Bom esse é um relato que aconteceu a um tempo atrás, antes até dos contos que já postei aqui, só que esse fim de semana aconteceu novamente quase a mesma coisa e irei relatar os 2 acontecimentos.
O ano era 2022, eu tinha 19 anos na época e fazia cerca de 5 meses que estava namorando o Matheus, já estávamos na parte do relacionamento em que começamos a conhecer os parentes de cada um.
Pois bem, não me lembro certinho a data nem o mês, mas estava próximo do final do ano meus sogros programaram de ir pra fazendo de um tio do meu namorado por parte de pai, para passar uns dias por lá, então meu sogro simpaticamente me convidou a ir junto, que tinha várias cachoeiras, uma represa e que seria uns dias para descansar e eu aproveitaria e conheceria seu irmão, tio do Mateus.
Eu agradesci o convite e que precisava perguntar a minha mãe se poderia, na época não trabalha e ainda morava com meus pais, e perguntei ao meu sogro quando eles iriam e voltariam, ele falou sexta à noite e domingo à noite, eu respondi que pediria aos meus pais e falava pro Mateus avisar se iria ou não.
Falei com meus pais que acharam tranquilo e até me deram 300 reais pra quaisquer eventualidade, que aproveitei para comprar um novo biquíni para mim, pq o meu antigo não fazia nem ideia de onde estava, acabei optando por um não muito fino, mas também não era uma calcinha de velha, de cor dourada.
Pois bem, sexta à tarde já liguei para o meu namorado, confirmando que iria junto e pedi para que passasse me buscar nas casas do meu pai, pois estava com uma mochila um pouco pesada.
Por volta das 18:00 meu namorado chegou e as 18:30 já estávamos na casa dos meus sogros arrumando o carro e já era quase 19:00 horas quando saímos.
A fazenda do tio do meu namorado ficava no Estado de São Paulo, em uma cidade chamada Itapeva, que ficava a uns 270 km de distância, logo a viagem duraria umas 4 horas e chegaríamos lá já na madrugada.
Já era passada a meia noite quando meu sogro anunciou que estávamos chegando, eu já imaginará que chegaríamos e pelo fator do horário já iríamos nos acomodar e dormir, mas quando chegamos o tio do meu namorado que vim a descobrir se chamar Ivo e o seu filho chamado Juan estavam na entrada da sede da fazenda, nos aguardando animadamente com cervejas e música alta.
Desembarcamos e logo fui apresentada aos anfitriões, que foram super educados e respeitosos comigo.
Sentamos por perto da churrasqueira e começamos a beber algumas cervejas, mas antes de começar a ficar alta me lembrei de ligar para minha mãe avisando que chegamos bem, falei para meu namorado e me afastei um pouco, indo para trás da churrasqueira para fazer a ligação.
Atrás da churrasqueira era bem escuro, mas passava um pouco de luz devido a alguns tijolos que eram vazados. Enquanto fazia a ligação vejo que está vindo alguém que parou na divisa entre a churrasqueira e área gramada atrás e logo vi que era o primo do meu namorado Juan, que sem cerimonia tirou o cassete dele de dentro da calça e começou a mijar ali no gramado.
Foi inevitável, era impossível não ver aquele pau a luz batia exatamente nele, fazendo ele se destacar e meus amigos que pau.
Juan era primo do meu namorado, mais novo tinha 19 assim como eu, mas foram criados juntos na infância, mas era nítido que a vida na fazenda fez com que Juan aparentasse ser mais velho que meu namorado, era mais forte, era barbudo e até a fala era mais grossa. Mas com todos esses atributos oque mais me chamou atenção foi a ferramenta no meio das pernas, não por ser grande ou grossa e sim por ser perfeita, era reta, aparentava medir uns 18 centímetros e a grossura era proporcional ao tamanho que culminava em uma cabeça que fazia um chapéu perfeito.
Até me esqueci doque tinha ido fazer, e só fiquei ali no escurinho admirando, sabia que ali ele não conseguia me ver e eu podia contemplar toda a beleza daquele caralho, quando de repente meu celular toca, era minha mãe retornando. Na hora tentei abafar o som, mas ele já havia percebido que eu estava ali e bem provavelmente já imaginava que eu estava ali manjando a rola dele, porque em seguida ele foi botando seu pau na cueca e me olhou com um sorrisinho malicioso antes de voltar para junto dos demais e eu aproveitei para atender minha mãe, mas só conseguia pensar naquele pau e no que tinha acontecido.
