Foi Assim que Mamãe me Ensinou a ganhar Dinheiro de Coroa usando a Xereca
Bem, fiz a minha apresentação e agora todos vocês já me conhecem minimamente. Sou a Rô, tenho 51 anos. Professora de história de curso preparatório e puta nas horas vagas. Sou casada, mãe de um casal de belos jovens. Larissa e Rodrigo. Meu marido, por conta de tudo o que passamos e da minha condição de ser viciada em sexo, hoje é um cuckold formidável. Minha filha, com seus 22 anos, descobriu que o que tem no meio de suas pernas é uma mina de ouro. Como ela gosta da coisa, concilia a vida com estudo de medicina, prostituição e venda de conteúdo online. O fruto não caiu longe do pé. Tenho muitas histórias para contar. Minha vida daria não um livro, mas uma série e tanto! E como tudo isso começou? Bem, vamos falar de coisas que aconteceram a muitos anos atrás, lá no início da década de 90. Minha mãe me teve muito jovem. Fui criada em Valentim Gentil, uma cidade pequena do interior de São Paulo. Sou fruto de uma noite de aventuras, daquelas que não deixam nome, só consequência. Ela sempre foi presente. Do jeito dela. Mãe e, ao mesmo tempo, amiga. Quando meus hormônios começaram a gritar mais alto, minha mãe e eu conversamos. E conversamos de verdade. Sexo nunca foi tabu dentro de casa. Pelo contrário, ela falava abertamente, explicava, orientava sem filtro, sem restrição, sem vergonha. Falava do que os homens gostavam. Logo as vontades apareceram. Foi assim que eu fui me descobrindo, vivenciado, experimentando. Minha mãe era uma mulher da vida, descobri isso por volta dessa época. Ela trabalhava em um cabaré perto da prefeitura da cidade. Era por esse motivo que a família nos evitava. Vergonha. Julgamento. Eu nunca tive. Entendia a minha mãe, entendia seu fogo e como o trabalho poderia ser agradável. Foi através da sua profissão que ela sustentou a casa. Que pagou minhas coisas. Que garantiu que nada me faltasse. Minha mãe ficava fora até tarde e eu comecei a aprontar. Ia com um garoto por semana para casa. O tempo passou e eram dois por semana. Depois três. As vezes, dois ao mesmo tempo. E tudo foi evoluindo. Era divertido e prazeroso. Gozar era uma delícia. Não demorou muito para que minhas amigas também começassem a aparecer com seus garotos. Cada uma trazendo suas curiosidades, suas vontades, seus segredos. A casa virou um espaço nosso. De descoberta. De excesso. De liberdade. Fizemos boas orgias por lá. Minha mãe sabia o que andava aprontando, até porque, eu mesma contava. Ela nunca me impediu, apenas orientava pelo cuidado. Dava dicas! Ela só me exigiu uma coisa: Discrição. "Cuidado, os vizinhos não devem saber o que vocês estão aprontando aqui". E eu… sempre fui muito boa em seguir regras quando fazia sentido. Obedecia minha mentora da putaria. Minha mãe tinha um cliente que era diferenciado de todos os outros. Ele era um homem maduro, com mais de 65 anos. Respeitado na cidade, era um político daqueles de carreira. Já havia sido deputado e hoje é vereador. Ele presidia a assembleia municipal e era muito influente. Era casado, com filhos e fazia questão de prezar pela boa imagem para a comunidade. Mas no fundo, era um safado sem freios. Como ir ao cabaré para se divertir era algo inapropriado para sua imagem, ele frequentava a nossa casa e minha mãe o atendia. Ele era tão astuto que usava o carro de um funcionário para ir até lá em casa. Minha mãe me avisou que este cliente especial viria para um atendimento e a minha curiosidade falou mais alto. Disse a ela que em vez de sair de casa, como costumava fazer, eu queria ficar para espiar. Minha mãe riu da minha curiosidade e aceitou. Quando o homem chegou, eu o recebi. Ele ficou espantado com a minha presença. Era acostumado a ser recebido pela minha bela mãe e sempre ter a casa