Mariana sempre foi um espetáculo. Aos 32 anos, seu corpo parece ter sido esculpido para desafiar o bom senso. Com 1,67m, ela carrega curvas generosas e impossivelmente bem distribuídas. Seus seios são grandes, pesados e naturais — um farto 44 que balança com suavidade a cada passo. A cintura é macia, com aquela leve camada de gordura que só torna uma mulher madura ainda mais sensual. Mas é sua bunda que sempre me tirou o juízo: enorme, redonda, empinada, com um formato perfeito que marca qualquer tecido e parece implorar por atenção.
Naquela manhã, eu a convenci a usar o micro biquíni que eu havia comprado meses antes e que ela nunca tivera coragem de estrear. Era preto, mínimo, com triângulos pequenos demais para conter seus seios e uma calcinha que mal cobria a metade superior de suas nádegas generosas.
— Você tem certeza, amor? — perguntou ela, parada diante do espelho do quarto, virando-se de lado para analisar o próprio reflexo. A voz soava tímida, mas eu percebi o brilho sutil nos olhos castanhos.
— Absoluta — respondi, aproximando-me por trás e segurando sua cintura. — Você é linda demais para esconder isso tudo.
Ela mordeu o lábio inferior, aquele gesto que sempre me enlouquece, e assentiu. Quando vestiu uma saída de praia fina por cima, o tecido quase transparente deixava entrever as curvas generosas. Meu pau já latejava dentro da bermuda antes mesmo de sairmos de casa.
Chegamos à Praia da Costa por volta das dez da manhã. Escolhemos um canto mais reservado, próximo às pedras, onde o movimento era bem menor. O sol batia forte e o mar quebrava com força contra a faixa de areia. Estendi a canga, e Mariana tirou a saída de praia lentamente. O momento em que ela se revelou ao ar livre foi quase sagrado.
Seus seios pesados balançaram suavemente quando ela se abaixou para passar o protetor solar. A pele morena clara brilhava sob o sol capixaba. A calcinha do biquíni desaparecia entre as nádegas monumentais, deixando à mostra quase toda aquela bunda suculenta, redonda e firme. Quando ela se deitou de bruços, arqueando levemente as costas, a visão foi devastadora. Aquelas duas metades generosas se projetavam para cima, brilhando com óleo, separadas por um fiozinho preto que mal cumpria sua função.
Fiquei sentado ao lado dela, fingindo ler um livro, mas meus olhos não conseguiam se desviar. Foi então que eles apareceram.
Dois rapazes, provavelmente com uns 25 ou 26 anos, caminharam pela areia e pararam a uns dez metros de nós. Eram altos, atléticos, com corpos definidos de quem frequenta academia. Um era loiro, de cabelos curtos; o outro, moreno, com barba bem aparada. Eles estenderam suas toalhas e, discretamente, começaram a olhar.
No começo, senti o velho ciúme subir pela garganta. Apertei a mandíbula. Mas algo estranho aconteceu: quanto mais eles olhavam, mais meu pau endurecia. Era uma ereção quase dolorosa, latejante, que me obrigava a ajustar a bermuda constantemente.
Mariana, alheia a princípio, virou o rosto para mim e sorriu.
— O sol está gostoso hoje, né?
— Está — respondi, a voz um pouco rouca.
Ela se apoiou nos cotovelos para pegar o celular, e seus seios pesados pressionaram contra a canga, quase escapando dos triângulos do biquíni. O movimento fez sua bunda empinar ainda mais. Foi nesse instante que o moreno não disfarçou mais. Seus olhos percorreram descaradamente o corpo da minha esposa, detendo-se longamente naquela bunda exposta.
Senti uma onda quente subir pelo meu peito. Não era raiva. Era excitação pura, crua, animal.
— Mariana... — murmurei.
— Hum?
— Aqueles caras estão te olhando.
Ela virou o rosto discretamente na direção deles. Percebi que seu corpo ficou ligeiramente tenso. Mas não se cobriu. Ao contrário, permaneceu na mesma posição, apenas mordendo o lábio inferior de leve.
— Estão mesmo? — perguntou baixinho, quase num sussurro.
— Estão. Principalmente o moreno. Ele não tira os olhos da sua bunda.
Houve um silêncio carregado. Eu via o peito dela subir e descer mais rápido. Os bicos dos seios, visivelmente endurecidos, marcavam o tecido fino do biquíni.
Depois de alguns minutos, o moreno se levantou e caminhou em nossa direção, carregando uma bola de frescobol. Parou a uns três metros e sorriu, mostrando dentes brancos.