Terminei a ligação, mas não voltei, fiquei ali tomando um ar, quando meu namorado aparece, me perguntando se estava tudo bem e eu falo que estava tomando um ar e que as cervejas já tinham me deixado altinha e pedi para que ele providenciasse o quarto que ficaríamos, porque eu já queria ir descansar, mas lhe disse que ele poderia ficar ali com o pessoal, e logo ele saiu dizendo que iria falar com seu tio enquanto eu permaneci ali no escurinho, quando vejo novamente Juan se aproximar no mesmo local de antes, sacando seu pau e mijando, mas dessa vez ele olhava fixamente para o escuro em que eu estava, me deixando extasiada quando escuto meu namorado me chamar.
Rapidamente sai daquela hipnose e retornei a área da churrasqueira pelo lado ao que o Juan me olhava e me juntei ao meu namorado que conversa junto a seu pai e seu tio, que logo foi falando - Matheus falou que você está cansada, pedi pro meu filho separar um quarto para vocês 2 na casinha do lago, (era um chazinho que ficava a uns 600m da casa principal da fazenda), disse que era para termos mais privacidade e perguntou se eu já estava querendo ir - e eu prontamente respondi que sim alegando cansaço e ele de pronto chamou seu filho Juan e solicitou que ele buscasse a caminhonete da fazenda para levar a mim e as nossas malas além de me mostrar o quarto em que ficaríamos e fornecer roupas de cama, cobertor e toalhas, Juan só acenou com a cabeça e já saiu para buscar a caminhonete.
Perguntei a meu namorado se ele iria junto mas ele falou me lembrando que tinha liberado ele para ficar ali com seus parentes e que mais tarde iria, na hora eu tremi, e senti um tesão absurdo sabendo que iria somente eu e o primo do meu namorado quando escutei o barulho da caminhonete se aproximando ao mesmo tempo que meu namorado se dirigia ao carro do seu pai para pegar a minha mala e a dele para passar para a caminhonete de seu primo. Ele entregou as nossas malas e ficou conversando com seu primo sobre aquela caminhonete, não lembro que modelo era, mas era antiga, meio quadrada e só tinha bancos na frente, quando escutei Juan falando para entrar do outro lado, que ele me deixaria lá e voltaria pra ganhar de uns pato no truco, e ele é meu namorado caíram na risada.
Eu, dei um beijo em meu namorado, falei para ir com calma na bebida, disse que o amava e fui até o outro lado da caminhonete.
Durante o caminho, que era bem acidentado, ele foi puxando assunto, perguntando oque eu fazia, quantos anos tinha, a quanto tempo estava com seu primo e coisas do tipo. Eu estava receosa de ele falar algo do ocorrido atrás da churrasqueira e aquele aqueles assuntos que ele estava puxando me fez imaginar que ele não tinha me visto lá no escuro e que era tudo viagem minha, mas eu estava completamente enganada.
Assim que chegamos no chalé, ele já abriu a porta e voltou buscar as malas e logo me direcionou ao quarto e falou que iria pegar as roupas de cama e que poderia ir me acomodando, eu fiquei esperando na sala enquanto ele entrou em um dos outros quartos e em instantes já saiu com os lençóis e toalha e falou - “tá aqui cunhada, sinta-se em casa, se precisar de mais alguma coisa pode me pedir” - eu agradeci me virei de costas para pegar as malas e falei que não precisava de mais nada não e ele respondeu - “tem certeza que não precisa de mais nada?” - na hora eu virei para falar que não, mas na hora que me virei para ele me deparo com ele, com aquele pau lindo fora da calça fazendo movimentos com uma das mãos, não tive reação e ele voltou a perguntar - “tem certeza que não precisa disso aqui não?” - e já foi se aproximando a mim, eu estava estática, sem reação alguma só tremia, e logo ele já foi pegando a mochila que estava em minhas mãos e em seguida a segurou e foi fazendo força guiando minha mãozinha em direção ao seu membro, enquanto perguntava se eu tinha gostado do pau dele, se estava desejando seu pau dentro de mim. Meu braço estava rígido, não por não querer segurar aquele caralho e sim por estava extremamente nervosa, quando me bateu um lapso de consciência e puxando minha mão pra cima falei -“você tá louco, eu sou namorada do seu primo, que porra que você tá fazendo” - e ele imediatamente retrucou -“vai dizer que não quer sentir ele pulsando dentro de tu, que não quer provar do sabor dele” - eu já ia retrucando e falando pra ele parar com aquilo que era errado quando ele me interrompeu falando -“da só uma apalpadinha nele, só pra você sentir como tá quente e duro” - e já foi guiando minha mão, a minha resistência nessa hora foi pro espaço e nem fiz força para impedir e quando vi estava segurando aque caralho, duro feito pedra, quente, com as veias aparentes, chegava a latejar e ele sussurrava no meu ouvido para punhetalo e meio que no subconsciente eu comecei a mexer minha mão e iniciei uma punheta pro primo do meu namorado ali na sala daquele chalé.
