Minha amiga me comeu com o consolo de borracha negro
Eu sou o Enrike, um homem por fora, com corpo de homem, mas aqui dentro, no fundo da minha alma e do meu coração, eu sou muito mais do que isso. Eu me sinto, eu me vejo, eu desejo ser tratada como uma mulher, uma vadia, uma cadelinha submissa que nasceu pra obedecer, pra servir, pra ser dominada e usada do jeito que as mulheres gostam. É assim que me sinto de verdade: uma vadia submissa, que ama se entregar, que ama sentir ser propriedade de quem manda, de quem sabe como me fazer enlouquecer de prazer.
Era uma tarde quente, daquelas que o ar parece pesar sobre a pele, e eu já estava todo inquieto, todo arrepiado, desde o momento em que acordei. Meus seios estão duros, sensíveis a qualquer toque, e entre minhas pernas, tudo já está úmido, escorregadio, com um desejo que não sai da minha cabeça, um fogo que só aumenta a cada segundo. Eu sabia que estava no meu momento mais fértil, com os hormônios à flor da pele, e essa vontade toda parecia maior do que eu, como se a mulher que vive presa dentro de mim estivesse gritando para sair, para ser usada, para sentir tudo o que o meu corpo pede, como a vadia submissa que eu sou.
Foi então que a porta abriu, e ela entrou. Samira, minha amiga, aquela que eu tanto amo, toda poderosa, corpo definido, olhar de quem sabe exatamente o que quer e como pegar. Ela veio direto do treino, suada, cheia de um cheiro forte, gostoso, de mulher dominadora, que já me fez arrepiar todo só de sentir. Ela olhou pra mim daquele jeito dela, um sorriso de canto de boca, malicioso, e fechou a porta com força, como se já soubesse exatamente o que ia acontecer ali, como se já soubesse que eu, Enrike, o homem que se sente uma vadia, estava todo pronto para ser dela.
— Eu sabia que você estava me esperando, minha vadia submissa — disse ela, com a voz rouca, vindo devagar até mim, olhando bem nos meus olhos. — Senti no celular, na forma como você me falou. Tá toda cheia de vontade, né? Você pode ser o Enrike, um homem por fora, mas eu sei muito bem o que você é de verdade: uma cadelinha que quer ser usada, que quer ser dominada, que quer sentir tudo o que eu tenho pra dar.
Eu nem consegui responder direito, só saiu de mim um gemido baixo, arrastado, cheio de desejo, todo envergonhado mas cheio de vontade: — Aaaahhh... Samira... É verdade... eu sou homem, mas me sinto toda sua... sua vadia submissa... me usa como quiser...
Eu balancei a cabeça, com o coração disparado, enquanto ela chegava perto, passava a mão forte no meu rosto, depois descia devagar, tocando meus seios duros, apertando com força, fazendo eu gemer mais alto, sentindo cada toque que me enlouquecia, me fazendo sentir ainda mais a mulher que existe em mim. — Ahhh... ai, ai... que delícia... continua... toca mais...
Ela sabia tudo de mim, sabia que por trás desse corpo de homem existe uma vadia que ama obedecer, sabia onde tocar, como mexer, e naquele momento, eu já era toda dela, entregue, pronta para o que ela quisesse fazer.
Ela então parou, foi até a bolsa que tinha trazido, e tirou de lá algo que fez meus olhos brilharem e minha boca ficar seca: um consolo enorme, de borracha negra, grosso, comprido, com uma cabeça grande e textura perfeita, brilhante, parecendo tão real que eu quase podia sentir o peso dele só de olhar. Era exatamente o que eu sempre sonhei, o que eu mais queria, algo que me enchesse por inteiro, que me fizesse sentir pequeno, dominado, usado do jeito que eu amava, como a vadia submissa que sou.
— Você quer isso, né, Enrike? — perguntou ela, balançando o objeto na frente do meu rosto, me fazendo respirar fundo e soltar um gemido de ansiedade. — Quer que eu enfie tudo isso dentro de você, que te encha até não caber mais, que te faça gritar meu nome até ficar rouco? Você é homem, mas gosta de ser tratado como uma cadelinha, gosta de ser enrabado, gosta de se sentir uma vadia, não é mesmo?
