Minha Amiga foi me Contar as Taras do seu Filho e Fui Conferir de Perto

    Rô aqui de novo! Como eu disse, sou uma professora de história, ninfomaníaca e puta nas horas vagas. Tenho 51 anos, corpo magro, natural e me cuido bastante. Maridinho cuckold, filha tarada e filho já encaminhado. Se quer saber mais, me segue, e venha ler todo meu material. Vamos ao conto!
    Nesse dia meu carro estava quebrado. Durante o intervalo, quando estava na sala dos professores contei a Rita meu problema.
— É a terceira vez em dois meses. — Falei frustrada — Parece que é um ajuste bobo que ninguém acerta na elétrica.
    Rita e eu somos “amiguinhas” de trabalho. É aquela amizade que não se aprofunda, mas está ali, existe a alguns anos e não dá para ignorar. Ela é professora de matemática, quarenta e poucos anos, magra, e sem sal. Aquele tipo de mulher que não brilha em local nenhum.
    Eu havia dito para ela que a tarde tinha compromisso, precisava ir para Perdizes. Eu teria um atendimento de tarde no meu estúdio, e lógico, ela não fazia ideia da minha segunda profissão. Ela se ofereceu a dar uma carona. Disse que teria de pagar o filho e levar ele para a na nova psicóloga que era no mesmo bairro. Agradeci e aceitei encontrar ela na hora do almoço no estacionamento da escola.
    Quando cheguei, estava carregando algumas sacolas cheias de provas, material de aula, minha bolsa e meu jaleco. Rita já me esperava ao lado do carro, mexendo no celular com aquela expressão cansada de professora mal paga que eu conhecia bem demais.
    Guardamos tudo no porta-malas e me sentei ao lado de Rita. Ela agora buscaria o filho, que estudava em outra escola próxima. Ela estava preocupada com ele. Disse que havia posto na psicóloga pois havia pego ele se masturbando. Seria a primeira seção dele.
— Nós passamos o dia todo com jovens! Essa parte dos hormônios eu não aguento! — Confessou Rita.
    Disse a ela que isso era normal, coisa de jovens. Ela disse que não, não do jeito que ele fazia as coisas. Disse que vasculhou o que ele andava vendo, e eram vídeos com mulheres maduras. Eram fetiches em mulheres maduras, casadas, mães, madrastas! Fetiche em cheirar calcinhas usadas, lamber o forro da calcinha usada! E coisas do tipo!
— O garoto estava com aquele pauzão duro, cheio de vontade, vendo mulheres que tem as nossas idades transando com jovens! Algumas até com vários jovens! — Disse ela ajeitando os óculos no rosto enquanto se atentava no trânsito e fazia uma ultrapassagem.
    Eu estava precisando foder, tava irritada com o problema do meu carro. Ouvir aquilo, me atiçou. Decidi que agora aquele assunto era algo de interesse! Minha cabeça começou a planejar um ataque. Nesse momento, confirmei que ela estava fazendo o melhor e que de fato uma psicóloga poderia ajudar.
    Logo chegamos na escola do Vinícius tivemos de trocar de assunto. O garoto me viu no passageiro e foi para porta de trás. Ele estava suado, disse que o último tempo tinha sido de educação física. O cheiro do pavãozinho me deixou molhada. Me apresentei como uma amiga da sua mãe. Rita completou “Ela dá aula de história.”, mal ela sabe que eu dou muito mais que isso.
    Quando chegamos no endereço do meu estúdio, pedi para ele me ajudar com minhas coisas que estavam na mala do carro, enquanto agradecia e me despedia de Rita. Ele desceu e educadamente me ajudou a carregar tudo até a portaria do prédio. Percebi ele me olhando. Que vontade!
    Ele voltou para o carro e eu subi. Tomei um banho e me preparei para meu cliente especial. Como era meu cliente fixo, fodemos sem camisinha. Enquanto estava na cama, deitada ao seu lado, curtindo o cheiro fresco de porra na minha pele, confessei a ele que estava com desejo do rapaz. Ele riu e reafirmou o quão safada eu era.
— Acabamos de foder e você tá pensando em mais?!
— Você me conhece bem né querido. — Respondi rindo.
    Passaram-se os dias, estava de volta com meu carro e perguntei a Rita como havia sido a psicóloga do Vinícius. Ela disse que o rapaz não foi atendido, pois ela teve um problema pessoal. Foi minha deixa! Meu plano que ainda estava meio nebuloso agora se consolidou em minha mente como um raio.
    Eu disse que no prédio do meu estúdio tinha uma muito boa, ela era nova e tinha técnicas modernas para acessar e se aproximar dos jovens. Rita ficou interessada. Pediu o contato. Passei o número de uma outra amiga minha que é do nosso meio da putaria, ela seria a “psicóloga” fake. Mandei um zap explicando meu plano e a guria confirmou, entrou no jogo e disse que poderia sim atender o doce filho da Rita.
    Claro que eu me propus de levar ele sempre, já que era um trajeto normal meu. Rita tinha que correr sempre para a outra escola para dar a aula do período da tarde e ela me agradeceu imensamente!
    Com tudo combinado na semana seguinte, fui buscar Vinícius para a sua primeira sessão. Antes de sair com o carro do estacionamento da escola, me troquei. Coloquei um vestido curto, um top e assumi o papel de MILF tarada. Parti com o carro e fui buscar o garoto.
    Assim que ele entrou no carona e me viu, sua expressão mudou. Ele estava em uma curiosidade tremenda e um desconforto incrível. Aquilo era divertido. Debrucei-me sobre ele beijando seu rosto e lhe dando um abraço. Ele estava suado, igual ao outro dia, havia saído da educação física.