Volta e meia sentia ele empurrando minha cabeça para baixo me pedindo para chupar seu pau, falando que depois que eu o mamasse ele ele iria chupar minha buceta e me foder todinha. Eu, apesar de querer muito aquilo m,sabia e falava que era errado aquilo tudo, e que só faria aquela punheta pra ele, já tinha se passado uns 5 minutos ali, negando todas as suas tentativas de me fazer ajoelhar em sua frente, quando ele falou -“deixa eu pelo menos te chupar, quero sentir teu sabor”- eu que já estava preocupada com o tempo em que ele estava ali e que alguém poderia desconfiar quase pensei em aceitar, mas sabia que se aquilo acontecesse eu não iria aguentar e acabaria transando com ele e acabei falando -“até que eu gostaria de sentir tua língua me devorando, uma pena eu estar menstruada” - e já emendei falando que já era pra ele gozar rápido pq alguém poderia desconfiar da demora e aumentei a velocidade dos movimentos até sentir ele tremendo e seu pau se inchando e imediatamente o direcionei nos meus peitos e ele começou a gozar, sentia jatadas fortes de porra quente e grossa batendo em meus peitos por cima da blusinha. Gozei sem me tocar só de imaginar aquilo me inundando e sentindo uma vontade louca de saber o sabor daquela porra e então falei -“pronto, fiz o combinado, agora guarda isso e volta lá pra cima e finge que isso nunca aconteceu” - e fui direcionando o pau dele para dentro da calça, mas antes dei um selinho bem na cabeça, que deixou ele maluco.
Ele guardou seu pau, disse que um dia queria me provar e que iria ir e saiu da casa, na hora que de escutei a caminhonete ligar, e já fui passando o dedo na porra que estava sobre minha blusa e pescoço e direcionando tudo para minha boca e pude sentir aquele sabor amargo que amarrava na minha boca, e comecei uma deliciosa siririca ajoelhada no chão da sala.
Fiquei ali por alguns minutos e depois tomei um banho e acabei dormindo.
Nem notei o horário que me namorado chegou e só acordei no sábado pela manhã com meu namorado me acordando falando para me ajeitar que iríamos para as cachoeiras, que so estavam esperando seu outro primo chegar, irmão mais velho do Juan *primo do namorado chupada*
Bom esse é um relato que aconteceu a um tempo atrás, antes até dos contos que já postei aqui, só que esse fim de semana aconteceu novamente quase a mesma coisa e irei relatar os 2 acontecimentos.
O ano era 2022, eu tinha 19 anos na época e fazia cerca de 5 meses que estava namorando o Matheus, já estávamos na parte do relacionamento em que começamos a conhecer os parentes de cada um.
Pois bem, não me lembro certinho a data nem o mês, mas estava próximo do final do ano meus sogros programaram de ir pra fazendo de um tio do meu namorado por parte de pai, para passar uns dias por lá, então meu sogro simpaticamente me convidou a ir junto, que tinha várias cachoeiras, uma represa e que seria uns dias para descansar e eu aproveitaria e conheceria seu irmão, tio do Mateus.
Eu agradesci o convite e que precisava perguntar a minha mãe se poderia, na época não trabalha e ainda morava com meus pais, e perguntei ao meu sogro quando eles iriam e voltariam, ele falou sexta à noite e domingo à noite, eu respondi que pediria aos meus pais e falava pro Mateus avisar se iria ou não.
Falei com meus pais que acharam tranquilo e até me deram 300 reais pra quaisquer eventualidade, que aproveitei para comprar um novo biquíni para mim, pq o meu antigo não fazia nem ideia de onde estava, acabei optando por um não muito fino, mas também não era uma calcinha de velha, de cor dourada.
