Lição na Garotinha Racista

Meu nome é Marlon. Sou negro, dois metros de altura, corpo musculoso, careca e com cara de poucos amigos. Trabalho como segurança num colégio particular de elite em Porto Alegre, cheio de filhinhos de papai e mães patricinhas.
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?Era setembro. Teve uma feira de profissões no colégio. O lugar estava lotado de alunos e pais. Eu fazia ronda quando, sem querer, esbarrei numa mulher loira acompanhada da filha. A garota devia ter uns 15 ou 16 anos. Alta para a idade, magra, cintura absurdamente fina, rosto de boneca, cabelos loiros longos, lisos e ondulados nas pontas. Olhos azuis claros. Uma princesinha.
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?Mas a beleza acabou ali.
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?Ela me olhou de baixo pra cima com nojo puro, torceu o nariz e soltou, alto o suficiente para as pessoas ao redor ouvirem:
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?— Tem que ser negro mesmo… uma criatura dessas. Eca.
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?Em seguida, cuspiu no meu peito.
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?A mãe não disse nada. Apenas segurou o braço da filha e saiu de nariz empinado, como se eu fosse lixo.
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?Senti o sangue ferver. Alguns alunos riram. Eu engoli seco, mas guardei o rosto dela na memória.
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?Isabela.
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?Eu descobri o nome dela depois. E decidi que ia fazer aquela vadiazinha racista pagar caro.
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?Passei o resto da feira observando ela. Na segunda-feira, quando as aulas terminaram, inventei uma emergência familiar e saí mais cedo. Segui o carro dela — uma BMW preta — com meu Gol G4 preto, vidros escuros. Anotei o endereço.
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?A partir daí, comecei a vigiar a casa dela no Lago Norte. Identifiquei as cinco câmeras de segurança e quebrei todas numa madrugada, mascarado.
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?No sábado à noite, por volta das 22h, a oportunidade chegou.
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?Isabela saiu do portão sozinha, vestindo um shortinho jeans branco bem curto, blusa cropped de mangas longas e chinelo Havaianas. Cabelo solto, iPhone na mão, andando como quem é dona do mundo.
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?Desci do carro em silêncio. Quando ela ouviu meus passos e virou, já era tarde.
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?Tapei sua boca com minha mão enorme e agarrei ela por trás, imprensando seu corpo frágil contra o meu. Ela se debateu desesperada, murmurando gritos abafados, mas era inútil. Aquela coisinha magrinha não tinha a menor chance contra mim.
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?Arrastei ela até o carro, abri a porta traseira e joguei seu corpo com força no banco. Assim que tirei a mão da boca dela, Isabela começou a gritar.
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?**Pá!**
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?Dei um tapa violento no rosto dela, estalando sua cabeça contra o banco.
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?— Cala essa porra de boca, sua putinha! Se gritar de novo eu te mato aqui mesmo.
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?Puxei o facão enferrujado debaixo do banco e encostei a lâmina fria no rosto dela. Os olhos azuis dela se arregalaram de puro terror. Ela parou de gritar na hora.
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?— Moço… por favor… não me mata… minha família tem dinheiro, eles pagam o que você quiser…
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?— Cala a boca, vadia.
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?Dei outro tapa forte, fazendo sua cabeça bater no banco novamente. Ela começou a tremer, e um cheiro forte de urina encheu o carro. A princesinha havia mijado de medo.
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?Fiquei possesso. Pulei no banco de trás, segurei seu pescoço fino com uma mão e apertei, enquanto dava tapas pesados nas coxas dela.
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?— Sua puta nojenta… olha o que você fez no meu carro!
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?Amordacei sua boca com fita adesiva, amarrei seus pulsos e tornozelos com corda grossa e dirigi para fora da cidade, até um terreno baldio abandonado em Valparaíso, com uma casa em ruínas.
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?Joguei ela no chão sujo sobre um pedaço de papelão, acendi uma lamparina e tirei a máscara.
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?Isabela me reconheceu imediatamente. Seus olhos se encheram de pavor.
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?— Você… você trabalha na escola… por favor… liga pra minha família, eles pagam…
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?— Eu não quero dinheiro, sua racistazinha de merda. Eu quero é te foder até você aprender a respeitar.
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?Arrancei a blusa dela com brutalidade, rasgando o tecido. O sutiã bege foi rasgado em seguida. Seus peitinhos pequenos, rosados e firmes saltaram pra fora. Puxei o shortinho e a calcinha fio-dental branco de uma vez só, deixando ela completamente nua.
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?— Olha só essa putinha branquinha… hoje você vai virar meu depósito de porra.
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?Deitei ela de bruços sobre minhas pernas e comecei a espancar sua bunda com tapas pesados. Cada tapa ecoava no silêncio da casa abandonada. A pele clara ficou vermelha rapidamente, com marcas nítidas dos meus dedos.
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?Enfiei dois dedos grossos na bucetinha dela sem piedade. Era apertadíssima, quente e ainda virgem. Isabela se contorceu e gritou contra a fita. Comecei a bombear com força, sentindo o hímen rasgar. Quando tirei os dedos, estavam sujos de sangue.
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?— Olha o que você fez, vadia. Agora limpa.
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?Tirei a fita da boca dela e enfiei os dedos sujos em sua garganta. Ela chorava, babava e chupava, soluçando.
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?Minha rola de 22cm estava latejando. Rasguei o resto da corda dos pés dela, abri suas pernas com força e encostei a cabeça grossa na entrada da bucetinha virgem.
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?— Não! Por favor! Eu sou virgem! Você vai me rasgar! — ela implorava, desesperada.
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?— Ótimo. Vou arrombar você todinha.
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?Empurrei com tudo. Meti metade da rola de uma vez. Isabela soltou um grito animal, o corpo inteiro tremendo. Continuei forçando até enfiar tudo, sentindo as paredes apertadas dela se rasgando ao meu redor. Comecei a meter com força bruta, segurando seu pescoço, dando tapas nos peitos e no rosto enquanto a fodia.
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?— Toma a pica do negão, sua princesinha racista! Urrggg!!