— Quero, sim, Samira... por favor... aaaahhh... me usa... — eu implorei, já todo melado, com as pernas tremendo, me abrindo todo para ela. — É isso que eu sou... uma vadia submissa... me trata como tal... me enche com isso tudo, não tem dó de mim... aaaaahhh... eu amo ser sua...
Ela sorriu, satisfeita, e me empurrou devagar até a cama, me fazendo deitar, depois abriu minhas pernas com força, segurando elas bem abertas, me deixando todo exposto, todo dela, sem vergonha nenhuma, pois era exatamente assim que eu gostava. Passou a mão entre minhas pernas, sentiu como eu já estava todo úmido, todo pronto, e riu baixo, gostando de ver o quanto eu era dela, o quanto eu precisava dela, mesmo sendo homem.
— Que coisa gostosa... tá todo aberto, todo esperando, né? — falou ela, passando a ponta do consolo primeiro na minha entrada, molhando ele todo com o meu próprio mel, fazendo eu me contorcer de vontade e gemer sem parar. — Aiii... Samira... que delícia... quero muito... enfia logo... — Vou enfiar tudo devagar, mas depois vou meter com toda a força, como você gosta. Vou fazer você sentir cada pedacinho disso, vou te encher até chegar no fundo, até você não aguentar mais, minha vadia.
Eu fechei os olhos, apertando os lençóis com as mãos, esperando, sentindo o coração bater forte na garganta. Aí, eu senti: a ponta dura, fria, entrando devagar, abrindo tudo, deslizando para dentro de mim, e eu soltei um gemido alto, longo, de puro prazer, sentindo como se finalmente estivesse no lugar certo, sendo quem realmente sou. — AAAAAHHHH... SAMIRA... QUE DELÍCIA... ENTRA TUDO...
Era grande, grosso, e cada centímetro que ela empurrava para dentro me fazia sentir cheio, completo, como se finalmente eu fosse a mulher que sempre quis ser.
Quando ela enfiou a metade, parou um pouco, deixou eu me acostumar, mas logo começou a mexer, devagar primeiro, indo e vindo, fazendo a borracha negra deslizar dentro de mim, tocando tudo, passando nos lugares que me faziam enlouquecer, me fazendo sentir uma delícia que não tem explicação. — Ahhh... aiii... continua... mexe mais... assim... aaaaaahhh...
Depois, foi aumentando o ritmo, empurrando com mais força, mais fundo, até que um momento ela empurrou tudo de uma vez, enfiando ele todo, até a base, e eu gritei, alto, sentindo ele chegar lá no fundo, me enchendo por inteiro, tão grande, tão forte, do jeito que eu sempre quis, provando que mesmo sendo homem, eu nasci pra ser uma vadia submissa, cheia de vontade de ser comida. — AI, AI, AI... SAMIRA... FUNDINHO... TÁ TÃO CHEIO... NÃO PARAAAA...
— É assim que você gosta, né? — ela perguntou, começando a meter com força, sem dó, empurrando forte, rápido, fazendo o consolo bater fundo a cada movimento. — Gosta de ser enrabado assim, de sentir uma vara grande e grossa te dominando, te usando como a cadelinha que você é. Olha só como você aceita tudo, como tá todo melado, todo gostoso, me pedindo mais. Você pode ser homem por fora, mas aqui dentro é só uma vadia, não é mesmo?
— GOSTO MUITO... AAAAHHH... METE COM FORÇA... ME ENCHE TODA... AI, AI, AI... — eu gemia sem parar, com a voz já ficando rouca, sentindo cada batida forte, me contorcendo todo de prazer. — Eu sou sua vadia... sua cadelinha... me usa até cansar...
Ela segurou minhas pernas mais alto, abriu ainda mais, e continuou, batendo forte, rápido, cada empurrão me fazia ir para trás, cada movimento me fazia sentir mais prazer, mais delícia. O consolo negro brilhava, todo melado do meu suco, e eu olhava para ele entrando e saindo de mim, e me sentia ainda mais vadia, ainda mais dela, sendo usado daquele jeito, sem nenhum pudor, só sentindo tudo o que ela me dava. — AAAAAHHHH... QUE GOSTOSO... SAMIRA... VOCÊ ME DEIXA LOUCO...