Pois bem, sexta à tarde já liguei para o meu namorado, confirmando que iria junto e pedi para que passasse me buscar nas casas do meu pai, pois estava com uma mochila um pouco pesada.
Por volta das 18:00 meu namorado chegou e as 18:30 já estávamos na casa dos meus sogros arrumando o carro e já era quase 19:00 horas quando saímos.
A fazenda do tio do meu namorado ficava no Estado de São Paulo, em uma cidade chamada Itapeva, que ficava a uns 270 km de distância, logo a viagem duraria umas 4 horas e chegaríamos lá já na madrugada.
Já era passada a meia noite quando meu sogro anunciou que estávamos chegando, eu já imaginará que chegaríamos e pelo fator do horário já iríamos nos acomodar e dormir, mas quando chegamos o tio do meu namorado que vim a descobrir se chamar Ivo e o seu filho chamado Juan estavam na entrada da sede da fazenda, nos aguardando animadamente com cervejas e música alta.
Desembarcamos e logo fui apresentada aos anfitriões, que foram super educados e respeitosos comigo.
Sentamos por perto da churrasqueira e começamos a beber algumas cervejas, mas antes de começar a ficar alta me lembrei de ligar para minha mãe avisando que chegamos bem, falei para meu namorado e me afastei um pouco, indo para trás da churrasqueira para fazer a ligação.
Atrás da churrasqueira era bem escuro, mas passava um pouco de luz devido a alguns tijolos que eram vazados. Enquanto fazia a ligação vejo que está vindo alguém que parou na divisa entre a churrasqueira e área gramada atrás e logo vi que era o primo do meu namorado Juan, que sem cerimonia tirou o cassete dele de dentro da calça e começou a mijar ali no gramado.
Foi inevitável, era impossível não ver aquele pau a luz batia exatamente nele, fazendo ele se destacar e meus amigos que pau.
Juan era primo do meu namorado, mais novo tinha 19 assim como eu, mas foram criados juntos na infância, mas era nítido que a vida na fazenda fez com que Juan aparentasse ser mais velho que meu namorado, era mais forte, era barbudo e até a fala era mais grossa. Mas com todos esses atributos oque mais me chamou atenção foi a ferramenta no meio das pernas, não por ser grande ou grossa e sim por ser perfeita, era reta, aparentava medir uns 18 centímetros e a grossura era proporcional ao tamanho que culminava em uma cabeça que fazia um chapéu perfeito.
Até me esqueci doque tinha ido fazer, e só fiquei ali no escurinho admirando, sabia que ali ele não conseguia me ver e eu podia contemplar toda a beleza daquele caralho, quando de repente meu celular toca, era minha mãe retornando. Na hora tentei abafar o som, mas ele já havia percebido que eu estava ali e bem provavelmente já imaginava que eu estava ali manjando a rola dele, porque em seguida ele foi botando seu pau na cueca e me olhou com um sorrisinho malicioso antes de voltar para junto dos demais e eu aproveitei para atender minha mãe, mas só conseguia pensar naquele pau e no que tinha acontecido.
Terminei a ligação, mas não voltei, fiquei ali tomando um ar, quando meu namorado aparece, me perguntando se estava tudo bem e eu falo que estava tomando um ar e que as cervejas já tinham me deixado altinha e pedi para que ele providenciasse o quarto que ficaríamos, porque eu já queria ir descansar, mas lhe disse que ele poderia ficar ali com o pessoal, e logo ele saiu dizendo que iria falar com seu tio enquanto eu permaneci ali no escurinho, quando vejo novamente Juan se aproximar no mesmo local de antes, sacando seu pau e mijando, mas dessa vez ele olhava fixamente para o escuro em que eu estava, me deixando extasiada quando escuto meu namorado me chamar.
Rapidamente sai daquela hipnose e retornei a área da churrasqueira pelo lado ao que o Juan me olhava e me juntei ao meu namorado que conversa junto a seu pai e seu tio, que logo foi falando - Matheus falou que você está cansada, pedi pro meu filho separar um quarto para vocês 2 na casinha do lago, (era um chazinho que ficava a uns 600m da casa principal da fazenda), disse que era para termos mais privacidade e perguntou se eu já estava querendo ir - e eu prontamente respondi que sim alegando cansaço e ele de pronto chamou seu filho Juan e solicitou que ele buscasse a caminhonete da fazenda para levar a mim e as nossas malas além de me mostrar o quarto em que ficaríamos e fornecer roupas de cama, cobertor e toalhas, Juan só acenou com a cabeça e já saiu para buscar a caminhonete.