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?Os olhos dela reviravam, a língua pendurada, baba escorrendo. Gozei violentamente dentro dela, enchendo a bucetinha virgem de porra quente.
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?Mas não havia terminado.
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?Depois de alguns minutos, enfiei minha rola ainda dura na boquinha dela. Fodi sua garganta sem piedade, segurando a cabeça dela com as duas mãos, fazendo ela engasgar e engolir até o fundo. Gozei novamente direto no esôfago.
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?Por último, coloquei ela de quatro e arrombei seu cuzinho rosado. Ela gritava rouca, quase sem voz, enquanto eu metia cada vez mais fundo, estapeando aquela bundinha clara até ficar roxa. Gozei lá dentro também, enchendo os dois buracos dela.
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?Quando terminei, ela estava destruída: corpo marcado, rosto inchado de tapas, buceta e cu vazando porra misturada com sangue, olhar perdido.
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?Joguei uma roupa velha minha pra ela e avisei:
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?— Se você abrir a boca, meus parceiros vão estuprar e matar sua mãe antes de queimar sua casa com vocês dentro. Entendeu, putinha?
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?Deixei ela numa rua perto de casa, de madrugada.
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?Duas semanas depois ela voltou ao colégio. Olhos fundos, olhar morto. Quando me viu, tremeu e virou o rosto imediatamente.
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?Meses depois descobri que ela estava grávida.
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?Nunca soube se abortou ou não. E sinceramente… eu não dou a mínima.
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?Ela aprendeu a lição.
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?Fiquei com vontade de ir lá dar uma lição na mãe dela também, mas deixei passar. Se eu mudar de ideia, faço com ela também.
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?**OBSESSÃO**
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?Meses se passaram desde aquela noite na casa abandonada. Isabela nunca mais foi a mesma. Eu sabia disso porque continuei observando de longe. Ela saiu da escola, sumiu por semanas. Depois descobri que a família toda havia se mudado às pressas para uma casa ainda mais isolada e luxuosa, num condomínio fechado de alto padrão nos arredores de Porto Alegre. Achavam que estavam seguros.
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?Eu fiquei obcecado. Completamente consumido. Mal conseguia dormir sem pensar naqueles olhos azuis cheios de lágrimas, na bucetinha virgem sangrando no meu pau, no jeito que ela engasgava com minha rola. Engordei ainda mais na academia — cheguei a 2,05m de puro músculo denso, veias saltadas, braços grossos como coxas de gente normal. Meu corpo virou uma máquina de destruição. E minha raiva só crescia.
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?Certo dia, eu estava terminando o turno na escola quando ela apareceu.
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?Isabela estava mais magra, olheiras profundas, cabelo preso num rabo de cavalo simples. Vestia um moletom largo, como se quisesse desaparecer. Ela se aproximou devagar, tremendo, olhando para os lados. Parou a uns três metros de mim, voz quase inaudível:
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?— Por favor… me deixa em paz. Eu nunca contei nada pra ninguém. Eu juro. Só… para de me olhar. Eu mudei de escola, mudei de casa… o que mais você quer de mim?
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?Eu sorri devagar, sentindo o pau endurecer só de ouvir o medo na voz dela.
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?— Você ainda não entendeu, né, princesinha? Eu quero tudo. E agora eu quero sua mãe também.
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?Ela empalideceu, deu um passo para trás e fugiu quase correndo.
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?Aquilo selou o destino das duas.
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?Passei as semanas seguintes obcecado, investigando. Dinheiro, contatos, suborno de um segurança do condomínio novo. Descobri o endereço exato, o layout da casa, os horários. O pai viajava muito a trabalho. Perfeito.
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?Numa quinta-feira à noite, invadi a casa.
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?Entrei pelo jardim dos fundos, cortei a energia do gerador e desativei o alarme. Estava mais forte, mais pesado, mais cruel. Carregava cordas reforçadas, fita, facão, lubrificante e um saco de ferramentas para dor.
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?Primeiro encontrei Isabela no quarto dela, deitada na cama assistindo TV. Quando abri a porta, ela soltou um grito abafado. Pulei em cima dela como um predador, minha mão enorme tapando sua boca enquanto meu peso a esmagava contra o colchão.
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?— Shhh… mamãe vai ouvir, vadia. E eu quero que ela veja tudo.
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?Arrastei ela pelos cabelos até o quarto principal. A mãe, uma loira madura de 42 anos chamada Vivian, ainda estava acordada, sentada na cama com um livro. Corpo bem conservado — peitos grandes, cintura marcada, bunda empinada de quem faz pilates. Quando nos viu, o livro caiu de suas mãos.
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?— Isabela?! Meu Deus… o que—
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?Não terminei de ouvir. Joguei Isabela no chão com força e avancei. Vivian tentou correr, mas eu a agarrei pelo pescoço com uma só mão, levantando ela quase do chão. Bati sua cabeça contra a parede e rosnei no ouvido dela:
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?— Você criou uma filha racista, sua puta burguesa. Agora as duas vão pagar.
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?Amarrei Isabela numa cadeira ao lado da cama, braços para trás, pernas abertas, fita na boca. Ela chorava desesperada, se debatendo.
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?Depois voltei para Vivian. Rasguei sua camisola de seda num puxão violento, expondo os seios pesados e a buceta depilada. Ela era mais carnuda que a filha, pele macia, cheiro de perfume caro.
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?— Por favor… não faz isso na frente dela… eu imploro… — Vivian soluçava.
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?— Vai ser exatamente na frente dela. Quero que sua filhinha veja como a mamãe vira putinha de negão.
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?Joguei Vivian de bruços na cama, segurei sua nuca e enfiei minha rola grossa de 22cm na buceta dela sem aviso, sem cuspe, sem piedade. Ela gritou alto, o corpo inteiro se contorcendo. Meti fundo, rasgando as paredes maduras, batendo minhas bolas pesadas contra o clitóris dela.
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?— Caralho… que buceta gostosa… apertada pra uma coroa.
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?Enquanto fodia a mãe com estocadas brutais, olhava para Isabela. A garota chorava convulsivamente, vendo a mãe ser arrombada. Eu ria.
