos ruivos longos e ondulados, olhos azuis penetrantes, pele branca macia e delicada como porcelana, corpo escultural — seios firmes e cheios, cintura fina, quadril largo e bunda redonda que chamava atenção mesmo sob o uniforme. Ela estava noiva, o casamento marcado para dali a três meses. Vi a aliança brilhando no dedo dela quando nos atendeu. Parecia uma mulher forte, determinada, mas com uma feminilidade quase frágil.
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?Na segunda reunião, ela estava visivelmente revoltada. Seus olhos azuis queimavam de raiva enquanto lia o dossiê de Marlon.
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?— Eu prometo para vocês — disse ela, a voz firme mas carregada de emoção. — Esse monstro vai pagar. Eu vou pegá-lo. Vivo ou morto. Não vou descansar enquanto ele não estiver atrás das grades ou em um caixão. O que ele fez com você, Isabela, com sua mãe, com sua família… isso não foi só estupro. Foi tortura, humilhação racial, destruição. Eu vou destruir a vida dele. Vocês têm minha palavra.
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?Ela apertou minha mão com força. Senti uma faísca de esperança. Talvez, finalmente, alguém forte o suficiente para parar aquele demônio.
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?Mas Marlon era mais esperto. E mais cruel.
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?Ele desapareceu por duas semanas. Depois descobrimos que tinha se juntado a uma gangue negra perigosa da periferia — dez homens tão grandes, musculosos e cheios de ódio quanto ele. Chamavam-se “Irmãos da Noite”. Todos com histórico de violência contra mulheres brancas, todos armados, todos obcecados por “dar lição nas patricinhas”.
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?Eles prepararam uma armadilha.
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?Três dias depois da promessa de Laura, ela foi atacada ao sair da delegacia à noite. Cinco deles a agarraram, jogaram num furgão escuro e a levaram para um galpão abandonado.
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?Eu descobri tudo porque, na madrugada seguinte, recebi um vídeo no WhatsApp de um número desconhecido. O mesmo aconteceu com meus pais e com toda a delegacia. O título do vídeo era: “Promessa Cumprida – Especial para a Delegada Ruiva”.
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?Meu coração quase parou quando abri.
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?A câmera mostrava Laura Mendes completamente nua, amarrada de quatro sobre uma mesa suja de metal. Seus cabelos ruivos estavam desgrenhados, o rosto lindo manchado de lágrimas e baba, os olhos azuis arregalados de puro terror. O corpo delicado e branco contrastava violentamente com os oito negros enormes ao redor dela — todos musculosos, rolas grossas e escuras já duras.
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?Marlon apareceu na frente da câmera, sorrindo com ódio.
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?— E aí, sua vadia ruiva? Prometeu me pegar ou me matar, né? Agora vai sentir o que é ser caçada.
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?Ele agarrou os cabelos ruivos dela com brutalidade e enfiou a rola monstruosa de 22cm na garganta dela sem piedade. Laura engasgou violentamente, os olhos azuis saltando, baba escorrendo pelos seios enquanto ele fodia sua garganta como um buraco qualquer. Os outros riam e batiam punheta.
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?Depois disso, o gangbang começou.
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?Dois deles enfiaram as rolas ao mesmo tempo na buceta dela — esticando a entrada rosada até o limite. Laura gritava de dor, o corpo delicado tremendo. Outro enfiou no cuzinho virgem dela, rasgando fundo. Eles metiam com fúria animal, estapeando os seios pesados, beliscando os mamilos rosados, puxando os cabelos ruivos. A pele macia dela ficava vermelha, depois roxa com as marcas das mãos enormes.
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?— Toma, sua noivinha branquinha! — gritava Marlon enquanto metia no cu dela. — Vai casar com porra preta na buceta!
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?Eles a viravam, trocavam de buraco, cuspiam na cara dela, batiam no rosto lindo com as rolas pesadas. Um deles gozou direto nos olhos azuis dela, escorrendo pelo nariz delicado. Outro encheu a boca, obrigando ela a engolir enquanto chorava.