vazia. Olhou para os lados, tentando ver se algum vizinho nos observava e logo entrou para casa. Era um homem gordo, por volta de 110Kg, grisalho, com um bigode branco e grande. Eu o conduzi até o quarto de mamãe e quando ele chegou, a viu deitada com um robe, já sem roupa e com sorriso no rosto. Encostei a porta e fui expiar pela janela do banheiro. Ouvi eles conversando e mamãe garantindo a minha descrição. Não demorou e o homem se despiu. E mamãe começou a chupá-lo. Ela não tinha a mesma afobação que nós meninas. Não, ela não. Ela parecia saborear, sentir e curtir o momento. Demorou até ela começar a dar mais pressão e velocidade na mamada. Vi ele puxar ela, colocando de quatro e lambendo seu cu e boceta. Não demorou e ele começou a meter na vadia da minha mãe enquanto ela estava de quatro. Eu estava de boceta molhada, minha mãe curtia e era paga por isso. Não aguentei e comecei uma boa siririca por cima do meu shortinho. Observava mamãe fazer seu prazeroso trabalho e comecei a entender o poder de uma boa foda. Eles fodiam sem camisinha, por ser um cliente confiável e regular. Ele não se importou e depois de uns bons trinta minutos e após umas duas gozadas minha, ele finalmente esporrou. Esporrou gemendo, gozando seu leite dentro da minha mãe. Vi ele se levantar da cama e ir para o banheiro para se arrumar e ir embora. Decidi sair da minha posição para não ser vista. Quando ele estava saindo de casa, entrando no carro, fui até a janela e bati no vidro. Tomei coragem e entreguei a ele a minha calcinha gozada. Disse que ouvir ele foder me deixou daquele jeito, aquilo era um suvenir. Ele me deu um olhar afiado, observando meu corpo e cheirou a peça. Ele disse que voltaria em breve e guardou no bolso. Contei a minha mãe o que fiz e ela disse que fiz bem. Ele era um cliente generoso. Ele voltou para outro atendimento em 3 dias. Minha mãe ficou espantada com a velocidade. De novo os observei de longe, sem eles saberem. Quando terminaram de foder, ainda deitados na cama ouvi ele perguntar cosias a meu respeito. Minha mãe respondeu que eu estava me descobrindo e já andava aprontando. O pau do velho Mario ficou duro de novo e minha mãe se pôs a chupar. Em seguida montou nele de novo para apagar seu fogo. Mario voltou mais três vezes em um período muito curto e minha mãe estava empolgada com os ganhos. Não demorou e a curiosidade do homem aflorou e ele fez a proposta a minha mãe… Uma proposta indecente em valores e desejos. Como ela sabia que eu me excitava, me perguntou — Então Rô, ele quer nós duas. Você toparia filha? Claro que topei. Ele veio no dia seguinte. Fui eu que o recepcionei naquele dia. Não estava tensa, na verdade, estava de xota toda babada. Entramos no quarto da minha mãe nos beijando e ele me agarrando e invadindo minha calcinha com os dedos sentindo a minha vontade em fazer aquilo. Até minha mãe ficou espantada. Me ajoelhei em sua frente e comecei a puxar o zíper da calça. Ele começou a despir a camisa. Puxei a cueca e seu cacete estava duro apontado em minha direção. Não era o maior com quem eu já tivesse experiência, mas senti que era uma grossura perfeita. Senti o cheiro de macho em sua virilha e aquela sensação selvagem me tomou. Comecei a chupar ele com intensidade, como uma ansiosa por leite. Minha mãe se aproximou de nós e ele começou a chupar seus peitos. — É parece que o fruto não caiu longe da arvore a final de contas. — Disse o safado. — Não mesmo, eu e minha mãe somos as maiores piranhas dessa cidade. E nesse momento ele gozou. Gozou ouvindo as minhas palavras. Parece que seu tesão na fantasia estava acumulado ao ponto de não se aguentar para uma foda de verdade. Ele jorrou sua porra quente nos meus peitos e rosto. Não deixei ele desperdiçar muito e abocanhei seu pau para beber o