Meu primo, o Rodrigo, de 32 anos, casado e com filho, me contou um dia que estava comendo uma ruiva novinha que tinha conhecido numa imobiliária. Camila. 20 anos, pele clara, sardas no rosto e um corpo que ele definia como “pitelzinho”: gordinha no ponto certo, com uma bunda grande e, principalmente, um par de peitões enormes que balançavam quando ela andava.
Ele comia ela sempre que dava. Motel, ou até no carro. Às vezes ele conseguia dar uma escapada do trabalho e mandava mensagem pra ela pedindo um boquete. Ela aceitava, e ele ia na casa dela, sujo e suado depois de um dia do trabalho, pegava ela, e levava pra alguma rua escura pra ela chupar o pau até ele gozar. Depois que ele gozava na boca dela e fazia ela tomar todo o leitinho dele, deixava ela de volta em casa, com a boca fedendo a leite. Mas como meu primo era casado, nem sempre conseguia atender quando ela mandava mensagem no calor do momento. Foi aí que ele começou a me oferecer:
— Irmão, quer ir no meu lugar hoje? A Camila tá pedindo rola. Fala que é meu primo, ela topa.
No começo ela negou. Não me conhecia, não confiava. Até que um dia ela sumiu. Começou a namorar um milico da idade dela e cortou todo mundo. Bloqueou, tirou do Instagram, acabou.
Meses depois, do nada, ela me adicionou de novo. Rodrigo nem quis aceitar o pedido. “Melhor deixar quieto, tô casado, foda-se”. Eu aceitei. Não demorou alguns minutos e ela me mandou mensagem: “Ta afim de me comer hoje?” Nem consegui acreditar, enfim iria comer ela, tomei um tadalafila pra dar a maior surra de pica da história nela.
Busquei ela em casa, e chegamos no motel. Era calor, ela estava apenas com um shortinho e uma blusa coladinho. Os peitões esticavam o tecido, os bicos marcados. O cabelo ruivo solto, boca carnuda. Nem falamos muito. Ela me puxou pela camisa e me beijou com fome.
Em menos de dois minutos ela já estava de joelhos. E ali, porra, foi o melhor boquete da minha vida.
A Camila não chupava por obrigação. Ela chupava porque adorava. Ajoelhava com vontade, olhava pra cima com aqueles olhos verdes cheios de tesão e enfiava meu pau grosso na boca até babar inteiro. Era molhado, barulhento, saliva escorrendo pelo queixo, pingando nos peitões. Ela lambia as bolas, chupava a cabeça inchada, batia o pau babado no próprio rosto e sorria.
"Esse é o meu segredo", ela dizia enquanto batia minha rola na língua, "eu gosto pra caralho de ajoelhar e mamar, nasci pra isso"
Eu segurava o cabelo ruivo dela e fodia sua boca com força. Ela engasgava, babava mais, mas não parava. Os olhos lacrimejavam de tesão. Eu batia o pau pesado na cara dela, deixava ela vermelha, e ela pedia mais.
Tirei a blusa dela, os peitões enormes saltaram pra fora, pesados, rosados. Eu metia o pau entre eles enquanto ela apertava e lambia a cabeça que aparecia no decote. Depois voltava pra boca, chupando com mais vontade ainda.
Não aguentei.
— Vou gozar, porra…
— Na minha cara… goza na minha cara — ela pediu, abrindo a boca e colocando a língua pra fora.
Gozei forte. Jato atrás de jato, grosso, branco, cobrindo a cara dela toda. Parte na boca, parte nas bochechas, escorrendo até os peitos. Camila gemeu, passando os dedos no meu leite e lambendo, olhando pra mim com cara de puta safada.
Depois disso fodi ela de quatro, de lado, por cima. Ela gemia alto, rebolava gostoso, apertava a buceta molhada no meu pau. Mas confesso: o que mais marcava era a boca dela. Aquela ruivinha gordinha tinha um talento absurdo pra mamar.
Transamos mais duas vezes naquele mesmo dia. Em todas eu gozei na cara ou na boca dela. Ela pedia. Dizia que adorava sentir quente batendo no rosto.
Depois disso viramos rotina por um tempo. Eu ia. Comia ela com vontade, batia o pau na cara, enchia a boca de porra. Era puro sexo sem compromisso, cru e delicioso.
Até que ela começou a namorar outro cara mais sério. Me excluiu de novo. Hoje está casada com ele, pelo que sei. Às vezes ainda lembro daquela boca quente e babada, daqueles peitões balançando enquanto ela me chupava de joelhos. no próximo conto vou falar sobre a vez em que eu e mais dois primos comemos ela ao mesmo tempo
helio1990