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?Laura soluçava, rouca:
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?— Por favor… eu vou casar… não faz isso…
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?Mas eles não paravam. Fizeram um círculo ao redor dela e gozaram juntos — jatos grossos e brancos cobrindo o rosto, cabelos ruivos, seios e corpo inteiro. Depois Marlon a colocou de bruços e fodeu com ainda mais violência, segurando o pescoço dela, quase sufocando enquanto metia até o fundo.
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?O vídeo terminava com Laura caída no chão, destruída, esperma escorrendo da buceta inchada, do cu arrombado e da boca. Marlon olhou para a câmera e disse diretamente:
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?— Isso é pra você, Isabela. E pra sua mãe. E pra essa vadia ruiva que achou que podia me pegar. Vocês todas são putas brancas. E eu ainda não terminei.
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?Eu assisti o vídeo inteiro, paralisada. Meu corpo reagiu contra a minha vontade — uma onda quente entre as pernas enquanto via aquela mulher linda, forte e noiva ser destruída do mesmo jeito que eu e minha mãe fomos. Mamãe vomitou ao assistir. Papai quebrou o celular de raiva.
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?A delegacia entrou em caos. Laura Mendes foi encontrada horas depois, viva, mas destruída física e psicologicamente. Seu noivado acabou no mesmo dia.
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?E Marlon… ele continua solto. Mais forte. Mais protegido. Mais obcecado.
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?Eu sei que ele vai voltar por nós.
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?E uma parte doente de mim, a parte que ele criou naquela casa abandonada, quase deseja que ele volte logo.
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?**O VÍDEO DA DELEGADA LAURA**
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?Eu não queria assistir de novo. Mas meus pais insistiram. Disseram que precisávamos ver tudo, entender o monstro que tínhamos contra nós. Sentamos na sala escura, só com a luz azulada do televisor grande. Papai no meio do sofá, mamãe à direita dele, eu encolhida na poltrona ao lado. O vídeo começou a rodar.
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?Assim que a imagem de Laura Mendes apareceu — aquela mulher linda, ruiva, pele de porcelana, olhos azuis brilhantes agora cheios de pavor —, mamãe soltou um gemido baixo de dor, como se tivesse levado um soco no estômago.
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?— Meu Deus… olha pra ela… — sussurrou mamãe, a voz falhando.
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?Laura estava tão bonita, mesmo destruída. Cabelos ruivos longos espalhados, corpo delicado e bem cuidado, seios cheios balançando, a aliança de noiva ainda brilhando no dedo. Marlon apareceu atrás dela, seu corpo negro gigantesco contrastando brutalmente com a pele clara e sensível dela.
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?O gangbang começou.
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?Dois homens enormes enfiaram as rolas grossas ao mesmo tempo na buceta dela. A câmera deu close enquanto a entrada rosada e delicada da delegada era esticada ao limite, quase rasgando. Laura gritava, o rosto lindo contorcido em agonia. Outro negro enfiou no cuzinho apertado dela com força bruta. O corpo dela inteiro tremia, os peitos balançando violentamente enquanto os três metiam em ritmo selvagem.
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?Mamãe começou a respirar rápido. Seus olhos estavam grudados na tela. Vi as mãos dela apertando o próprio colo, os dedos cravando na blusa.
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?— Eles… eles estão destruindo ela… — murmurou mamãe, lágrimas escorrendo. — Olha o tamanho… olha como estão rasgando aquela pobre menina…
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?Papai estava rígido, o rosto vermelho, maxilar travado. Ele não dizia nada, mas sua respiração também estava pesada.
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?No vídeo, Marlon agarrou os cabelos ruivos de Laura e puxou com força enquanto fodia o cu dela profundamente, estapeando a bunda redonda e macia até ficar roxa. Outro homem enfiou a rola na boca dela, fodendo a garganta até baba escorrer pelos seios. Eles a chamavam de “noivinha ruiva”, “puta da polícia”, “vadia branquinha que ia se casar”.
