A puta da minha ex - parte 3

Fomos para o carro, o problema maior é que eu não estava de carro, estávamos no carro do Sidney, então fomos nos encontrar com ele, eu ainda não fazia ideia do que tinha rolado com aqueles dois, fomos andando e Luana mal olhava pra mim, perguntei algumas vezes se estava tudo bem mas ela desconversava, quando chegamos onde os carros ficavam, fomos até onde Sidney havia estacionado o carro, perto do local onde meus sogros haviam parado também, como eles haviam ido embora, apenas o carro do Sidney estava parado lá com outros poucos carros em volta, era um fox simples, sem filme nos vidros laterais.

Quando chegamos, já vi o Sidney e falei: - Nem esperou a gente pra ir embora em? - cheguei sorrindo e abrindo a porta da frente do carro.

- Que isso cara, claro que não, jamais deixaria vocês pra trás, só estou exausto, acho que dancei e bebi demais. - disse ele olhando para o retrovisor.

- Pelo jeito Luana te deu um sufoco em? - eu brinquei mas sem imaginar o que estava por vir quando chegássemos ao sítio.

Ele riu e disse que ela era muito boa no forró, puxou o carro e começou a dirigir para a estrada que nos levaria até o sítio, meu estômago estava quase revirando, eu queria saber o que tinha rolado, sabia que era algo intenso por que Luana não queria falar ainda e o Sidney nem retornou com ela, além disso, quando nós nos encontramos no show depois de quase 2 horas, ela estava com os cabelos desarrumados e com menos maquiagem no rosto, que imaginei ser por conta do suor por ter dançado um tempo e eu já sabia que poderia ter rolado algo entre os dois.

Chegando ao sítio dos meus sogros, Sidney deixou a gente na porteira e foi embora pra casa dos tios dele, enquanto eu e Luana subíamos de mãos dadas, perguntei a ela: - e então? Vai me contar e acabar com esse mistério?

- Amor, não sei se você vai gostar muito de saber.. disse ela receosa.
- Como assim? Eu preciso saber, deixei você lá e vocês sumiram por 2h30, estou curioso e cheio de ciúmes e tesão, e não sei de nada. - eu disse meio contrariado.
- Amor, você quer mesmo saber, eu vou te contar, mas precisamos definir se vamos continuar brincando assim com os outros.

Como no sítio, nós não dormíamos juntos, por que os pais de Luana eram conservadores, resolvemos parar ali na estradinha mesmo, por ser deserta e estar bem escuro, ficaríamos invisíveis ali e poderíamos falar a vontade. Me encostei numa pedra na estradinha que tinha duas partes de concreto pras rodas do carro passar, e Luana parou na minha frente e começou a falar:

- Aquela hora, quando fui falar com você que o Sidney tava passando a mão em mim, era pra entender até onde você queria ir com aquilo, como eu vi que você deu carta branca, deixei ele continuar, nesse meio tempo, voltamos a dançar e vi que ele estava cada vez mais se aproveitando, olhei pro lado procurando você num momento da dança e não te achei, até pedi para parar, perguntei se ele sabia de você e ele disse que você havia feito sinal que iria em algum lugar mas não tinha entendido onde e aí nós nos tocamos que o Lion não estava lá também e entendemos que ele devia ter pedido pra ir embora e você deveria ter ido levar ele. Olhei pro Sidney e falei rindo:

- Pelo jeito você vai ter que aguentar minha companhia sozinho por mais um tempo, foi mal!
- Que isso, queria ter sua companhia todos os dias - disse ele com aquele olhar pesado e com cara de safado.
- Ah mas isso só meu namorado tem - eu disse dando uma cortadinha nele, quando falei isso, toquei no braço dele como se fosse dar um tapinha , bem ali perto do ombro, e fui deslizando minha mão pelo bíceps, olhando o braço dele até minha mão passar e virei meus olhos pra ele, enquanto eu fazia isso, morria de leve meu lábio inferior. Quando fiz isso, ele me olhou e não falou muito, só me puxou prum beijo longo e profundo, ficamos nos beijando ali mas me veio um estalo na cabeça, algum conhecido podia passar, porém eu não queria parar de beijar ele, enquanto eu pensava isso, sentia as mãos dele passeando no meu corpo e me lembrei também que eu não usava nada por baixo, fiquei excitada na hora e pensando no que ele iria pensar se descobrisse isso. Parei de beijar ele e olhei pros lados ainda abraçada nele, fui dando beijinhos no pescoço abraçadinha e falei no ouvido dele:

- Acho que eles vão demorar pra voltar, e aqui a gente está muito exposto, vamos prum lugar mais escondido, pra não passar algum conhecido e ver a gente aqui, por que se contarem pro Kevin, vai dar merda! - falei num tom de preocupação, para ele entender que você não sabia de nada.

- Vamos! - disse ele - vamos procurar algum cantinho!