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?— Olha como sua mãe geme, Isabela. Olha como ela está molhando meu pau.
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?Puxei Vivian pelos cabelos, arqueando as costas dela, e comecei a dar tapas fortes nos seios e na cara enquanto metia. Os peitos balançavam violentamente, ficando vermelhos. Mudei de buraco — cuspi no cuzinho dela e forcei a rola inteira no ânus. Vivian soltou um grito gutural, rouco, animal.
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?— Nãoooo! Tá rasgando! Por favor!
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?— Cala a boca e toma no cu, sua vadia racista.
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?Fodia o cu dela com fúria, segurando os quadris, deixando marcas roxas dos meus dedos na pele clara. Isabela assistia tudo, olhos vidrados de horror.
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?Depois de gozar pela primeira vez no cu da mãe, tirei a rola suja e enfiei na boca de Vivian, fazendo ela lamber tudo.
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?— Limpa, puta. Prova o gosto do seu próprio cu.
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?Em seguida, desamarrei Isabela e joguei as duas na cama juntas. Forcei Isabela a chupar os peitos da mãe enquanto eu metia nela novamente. Depois inverti: fiz a mãe chupar a buceta da filha enquanto eu arrombava Vivian por trás.
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?A cena era grotesca e deliciosa: mãe e filha chorando, suadas, marcadas por tapas e mordidas, porra escorrendo dos buracos, meus músculos brilhando de suor enquanto eu destruía as duas alternadamente.
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?Quando o marido chegou de viagem de madrugada, eu já estava esperando. Prendi ele na porta do quarto, amarrado e amordaçado, forçado a assistir enquanto eu fodia a esposa e a filha na frente dele.
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?— Olha bem, corno. Isso é o que acontece quando sua família caga pra preto.
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?Gozei pela última vez dentro da buceta da mãe, bem fundo, enquanto Isabela lambia minhas bolas obedientemente, quebrada.
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?Saí da casa ao amanhecer, deixando as duas destruídas e o corno do marido lá, marcadas e humilhadas para sempre.
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?Minha obsessão estava apenas começando.
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?**ISABELA I**
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?Meu nome é Isabela. Até aquele dia de setembro, eu achava que o mundo era um lugar seguro para garotas como eu: loira, olhos azuis, corpo magro, filha de pais ricos. Eu era intocável. Até que ele apareceu.
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?Na feira de profissões do colégio, esbarrei sem querer naquele segurança negro enorme. Dois metros de puro músculo, careca, olhar bruto. Olhei para ele de baixo pra cima e o nojo tomou conta de mim. Soltei sem pensar:
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?— Tem que ser negro mesmo… uma criatura dessas. Eca.
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?Cuspi no peito dele e saí de nariz empinado, sentindo o poder da minha posição. Não imaginei que aquele cuspe selaria meu destino.
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?Dias depois, ele me pegou.
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?Eu estava saindo de casa à noite, shortinho branco jeans, blusa cropped, chinelo. Senti passos pesados atrás de mim. Quando virei, já era tarde. Uma mão gigantesca tampou minha boca, um braço de ferro me imprensou contra um corpo que parecia feito de pedra. Eu me debati, tentei gritar, mas ele me arrastou como se eu fosse uma boneca.
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?Jogada no banco de trás do Gol preto, tentei gritar assim que ele tirou a mão. O tapa veio tão forte que minha cabeça bateu no banco e vi estrelas. Meu rosto ardia.
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?— Cala essa porra de boca, putinha! Se gritar de novo eu te mato.
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?O facão enferrujado encostou no meu rosto. Eu mijei de medo, sentindo o líquido quente escorrer pelas coxas. Ele ficou furioso. Pulou no banco de trás, apertou meu pescoço fino com uma mão só e começou a me estapear nas pernas e na cara. Eu chorava, tremia, implorava.
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?Ele me amordaçou, amarrou meus pulsos e tornozelos e dirigiu para o meio do nada.
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?Na casa abandonada, ele tirou a máscara. Era ele. O segurança. Meu coração quase parou.
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?— Por favor… minha família paga o que você quiser… não me machuca…
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?— Eu não quero dinheiro. Eu quero te destruir, sua racistazinha de merda.
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?Ele rasgou minha blusa e sutiã com brutalidade. Meus peitinhos pequenos e rosados ficaram expostos. Depois arrancou meu shortinho e a calcinha fio-dental. Eu estava completamente nua, tremendo.
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?Ele me deitou de bruços nas pernas dele e começou a espancar minha bunda com tapas pesadíssimos. Cada tapa ecoava, minha pele clara ficava vermelha, depois roxa. Eu gritava contra a fita. Ele enfiou dois dedos grossos na minha bucetinha virgem sem piedade. Senti meu hímen rasgar. A dor foi lancinante. Sangue escorreu pelos meus lábios.
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?— Olha o que você fez, vadia. Limpa.
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?Ele tirou a fita e enfiou os dedos sujos de sangue na minha boca. Eu chorei, babando, chupando obedientemente enquanto soluçava.
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?Então ele tirou a cueca. A rola dele era monstruosa: 22 centímetros de grossura veiada, cabeça roxa inchada. Eu entrei em pânico.
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?— Não! Eu sou virgem! Você vai me matar!
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?— Ótimo.
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?Ele abriu minhas pernas com força, encostou aquela coisa enorme na entrada da minha bucetinha e empurrou. Metade entrou de uma vez. Eu soltei um grito animal, sentindo minhas paredes internas serem rasgadas. Ele continuou metendo, forçando até enfiar tudo. A dor era cegante. Eu sentia cada veia, cada centímetro me abrindo.
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?Ele começou a foder com fúria, segurando meu pescoço, estapeando meus peitinhos, meu rosto. Meus olhos reviravam, baba escorria da boca, lágrimas molhavam tudo.
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?— Toma a pica do negão, sua princesinha racista! Urrgg!!
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?Ele metia tão fundo que eu sentia a cabeça da rola batendo no meu útero. Gozou dentro de mim com um rugido, jatos quentes e grossos enchendo minha bucetinha destruída. Quando tirou, porra misturada com sangue escorreu pelo meu cu e pelo papelão.
