Voyeur e exibicionista

Voyeur e exibicionista
Eu ainda estava às voltas com o final das aulas no colégio, mas costumava passar as tardes na casa de um amigo onde falávamos mal de todo mundo, contávamos mentiras um ao outro e líamos revistinhas de sacanagem. Eu sabia que ele era extremamente bem dotado – ao menos era a propaganda que ele fazia de si mesmo, dizendo que seu pau tinha 26 centímetros por 5 de grossura. Se era verdade eu não sabia, só sabia que o volume em suas calças já denunciava que havia algo muito grande ali. Nunca havia rolado nada entre nós, eramos bons amigos e tudo seguia normalmente.

Ele era mais baixo que eu, coxas grossas e sem nenhum pelo. Na praia dava gosto vê-lo de sunga, pois o volume chamava mesmo atenção, e eu podia ver que, embora lisinho, aparentava ter aquela bunda arrebitada extremamente cabeluda. Ele já havia me mostrado seus pentelhos uma vez, e mais parecia um matagal! Muito pentelho! Uma quantidade absurda! Mas jamais passamos daí.

Uma tarde, já cheio de não fazer nada em casa, pus uma roupa e fui à casa dele pois no colégio ele me dissera que havia comprado uma revista de sacanagem com um ator que fazia sucesso na época: John Holmes. E lá fui eu, sem saber quem era esse ator e, muito menos, o que aconteceria lá.

Toquei a campainha e sua empregada atendeu. Ela disse que ele estava no quarto, que eu poderia entrar. E não havia mais ninguém na casa.

Ao chegar em frente a porta de seu quarto, vi que estava entreaberta e que ele estava deitado na cama tocando punheta – e que punheta: o garoto possuía um verdadeiro colosso, grosso e enorme, cabeçudo e que certamente teria talvez até mais que os 26 centímetros que ele anunciava! Seu saco era imenso e as bolas subiam e desciam conforme sua mão deslizava por todo aquele tamanho e grossura. A quantidade de pentelhos em volta do pau era absurda, se espalhando pelo saco e por debaixo dele, me fazendo adivinhar que seu cu era igualmente muito pentelhudo, embora ele não possuísse pelos em mais nenhuma parte do corpo.

Me deixei ficar ali, espiando ele tocar punheta. Seu pau enorme me hipnotizava, e eu estava completamente excitado. Ele tocava devagar, até por conta do tamanho imenso da sua jeba, que por incrível que pareça, não estava toda dura! Era um pau reto, grosso como meu punho, bolas enormes, pentelhudo até no cu e minha boca e meu cuzinho pediam aquilo tudo em mim.

Foi quando tomei o maior susto de minha vida: sua empregada, uma mulatinha gostosa e bundudinha, surgiu silenciosamente por trás de mim. Me viu observando meu amigo, viu que eu estava com a mão em meu pau por cima das calças e só depois sussurrou, bem baixinho em meu ouvido:
- Nossa… não sabia que era tão grande assim… E riu, bem baixinho, enquanto eu quase desmaiei com o susto.

Fui para a sala e, por gestos, a chamei lá:
- Você nunca sentou nele?, perguntei. Ela:
- Não… nossa mãe, é muito grande!, disse ela, baixinho.

Então imaginei uma maldade e combinei com ela:
- Vou entrar no quarto dele e pegar ele no flagra. Mas vou deixar a porta encostada como agora, pra você ficar vendo. Se rolar alguma coisa, você entra no meio e participa, combinado?

Ela se fez de santinha:
- Tá maluco? Eu não, tenho serviço pra fazer… e foi em direção à cozinha.

Voltei à porta do quarto dele e a punheta estava mais animada: seu pau estava ainda maior e mais grosso, e não resisti: abri a porta repentinamente e ele, com o susto, teve como única saída tentar cobrir o pau com a revistinha – que não tapou quase nada, pelo tamanho. E reclamou:
- Porra, por quê não bateu na porta?

Eu nem respondi. Só ri e pedi que me mostrasse a revista. Aquilo o desarmou e ele parou de esconder a jeba imensa. Sentei ao seu lado e vi que era a revista com o tal John Holmes, e o cara tinha uma piroca como a do meu amigo: monstruosa. Perguntei:
- Com uma piroca dessas, não tem como a revista não dar tesão, né?

Ele, inocente, caiu:
- É, olha só isso! E me apontava uma foto, quase roçando sua mão por cima de meu pau.

Resolvi tentar meu plano, pois quando entrei havia deixado sua porta apenas encostada, com uma fresta que dava pra ver tudo:
- Não aguento, eu preciso tocar uma punheta…

Ele, se fazendo de moderninho:
- Tudo bem, toca aí…
- Mas você vai tocar junto, né?
- Claro! Olha a piroca desse homem!

Ele estava completamente nu e eu, pela primeira vez, tirei toda a roupa na frente dele.
De propósito, já pelado, fiquei de quatro no chão e com minha bunda raspadinha – mas com o meu cu extremamente cabeludo – apontados para ele, fingindo ajeitar meus sapatos embaixo de sua estante. Eu ouvi ele gemer e resmungar, alto o suficiente pra eu ouvir:
- Nossa, cara… não sabia que você tinha esse cuzão…

Respondi, já pra dar a deixa:
- E eu não sabia que você era mentiroso: seu pau tem mais que os 26 centímetros que me disse… é enorme!

