— Tá preparado, Dudu? Ou tá com medo de perder de novo? — Fernando deu aquela risada marota, esfregando a coxa magra, mas definida, contra a minha perna.
Eu nem respondi, porque estava distraído demais admirando ele. O garoto estava sem camisa, a pele morena clara brilhando um pouco por causa do calor, os músculos do abdômen definidos só o suficiente pra mostrar que, mesmo magricela, jogar futebol todo dia deixava ele com um corpo gostoso. O short de tactel verde-escuro ficava colado nas coxas finas, mas durinhas, e aquele volume no meio… Bem, a gente já sabia o que tinha lá. Ele estava descalço, os pés ossudos, mas bonitos, descansando no chão enquanto a gente jogava video-game.
— Você só ganhou porque meu carro bateu no poste. — argumentei, dando uma cotovelada de leve nele. — Ganhou por sorte, e não por talento.
Ele abriu a boca para protestar, mas calou-se quando a mãe dele entrou na sala, anunciando que ia sair pra entregar os tais Morangos do Amor (a nova febre da confeitaria dela).
Fernando levantou rápido, todo desengonçado, e foi até a porta. Fiquei olhando para as costas dele, levemente definida, a cintura fina, a linha que descia até o short, as covinhas nas costas quase sorrindo para mim. Ele era todo gostosinho.
— Pronto. — Ele voltou e se jogou no sofá de novo, bem colado em mim.
Senti o cheiro dele, um misto de desodorante e suor leve.
— Eu queria um morango do amor. — soltei, olhando pra boca dele.
Fernando sorriu, aquele sorriso maroto de quem já tinha o plano todo armado.
— Tá com sorte. — Ele se levantou de novo, mas dessa vez foi direto ao ponto: agarrou a cintura do short e da cueca e puxou tudo de uma vez, deixando aquele pau meio-bomba à mostra. Era comprido, como eu já sabia, e agora, com a pele puxada para trás, a glande vermelhinha, quase cor de morango mesmo, ficou bem visível. — Cai de boca nesse morango aqui.
Ele deu uma batidinha leve no meu rosto com o pau.
— Aproveita que estamos sozinhos e chupa até eu gozar na sua boca.
Não precisei de convite. Ajoelhei na frente dele, segurei aquela jibóia com as duas mãos e caí de boca e já fui lambendo a cabecinha como se fosse um doce. O gosto do pré-gozo era uma delícia. Fernando soltou um gemido baixo, os dedos entrando no meu cabelo, puxando com força.
— Porra, Dudu… — ele respirou fundo, os músculos da barriga tremendo. — Chupa direito, vai.
E eu chupei. Com vontade. Com capricho. Deixando ele gemer mais, as pernas ficando bambas.
— Chupa tudo. — implorou ele. — Meu pau inteiro… Oh, issoo!
Olhei para cima, para ver a cara de prazer dele quando engoli todos os centímetros dele, alojando todos o pau dele em minha garganta.
— Porra, que gargata profunda gostosa!
— Isso, assim mesmo — Fernando gemeu, a cintura começando a empurrar devagar, metendo o pau fundo na minha garganta.
Eu deixei e relaxei a mandíbula, sentindo aquele cacete quente escorregando até o fundo, de modo que fazia a saliva escorrer pelos cantos da minha boca.
— Caralho, Dudu… — ele arfou, antes de me fazer sentir seus dedos apertando meu cabelo com mais força. — Você fica tão bonito de joelhos assim.
Eu não tirei os olhos dele, mantendo o contato enquanto afundava a cara na virilha, colando meu nariz nos pelos e na pele quente da virilha dele. A pentelhada tinha um leve cheiro de suor, aquele aroma masculino que me deixava doido. Quando puxei minha cabeça para trás, devagar, fiz questão de rodar a língua em volta da cabeça, lambendo o precum que não parava de sair.
— Quer mais? — perguntei, dando uma pausa só pra ver ele ficar puto.
— Para de gracinha e volta a me chupar. — ele rosnou, empurrando minha cabeça para baixo de novo.
Dessa vez, ele não segurou. Começou a foder minha boca com força, os quadris batendo contra meu rosto, fazendo aquele pau longo entrar e sair num ritmo gostoso. Eu me deliciei com aquilo, fechando os olhos e sentindo o gosto dele, a textura, o jeito que as veias pulsavam contra minha língua.