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?Mas não acabou.
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?Ele fodeu minha garganta em seguida. Segurou minha cabeça com as duas mãos e enfiou tudo, fodendo meu esôfago como se fosse uma buceta. Eu engasgava, vomitava baba, via estrelas. Ele gozou direto na minha garganta, me obrigando a engolir cada gota.
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?Por último, me colocou de quatro e arrombou meu cuzinho virgem. A dor foi ainda pior. Senti como se ele estivesse me partindo ao meio. Ele metia com força bruta, estapeando minha bunda já roxa, puxando meu cabelo enquanto me chamava de putinha branca, depósito de porra, vadia racista.
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?Gozou dentro do meu cu também, enchendo os dois buracos.
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?Quando ele me deixou perto de casa naquela madrugada, eu não era mais a mesma pessoa. Meu corpo doía, minha alma estava quebrada. Meses depois, descobri que estava grávida. Abortei em segredo, chorando sozinha.
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?Nós nos mudamos para um condomínio de luxo. Eu tentei seguir em frente. Até que um dia, no colégio antigo, eu o vi novamente. Tremendo, me aproximei:
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?— Por favor… me deixa em paz. Eu mudei de casa… o que mais você quer?
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?Ele sorriu com frieza:
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?— Agora eu quero sua mãe também.
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?Duas semanas depois, ele invadiu nossa casa.
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?Primeiro me pegou no meu quarto. Me arrastou pelos cabelos até o quarto dos meus pais. Mamãe estava na cama. Quando nos viu, ficou paralisada de terror.
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?Ele amarrou meus braços e pernas numa cadeira, pernas abertas, e me obrigou a assistir.
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?Rasgou a camisola da mamãe, expondo os seios grandes e pesados, a buceta depilada. Jogou ela na cama de bruços e enfiou aquela rola monstruosa na buceta dela com um único golpe brutal. Mamãe gritou como eu nunca tinha ouvido. Ele fodia ela com estocadas violentas, estapeando a bunda, os seios, o rosto, enquanto olhava para mim.
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?— Olha como sua mãe está molhando meu pau, Isabela. Olha como ela geme feito uma puta.
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?Depois ele cuspiu no cuzinho dela e arrombou também, metendo fundo enquanto mamãe chorava e implorava. Ele gozou dentro dela, depois enfiou a rola suja na boca dela, obrigando-a a limpar.
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?Em seguida, ele nos jogou juntas na cama. Me forçou a chupar os peitos da mamãe enquanto ele me fodia por trás. Depois fez mamãe lamber minha bucetinha enquanto ele arrombava o cu dela. Eu sentia a língua quente da minha própria mãe no meu clitóris inchado, enquanto ele destruía nós duas.
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?Quando papai chegou de madrugada, ele já estava esperando. Amarrou meu pai na porta do quarto, amordaçado, e obrigou ele a assistir enquanto fodia a esposa e a filha na frente dele.
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?— Olha bem, corno. Sua mulher e sua filha são minhas putas agora.
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?Ele gozou pela última vez dentro da buceta da mamãe, bem fundo, enquanto eu, quebrada, lambia as bolas dele.
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?Desde aquela noite, vivo em constante terror. Meu corpo lembra de cada estocada, cada tapa, cada jato de porra quente. E o pior é que, às vezes, no meio do pesadelo… eu sinto um calor vergonhoso entre as pernas quando lembro daquela rola enorme me destruindo.
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?Ele ainda está lá fora.
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?E eu sei que ele vai voltar.

?**ISABELA II**
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?Os dias seguintes àquela noite foram um inferno vivo.
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?Eu mal conseguia me mexer. Meu corpo inteiro doía — a buceta inchada e ardendo, o cu latejando como se ainda estivesse sendo rasgado por aquela rola monstruosa, marcas roxas espalhadas pelos seios, coxas e bunda. Toda vez que eu me sentava, sentia a porra seca dele grudada na pele e escorrendo lentamente. Meu pai não olhava mais na minha cara. Minha mãe andava pela casa como um fantasma, os olhos vermelhos de tanto chorar, o pescoço marcado pelas mãos enormes dele.
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?Na terceira noite, tudo explodiu.
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?Estávamos na sala de jantar. O silêncio era sufocante. Eu mal tocava na comida, só empurrava o arroz no prato com o garfo. Mamãe de repente largou o copo na mesa com força, o barulho me fazendo pular.
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?— Isabela... — a voz dela tremia de raiva e dor. — Você vai nos contar agora. Tudo. Como aquele monstro sabia onde a gente morava? Por que ele parecia te conhecer? O que você fez pra trazer isso pra dentro da nossa casa?
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?Meu pai, que até então estava calado, bateu o punho na mesa. Seus olhos estavam cheios de fúria e vergonha.
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?— Fala, porra! Eu tive que assistir aquele animal foder minha mulher e minha filha na minha frente! Eu vi ele gozar dentro de vocês duas! E você... você parecia saber quem ele era! Fala logo, Isabela!
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?Eu comecei a tremer. As lágrimas desceram quentes pelo meu rosto. O peso da culpa me esmagava. Baixei a cabeça, a voz saindo rouca e quebrada:
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?— Foi... foi na feira de profissões. Eu... eu esbarrei nele. Ele é segurança da escola antiga. Eu... eu chamei ele de negro... de criatura... cuspi nele na frente de todo mundo. Eu fui racista, mãe. Eu fui horrível. Ele disse que ia me ensinar uma lição... e cumpriu.
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?Mamãe levou a mão à boca, horrorizada. Papai ficou pálido primeiro, depois vermelho de raiva.
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?— Você... você trouxe isso pra gente por causa de preconceito idiota?! — ele gritou, se levantando. — Aquele preto filho da puta destruiu nossa família por causa da sua boca suja?!
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?— Eu sei! Eu sei! — gritei de volta, soluçando alto. — Eu me arrependo todo dia! Ele me estuprou por horas... rasgou minha virgindade, gozou na minha boca, no meu cu, na minha buceta... me chamou de putinha branca, de depósito de porra... Depois fez a mesma coisa com você, mãe... na minha frente. E obrigou você a lamber minha... minha buceta enquanto ele me fodia. Eu queria morrer ali!