leite espeço que era meu por direito. Engoli o que ele me deu. O cheiro forte de macho agora emanava de mim. Fui batizada como puta ali, pois além de gostar, seria paga. Minha mãe veio até mim, carregando um sorriso safado. Ela queria a parte dela. Com delicadeza, ela lambeu primeiro meu rosto e depois, meus pequenos seios. Minha própria mãe, conferindo o sabor do prazer que seu cliente havia despejado em mim. Mario, o nobre político de carreira, conservador e homem de família, observava a própria mãe lamber seu esperma do corpo da linda filha. Ele estava com um sorriso de prazer, de aventura. Aquilo sim era viver! Fomos os três para cama. Ele se deitou com sua barriga para cima. Minha mãe, se dedicou em mamar seu cacete. E eu, bem, decidi mostrar a ele como estava excitada de verdade. Abri minhas pernas e montei em seu rosto. Era sua vez de conhecer meus sabores. Ele entendeu que eu era uma vagabunda quando se refastelou com o mel da minha xereca, lisa, pequena, pouco usada. Seu bigode rosava em mim de um jeito engraçado, me fazia rir e ao mesmo tempo ter prazer. Até então, havia apenas sentido rostos lisos de rapazes explorando aquela área. Mario segurou minha cintura, e grunhia feito animal em prazer. Mais uma vez, seu pau estava duro. Minha mãe vagabunda, não se aguentou e montou nele. Ela me fez virar para ver seu trabalho sendo feito. Senti Mario agora lamber meu cu, forçando a língua a entrar. Relaxei, permiti ele sentir meu sabor. Vi minha mãe cavalgar. Cavalgar de verdade, como uma boa profissional que era. Ela tinha uma fome, algo que eu também partilhava. Mãe e filha. — Mãe eu quero. — Disse como em um gemido. Ela sorriu, tomando folego e saindo de cima dele. Bem, agora era a minha vez. Que tesão. Fui até a altura da sua cintura, aquele cacete estava vermelho, rígido, pulsando, melado. Fiz um drama, esfreguei um pouco minha bocetinha naquela pica. E então, sentei. Entrou tudo. Senti os pentelhos do homem na minha xana lisinha. Rebolei me esfregando um pouco, sentindo o vácuo maravilhoso se criando dentro de mim. Gememos, como amantes, enquanto minha mãe nos observava e se tocava. Mario me fodeu com força e eu retribui com vigor prazeroso. Ia contra as suas estocadas com força, com vontade, com desejo. Uma de suas mãos veio direto para um de meus mamilos. Ele me apertou e eu gemi de prazer. Com a outra mão, ele apertava a minha bundinha. Me entreguei a ele. Gozei. Gozei gostoso, forte. Ele não parou de meter com vontade. Me joguei por cima de seu corpo gordo. Senti sua respiração forte em meu pescoço. Ele queria mais, senti um de seus dedos invadindo meu cu, eu estava relaxada, entrou fácil. Seu corpo travou, seu pau estava fundo em mim. Ele urrou, estava gozando. Me ajeitei em cima dele, e fiquei observando seu rosto, enquanto tinha seus espasmos de prazer. Enquanto ele me inundava com seu leite espeço e safado. Nossas respirações se misturavam, fiquei travada naquela posição, engatada com o velho político. Beijei sua boca, sentindo seu bigode grisalho raspar meu rosto jovem. Minha mãe riu e falou que éramos um belo casal. Me senti incrível! Que foda! Minha mãe me pagou uma parte, Mario foi generoso. Ele passou a nos visitar com mais frequência, buscando os serviços de mãe e filha. Não só isso, ele começou a me procurar para programas apenas comigo e sempre fazia questão de além do dinheiro, deixar minha boceta cheia de leite. Foram alguns anos fazendo isso, até que ele me engravidou do meu filho Rodrigo. Não contei a ele que havia me engravidado. Como estava namorando com Alessandro, meu atual marido, disse que ele havia me engravidado e casamos. Nem Rodrigo, nem Alessandro, sabem dessa verdade. Mas este foi meu único descuido com um cliente.
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