Empregado doméstico

EMPREGADO DOMÉSTICO
Nunca me meti nas decisões de meus pais, então não sei por quê contrataram um rapazinho para trabalhar nos serviços domésticos em nosso sítio, em Teresópolis, RJ.
No meu entender, os serviços domésticos eram coisa de mulher e me estranhei com aquele mocinho – mulatinho magro, bundudo ao extremo e com um enorme volume entre as pernas – passar os dias fazendo comida, lavando pratos, varrendo casa e até servindo à mesa.
Ele era muito educado, silencioso, ágil e sempre estava sorrindo. Sempre bem vestido ao servir almoço e jantar, trocava essas roupas por algo mais à vontade em seus serviços mais brutos – e foi aí que comecei a reparar nele.
Meus pais haviam saído para um longo passeio, só voltariam à noite e ainda era de manhã.
Eu acordei, tomei meu café e fui no quintal. E lá estava ele, agachado diante de uma tina lavando roupas. Me aproximei, dei bom dia – ele respondeu sorridente – e me agachei bem à sua frente. Não pude deixar de reparar o enorme volume que se destacava, descendo pela sua perna direita, e quase se mostrando pela boca de sua bermuda de nylon.
Eu, por minha vez, usava um shortinho muito curto e apertado – era a moda na época – e quando ele me passou uma camisa já lavada para que eu a pusesse na outra tina mais à sua frente, tive de ficar de quatro e mostrar minha bundinha arrebitada pra ele.
Reparei que ele ficou meio incomodado. Mas manteve o sorriso e perguntou:
- Esse short não te machuca, não? Parece ser muito apertado…!
- Não, ele é macio… e gosto de usar assim, respondi.
Olhei novamente seu volume: havia aumentado ainda mais, e pude ver uma sombra começando a aparecer pela boca da bermuda. E ele viu que eu olhava seu volume.
Tirou as mãos da tina, ergueu o tronco, arrebitou-se e ajeitou sua bermuda, puxando-a ainda mais pra cima. E não deu outra: novamente me pediu para jogar uma roupa na tina das já lavadas. Novamente mostrei meu cuzinho pra ele. Mas, para minha surpresa, ao voltar-me novamente de frente para ele, pude ver claramente um enorme cabeção quase saindo pela boca de sua bermuda.
Ele viu que eu olhava mas, desta vez, não se incomodou. O volume estava se tornando obsceno, indisfarçável, e eu imaginava como ele iria se levantar ao acabar sua tarefa.
Foi quando ele me pediu um favor:
- Será que você poderia me trazer um copo de água? Tá calor aqui…
Eu me levantei e fui à cozinha pegar. Quando voltei, copo na mão, ele havia sumido.
Busquei pelo local e não achei. Decidi ir até sua casa, que ficava mais abaixo, na colina. Lá chegando, a porta estava aberta. Entrei e pude ouvir um barulho molhado – algo como um “schlept-schlept” – vindo do quarto, que estava com a porta aberta quase pela metade. E o que vi me chocou.
A porta tapava a cabeça e o tronco do rapaz, mas mostrava perfeitamente ele deitado em sua cama e tocando uma punheta no maior e mais grosso pau que eu já havia visto! Ele usava algum creme branco, lubrificante, e por isso fazia o barulho. E eu podia ouvi-lo gemer em sua bronha:
- Ah, garotinho… que cuzão você tem…! Ahhh… eu quero botar nesse cu, quero entupir ele de leite… vai… senta na pirocona do tio, senta… vai, mama… engole meu leite… aaahhhh…
E gozou no chão uma quantidade absurda de leite, uns treze ou quatorze jatos de porra grossa, farta e que formou uma enorme poça no chão. Eu me assustei, saí dali às pressas e acabei deixando o copo cair bem na frente de sua casa, fazendo barulho.
Fiquei quieto em meu quarto até o dia seguinte, mas ele se comportou normalmente e logo relaxei.
Uns dois dias depois meus pais precisaram descer ao Rio de Janeiro para assinar uns documentos, e eu disse que preferia ficar. Eles disseram que iriam passar uma semana fora, mas se era o que eu queria, então tudo bem. E fiquei no sítio, junto do rapaz.
E uma nova rotina se estabeleceu: não sei onde o rapaz arrumou tanta roupa pra lavar, mas todo dia era assim: ele lavando, o volume cada vez maior em sua bermuda, eu mostrando o cuzinho à pretexto de ajudar e depois, a parte boa: ele dizia que ia descansar, mas largava a porta de sua casa aberta e a de seu quarto igual como da primeira vez.
E fiquei observando ele se masturbar tantas vezes que reparei em tudo: não tinha pentelhos, o saco era gordo, enorme e inchado, a cabeça de seu pau parecia um cogumelo, sua jeba deveria ter mais de 20 centímetros, grossa feito uma embalagem de desodorante, nunca ficava toda dura e sempre babava muito. E quando gozava, era aquele festival: 13, 14 ou às vezes até 15 jatos imensos de leite grosso, com ele sempre falando muita putaria e sacanagem enquanto se punhetava.