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?Caí de joelhos no chão da sala, abraçando meu próprio corpo, tremendo violentamente. Mamãe correu até mim e me abraçou, mas eu sentia o corpo dela rígido, dividido entre o amor e a revolta. Papai andava de um lado pro outro, passando as mãos no cabelo, visivelmente destruído.
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?— Amanhã nós três vamos na polícia — disse ele, a voz fria e decidida. — Vamos fazer o boletim de ocorrência. Vamos denunciar esse desgraçado. Não importa quanto custe, não importa o escândalo. Ele vai pagar.
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?Na manhã seguinte, fomos os três para a delegacia. Eu estava destruída. Vestia uma blusa de gola alta para esconder as marcas no pescoço e um moletom largo para esconder o resto do corpo. Sentada na sala de espera, minhas pernas tremiam tanto que eu mal conseguia mantê-las paradas. Mamãe segurava minha mão com força, mas não olhava nos meus olhos. Papai falava baixo com o advogado que trouxemos.
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?Quando chegou nossa vez, entramos na sala da delegada. Uma mulher de uns 34 anos. Contei tudo. Com detalhes. Cada tapa, cada estocada, cada humilhação.
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?Falei como ele me pegou no carro, como rasgou minha calcinha e enfiou aqueles dedos grossos na minha bucetinha virgem até sangrar. Como me obrigou a chupar os dedos sujos de sangue. Como enfiou 22 centímetros de rola na minha garganta até eu engasgar. Como arrombou meu cu enquanto me chamava de vadia racista. Como fez o mesmo com minha mãe na minha frente, gozando nos dois buracos dela. Como obrigou meu pai a assistir tudo.
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?A delegada ouvia em silêncio, o rosto sério. Eu chorava o tempo todo, a voz falhando, revivendo cada segundo. Quando terminei, a sala ficou em silêncio absoluto.
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?— Vocês têm certeza que querem registrar isso? — perguntou ela. — Vai ser um processo longo, doloroso e público. Imagens, perícia, depoimentos detalhados...
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?Mamãe apertou minha mão com mais força. Papai respondeu por nós:
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?— Temos. Ele destruiu nossa filha. Destruiu nossa família. Queremos justiça.
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?Saímos da delegacia horas depois. Eu me sentia vazia. Parte de mim tinha medo que ele descobrisse. Medo que ele voltasse mais furioso, mais forte, mais obcecado. Parte de mim ainda sentia aquele calor vergonhoso e doentio entre as pernas quando lembrava da sensação daquela rola me abrindo inteira, me enchendo de porra quente.
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?Eu sei que não acabou.
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?Ele ainda está lá fora. E algo dentro de mim, por mais que eu odeie admitir, ainda sente o peso daquele corpo musculoso me dominando.
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?Eu sou uma sobrevivente... mas também sou a putinha quebrada dele agora.
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?**ISABELA III (A investigação do perfil de Marlon)**
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?Depois do boletim de ocorrência, as coisas não acalmaram. Pelo contrário. A delegada nos avisou que abririam uma investigação séria, já que envolvia estupro violento, invasão de domicílio, sequestro e ameaça a toda a família. Dois dias depois, fomos chamados novamente à delegacia para uma reunião com a equipe de investigação.
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?Sentada naquela sala fria, com mamãe ao meu lado e papai de braços cruzados, eu tremia só de ouvir o nome dele.
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?— Marlon dos Santos — disse a delegada, colocando uma pasta grossa sobre a mesa. — 29 anos. Negro, 2,05m, 128kg de massa muscular. Ex-atleta de fisiculturismo amador, com histórico de agressões. Vocês precisam ouvir isso.
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?Ela abriu o dossiê e começou a ler o perfil dele em voz alta. Cada palavra fazia meu estômago revirar.
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?Marlon cresceu na periferia de Porto Alegre, em uma família extremamente violenta. O pai era preso por homicídio, a mãe era usuária de crack. Ele foi expulso de três escolas por brigas graves — uma delas envolveu espancar um colega com um taco de beisebol até fraturar o crânio. Entrou para o mundo da musculação aos 17 anos e rapidamente ganhou fama nos guetos como “Marlon Monstro” por causa do tamanho e da agressividade.
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?Tem passagens pela polícia: duas por lesão corporal grave, uma por estupro (que foi arquivada porque a vítima retirou a queixa após ameaças), e várias queixas de assédio sexual contra mulheres brancas em academias e shoppings. Trabalha como segurança em colégios de elite há três anos — aparentemente usa o cargo para se aproximar de meninas ricas.
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?A delegada continuou, com tom grave:
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?— Ele tem um histórico claro de ódio racial invertido. Em redes sociais antigas (antes de apagar tudo), postava coisas como “branca rica precisa sentir a rola do preto” e “vou transformar essas patricinhas em putas de negão”. Tem fetichismo extremo por loiras de olhos claros. Coleciona fotos de mulheres parecidas com você, Isabela. E com você também, senhora Vivian.
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?Senti um frio na espinha. Mamãe ficou branca como papel. Papai apertou o punho até os nós dos dedos ficarem roxos.
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?— Ele é extremamente perigoso — completou a delegada. — QI alto, calculista, obsessivo. Depois do que fez com vocês, ele aumentou ainda mais a carga de treino. Testemunhas dizem que ele está maior, mais pesado, mais agressivo. Faz uso de anabolizantes pesados. Tem um grupo pequeno de “irmãos” da academia que o protegem e já ajudaram em outros crimes.
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?A delegada mostrou algumas fotos dele. Meu coração quase parou. Na imagem mais recente, Marlon estava sem camisa, posando no espelho da academia. O corpo era ainda mais assustador do que eu lembrava: peitoral enorme, braços vascularizados, abdômen marcado como pedra, veias saltadas. A rola, mesmo mole dentro da bermuda fina, marcava um volume obsceno. Eu senti uma pontada involuntária de vergonha entre as pernas ao lembrar daquela coisa toda dentro de mim.