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?Mamãe soltou um soluço alto quando viu Laura sendo virada de costas, pernas abertas, enquanto quatro deles gozavam ao mesmo tempo — jatos grossos de porra branca cobrindo o rosto delicado, os cabelos ruivos, os seios rosados e a barriga plana. A porra escorria pelos lábios inchados da buceta e do cu arrombado dela.
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?— Não… por favor… — Laura implorava rouca no vídeo, a voz quebrada. — Eu vou me casar… ele é um bom homem… não faz isso…
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?Foi nesse momento que mamãe perdeu o controle.
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?Ela começou a chorar convulsivamente, mas havia algo mais. Suas coxas apertavam uma contra a outra. Eu vi. Ela estava excitada. O mesmo jeito doentio que às vezes acontecia comigo. Mamãe cobriu o rosto com as mãos, mas continuava espiando entre os dedos.
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?— Aquele monstro… — ela soluçava. — Ele fez o mesmo com a gente… com você, Isabela… comigo… na sua frente. Olha o que ele está fazendo com ela… olha como está enchendo aquela menina linda…
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?Papai finalmente explodiu. Levantou-se do sofá, tremendo de raiva e humilhação.
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?— Para de olhar, Vivian! Para de olhar essa merda! — gritou ele. — Você está… você está excitada vendo isso?! Depois de tudo que aquele animal fez com a gente?!
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?Mamãe negou com a cabeça, chorando ainda mais forte, mas não conseguia desviar os olhos da tela. No vídeo, Marlon segurava o pescoço delicado de Laura quase sufocando enquanto metia com fúria animal no cu dela, fazendo o corpo inteiro da delegada sacudir.
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?— Eu odeio isso… — mamãe sussurrou, voz rouca. — Odeio ele… odeio o que ele fez com a gente… mas olha pra ela… tão linda, tão forte… e agora está sendo usada como uma puta barata por todos eles. Exatamente como ele fez comigo… quando me obrigou a lamber a buceta da nossa filha enquanto me arrombava…
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?Ela apertou as coxas com mais força. Uma mão desceu discretamente até o meio das pernas por cima da calça do pijama. Papai viu e ficou ainda mais furioso, mas também havia um volume evidente na calça dele — uma ereção forçada pela cena.
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?Eu me sentia enjoada, excitada e aterrorizada ao mesmo tempo.
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?— Ele enviou isso pra gente de propósito — falei baixo, a voz tremendo. — Pra nos quebrar ainda mais. Pra mostrar que ninguém pode pará-lo. Nem a delegada linda que prometeu matar ele.
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?Mamãe de repente soltou um gemido baixo, quase inaudível, enquanto via Marlon gozar novamente dentro do cu de Laura, a porra transbordando enquanto ele tirava a rola grossa. O corpo da delegada desabou, destruído, esperma escorrendo de todos os buracos.
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?Mamãe se levantou de repente e correu para o banheiro. Ouvi ela trancando a porta. Depois vieram os soluços misturados com sons abafados que eu sabia exatamente o que eram — ela estava se tocando, chorando de vergonha e gozando ao mesmo tempo.
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?Papai sentou novamente, cabeça baixa, destruído.
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?— Estamos fodidos — murmurou ele. — Aquele negro não vai parar. Ele está criando um exército… e agora ele sabe que pode destruir qualquer um que tente enfrentá-lo.
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?Eu abracei meus joelhos, sentindo meu próprio corpo traidor reagir ao vídeo. A imagem de Laura, aquela mulher ruiva linda e forte, reduzida a um buraco para aqueles paus enormes, não saía da minha cabeça.
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?E no fundo, todos nós sabíamos a verdade terrível:
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?Marlon estava vencendo.
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?E ele ainda viria buscar mais.
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?**ACEITAÇÃO**
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?Os meses seguintes foram um lento e doloroso desmoronamento.
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?A delegada Laura Mendes nunca mais foi a mesma. Pediu demissão da polícia, cancelou o casamento e se trancou no apartamento. O vídeo dela sendo destruída por Marlon e sua gangue circulou por meses na dark web. Seu rosto lindo, coberto de porra, os olhos azuis vazios enquanto oito rolas negras a arrombavam, se tornou um troféu para eles.