Perguntei a meu namorado se ele iria junto mas ele falou me lembrando que tinha liberado ele para ficar ali com seus parentes e que mais tarde iria, na hora eu tremi, e senti um tesão absurdo sabendo que iria somente eu e o primo do meu namorado quando escutei o barulho da caminhonete se aproximando ao mesmo tempo que meu namorado se dirigia ao carro do seu pai para pegar a minha mala e a dele para passar para a caminhonete de seu primo. Ele entregou as nossas malas e ficou conversando com seu primo sobre aquela caminhonete, não lembro que modelo era, mas era antiga, meio quadrada e só tinha bancos na frente, quando escutei Juan falando para entrar do outro lado, que ele me deixaria lá e voltaria pra ganhar de uns pato no truco, e ele é meu namorado caíram na risada.
Eu, dei um beijo em meu namorado, falei para ir com calma na bebida, disse que o amava e fui até o outro lado da caminhonete.
Durante o caminho, que era bem acidentado, ele foi puxando assunto, perguntando oque eu fazia, quantos anos tinha, a quanto tempo estava com seu primo e coisas do tipo. Eu estava receosa de ele falar algo do ocorrido atrás da churrasqueira e aquele aqueles assuntos que ele estava puxando me fez imaginar que ele não tinha me visto lá no escuro e que era tudo viagem minha, mas eu estava completamente enganada.
Assim que chegamos no chalé, ele já abriu a porta e voltou buscar as malas e logo me direcionou ao quarto e falou que iria pegar as roupas de cama e que poderia ir me acomodando, eu fiquei esperando na sala enquanto ele entrou em um dos outros quartos e em instantes já saiu com os lençóis e toalha e falou - “tá aqui cunhada, sinta-se em casa, se precisar de mais alguma coisa pode me pedir” - eu agradeci me virei de costas para pegar as malas e falei que não precisava de mais nada não e ele respondeu - “tem certeza que não precisa de mais nada?” - na hora eu virei para falar que não, mas na hora que me virei para ele me deparo com ele, com aquele pau lindo fora da calça fazendo movimentos com uma das mãos, não tive reação e ele voltou a perguntar - “tem certeza que não precisa disso aqui não?” - e já foi se aproximando a mim, eu estava estática, sem reação alguma só tremia, e logo ele já foi pegando a mochila que estava em minhas mãos e em seguida a segurou e foi fazendo força guiando minha mãozinha em direção ao seu membro, enquanto perguntava se eu tinha gostado do pau dele, se estava desejando seu pau dentro de mim. Meu braço estava rígido, não por não querer segurar aquele caralho e sim por estava extremamente nervosa, quando me bateu um lapso de consciência e puxando minha mão pra cima falei -“você tá louco, eu sou namorada do seu primo, que porra que você tá fazendo” - e ele imediatamente retrucou -“vai dizer que não quer sentir ele pulsando dentro de tu, que não quer provar do sabor dele” - eu já ia retrucando e falando pra ele parar com aquilo que era errado quando ele me interrompeu falando -“da só uma apalpadinha nele, só pra você sentir como tá quente e duro” - e já foi guiando minha mão, a minha resistência nessa hora foi pro espaço e nem fiz força para impedir e quando vi estava segurando aque caralho, duro feito pedra, quente, com as veias aparentes, chegava a latejar e ele sussurrava no meu ouvido para punhetalo e meio que no subconsciente eu comecei a mexer minha mão e iniciei uma punheta pro primo do meu namorado ali na sala daquele chalé.