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?— Ele sabia exatamente o que estava fazendo — murmurei, a voz falhando. — Ele planejou cada detalhe… me seguiu, quebrou as câmeras, me levou pro meio do nada. E quando voltou… ele queria minha mãe. Queria humilhar a gente toda.
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?Comecei a chorar de novo, revivendo tudo.
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?— Ele me chamou de “putinha branquinha racista” enquanto rasgava minha bucetinha virgem… disse que ia me encher de porra preta pra eu aprender. Depois fez minha mãe lamber minha buceta inchada enquanto metia naquele cu dela… e obrigou meu pai a ver tudo. Ele gozou tanto… eu ainda sinto o cheiro dele em mim.
?
?Mamãe me abraçou, mas eu via o nojo e a dor nos olhos dela. Papai parecia prestes a ter um colapso.
?
?A delegada fechou a pasta.
?
?— Estamos atrás dele. Mas ele sumiu depois da invasão. Provavelmente está escondido. Temos mandado de prisão por estupro qualificado, tortura e ameaça. Mas preciso ser sincera: homens como ele são difíceis de pegar. São obsessivos e vingativos.
?
?Saímos da delegacia em silêncio absoluto. No carro, ninguém falava. Eu olhava pela janela, as coxas apertadas uma contra a outra, sentindo uma mistura doente de terror e uma excitação residual que me enojava.
?
?Eu sei que ele está por aí. Maior. Mais forte. Mais obcecado.
?
?E parte de mim — a parte quebrada que ele criou — quase espera o dia em que ele vai voltar pra terminar o que começou. Pra me usar de novo. Pra usar minha mãe de novo. Na frente do meu pai. Até nos destruir completamente.
?
?Porque no fundo, Marlon não é só um agressor.
?
?Ele é o monstro que eu criei com aquele cuspe.
?
?E agora ele quer mais.
?
?---
??**A JOVEM DELEGADA**
?
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?
?A delegada responsável pelo nosso caso era a Dra. Laura Mendes, 34 anos. Uma mulher absurdamente linda. Cabelos ruivos longos e ondulados, olhos azuis penetrantes, pele branca macia e delicada como porcelana, corpo escultural — seios firmes e cheios, cintura fina, quadril largo e bunda redonda que chamava atenção mesmo sob o uniforme. Ela estava noiva, o casamento marcado para dali a três meses. Vi a aliança brilhando no dedo dela quando nos atendeu. Parecia uma mulher forte, determinada, mas com uma feminilidade quase frágil.
?
?Na segunda reunião, ela estava visivelmente revoltada. Seus olhos azuis queimavam de raiva enquanto lia o dossiê de Marlon.
?
?— Eu prometo para vocês — disse ela, a voz firme mas carregada de emoção. — Esse monstro vai pagar. Eu vou pegá-lo. Vivo ou morto. Não vou descansar enquanto ele não estiver atrás das grades ou em um caixão. O que ele fez com você, Isabela, com sua mãe, com sua família… isso não foi só estupro. Foi tortura, humilhação racial, destruição. Eu vou destruir a vida dele. Vocês têm minha palavra.
?
?Ela apertou minha mão com força. Senti uma faísca de esperança. Talvez, finalmente, alguém forte o suficiente para parar aquele demônio.
?
?Mas Marlon era mais esperto. E mais cruel.
?
?Ele desapareceu por duas semanas. Depois descobrimos que tinha se juntado a uma gangue negra perigosa da periferia — dez homens tão grandes, musculosos e cheios de ódio quanto ele. Chamavam-se “Irmãos da Noite”. Todos com histórico de violência contra mulheres brancas, todos armados, todos obcecados por “dar lição nas patricinhas”.
?
?Eles prepararam uma armadilha.
?
?Três dias depois da promessa de Laura, ela foi atacada ao sair da delegacia à noite. Cinco deles a agarraram, jogaram num furgão escuro e a levaram para um galpão abandonado.
?
?Eu descobri tudo porque, na madrugada seguinte, recebi um vídeo no WhatsApp de um número desconhecido. O mesmo aconteceu com meus pais e com toda a delegacia. O título do vídeo era: “Promessa Cumprida – Especial para a Delegada Ruiva”.
?
?Meu coração quase parou quando abri.
?
?A câmera mostrava Laura Mendes completamente nua, amarrada de quatro sobre uma mesa suja de metal. Seus cabelos ruivos estavam desgrenhados, o rosto lindo manchado de lágrimas e baba, os olhos azuis arregalados de puro terror. O corpo delicado e branco contrastava violentamente com os oito negros enormes ao redor dela — todos musculosos, rolas grossas e escuras já duras.
?
?Marlon apareceu na frente da câmera, sorrindo com ódio.
?
?— E aí, sua vadia ruiva? Prometeu me pegar ou me matar, né? Agora vai sentir o que é ser caçada.
?
?Ele agarrou os cabelos ruivos dela com brutalidade e enfiou a rola monstruosa de 22cm na garganta dela sem piedade. Laura engasgou violentamente, os olhos azuis saltando, baba escorrendo pelos seios enquanto ele fodia sua garganta como um buraco qualquer. Os outros riam e batiam punheta.
?
?Depois disso, o gangbang começou.
?
?Dois deles enfiaram as rolas ao mesmo tempo na buceta dela — esticando a entrada rosada até o limite. Laura gritava de dor, o corpo delicado tremendo. Outro enfiou no cuzinho virgem dela, rasgando fundo. Eles metiam com fúria animal, estapeando os seios pesados, beliscando os mamilos rosados, puxando os cabelos ruivos. A pele macia dela ficava vermelha, depois roxa com as marcas das mãos enormes.
?
?— Toma, sua noivinha branquinha! — gritava Marlon enquanto metia no cu dela. — Vai casar com porra preta na buceta!
?
?Eles a viravam, trocavam de buraco, cuspiam na cara dela, batiam no rosto lindo com as rolas pesadas. Um deles gozou direto nos olhos azuis dela, escorrendo pelo nariz delicado. Outro encheu a boca, obrigando ela a engolir enquanto chorava.
?
?Laura soluçava, rouca:
?
?— Por favor… eu vou casar… não faz isso…
?