— Com licença... Vocês se importam se a gente jogar aqui perto? A areia está melhor nessa parte.
Mariana olhou para mim, depois para ele. Sua voz saiu mais rouca do que o normal:
— Pode jogar... não tem problema.
O rapaz agradeceu, mas não voltou imediatamente. Seus olhos desceram pelo corpo dela sem pudor. Demorou-se nos seios, depois na curva da cintura, e por fim fixou-se na bunda empinada. Mariana, para minha surpresa, não se mexeu. Permaneceu deitada, exibindo-se.
Durante os minutos seguintes, os dois rapazes jogaram frescobol bem próximo. Cada vez que a bola caía perto de nós, um deles se aproximava. O moreno, especialmente, não perdia oportunidade de olhar. Em certo momento, a bola caiu bem ao lado da canga de Mariana. Ele se abaixou devagar para pegá-la, ficando a menos de um metro dela.
— Desculpa aí — disse ele, com um sorriso charmoso.
— Tudo bem — respondeu Mariana, virando o rosto para ele. Seus olhos se encontraram. Vi o rubor subir pelo pescoço dela.
Quando ele se afastou, ela virou o rosto para mim. Seus olhos castanhos estavam escuros, dilatados.
— Euclides... — sussurrou.
— Eu sei — respondi, a voz baixa. — Eu vi.
Coloquei a mão sobre a coxa dela e subi lentamente até quase tocar a curva da bunda. A pele estava quente, macia. Deslizei os dedos por baixo do fio do biquíni e senti que ela estava molhada. Encharcada.
— Você gostou dele olhando, não gostou? — perguntei, quase sem acreditar nas minhas próprias palavras.
Mariana fechou os olhos por um segundo, respirando fundo.
— Eu... eu não sei. Estou com vergonha de admitir.
— Não tenha vergonha — murmurei, aproximando meus lábios do ouvido dela. — Eu estou duro pra caralho só de ver eles te desejando.
Ela soltou um suspiro trêmulo. O moreno jogou a bola de propósito mais perto novamente. Dessa vez, quando ele se abaixou, seus olhos estavam fixos na fenda entre as nádegas dela. Mariana, involuntariamente, arqueou um pouco mais as costas.
Naquele momento, algo dentro de mim se quebrou de vez. O ciúme de antes havia desaparecido por completo. Em seu lugar, restava um tesão avassalador, uma excitação profunda e pervertida que eu nunca havia sentido. Ver minha esposa — a mulher que eu amava e que sempre protegi — sendo desejada tão abertamente por outro homem me deixava em êxtase.
Fiquei ali, assistindo, enquanto os dois rapazes continuavam seu jogo. Eles não eram mais discretos. Comentavam entre si, riam, e olhavam abertamente para o corpo voluptuoso da minha esposa. Mariana, por sua vez, parou de fingir que não percebia. Deixava os seios quase escaparem do biquíni quando se mexia, e rebolava discretamente a bunda quando passava óleo nas pernas.
Quando o sol ficou mais forte, ela se virou de barriga para cima. Os seios pesados se espalharam levemente, o decote profundo revelando quase tudo. Os bicos duros eram impossíveis de esconder. O moreno parou de jogar por um instante só para admirar.
Voltei para casa dirigindo em silêncio pela Avenida Vitória, com a mão entre as coxas dela. Mariana estava quieta, mas sua respiração traía a excitação.
Assim que entramos no nosso apartamento em Vitória, eu a prensei contra a parede do corredor. Beijei sua boca com fome, apertando aquela bunda enorme com as duas mãos.
— Você gostou de ser olhada hoje, não gostou? — perguntei entre beijos.
— Gostei... — confessou ela, a voz rouca. — Me senti... desejada.
— Eu quero mais disso — confessei, finalmente dizendo em voz alta o que descobrira naquele dia. — Quero ver outros homens te desejando. Quero ver você se exibindo pra eles.
Mariana me olhou com surpresa, mas também com um fogo novo nos olhos.
— Euclides... você está falando sério?
— Estou. E eu nunca estive tão excitado na minha vida.
Naquela noite, fizemos amor com uma intensidade que não tínhamos há anos. Enquanto metia nela, eu sussurrava no seu ouvido sobre os rapazes da praia, sobre como eles queriam foder minha esposa, sobre como a bunda dela os deixou loucos. Mariana gozou duas vezes, gemendo alto, o corpo tremendo.
Deitado ao lado dela depois, enquanto ela dormia, eu sorri no escuro.
Eu não era mais o marido ciumento. Eu havia me tornado algo diferente. E mal podia esperar para descobrir até onde isso nos levaria.

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