A Cadela no Cio: Engatada e Usada por Dois Dobermans no Meio do Mato
O sol desaparecia por trás das árvores altas, deixando o meio do mato numa penumbra cheia de sombras, cheiro de terra úmida, folhas secas e um calor que parecia sair do próprio chão. Eu estava lá, de joelhos na grama alta, com as mãos amarradas para trás das costas, uma coleira de couro bem grossa e apertada no pescoço, exatamente como Samira tinha mandado. Eu tremia toda, não só pelo medo, mas por um desejo que queimava dentro de mim, um fogo que tomava conta de todo o meu corpo, deixando minha cabeça confusa, minha pele ardendo, e aquela sensação de estar completamente no cio, de ser só uma cadela pronta para tudo o que viessem me dar.
Samira estava parada na minha frente, com um sorriso cruel, de quem tinha todo o poder e adorava ver o quanto eu estava entregue, o quanto eu era vadia. Ela era linda, forte, e cada palavra que saía da sua boca era como um tapa que eu pedia, que eu queria receber. Ela passou a mão devagar pelo meu rosto, apertando minha bochecha com força, me obrigando a olhar bem nos seus olhos, cheios de desprezo e de prazer em me ver daquele jeito.
— Olha só você, sua cadela desgraçada — ela disse, com a voz baixa, arrastada, cheia de maldade. — Toda arrepiada, toda molhada, toda aberta, pedindo para ser usada, pedindo para ser tratada como o lixo que você é. Você vive sonhando com isso, né? Vive imaginando como seria ser coisa, ser objeto, ser algo que qualquer um pode usar do jeito que quiser. Hoje eu vou realizar o seu desejo nojento, vou te dar exatamente o que você merece, porque eu sei que é isso que você gosta, é isso que te deixa doida, essa sua natureza de puta que não tem vergonha nem de si mesma.
Eu só conseguia balançar a cabeça, concordando, com os olhos cheios de lágrimas de pura emoção e tesão. Minha buceta estava tão inchada, tão avermelhada, tão escorregadia de tanto líquido que saía de mim, que só de encostar na grama já me fazia gemer alto, pedindo por mais, pedindo para ser tomada, pedindo para ser dominada de todas as formas possíveis. Eu me sentia realmente como uma cadela no cio, sem juízo, sem vergonha, só com uma vontade louca de ser enfiada, de ser preenchida, de ser engatada e não sair mais de lá.
Samira deu um passo para o lado e bateu palmas duas vezes, e foi aí que eu os vi chegar: dois Dobermans, enormes, musculosos, de pelo preto brilhante, dentes afiados, olhos atentos e aquela força que fazia o chão parecer tremer com cada passo deles. Eles vinham devagar, farejando o ar, farejando o meu cheiro, aquele cheiro forte de desejo, de cio, de coisa pronta para ser comida. Eu senti um frio na barriga misturado com um calor insuportável, e abri a boca num grito alto, longo, sentindo que finalmente o meu sonho mais sujo estava se tornando realidade ali, no meio do mato, onde ninguém podia ver, onde ninguém podia julgar.
— Olha só quem veio te visitar, sua vadia — Samira riu alto, um riso que me perfurou todo o corpo. — Dois machos de verdade, fortes, selvagens, que não sabem o que é carinho, não sabem o que é delicadeza, só sabem o que é foder, o que é dominar, o que é engatar e usar até não poder mais. Você pediu para ser tratada como animal, então agora vai ser tratada como animal sim! Vou deixar eles fazerem o que quiserem com você, vou deixar eles te comerem inteira, te encherem toda, te usarem como se você fosse só uma cadela qualquer, e você vai gemer muito, vai adorar cada segundo, porque é isso que você é: uma cadela no cio que merece ser comida por outros animais, porque homem de verdade não ia querer coisa suja como você.
Eles chegaram bem perto de mim, e eu senti o calor dos corpos grandes deles, o cheiro forte, selvagem, que me encheu o nariz e me deixou completamente fora de mim, com a cabeça girando, sem conseguir pensar em mais nada além de querer ser tomada logo. Samira me empurrou com força, me fazendo cair de quatro na grama, com a bunda bem empinada para cima, bem aberta, a buceta toda inchada e brilhante bem à mostra, pronta, oferecida, como ela mandou. Ela puxou a coleira para trás, me deixando com o pescoço baixo, com o rosto encostado na terra, sem poder me mexer, sem poder fugir, exatamente como uma cadela que vai ser usada.
— Fica assim, imunda, oferecida, que é o seu lugar — ela gritou, me dando um tapa forte na bunda que doeu e me deu mais tesão ainda. — Abre mais, abre tudo, mostra o buraco nojento que você tem, esse buraco que só serve para receber, para levar vara, para ser sujo. Você merece isso, merece ser comida por cachorro, merece ser engatada e ficar lá, presa, cheia de bicho dentro de você, porque você não serve para nada mais, não é mesmo? É uma vergonha, uma desgraça, e hoje eu vou te provar isso de novo, vou te deixar marcada para sempre como a cadela vadia que gosta de ser comida por animais.