Ele riu, satisfeito, e falou:
- Não fode, cara! Pega aí a régua na estante, vamos medir!

Ele se chegou para a beira da cama e espichou o pau pra baixo. Eu, com a régua em minhas mãos, a encostei por cima daquele monstro – ele não reagiu, aceitou – e medi: 28 centímetros!
- Viu, seu mentiroso? Seu pau é maior ainda! Agora quero medir a grossura!

Sem parar de sorrir, novamente espichou o pau duro e encostei outra vez naquela jeba, para ver a largura: 5 centímetros! Ele já ia falar alguma coisa, mas eu o interrompi:
- Calma! Agora quero medir esse cabeção, que é mais grosso ainda!

Dessa vez não esperei que ele espichasse o pau: eu mesmo o peguei com minha mão e pus a régua transversalmente por cima do cabeção: pouco mais de 6 centímetros! E ele nem comentou eu ter segurado o pau dele! Só me restou aproveitar:
- Cara, que cu consegue engolir uma piroca desse tamanho e dessa grossura?

Ele ia responder quando, por estar ainda segurando seu pau, o levei à minha boca e comecei a mamar. Ele fechou os olhos, respirou fundo e deitou na cama, para que eu continuasse.

Na verdade eu estava até com medo daquele monstro. Era o maior pau que eu já tinha visto na vida, até mesmo em revistinhas de sacanagem, mas o tesão falou mais alto: ao lado de sua cama havia sempre um grande frasco de creme hidratante, que ele usava para suas punhetas. Eu lubrifiquei aquele monstro com o creme, lubrifiquei também meu cu e deitei por cima dele. E foi só esperar: ele abriu minha bunda com as duas mãos e apontou aquela caceta descomunal na porta cabeluda de meu cu, já todo aberto de tesão. E foi só empurrar.

Senti o monstro entrar mas, como sabem, sou raso. Logo bateu no fundo e eu soltei meu tradicional “ai meu cu…”. Devo ter falado isso umas mil vezes enquanto ele socava aquela tora em mim. Só que, pelo espelho atrás da cama de meu amigo, eu podia ver a porta de seu quarto e vi que sua empregada via meu cu engolir aquela imensidão quase inteira. E reparei que ela estava de boca aberta, espantada!

Não deu outra: meu amigo socava sua naba imensa no meu cu, de olhos fechados e abrindo minha bunda com as duas mãos. E nesse meio tempo, sua empregada entrou silenciosamente, se ajoelhou ao lado da cama, retirou a pirocona de meu cu e levou direto à sua boca!

Meu amigo tomou um susto grande, mas ao ver a mulatinha, gostou. Ele meteu em mim de novo, socando bem fundo, enquanto ela tirava a roupa e deitava no chão, toda arreganhada para ele. Ele tirou a pirocona de mim e meteu inteira, de uma só vez, naquela buceta gorda. A empregada deu um gritinho, mas ele tampou sua boca com as mãos.

A seguir eu deitei no chão e meti em sua buceta quente, mas meu amigo não teve juízo: socou aquela monstruosidade no cuzinho dela, que gritou e tirou, se levantando rapidamente e com o pobre cuzinho sangrando.

A diversão parecia ter acabado ali. Ela foi ao banheiro, se limpou, passou um medicamento e disse que ia pra casa. Ficamos, eu e meu amigo, bem sem graça. Depois que ela foi embora, voltamos pro quarto meio desanimados. Para não perder a viagem, olhei aquela jeba enorme – só que agora mole – e a engoli com a boca, fazendo ela crescer até minha garganta. E o pau ficou absurdamente imenso de novo.

Eu sabia que ele era leiteiro, por termos feito um concurso de quem esporrava mais, quando mais novos: eu levei um saquinho de bala e ele, vaca leiteira, um pequeno saquinho que daria pra encher um copinho de café. E não deu outra: que eu tenha contado, ele soltou mais de dez jatos grossos de leite em minha boca!

Mas não terminou aí: eu o coloquei de quatro e soquei meu pau naquele cu incrivelmente cabeludo, fazendo ele peidar muito leite por aqueles pentelhos melados. E depois foi a vez dele, novamente: me colocou de quatro e arrombou o que me restava de cu com aquele monstro cabeçudo. E demorou! Passou muito tempo socando, e eu sentindo aquelas bolas enormes baterem em minha bunda até que ele me entupiu de leite. Uma quantidade absurda, que me fez dar um peido imenso, alto e que formou uma grande poça de leite no chão.

Éramos os melhores amigos, um do outro, e não preciso dizer que essa amizade permanece até hoje.

Mas por enquanto, vamos ficar com lembranças da juventude!

Depois conto mais!

Beijos!


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Voyeur e exibicionista

Codigo do conto:
263506

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
01/06/2026

Quant.de Votos:
2

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