?Mas eles não paravam. Fizeram um círculo ao redor dela e gozaram juntos — jatos grossos e brancos cobrindo o rosto, cabelos ruivos, seios e corpo inteiro. Depois Marlon a colocou de bruços e fodeu com ainda mais violência, segurando o pescoço dela, quase sufocando enquanto metia até o fundo.
?
?O vídeo terminava com Laura caída no chão, destruída, esperma escorrendo da buceta inchada, do cu arrombado e da boca. Marlon olhou para a câmera e disse diretamente:
?
?— Isso é pra você, Isabela. E pra sua mãe. E pra essa vadia ruiva que achou que podia me pegar. Vocês todas são putas brancas. E eu ainda não terminei.
?
?---
?
?Eu assisti o vídeo inteiro, paralisada. Meu corpo reagiu contra a minha vontade — uma onda quente entre as pernas enquanto via aquela mulher linda, forte e noiva ser destruída do mesmo jeito que eu e minha mãe fomos. Mamãe vomitou ao assistir. Papai quebrou o celular de raiva.
?
?A delegacia entrou em caos. Laura Mendes foi encontrada horas depois, viva, mas destruída física e psicologicamente. Seu noivado acabou no mesmo dia.
?
?E Marlon… ele continua solto. Mais forte. Mais protegido. Mais obcecado.
?
?Eu sei que ele vai voltar por nós.
?
?E uma parte doente de mim, a parte que ele criou naquela casa abandonada, quase deseja que ele volte logo.
?
?---
?
?**O VÍDEO DA DELEGADA LAURA**
?
?---
?
?Eu não queria assistir de novo. Mas meus pais insistiram. Disseram que precisávamos ver tudo, entender o monstro que tínhamos contra nós. Sentamos na sala escura, só com a luz azulada do televisor grande. Papai no meio do sofá, mamãe à direita dele, eu encolhida na poltrona ao lado. O vídeo começou a rodar.
?
?Assim que a imagem de Laura Mendes apareceu — aquela mulher linda, ruiva, pele de porcelana, olhos azuis brilhantes agora cheios de pavor —, mamãe soltou um gemido baixo de dor, como se tivesse levado um soco no estômago.
?
?— Meu Deus… olha pra ela… — sussurrou mamãe, a voz falhando.
?
?Laura estava tão bonita, mesmo destruída. Cabelos ruivos longos espalhados, corpo delicado e bem cuidado, seios cheios balançando, a aliança de noiva ainda brilhando no dedo. Marlon apareceu atrás dela, seu corpo negro gigantesco contrastando brutalmente com a pele clara e sensível dela.
?
?O gangbang começou.
?
?Dois homens enormes enfiaram as rolas grossas ao mesmo tempo na buceta dela. A câmera deu close enquanto a entrada rosada e delicada da delegada era esticada ao limite, quase rasgando. Laura gritava, o rosto lindo contorcido em agonia. Outro negro enfiou no cuzinho apertado dela com força bruta. O corpo dela inteiro tremia, os peitos balançando violentamente enquanto os três metiam em ritmo selvagem.
?
?Mamãe começou a respirar rápido. Seus olhos estavam grudados na tela. Vi as mãos dela apertando o próprio colo, os dedos cravando na blusa.
?
?— Eles… eles estão destruindo ela… — murmurou mamãe, lágrimas escorrendo. — Olha o tamanho… olha como estão rasgando aquela pobre menina…
?
?Papai estava rígido, o rosto vermelho, maxilar travado. Ele não dizia nada, mas sua respiração também estava pesada.
?
?No vídeo, Marlon agarrou os cabelos ruivos de Laura e puxou com força enquanto fodia o cu dela profundamente, estapeando a bunda redonda e macia até ficar roxa. Outro homem enfiou a rola na boca dela, fodendo a garganta até baba escorrer pelos seios. Eles a chamavam de “noivinha ruiva”, “puta da polícia”, “vadia branquinha que ia se casar”.
?
?Mamãe soltou um soluço alto quando viu Laura sendo virada de costas, pernas abertas, enquanto quatro deles gozavam ao mesmo tempo — jatos grossos de porra branca cobrindo o rosto delicado, os cabelos ruivos, os seios rosados e a barriga plana. A porra escorria pelos lábios inchados da buceta e do cu arrombado dela.
?
?— Não… por favor… — Laura implorava rouca no vídeo, a voz quebrada. — Eu vou me casar… ele é um bom homem… não faz isso…
?
?Foi nesse momento que mamãe perdeu o controle.
?
?Ela começou a chorar convulsivamente, mas havia algo mais. Suas coxas apertavam uma contra a outra. Eu vi. Ela estava excitada. O mesmo jeito doentio que às vezes acontecia comigo. Mamãe cobriu o rosto com as mãos, mas continuava espiando entre os dedos.
?
?— Aquele monstro… — ela soluçava. — Ele fez o mesmo com a gente… com você, Isabela… comigo… na sua frente. Olha o que ele está fazendo com ela… olha como está enchendo aquela menina linda…
?
?Papai finalmente explodiu. Levantou-se do sofá, tremendo de raiva e humilhação.
?
?— Para de olhar, Vivian! Para de olhar essa merda! — gritou ele. — Você está… você está excitada vendo isso?! Depois de tudo que aquele animal fez com a gente?!
?
?Mamãe negou com a cabeça, chorando ainda mais forte, mas não conseguia desviar os olhos da tela. No vídeo, Marlon segurava o pescoço delicado de Laura quase sufocando enquanto metia com fúria animal no cu dela, fazendo o corpo inteiro da delegada sacudir.
?
?— Eu odeio isso… — mamãe sussurrou, voz rouca. — Odeio ele… odeio o que ele fez com a gente… mas olha pra ela… tão linda, tão forte… e agora está sendo usada como uma puta barata por todos eles. Exatamente como ele fez comigo… quando me obrigou a lamber a buceta da nossa filha enquanto me arrombava…
?
?Ela apertou as coxas com mais força. Uma mão desceu discretamente até o meio das pernas por cima da calça do pijama. Papai viu e ficou ainda mais furioso, mas também havia um volume evidente na calça dele — uma ereção forçada pela cena.