O primeiro Doberman chegou bem atrás de mim, farejou tudo ao redor, farejou bem a minha buceta aberta, sentindo o quanto eu estava molhada, o quanto eu estava pronta, e eu já comecei a me contorcer toda, gemendo alto e pedindo com a voz arrastada de tanto desejo: — AIIIII AIIIII, DELÍCIA... não para, isso me come, meus machos, me usa... goza em mim pra ter seus filhotes! — eu gritava, me empinando mais ainda, esfregando-me contra ele, querendo sentir tudo de uma vez.
Ele então subiu em mim, com todo o peso do corpo grande e forte, as patas firmes nas minhas costas me imobilizando inteira, e eu senti ele entrando devagar, enorme, grosso, me rasgando um pouco, me enchendo de uma vez só, e eu abri a boca num grito ainda mais alto, longo, que ecoou por todo o mato: — AIIIII AIIIII, DELÍCIA... que delícia, me enche todinha... não para, continua, me come, meus machos, me usa muito mais... goza em mim pra ter seus filhotes, enche essa cadela aqui! — eu gritava, com a cabeça perdida, sentindo cada movimento, cada vez que ele entrava e saía com força, me batendo toda, me fazendo sentir pequena e totalmente dominada.
— É isso aí, grita bastante, sua desgraçada — Samira gritava, andando ao meu redor, me batendo, me cuspindo, me humilhando sem parar. — Gema feito a cadela que você é! Olha como você gosta, olha como você se contorce, como você abre tudo para receber ele dentro de você. Que coisa mais suja, mais desprezível! Você não tem vergonha nenhuma, não é mesmo? Adora ser comida por cachorro, adora sentir o bicho grande, forte, selvagem, enfiando tudo dentro de você, te dominando, te usando como se você não valesse nada. E é isso mesmo que você vale: nada! Lixo! Coisa para cachorro comer!
Mal eu tinha conseguido me acostumar com o tamanho do primeiro, e logo depois veio o segundo Doberman, que se colocou na minha frente, também enorme, também forte, farejando o meu rosto, a minha boca, e eu abri tudo para ele também, querendo receber ele, querendo ser comida dos dois lados, querendo ser completamente possuída, completamente usada. Ele também subiu em mim, me segurou firme, e eu senti ele entrando também, me enchendo ainda mais, me deixando totalmente cheia, totalmente presa entre os dois corpos grandes e quentes, e eu gritava cada vez mais alto, sem vergonha nenhuma: — AIIIII AIIIII, DELÍCIA... estou cheia, estou todinha de vocês... não para nunca, isso mesmo, me come, meus machos, me usa como vocês quiserem... goza muito em mim pra ter seus filhotes, enche minha barriga toda, sou só a sua cadela! — eu gritava, sentindo o calor, o cheiro, a força deles dentro de mim, sentindo que eu era realmente o lixo que Samira dizia, mas o lixo mais feliz do mundo, porque estava sendo usada exatamente como queria.
— Olha só que lindo quadro — Samira ria, olhando para mim, para os dois me comendo sem dó nem piedade. — Duas feras usando a cadela vadia. E olha como ela gosta, olha como ela geme, como ela pede para ser enchida, como ela quer ser mãe de cachorros! Você pediu para ser engatada, né? Agora espera só, daqui a pouco eles vão travar em você, vão ficar lá, presos dentro dessa buceta suja sua, cheios de você, e você vai ficar lá, no meio do mato, com dois cachorros engatados em você, gemendo feito uma louca, sentindo tudo o que eles têm para te dar. Isso é tudo o que você merece, sua desgraçada, isso é tudo o que você sempre quis.
E foi acontecendo exatamente como ela disse: os dois me comiam com força, sem parar, me balançando toda, me enchendo cada vez mais, e eu gritava sem parar, com a boca aberta, com o rosto na terra, ouvindo Samira falar coisas horríveis e gostosas ao mesmo tempo, dizendo que eu merecia cada segundo daquilo. Eu sentia quando eles começaram a ficar mais pesados, mais firmes, e então aconteceu: eu senti eles travarem, ficarem engatados, presos dentro de mim, cheios, me segurando com toda a força, e eu gritei num gemido longo, alto, de puro êxtase, sentindo que eu era realmente a cadela no cio que Samira dizia: — AIIIII AIIIII, DELÍCIA... agora sim, estou presa de vocês... não me solta nunca, meus machos... goza tudo em mim, enche bem forte, quero ter todos os seus filhotes... sou sua cadela, sua puta, me usa assim pra sempre! — eu gritava, sentindo o líquido quente deles enchendo cada cantinho de mim, me deixando completamente cheia, marcada, usada, ali no meio do mato, onde tudo era permitido, onde tudo era só a minha imaginação.
Samira continuava ali, rindo, me xingando, me lembrando o tempo todo de quem eu era: uma cadela, uma vadia, uma coisa suja que merecia exatamente aquilo, que merecia ficar ali, presa, engatada, gemendo, sendo comida por dois Dobermans, porque era isso que eu era, era isso que eu sempre quis ser.
Quem quiser uma cadela no cio chama que eu tô pronta pra ser puta
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