Volta e meia sentia ele empurrando minha cabeça para baixo me pedindo para chupar seu pau, falando que depois que eu o mamasse ele ele iria chupar minha buceta e me foder todinha. Eu, apesar de querer muito aquilo m,sabia e falava que era errado aquilo tudo, e que só faria aquela punheta pra ele, já tinha se passado uns 5 minutos ali, negando todas as suas tentativas de me fazer ajoelhar em sua frente, quando ele falou -“deixa eu pelo menos te chupar, quero sentir teu sabor”- eu que já estava preocupada com o tempo em que ele estava ali e que alguém poderia desconfiar quase pensei em aceitar, mas sabia que se aquilo acontecesse eu não iria aguentar e acabaria transando com ele e acabei falando -“até que eu gostaria de sentir tua língua me devorando, uma pena eu estar menstruada” - e já emendei falando que já era pra ele gozar rápido pq alguém poderia desconfiar da demora e aumentei a velocidade dos movimentos até sentir ele tremendo e seu pau se inchando e imediatamente o direcionei nos meus peitos e ele começou a gozar, sentia jatadas fortes de porra quente e grossa batendo em meus peitos por cima da blusinha. Gozei sem me tocar só de imaginar aquilo me inundando e sentindo uma vontade louca de saber o sabor daquela porra e então falei -“pronto, fiz o combinado, agora guarda isso e volta lá pra cima e finge que isso nunca aconteceu” - e fui direcionando o pau dele para dentro da calça, mas antes dei um selinho bem na cabeça, que deixou ele maluco.
Ele guardou seu pau, disse que um dia queria me provar e que iria ir e saiu da casa, na hora que de escutei a caminhonete ligar, já fui passando o dedo na porra que estava sobre minha blusa e pescoço e direcionando tudo para minha boca e pude sentir aquele sabor amargo que amarrava na minha boca.
Quando ele chegou, fiquei sabendo que seu nome era Juliano, que tinha 17 anos e estava terminando o ensino médio e técnico de TI em uma cidade ao lado. Ele era bem parecido com seu irmão Juan, só que um pouco mais franzino, na hora já me perguntei se a rola era bonita igual a do irmão ou se só um tinha sido abençoado e acabei rindo internamente dos meus pensamentos libidinosos, até que no momentos que nos apresentamos senti ele me olhando profundamente , como se ele soubesse todos os meus segredos e cheguei a arrepiar com essa sensação, e na hora me bateu uma preocupação com a possibilidade do Juan ter lhe falado algo.
Já era perto das 9:30 quando chegamos, os homens levaram cerveja e coisas de pescaria e logo estavam intertidos eu aproveitei para ficar junto da minha sogra e da mãe dos meninos.
Já era por volta das 11:30, quando Tânia, que é a mãe dos meninos disse que teria que voltar para preparar o almoço, mas minha sogra se ofereceu disse que ela voltaria e que faria e me pediu para ir junto e eu prontamente aceitei. Então a dona Tânia gritou para alguns dos meninos levar a minha sogra e eu para a fazenda e o Juliano se ofereceu, dizendo que estava com saudade de dirigir e logo saímos.
As cachoeiras ficavam a cerca de 30km de estrada de chão da fazenda em uma área bem remota, demorava cerca uns 20m para voltar, no qual fomos conversando aleatoriedades na caminhonete.
Quando chegamos lá, quando o Juliano já ia voltando, minha sogra grita pedindo para ele esperar, dizendo que tinha esquecido o celular e perguntando se eu não poderia ir com o Juliano na cachoeira buscar enquanto ela ficava cortando as coisas pro almoço. Eu confirmei que iria e já fui em direção a caminhonete e partimos, estávamos em silêncio, mas sentia que ele ia mais devagar, até que ele falou -“Quer dizer que você é a namorada do meu irmão?” - eu ri e respondi -“não, eu sou a namorada do seu primo, te falei lá na fazenda hoje cedo, esqueceu?” - e ele falou -“ nossa mas jurava que era você quem eu vi pelas câmeras de segurança lá no chalé, batendo uma pro meu irmão” - na hora eu gelei, e ele já foi puxando o celular e mostrando um corte da filmagem falou -“chegando lá na cachoeira vou perguntar pro pessoal quem era essa menina, talvez meu pai, meu tio ou teu namorado saibam quem era a menina com o Juan lá no chalé ontem” - na hora vi que a casa tinha caído, se ele mostrasse eu estaria na merda, e então sem pensar duas vezes assumi que era eu e implorei para ele não mostrar o vídeo, alegando que eu estava bebada e que foi errado, que não iria se repetir.
