Mariana resistia. Sempre que eu tocava no assunto de levá-la adiante, de permitir que outro homem a tocasse, ela balançava a cabeça com firmeza, embora seus olhos traíssem uma excitação contida.
— Euclides, eu gosto que olhem… mas não vou dar pra outro. Isso é diferente — repetia ela, com a voz baixa e o rosto levemente corado.
Eu respeitava seu limite. No entanto, algo havia mudado desde a praia. Mariana começou a se vestir de forma mais ousada, como se testasse os próprios desejos e, indiretamente, os meus.
Tudo começou de forma sutil. Uma saia lápis mais justa que marcava suas coxas grossas e a curva generosa da bunda. Depois veio um vestido de alças finas com um decote que mal conseguia conter seus seios pesados. Leggings pretas que pareciam uma segunda pele, abraçando cada centímetro de seu quadril largo e destacando o formato perfeito de sua raba suculenta. Eu observava em silêncio, fascinado, enquanto ela se olhava no espelho do quarto, virando de lado, ajustando o tecido, mordendo o lábio inferior — aquele gesto involuntário que revelava sua excitação.
Numa quinta-feira à noite, aconteceu o evento que marcaria um novo patamar nessa nossa jornada.
Eu havia sido convidado para um jantar com diretores e sócios da empresa em um restaurante sofisticado à beira-mar, em Vitória. Era um ambiente elegante, com luz baixa, mesas bem arrumadas e vista para a orla. Convidei Mariana para me acompanhar, e ela aceitou sem hesitar. Quando saiu do quarto pronta, precisei me apoiar na parede por um instante.
Ela vestia um vestido preto, curto, justo no corpo, com um decote em V profundo que descia até o meio dos seios. O tecido era leve e ligeiramente brilhante, colando-se às suas curvas generosas. A barra terminava no meio das coxas, revelando boa parte de suas pernas macias e bem torneadas. Nas costas, o decote era ainda mais ousado, quase chegando à base da coluna. Seus cabelos cacheados escuros estavam soltos, volumosos, caindo sobre os ombros. Um batom rosado discreto realçava sua boca carnuda.
— Amor… você está… — não consegui completar a frase.
— Estou provocante demais? — perguntou ela, girando lentamente. O movimento fez o vestido subir um pouco, expondo mais da parte inferior de sua raba.
— Está perfeita — respondi, sentindo o pau endurecer dentro da calça social.
Durante o trajeto de carro, mantive a mão sobre sua coxa, subindo lentamente. Mariana estava quieta, mas eu percebia sua respiração mais acelerada.
O restaurante estava cheio de rostos conhecidos. Eram cerca de doze pessoas na nossa mesa longa, incluindo dois diretores mais velhos, três gerentes próximos à minha idade e dois sócios mais jovens, todos bem-sucedidos e com olhar atento. Assim que Mariana entrou, notei as reações. Olhares discretos se transformaram em admiração aberta. Um dos gerentes mais novos, chamado Ryan, mal disfarçou quando seus olhos desceram pelo decote dela.
Sentamo-nos. Mariana à minha direita, com Ryan quase à frente dela. O jantar começou leve, com conversas sobre negócios, mas o vinho logo soltou as línguas. Mariana bebeu duas taças com mais rapidez que o habitual. Seus olhos castanhos ganharam um brilho úmido e perigoso.
Foi então que começou a exibição.
No início, foi sutil. Ela cruzava e descruzava as pernas devagar, permitindo que o vestido subisse um pouco mais a cada movimento. Em certo momento, ao se inclinar para pegar a taça, o decote cedeu. Um dos seios pesados quase escapou, revelando o contorno escuro da aréola por um breve segundo. Ryan engoliu em seco. Eu, ao lado dela, sentia o coração disparar.
— Você está bem? — sussurrei em seu ouvido, fingindo preocupação.
— Estou… quente — respondeu ela, com a voz já rouca.
Incentivado, coloquei a mão sobre sua coxa por baixo da mesa e apertei levemente. Mariana não afastou minha mão. Ao contrário, abriu um pouco as pernas.
Durante a sobremesa, ela se levantou para ir ao banheiro. O vestido colado marcava cada curva. Todos os olhares masculinos da mesa a acompanharam. Quando voltou, caminhou devagar, rebolando discretamente, consciente do efeito que causava. Ao sentar-se novamente, cruzou as pernas de forma que o vestido subiu quase até a virilha. Ryan não conseguia mais disfarçar. Seus olhos estavam fixos nas coxas grossas e no decote generoso.
Em determinado momento, um dos sócios mais velhos fez um comentário elogioso:
— Mariana, você está radiante esta noite. Euclides é um homem de sorte.
Ela sorriu, aquele sorriso fácil que escondia sua natureza safada, e respondeu com doçura:
— Obrigada. Eu tento me arrumar bem para ele.