    Fui dirigindo em direção ao meu estúdio, onde o rapaz iria fazer a sua “terapia”. Senti seu olhar queimar a minha pele. Sorri. Perguntei a ele se a expectativa da sessão de hoje era boa e ele deu de ombros. Disse a ele que sua mãe havia falado comigo a respeito de suas taras por mulheres mais velhas, casadas, fetiches com calcinhas. Disse que isso era normal na idade dele.
— Minha mãe falou isso para você?! — Questionou ele meio envergonhado, respirando fundo.
— Disse sim, mas isso é normal Vinícius. — Reforcei. — Assim como é normal, professoras casadas quererem foder com garotos mais novos.
    E então ele me olhou, tentando assimilar minhas palavras. Ele decidiu arriscar dizendo.
— Se conhecer uma me diz que eu taco o piru. — Disse ele atacando, talvez por defesa do que eu disse?
    Eu ri e logo chegamos. Estacionei na garagem subterrânea do prédio. Confessei a ele que eu era exatamente esse tipo de mulher. Perguntei se ele tacaria o piru em mim? Sem responder, ele saltou do carona e me beijou. Correspondi ao beijo e no carro mesmo começamos os amassos, mãos em todos os lugares.
    Ele puxou minha blusa e meus seios pequenos ficaram a mostra. Seu cacete marcava o short e suas mãos foram se aventurar em meus mamilos. Disse a ele que havia planejado tudo e sua terapia, bem, na verdade, seria outra. Em vez de falar dos fetiches, que tal polos em prática? Impedi seu avanço ou iríamos foder no carro! No elevador, ele apertava a minha bunda por baixo da saia e eu deixava. Ele chegou para o lado minha calcinha e sentiu meu cuzinho suado com sua mão curiosa. Esfregou o quanto pode e então levou os dedos para o rosto, para sentir meu cheiro. “Que tesão”, pensei. Entramos no meu estúdio e fechei a porta. Era hora de resolver o problema do filho da minha amiga, Rita. Foram segundos para nos despirmos e estarmos em cima da cama. O pau do garoto era grande, era lindo, estava duro feito pedra. Ali havia desejo e fome juvenil. Que delícia.
    Eu disse a ele que estava suada devido a minha manhã de trabalho, mas ele não quis saber, veio cheio de sede ao pote. Me chupava do cu a boceta. Ele se deliciava com o sabor da minha excitação, que não parava de escorrer diante da sua forte investida. O garoto resolveu focar no meu grelo, então gozei. Gozei gostoso, como uma safada que sou. O garoto parecia fascinado com minha excitação.
    Propus um 69, a final, também mereço me divertir com aquela pica deliciosa. Nosso encaixe foi perfeito. Aquele pau estava muito duro, e também pude sentir o cheiro de suor de um garoto que quer ser macho de verdade. Mamei bem babado, algo que sei que uma garota novata não faz direito. Mamei, punhetei e bati com aquela porra na minha cara, enquanto ele chupava a minha boceta. Tentei me conter, tive medo dele gozar. Me estiquei e peguei uma camisinha. Vesti o garotão e fui por cima dele.
    Cavalguei no garoto, joguei meu corpo por cima do dele e o beijei! Beijei como amante, sentindo seu rosto melado com meu mel. Ele socava a pica com vontade.
— Então é assim que gosta de foder com mulher casada é?
— Sua puta safada! Cachorra! — Disse ele dando um tapa na minha bunda.
— Gosta de bater é? Gosta de bater em puta? Puta de verdade toma na cara.
    Então veio o primeiro de muito dos tapas que ele resolveu me dar no rosto.
    Fodemos com vontade, ele me comia com vigor e demorava a gozar!
    Mudamos de posição, fiquei de quatro e dei oportunidade dele estapear minha bunda. Ele socou aquele piru grosso na minha bocetinha molhada e com dedão, explorou meu cuzinho. Gemi, xinguei e pedi mais.
— Quero a sua porra seu puto, vê se não vai gozar na camisinha.
    Me virei, deitei e abri as pernas, queria ver ele se empenhando em meter. Nesse momento nosso suor já estava misturado. Ele começou a gemer e fazer caretas.
— Me da sua porra vai! Jorra teu leite nessa puta safada vai. Assim que vagabunda de verdade gosta, me da leite!
    Ele puxou o cacete de dentro de mim, tirou o preservativo e começou uma punheta forte. Não demorou nada e a porra jorrou. Jorrou forte, pela minha virilha abdômen e seios. Jatos fortes e carregados. Sinal claro de quem tinha vontade e estava se segurando.
    Ele se deitou ao meu lado e ri de prazer. Beijei ele como um namorado. Falei a respeito da minha segunda profissão e que planejei aquilo quando a mãe dele me contou seus segredos. Dei dicas a ele de como ser mais discreto, para mãe não pegar e como premio do bom trabalho, ele ganhou minha calcinha usada, suada e marcada com meu cheiro de um dia de uso.
    Foi um ótimo negócio, para ele e para mim. Repetimos várias semanas a nossa terapia. Ele era gostoso. Mas não só ele, ele e alguns amigos. Cuja oportunidade tive em provar, mas ai é história para um outro momento!
Beijos da Rô, a sua ninfo favorita!
Foto 1 do Conto erotico: Minha Amiga foi me Contar as Taras do seu Filho e Fui Conferir de Perto


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha Amiga foi me Contar as Taras do seu Filho e Fui Conferir de Perto

Codigo do conto:
264317

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
13/06/2026

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6

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