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?Em casa, o silêncio era pior que os gritos. Papai bebia todas as noites. Mamãe mal saía do quarto. Eu via ela às vezes no meio da madrugada, assistindo o vídeo da delegada no celular, com a mão entre as pernas, chorando e gozando ao mesmo tempo. O trauma tinha nos transformado em algo doentio, quebrado e viciado.
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?Até que ele voltou.
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?Era uma noite chuvosa de verão. Eu estava no meu quarto quando ouvi o barulho de vidro quebrando. Meu corpo inteiro reconheceu o som antes mesmo da mente. O coração disparou. Eu sabia.
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?Marlon invadiu a casa como um deus da destruição. Maior do que nunca. Os músculos inchados de anabolizantes, veias saltadas, olhar de puro ódio e desejo. Não veio sozinho. Trouxe três dos seus irmãos mais brutais.
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?Papai tentou reagir. Levou um soco que o derrubou inconsciente. Mamãe gritou quando dois deles a agarraram. Eu nem consegui correr. Marlon me pegou pelo pescoço, me levantou do chão com uma mão só e rosnou no meu ouvido:
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?— Sentiu minha falta, princesinha racista?
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?Ele nos arrastou todos para o quarto principal — o mesmo onde havia nos destruído da primeira vez. Amarrou papai na cadeira, exatamente como antes. Depois jogou mamãe e eu na cama king size.
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?Dessa vez não houve palavras. Apenas ação bruta.
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?Marlon rasgou minhas roupas e enfiou sua rola monstruosa de 22cm na minha buceta já marcada por ele, metendo com fúria animalesca enquanto olhava nos meus olhos. Eu gritei, chorei e gozei ao mesmo tempo, odiando a mim mesma por isso. Mamãe foi pega pelos outros dois — um no cu, outro na boca, sendo usada como uma boneca de carne.
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?Depois Marlon trocou. Colocou minha mãe de quatro na minha frente e fodeu ela com força brutal, estapeando aquela bunda madura enquanto me obrigava a lamber o clitóris dela. Eu lambia chorando, sentindo o gosto da porra dos outros. Ele metia tão fundo que mamãe uivava, os seios balançando, lágrimas escorrendo.
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?— Olha o que vocês viraram — rosnou Marlon, suado, musculoso, imponente. — Uma família de putas brancas. Isso é o que acontece quando se cospem em pretos.
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?Ele gozou primeiro dentro da buceta da minha mãe, depois me virou e encheu a minha também. Os outros gozaram nos nossos rostos, nos cabelos, nos peitos. Quando terminaram, Marlon se aproximou da câmera que havia instalado e falou diretamente para a lente:
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?— Isso é o fim da história. Vocês nunca mais vão ser livres.
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?Ele saiu da casa devagar, sem pressa, como quem sabe que ninguém jamais o pegaria.
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?Naquela noite, algo dentro de nós morreu para sempre.
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?Papai nunca mais falou conosco. Mamãe se entregou completamente — virou uma vadia obcecada, implorando para eu mostrar os vídeos antigos de quando Marlon me fodeu. Eu... eu parei de lutar.
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?Hoje, quase um ano depois, ainda sinto ele dentro de mim. Às vezes acordo molhada, tocando minha buceta inchada lembrando daquela rola grossa me destruindo. Marlon nunca mais apareceu pessoalmente. Não precisa. Ele venceu.
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?Ele quebrou nossa família, destruiu uma delegada linda que ia se casar, criou monstros onde antes havia pessoas.
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?E o pior de tudo?
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?Uma parte sombria e profunda de mim... agradece.
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?Porque no fundo, eu sei que merecemos.
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?Eu cuspi primeiro.
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?Ele apenas cuspiu em mim de volta — ou melhor, gozou em mim. Mas não só uma, nem duas... várias vezes. Foram várias belas gozadas em meus buracos e em todo o meu corpo, deixando-me totalmente coberta com sua deliciosa porra, grossa e amarga.
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?**Fim.**