— Vou gozar, porra! — ele avisou, a voz rouca. — Ohhhhhh! Engole tudo, seu puto.
Não precisei ser avisado duas vezes. Quando o primeiro jato quente de gala bateu na minha garganta, eu já estava preparado. Eu engoli sem perder o ritmo, mamando ele até a última gota. Fernando gemeu alto, o corpo todo tremia enquanto despejava vários jatos quente e grossos goela abaixo. Ele estava tão extasiado que percebi as pernas dele quase cedendo quando finalmente terminou de gozar.
— Porra… — ele arfou, finalmente soltando meu cabelo. — Acho que você já mamou demais. Você drenou as minhas bolas hoje.
Sorri, limpando os lábios com o dorso da mão.
— Quem disse que acabou? — perguntei, passando a língua de leve na ponta do pau dele, ainda sensível.
Fernando deu uma risada e me puxou pelo braço, me jogando no sofá.
— Então agora é minha vez.
Ele baixou meu short jeans e minha cueca numa velocidade impressionante, fazendo meu pau preto de tamanho mediano pular pra fora duro e babão.
— Ah, Fernando… — Gemi quando senti o calor quente e molhado da boca dele envolvendo a cabeça do meu pau. — Ain, delícia!
Fernando adorava pagar de hétero na rua, mas na casa dele, ou na minha, ele era o ativo que me chupava e era chupado. E olha, para um “hétero” ele chupa muito bem.
— Awm… Isso Fernando! — Arfei quando senti meu pau sendo engolido pela garganta dele.
Ele movia a cabeça para cima e para baixo, chupando e lambendo meu pau num ritmo lento, fazendo meu corpo interior se contorcer de prazer, ali mesmo, deitado no sofá da sala dele.
As mãos deles agarravam minhas coxas, apertavam com força, ao mesmo tempo em que me olhava nos olhos enquanto me mamava com gosto.
— Meu pau já está duro de novo!
Ele ficou duro com meu pau na boca dele? Aquilo foi demais pra mim.
— Ahh! Eu vou gozar.
Ele acelerou a mamada e me ejacular fartamente na boca dele. Meu corpo todo tremendo de prazer enquanto jorrava minha porra nele.
— Vai engolir? — Perguntei, quando terminei de gozar e percebi que ele estava com a boca cheia com minha gala, igual um esquilo bochechudo.
Ele fez uma cara de nojo, mas, para minha surpresa, engoliu tudo.
— Ih caralho! Sua porra é bem docinha. — ele comentou, surpreso.
Eu sorri e me sentei no sofá.
— Sua porra não é ruim. — Foi tudo o que eu disse, vendo ele ajoelhado em minha frente, com um pouco de esperma escorrendo pelo lábio vermelho.
— Ah é? Então vem cá, me chupar de novo.
Fernando ficou de pé e puxou minha cabeça na direção de seu pau, completamente duro, me fazendo engolir tudo de uma só vez.
— Humm… — Gemi abafado com todos os centímetros dele dentro da minha garganta.
Eu chupei ele, novamente, com gosto. Mas logo fiquei parado, deixando ele guiar o ritmo enquanto socava em minha boca como se fosse um buraco sedento por rola.
Ele socou muito longos minutos, eu apenas aguentava e engasgava na pica dele, até que, com um grunhido, ele gozou, novamente, na minha boca, eu engoli tudo sem perder o ritmo.
— Segunda gozada do dia… — comentou ele, ofegante. — E dentro da tua garganta. Que delícia!
Quando acabei de engolir o resto que faltava ele ficou me olhando, ainda ofegante, o pau meio mole agora, mas ainda impressionante.
— Gostou do recheio desse morango do amor? — ele perguntou, com um sorriso safado.
— Amei. — limpei a boca de novo e dei uma risadinha.
Fernando puxou as roupas de volta pra cima e se jogou no sofá, pegando o controle.
— Então bora, seu boqueteiro. — comentou ele, vendo eu subir meu short jeans. — Agora é minha vez de te destruir no jogo.
E eu só sorri, sabendo que, no fim, a gente já tinha jogado o melhor round do dia.
Fim.
Notas do autor:
Espero que tenha gostado. Lembre-se: Os personagens são fictícios, então use proteção. USE CAMISINHA SEMPRE.
PS: Dudu é um personagem safado que vive várias aventuras. Se quiser ler mais sobre ele, basta entrar em contato comigo. (86) 994535769.