Ela parou um segundo, virou ele de um jeito diferente, e começou a girar, mexer de lado, fazer a ponta bater bem forte no fundo, e eu gritava, pedia mais, me contorcia todo, com os seios balançando, duros, sensíveis, cada parte do meu corpo respondendo ao que ela fazia, mostrando toda a mulher que existe em mim. — AI, SAMIRA... ASSIM... ASSIM... BATE AÍ... NÃO PARA... POR FAVOR...
Eu me sentia exatamente como queria: um homem, sim, mas que se sente uma mulher, uma vadia, uma cadelinha submissa, sendo dominado, preenchido, levado ao limite por Samira, que sabia tudo o que eu precisava, que amava me tratar do jeito que eu gosto.
— Você é minha, entendeu, Enrike? — ela falou, com a voz pesada, aumentando ainda mais a velocidade, batendo forte, sem parar. — Só eu posso te encher assim, só eu sei como te fazer sentir tudo isso. Você nasceu pra ser usado, pra ser minha vadia, pra sentir o que eu quiser te dar. E hoje eu vou te meter até você não aguentar mais, até você implorar pra eu parar, e mesmo assim eu não vou parar, vou continuar até você se acabar todo.
Eu já não falava mais nada direito, só gemia, gritava, apertava os lençóis, sentindo cada movimento, cada vez que a borracha negra entrava toda, me abrindo, me enchendo, me fazendo sentir o prazer mais gostoso do mundo. — AAAAAHHHH... VOU GOZAR... SAMIRA... JÁ VOU... TÁ MUITO FORTE... AI, AI, AI...
Meus olhos se encheram de lágrimas de tanto prazer, e eu sentia que ia explodir, que estava chegando lá, no momento mais gostoso de todos. Ela percebeu, e apertou minhas coxas com mais força, bateu ainda mais forte, mais fundo, e disse bem alto:
— Vai, vadia, goza pra mim! Goza muito, enche tudo de mel, mostra o quanto você ama ser enrabado assim, o quanto você é minha!
E aí veio: um prazer tão forte, tão grande, que eu senti todo o meu corpo tremer, se contrair, enquanto eu gozava, alto, longo, gritando o nome dela sem parar: — SAMIRAAAAAA... MEU DEUS... QUE DELÍCIAAAA... AAAAAHHHH...
Eu senti tudo escorrer, tudo se misturar, com ela ainda enfiando tudo dentro, me fazendo sentir cada segundo daquele momento. Eu me senti completamente dela, completamente realizado, exatamente como sempre sonhei: um homem, sim, mas que tem dentro de si uma vadia submissa, que foi comida, usada e preenchida por inteiro por Samira, com o consolo de borracha negro que me deu tudo o que eu mais queria.
Ela continuou um pouco mais, devagar agora, até eu me acalmar, todo mole, todo cansado, mas com o coração cheio, sentindo ainda o tamanho dele dentro de mim. Ela parou, puxou devagar, e olhou pra mim, toda sorrindo, satisfeita, sabendo que tinha feito exatamente o que eu queria.
— Gostou, minha vadia? — perguntou ela, passando a mão no meu rosto, carinhosa agora. — Agora você sabe: sempre que quiser ser usado, sempre que quiser ser enrabado com força, sempre que quiser ser tratado como a cadelinha que é, é só me chamar. Eu vou estar aqui, pronta pra te encher, pra te dominar, pra fazer de você o que eu quiser. Porque você é minha, e eu sou a única que sabe como te fazer feliz.
Eu só sorri, cansado, mas muito feliz, ainda soltando gemidinhos baixos de lembrança: — Ahhh... gostei muito, Samira... muito mesmo...
Eu sentindo todo o meu corpo ainda vibrando, lembrando de cada momento, de cada toque, de cada vez que aquela borracha negra entrou em mim e me fez sentir tudo o que eu sempre quis. E ali, naquele momento, eu tinha certeza: não havia nada melhor do que ser o Enrike, o homem que se sente uma vadia submissa, que ama ser comida, ser usada, ser exatamente quem realmente é.
Se alguém mais quiser me conhecer, me usar, ou me tratar como a vadia submissa que eu sou, pode me chamar. Estou sempre pronto, todo aberto, cheio de vontade de ser sua cadelinha, de receber ordens e de sentir todo o prazer que vocês quiserem me dar. Espero por vocês.
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