?
?Eu me sentia enjoada, excitada e aterrorizada ao mesmo tempo.
?
?— Ele enviou isso pra gente de propósito — falei baixo, a voz tremendo. — Pra nos quebrar ainda mais. Pra mostrar que ninguém pode pará-lo. Nem a delegada linda que prometeu matar ele.
?
?Mamãe de repente soltou um gemido baixo, quase inaudível, enquanto via Marlon gozar novamente dentro do cu de Laura, a porra transbordando enquanto ele tirava a rola grossa. O corpo da delegada desabou, destruído, esperma escorrendo de todos os buracos.
?
?Mamãe se levantou de repente e correu para o banheiro. Ouvi ela trancando a porta. Depois vieram os soluços misturados com sons abafados que eu sabia exatamente o que eram — ela estava se tocando, chorando de vergonha e gozando ao mesmo tempo.
?
?Papai sentou novamente, cabeça baixa, destruído.
?
?— Estamos fodidos — murmurou ele. — Aquele negro não vai parar. Ele está criando um exército… e agora ele sabe que pode destruir qualquer um que tente enfrentá-lo.
?
?Eu abracei meus joelhos, sentindo meu próprio corpo traidor reagir ao vídeo. A imagem de Laura, aquela mulher ruiva linda e forte, reduzida a um buraco para aqueles paus enormes, não saía da minha cabeça.
?
?E no fundo, todos nós sabíamos a verdade terrível:
?
?Marlon estava vencendo.
?
?E ele ainda viria buscar mais.
?
?---
?
?**ACEITAÇÃO**
?
?---
?
?Os meses seguintes foram um lento e doloroso desmoronamento.
?
?A delegada Laura Mendes nunca mais foi a mesma. Pediu demissão da polícia, cancelou o casamento e se trancou no apartamento. O vídeo dela sendo destruída por Marlon e sua gangue circulou por meses na dark web. Seu rosto lindo, coberto de porra, os olhos azuis vazios enquanto oito rolas negras a arrombavam, se tornou um troféu para eles.
?
?Em casa, o silêncio era pior que os gritos. Papai bebia todas as noites. Mamãe mal saía do quarto. Eu via ela às vezes no meio da madrugada, assistindo o vídeo da delegada no celular, com a mão entre as pernas, chorando e gozando ao mesmo tempo. O trauma tinha nos transformado em algo doentio, quebrado e viciado.
?
?Até que ele voltou.
?
?Era uma noite chuvosa de verão. Eu estava no meu quarto quando ouvi o barulho de vidro quebrando. Meu corpo inteiro reconheceu o som antes mesmo da mente. O coração disparou. Eu sabia.
?
?Marlon invadiu a casa como um deus da destruição. Maior do que nunca. Os músculos inchados de anabolizantes, veias saltadas, olhar de puro ódio e desejo. Não veio sozinho. Trouxe três dos seus irmãos mais brutais.
?
?Papai tentou reagir. Levou um soco que o derrubou inconsciente. Mamãe gritou quando dois deles a agarraram. Eu nem consegui correr. Marlon me pegou pelo pescoço, me levantou do chão com uma mão só e rosnou no meu ouvido:
?
?— Sentiu minha falta, princesinha racista?
?
?Ele nos arrastou todos para o quarto principal — o mesmo onde havia nos destruído da primeira vez. Amarrou papai na cadeira, exatamente como antes. Depois jogou mamãe e eu na cama king size.
?
?Dessa vez não houve palavras. Apenas ação bruta.
?
?Marlon rasgou minhas roupas e enfiou sua rola monstruosa de 22cm na minha buceta já marcada por ele, metendo com fúria animalesca enquanto olhava nos meus olhos. Eu gritei, chorei e gozei ao mesmo tempo, odiando a mim mesma por isso. Mamãe foi pega pelos outros dois — um no cu, outro na boca, sendo usada como uma boneca de carne.
?
?Depois Marlon trocou. Colocou minha mãe de quatro na minha frente e fodeu ela com força brutal, estapeando aquela bunda madura enquanto me obrigava a lamber o clitóris dela. Eu lambia chorando, sentindo o gosto da porra dos outros. Ele metia tão fundo que mamãe uivava, os seios balançando, lágrimas escorrendo.
?
?— Olha o que vocês viraram — rosnou Marlon, suado, musculoso, imponente. — Uma família de putas brancas. Isso é o que acontece quando se cospem em pretos.
?
?Ele gozou primeiro dentro da buceta da minha mãe, depois me virou e encheu a minha também. Os outros gozaram nos nossos rostos, nos cabelos, nos peitos. Quando terminaram, Marlon se aproximou da câmera que havia instalado e falou diretamente para a lente:
?
?— Isso é o fim da história. Vocês nunca mais vão ser livres.
?
?Ele saiu da casa devagar, sem pressa, como quem sabe que ninguém jamais o pegaria.
?
?Naquela noite, algo dentro de nós morreu para sempre.
?
?Papai nunca mais falou conosco. Mamãe se entregou completamente — virou uma vadia obcecada, implorando para eu mostrar os vídeos antigos de quando Marlon me fodeu. Eu... eu parei de lutar.
?
?Hoje, quase um ano depois, ainda sinto ele dentro de mim. Às vezes acordo molhada, tocando minha buceta inchada lembrando daquela rola grossa me destruindo. Marlon nunca mais apareceu pessoalmente. Não precisa. Ele venceu.
?
?Ele quebrou nossa família, destruiu uma delegada linda que ia se casar, criou monstros onde antes havia pessoas.
?
?E o pior de tudo?
?
?Uma parte sombria e profunda de mim... agradece.
?
?Porque no fundo, eu sei que merecemos.
?
?Eu cuspi primeiro.
?
?Ele apenas cuspiu em mim de volta — ou melhor, gozou em mim. Mas não só uma, nem duas... várias vezes. Foram várias belas gozadas em meus buracos e em todo o meu corpo, deixando-me totalmente coberta com sua deliciosa porra, grossa e amarga.
?
?**Fim.**

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Lição na Garotinha Racista

Codigo do conto:
262693

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
22/05/2026

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