E eu ali, olhando. Até o dia em que resolvi me masturbar também, enquanto ele se punhetava.
Lá estava ele, com a rola imensa lubrificada e fazendo “schlept-schlept”, e gemendo:
- Aaahhh, garotinho gostoso do tio… senta gostoso nessa jeba, senta… vai, deixa eu entupir seu cuzinho com ela… vai, abre esse cuzinho… eu só fico olhando esse seu cu… quem dera você quisesse sentar em mim… eu ia te dar tanto leite…
E lá estava eu, olhando aquela jibóia quase preta, grossa, toda babada e cheia de creme, balançando quase dura e suas enormes bolas pulando e batendo em suas coxas. E não aguentei, tive de gozar.
Mas o pior aconteceu: quando gozei, soltei um “aaahhhhh” muito alto, e ele – que sabia que eu espiava suas punhetas, se sentiu encorajado para se levantar e abrir a porta antes que eu fugisse.
- Ei, garoto… que bom que você está aqui… eu estava pensando em você, disse ele com aquela pirocona enorme apontando para mim.
- Eu não queria atrapalhar… só tava olhando…
- Você gosta de ver?
- Gosto…
- Então vem pra cá – e me puxou pela mão, me colocando sentado em sua cama.
Eu não sabia o que era maior: o nervoso, a vergonha, o tesão que sentia ou aquela piroca na minha frente. Tudo era imenso! Ele disse:
- Tira sua roupinha, tira…
Seria besteira fingir vergonha depois de tantas vezes ter escutado que ele queria ver meu cu. Eu tirei tudo, até a cueca, e fiquei sentado na cama. Ele se levantou, segurou aquela jeba meio mole e a encostou em minha boca, dizendo:
- Chupa o tio, chupa…
E eu engoli o cacetão o melhor que pude. Como era gostoso chupar aquilo! Cabeçudo, macio por estar meio mole, quente, grosso e babando muito. Uma delícia!
Ele delirava, gemia, arfava, até que senti seu pau endurecer mais, crescer mais, ficar mais grosso e o reguinho da cabeça se abrir: ao menos umas 15 cuspidas de leite aquela jeba imensa soltou em minha boca! Não consegui engolir tudo, escorria pelos lados de minha boca enquanto ele implorava:
- Vai, engole o leitinho, vai… aaahh, que boquinha gostosa… passa a linguinha na rachinha da cabeça, passa…!
E quanto mais eu passava, mais leite ele cuspia! Era um monstro!
E aquele monstro murchou.
Fiquei meio triste, pois meu cuzinho pegava fogo. Mas não dei bandeira, e comecei a conversar sobre termos ainda quatro dias pra brincar. Ele parecia nem estar me ouvindo. Apenas olhava meu cu – eu estava sentado de frente pra ele, com as pernas abertas – e vi que a enorme jibóia começou a crescer de novo. Ele me pediu:
- Lubrifica seu cuzinho com esse creme?
Lambuzei tudo, dentro, fora, pois estava ansioso por sentar naquela jeba. Ele se reclinou na cabeceira da cama, o pau já quase duro e lubrificado, e me pediu:
- Agora senta gostoso na piroca do tio, senta… abre o cuzinho, deixa a cabeça encostar na portinha e ela vai entrar gostoso…
Seu pau era tão grande que tive de sentar quase em seu peito! Mesmo assim, a cabeça empurrava forte a portinha de meu cu. Foi quando ele deu um solavanco e pronto: o cabeção entrou! Engoli aquele monstro com meu cuzinho!
A partir dai, não sei dizer quanto tempo aquela jeba enorme passou entrando e saindo de meu cu. Pela primeira vez aprendi a gozar pelo cu, e o gozo anal é muito melhor que o do pau, pois quando começamos a gozar, não paramos mais!
E assim ficamos, não sei quantas horas. Ele socando aquela jibóia em mim, eu gozando, peidando gozo e – acreditem – ele gozou duas vezes em meu cu sem tirar a piroca! Eu sentia meu cu cheio, o leite quente pedindo pra sair, mas o pau dele era tão grosso que mal conseguia peidar a leitada!
Na terceira e última gozada, após deixar mais um litro dentro de meu cu, ele tirou a giromba e a vargonha foi inevitável: um peido imenso, rios de leite e eu completamente mole, sem conseguir sequer pedir desculpas.
Mas acho que não era preciso, pois ele ria e me beijava a boca, passava a mão em minha bunda e me chamava de “menininho”…
E assim ficamos toda a semana, até meus pais voltarem.
Na verdade, enquanto ele trabalhou conosco, acho que meu cuzinho nunca esteve tão largo!
Mas depois eu conto outras aventuras!
Beijo pra vocês!

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Empregado doméstico

Codigo do conto:
263507

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
01/06/2026

Quant.de Votos:
4

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