- Então Sidney foi puxando minha mão pelo pavilhão no meio das pessoas, fomos andando de mãos dadas como um casal, andamos por uns 5 minutinhos até chegar numa parte por trás dos bares e dos banheiros, tinha uma arquibancada ali que não estava sendo usada e fomos entrando naquela área ali de trás. - Nesse momento,
enquanto ela narrava a história, ela foi chegando perto de mim e passando a mão no meu pau por cima da calça que eu usava, eu já sabia que ali ela já estava excitada, sempre que ficava com tesão ela já vinha me acariciando.

- Ali atrás amor, nós ficamos bem escondidos, tinha um muro que era o final do pavilhão e na nossa frente os fundos da arquibancada de concreto, não era um beco, mas também não era um espaço aberto, era como se fosse um corretor pra lugar nenhum, se seguíssemos por ele, para o lado contrário ao da arquibancada, chegaríamos no estacionamento, ele era uma espécie de passagem usada para andar mais depressa e cortar o publico. Sidney então me encostou na parede e me olhando com aquela cara de safado, voltou a me beijar, enquanto me beijava, começou a passar as mãos em mim, e começou lá na minha bunda, ele tem muita pegada, passou a mão por trás dos meu cabelos e puxou e foi lambendo meu pescoço, tirou meu cachecol e pendurou no ombro dele, para ele ter acesso a todo meu pescoço, enquanto ele lambia, me lembrei que eu não usava nada por baixo além daquelas meias, pensei: Por quê não? - E fui deixando, senti ele apertando um dos meus peitos e levei a mão até o pau dele, a calça que ele usava era de um tecido parecido com moletom, então pude pegar no pauzão dele com minha mão inteira segurando firme sobre a calça, ele estava muito duro amor, parecia ser muito grande, eu já estava pingando nesse momento, então, ele começou a abrir meu sobretudo, nessa hora, meu coração disparou.
-
- - E o meu também! - eu disse, enquanto ela ia contando sobre essa parte, arrancou meu pau da calça que eu usava e começou a me punhetar igual fez na piscina mais cedo, e conforme ela ia narrando como ele começou a abrir o sobretudo dela, ela ia abrindo na minha frente.
-
- - Então ele abriu um dos botões e parou pra me olhar, eu o puxei pra um beijo e senti ele desabotoando mais um, dois, três, quatro, cinco, seis botões, o suficiente para abrir o sobretudo até a minha cintura, e enquanto nos beijávamos, senti a mão dele entrar por dentro da abertura e subir até o meu peito, quando ele viu que eu não usava sutiã ou blusa, passou de me beijar e me olhou falando - Veio sem nada por baixo? Seu namorado sabe disso? - perguntou com o sorriso mais safado do mundo.
-
- - Claro que não sabe né, eu vim por quê gosto de ousar um pouquinho as vezes sem ninguém saber - terminei de falar isso mordiscando o meu lábio inferior.
-
- - Ual, e veio totalmente sem nada ? - ele perguntou - Inclusive embaixo? - completou Sidney.
-
- - Ué, você vai ter que descobrir se quiser - eu provoquei e comecei a bater uma punheta mais rápida e mais forte pra ele, cuspi na minha mão e ele se contorcia enquanto eu continuava aquela punheta deliciosa, ele continuou beijando e desabotoando meu sobretudo, quis desabotoar até os pés, e quando chegou lá, abriu e me viu nuazinha em pelo, só com as meias que iam quase até a virilha, ele me olhou sorrindo e me puxou prum beijo, agora sem roupa alguma cobrindo minha pele na parte da frente, o sobretudo tampava apenas as costas que tocavam a parede, ali enquanto eu masturbava ele, ele começou a tocar uma siririca pra mim, ficamos nisso algum tempo, até que uma lanterna veio bem na nossa fuça enquanto nos beijávamos, eu tive que me recompor rápido pra não ser vista pelada mas com certeza o segurança viu.
-
- - Vocês não podem ficar aqui, preciso que vocês saiam ! - Gritou o segurança e Sidney foi me puxando pra fora dali, saímos, e meu sobretudo estava aberto, quando fiz menção de fechá-lo afinal estava no meio do pavilhão de novo, ele me olhou e fez que não, e disse:
-
- - Vamos pro meu carro, mas não fecha esse negócio não, segura só na frente, me dá tesão saber que está aberto - ele falou assim como um pedido e como uma ordem ao mesmo tempo, eu aceitei, fomos rápido, tentamos passar por onde dava e achamos um portão lateral que dava pro estacionamento, saímos por ali e onde saímos, era super escuro, estávamos novamente sozinhos, ainda longe do carro dele, mas ele é um safado, voltou a me beijar e abriu meu sobretudo novamente, ele queria que eu tirasse, mas eu tinha muito medo de ficar peladinha ali, embora meu coração estivesse palpitando, eu queria também, ele então me disse:
-