A velocidade da caminhonete diminuía cada vez mais e após escutar minha apelação para que não mostrasse Juliano com um sorriso falou -“sorte sua que só eu tenho acesso ao sistema de segurança da fazenda, se não cê tava lascada, fica tranquila que eu não vou mostrar”- na hora que ele falou isso fiquei super aliviada mas logo em seguida ele completou -“massss… só se tu bater uma pra mim igual tu fez pro meu irmão” - na hora fiquei muda, não respondi nada e ele refez a proposta -“e aí, topa? Se fizer tem minha palavra que apago o vídeo”- naquela situação a única chance de me safar era aceitando bater uma punheta pra ele e sem falar nada fui levando minha mão em direção ao shorts, que por ser de futebol já marcava todo o volume daquela rola, fiquei acariciando por cima do shorts e parecia ser enorme, mais comprido e grosso que o do seu irmão, até que ele puxou o shorts pra baixo e libertou aquele caralho enorme, era gigante, grosso no meio, naquela época nunca tinha visto um igual, me espantei e ele percebeu e falou -“bem maior que o do meu irmão né” - eu assenti que sim e comecei a punhetalo, minha mão parecia que percorria uma maratona indo da base a cabeça daquela rola, tinha tranquilamente uns 21, 22 cm era muito grande, minha mão não fechava e eu pensava que um tinha sido abençoado com a pica linda é outro com a rola enorme, e tentava ao máximo punhetalo enquanto o carro mal andava, era difícil, tentava com as 2 mãos, mas a todo momento ele falava que daquele jeito não iria gozar nunca e que se não gozasse ele iria contar tudo e em um dado momento ele me perguntou se eu não tava com vontade de sentir o gosto da pica e da porra dele, eu já estava em êxtase, não tava ali mais pelo vídeo e sim porque eu queria e só fui me curvando no banco da caminhonete até encostar com meus lábios a cabeça imensa do seu pau, passei a língua e comecei a mamar aquela rola. Chupava do jeito que dava, me engasgava, punhetava ao mesmo tempo, babava todo aquele caralho. Já estávamos a mais de 20m na estrada e nada de chegarmos ou dele gozar, estava preocupada ao mesmo tempo que estava doida pra engolir toda a porra dele e me empenhava ao máximo em fazê-lo gozar, mas não consegui, acabamos chegando na cachoeira e ele falou -“vai lá e busca o celular, explica pra minha mãe e volta” - e assim eu fiz, a dona Tânia queria ir para ajudar mas insisti para que ela ficasse e voltei para carro que já entrei engatinhando em direção ao pau do Juliano, q já foi acelerando para nos afastarmos enquanto eu já estava abocanhando seu pau, com o rabo empinado para a janela, aproveitei para tirar o shorts e pedi pra ele enfiar alguns dedos na minha buceta, ele levou a mão na minha bunda que agora só estava com biquíni, afastou pro lado e começou a brincar enquanto eu o chupava, ele perguntava se iria deixar ele me comer, gozar em mim, me foder minha ppk toda e eu falava que sim mas não naquele dia, mas ele insistia, falando que queria uma rapidinha, que iria gozar rápido e eu negava, então em um dado momento estiquei minha até minha bunda e levei sua mão ao meu cuzinho e falei com uma voz bem vagabunda -“se você gozar na minha boca hj eu prometo que da próxima vez que a gente se vê, a primeira coisa que você vai foder vai ser meu cuzinho”- na hora ele se animou mas questionou sobre uma garantia, e meio sem pensar falei -“ me dá teu celular”- e comecei a gravar um vídeo enquanto estava mamando e falei pro vídeo -“se da próxima vez que eu vier aqui você não foder meu rabinho você pode mostrar esse vídeo pra todo mundo”- foi eu falar e ele explodiu em um gozo enorme, que apressadamente do de tudo para engolir e não deixar nada pra trás até deixar o pau dele totalmente limpo.
Fiquei dando mais alguns chupiscos e leves mordidinhas até a rola dele se amolecer completamente, até chegarmos na fazenda.
Lá eu desci e fui ajudar no almoço, no restante do sábado e domingo,não aconteceu mais nada, nem com Juliano nem com Juan, e assim, acabou aquele fim de semana, voltamos pra Curitiba e eu na estrada não parava de pensar que quando voltasse estaria literalmente fodida, teria que cumprir a aposta e fazer anal com aquele menina que tinha uma pica enorme, e que meu cuzinho que até aquele dia so conhecia o pau do meu namorado iria sofrer quando voltássemos para lá.
Continuação na parte 2
Fascinante