Mas enquanto falava, sua mão esquerda desceu discretamente e puxou o decote um pouco mais para o lado. O movimento foi quase imperceptível, mas suficiente para que Ryan tivesse uma visão clara do vale profundo entre seus seios pesados.
Meu pau estava dolorosamente duro. Eu me inclinava para perto dela e sussurrava:
— Eles estão loucos por você. Olha como o Ryan não consegue tirar os olhos dos seus peitos.
Mariana mordia o lábio inferior e rebolava discretamente na cadeira, esfregando as coxas uma na outra. Sua respiração estava pesada. Eu via o rubor subir pelo seu pescoço moreno claro.
Perto do final da noite, a música ambiente ficou um pouco mais alta. Alguns casais se levantaram para dançar em um pequeno espaço ao lado das mesas. Mariana me puxou. Dançamos colados por alguns minutos, mas logo outros homens pediram para dançar com ela. Primeiro um dos diretores, depois Ryan.
Quando ela dançou com Ryan, foi o ápice da exibição. Ele colocou a mão na curva de sua cintura, descendo perigosamente perto da bunda. Mariana não afastou. Ao contrário, rebolava devagar, pressionando aquele quadril largo contra ele. O vestido subia a cada movimento, revelando a parte inferior de sua raba suculenta e empinada. De onde eu estava sentado, via tudo com clareza. Ryan estava visivelmente excitado, o volume na calça pressionando contra o corpo da minha esposa.
Voltei para casa dirigindo com uma mão no volante e a outra entre as pernas dela. Mariana estava encharcada. A xota dela pingava, molhando meus dedos e o banco do passageiro.
Assim que entramos no apartamento, fechei a porta e a prensei contra ela. Beijei sua boca com urgência, apertando seus seios pesados por cima do vestido.
— Você foi uma puta safada hoje — murmurei contra seus lábios.
— Eu só… deixei eles olharem — respondeu ela, ofegante.
Desci o zíper do vestido. Ele caiu aos seus pés, revelando que ela não usava sutiã. Seus seios grandes e naturais saltaram livres, bicos duros e escuros. Virei-a de costas e apertei aquela raba enorme com as duas mãos, abrindo bem as nádegas.
— Você rebolou pra ele. Deixou ele sentir sua raba gostosa… — falei, enquanto esfregava meu pau duro entre suas carnes macias.
Mariana gemeu, empinando mais o quadril.
— Gostei que ele olhasse… que ele quisesse… mas eu não vou dar pra ele, Euclides. Eu juro.
Suas palavras diziam uma coisa, mas o corpo traía outra. A xereca dela estava pingando, inchada e brilhando de tesão entre as coxas grossas.
Eu a levei até o quarto, coloquei-a de quatro na cama e enfiei meu pau na xota quente e molhada de uma vez. Mariana soltou um gemido longo e rouco. Enquanto metia fundo, segurando sua cintura macia, eu continuava sussurrando:
— Imagine se fosse o pau do Ryan te comendo assim… imagine ele batendo nessa raba grande enquanto eu assisto.
— Não… eu não vou… — gemia ela, mas rebolava contra mim com força, empinando a bunda ainda mais.
— Só de imaginar você se exibindo pra ele já te deixa assim, não é?
— Sim… ai, meu Deus… sim…
Ela gozou primeiro, o corpo tremendo violentamente, a xota apertando meu pau com força. Continuei metendo fundo até gozar dentro dela, enchendo sua xavasca quente enquanto imaginava o futuro que se aproximava.
Depois, deitados na cama, suados e exaustos, Mariana virou o rosto para mim. Seus olhos castanhos estavam serenos, mas ainda carregados de desejo.
— Euclides… eu gosto disso. Gosto que me olhem, que me desejem. Mas ainda não estou pronta para dar pra outro. Entende?
— Entendo, amor — respondi, acariciando seus cabelos cacheados. — Vamos devagar. Só quero que você se sinta desejada.
Ela sorriu, beijou meu peito e adormeceu.
Fiquei acordado por mais algum tempo, olhando o teto. Sabia que estávamos apenas no começo. Mariana estava se soltando aos poucos, e cada exibição a deixava mais molhada, mais receptiva. O dia em que ela finalmente cedesse estava se aproximando. E eu mal podia esperar para vê-la se entregar completamente.



Ótimo conto e delicioso relato, que maravilha amigão, quem tem a sorte de ser casado com uma mulher linda, gostosa e bem safadinha é tudo de bom e bem gostoso. Imagino o tesão de ver a esposa desfilando e provocando milhões de olhares famintos, cheios de desejos e muito tesão, louco pra foder com e depois disso tudo, você constatar que ela ficou com a bucetona toda babadinha, que delicia amigo, você é um sortudo e privilegiado parabéns. As fotos são deliciosas. votado e aprovado
Que mulher espetacular, realmente não tem como resistir, venham um dia se divertir pelas praias do RJ podem viver fantasias incríveis
Delicia de conto, calma sua hora de ser corno vai chegar, maravilhosa a mariana