- - Tira vai, tira e vamos andando pro carro - Ele falava com muito tesão, com muita vontade, então tirei, entreguei pra ele e fomos andando rápido para o carro, no meio do caminho, ele me parou de novo no meio dos carros e ficou me pegando ali, passamos por um casal e por algumas pessoas que estavam indo embora, eles quase me viram, só não viram que eu estava nua por quê estávamos andando atrás de outros carros e quando as pessoas vinham, ele me entregava o sobretudo. Nós nos pegamos no estacionamento todo até chegar ao outro lado, lá, ele pegou meu sobretudo e abriu o carro pra eu entrar, ele entrou deitando os bancos e jogando meu sobretudo lá pra trás, e começou a me beijar enquanto eu punhetava ele forte, eu não aguentei amor, não sou de ferro, subi em cima dele sentindo o pau duro dele na minha buceta, eu queria sentar, eu precisava sentar naquela piroca, mas eu não tinha combinado nada com você, eu já estava traindo, mas isso ficou na minha cabeça, ele começou a pincelar a cabeça da piroca na minha bucetinha, ficava passando pra cima e pra baixo, eu olhei pra ele e perguntei: "Você tem camisiha?" - E nessa hora ele desfaleceu, falou que não tinha.
-
- - Eu não sou boba, a pergunta foi para derrubar ele do cavalo, eu precisava ser forte e já tinha deixado ele louco até ali, então falei que não iríamos transar.
-
- - Sid, eu quero! - Falei isso encostando a bucetinha na cabeça do pau dele, ele quase colocou nessa hora! - Mas sem camisinha não rola, nem com meu namorado eu faço assim... Vamos voltar!
-
- - Ei gatinha - disse ele - Calma, eu entendo, mas vamos brincar mais um pouco então, chupa meu pau vai ? - pediu ele, quase implorando. Olhei pra ele, pra aquele pau duro latejando por mim, e não aguentei, abaixei a cabeça e fiquei de quatro no banco do carona e fiz o melhor boquete que eu pude. Você sabe, até hoje eu só tinha chupado seu pau, o dele era diferente, enorme, grande, grosso, comprido, e eu fiz questão de enfiar até o talo na boca. Não foi fácil, eu engasgava toda hora, amor ele ia muito fundo, acho que sentia ele passando pelo meu esôfago, não faço idéia do tamanho, mas era grande e é bem grosso, mas eu me sinto orgulhosa, por quê consegui chupar ele, o problema é que ele não gostava, chupei o pau dele por tanto tempo, que minha boca dói até agora, então olhei pra ele e perguntei se estava ruim, mas quando vi, ele estava se controlando muito e fazendo muita força pra não gozar, ele me olhou e só puxou minha cabeça até o pau dele e socou tudo de uma vez só, nessa hora senti os jatos de porra indo direto pro meu estômago, era muita e era quente, meu frio passou rapidinho. Feito isso, quando fui tirando o pau devagar da boca, fiquei ainda uns 5 minutinhos chupando as bolas dele, lambendo tudo, quando vi, o pau dele estava duro de novo, então comecei a bater outra punheta pra ele, que me pediu pra chupar até ele gozar outra vez, não aguentei e voltei a chupar, lambia a ponta da cabeça com a língua e ia lambendo toda a extensão daquela rola enorme até o final, depois subir e colocava o pau inteiro na boca, depois de fazer isso algumas vezes, ele levantou uma dar pernas e abriu o cuzinho e pediu pra eu chupar ali também, abaixei no bando do carona na parte da frente e fiquei de joelhos ali, consegui enfiar a língua lá dentro e ficar lambendo em volta, depois de uns 10 minutos assim voltei a subir e a chupar o pau dele, todas as vezes que eu colocava inteiro na boca, uma lágrima caía de novo dos meus olhos, estava toda borrada, chupei por um bom tempo até ele me falar que iria gozar de novo, nessa vez, pedi que fosse na minha língua e na minha cara, queria sentir a porra dele, aproveitei enquanto ele gozava, pingou porra em mim toda, fui pegando com o dedo e levando pra boca com cara de safada, e no final engoli tudinho, foi isso que rolou, depois fiquei me limpando, pode olhar que até na minha cara ainda deve ter porra seca dele, e depois de me limpar, meu celular tocou, era você e vim te procurar, o carro estava totalmente esfumaçado e como papai e mamãe foram embora, sabia que precisaríamos voltar com ele, então pedi pra ele esperar e ajustar as coisas no carro, ele me disse que ainda quer me comer amor.. foi isso! - disse ela ressabiada.
- Quando terminou de contar, eu puxei ela pra baixo, estava nua em pelo, não aguentei e acabei socando meu pau na boca dela e gozando na cara igual ela havia feito com o Sidney, mas diferente dele, eu e ela já havíamos feito o que vou falar agora algumas vezes, eu sempre gostei de beijar ela logo depois de gozaar na boca dela, falava inclusive pra ela guardar minha porra na boca pra eu beijar, o gosto é bom e é meu, não tinha por quê não fazer, então puxei ela, que estava nua em pelo ali, e nos beijamos com minha porra na sua boca, nesse momento, eu não quis saber de mais nada, só fomos para dentro de casa, tomar um banho e dormir, e eu disse que precisava pensar e que conversaríamos no dia seguinte..


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico kevindramel

Nome do conto:
A puta da minha ex - parte 3

Codigo do conto:
263673

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
03/06/2026

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