Na segunda feira, recebi uma mensagem de André falando sobre a mudança pra Bahia e convidando a gente pra um fim de semana nas montanhas, pegaram um chalé relativamente perto do sítio dos meus sogros pro fim de semana e marcaram com a gente e com outros amigos, eu conhecia esse chalé, tinha 3 quartos, ofurô, hidro,tudo voltado pra mata dando toda privacidade do mundo e ao mesmo tempo, liberdade, muito chique e próximo da natureza do jeito que gostávamos, claro que aceitei na hora já imaginando que Luana seria um dos pratos do dia nesse fim de semana, mandei pra ela que mandou carinhas felizes e disse que iria se preparar pro fim de semana.
Durante a semana ela não se encontrou com Manoel, nem com Sidney, nem com Bernardo ou Roger, deu gelo de todo mundo, nem comigo quis transar, passou a semana se preparando, manteve a academia, fez procedimentos de limpeza de pele, hidratação, depilação a laser que ela já fazia há algum tempo e quis por em dia, ela queria ficar 100% lisinha pro fim de semana, depilou até o cuzinho, ela me disse que não ia deixar nem um pelinho no corpo, além disso, não se masturbou nem usou plug nem fez nada relacionado a sexo, ela me disse quer queria estar apertadinha e subindo pelas paredes pq queria sentir o pau de André rasgando ela. Eu estava realmente preocupado, ela estava muito concentrada nesse fim de semana e quando eu digo que as vezes o destino dá as caras e resolve brincar com a nossa cara.
Eu jogo futebol 2x por semana, na terça e na quinta feira, naquela quinta, fui jogar como em qualquer dia normal, o jogo foi super tranquilo, quando saímos e eu estava indo pra casa quando pisei numa madeira sobre um buraco na rua e adivinhem? Isso mesmo, quebrei o joelho. Não me perguntem exatamente como, mas só senti a queda e quando acordei já estava no hospital, desacordei devido a dor e por sorte os meninos me socorreram, Luana estava comigo lá na hora que acordei, me olhava com os olhos cheios de água, quando acordei, ela me abraçou e me perguntou como eu estava, sentir o perfume doce dela me fez sentir uma calmaria enorme, ao mesmo tempo um tesão gigantesco.
- não acredito que você se machucou assim amor, logo nessa semana, vou cuidar de você até você ficar bem príncipe - ela disse.
Voltei pra casa ainda na quinta feira, precisaria ficar sem por o pé no chão por pelo menos 2 meses. Ela ficou comigo de quinta pra sexta, dormiu lá em casa, então me peguei pensando que seria injusto e egoista não falar pra ela ir pro fim de semana com os nossos amigos, principalmente por que ela estava se preparando durante toda a semana.
- amor, você ainda quer ir para o chalé com Vivi e André ? - perguntei.
- Amor, querer eu quero, mas eu quero mais do que isso, cuidar de você, por quê no final é sobre nós dois e não sobre eles. - disse ela me deixando muito confortável.
- Entendi, no fim de semana tem mais gente aqui em casa, mamãe e minha irmã também vem pra cá, o que acha ir com eles ? Acho que eles vão gostar muito. - falei com cara de quem sabia o que iria acontecer.
- Você é um safado né ? Você sabe… - falou pegando meu pau e começando uma punhetinha - Sabe que eles vão me usar lá né amor? Ainda mais sem você, eles vão fazer o que eles quiserem comigo sem você lá, e eu vou gostar e deixar eles fazerem tudo, você sabe disso né ? - perguntou ela abaixando pra por meu pau na boca.
- Claro que sei, e eu sei que você gosta de ser a puta deles dois não gosta? - falei gemendo.
- Sim amor, eu gosto, você gosta que eu seja puta dos outros ? Você gosta né? - Ela perguntou gemendo enquanto chorava meu pau e batia uma punheta bem gostosa.
- Sim amor - falei ofegante, pode ser a puta deles, mas só se você me contar o que rolou nos últimos encontros de vocês, quero saber de tudo.
- Tudo amor? - perguntou ela enquanto eu começava a gozar na sua boca.
- Então vou te contar amor ! - Disse ela começando.
- No primeiro fim de semana, naquele que não fomos pro sítio com meus pais, Vivi me ligou dizendo que seria aniversário do irmão do André, o Pedro, que ele estava vindo de longe com a namorada e que queria muito que eu fosse, sozinha, para a casa deles, eu falei com ela que era muito difícil amor, por causa de você e dos meus pais, mas eu disse que tentaria, então comecei a maquinar, eu sabia que você não seria um problema, mas eu precisava inventar algo, como combinamos que você nunca deveria saber de nada, fiz questão de deixar você meio alheio, exatamente pra mentira parecer mais verdade e aproveitei que meus pais iriam pro Sítio pra usar isso pra deixar a mentira mais convincente, liguei pra Vivi explicando e ela ficou muito animada, disse que eu iria amar o casal de amigos e que chamaram um primo de André pra me fazer companhia, disse que seria um rolê em família mesmo, então ela me disse que iríamos pra uma balada na sexta, que pra usar um vestido preto que ela tinha me dado, que ela usaria um igual porém branco, pra irmos combinando. - enquanto ela ia me contando, ia fazendo o que ela sabia fazer de melhor, já tinha começado de novo, mesmo comigo meio mole, tinha retomado a performance e chupava com maestria, colocando inteiro na boca.
- Me vesti do jeito que ela falou amor, aquele vestido é muito vulgar cara, sério, eu me sinto quase pelada nele, não tampa as pernas nem um pouco e qualquer movimento, aparece mais do que deveria aparecer amor, ele tampa exatamente o que precisa na frente e atrás mas até pra sentar é complicado, era pra ser vulgar mesmo né? Afinal de contas kkk. - ela ia contando me deixando cada vez mais excitado e curioso.
- Então amor, na hora de sair, antes de pedir o Uber, falei com Vivi que iria terminar a maquiagem na casa dela e mandei mensagem pro Thiago, meio que sem motivo sabe ? Eu só queria um uber conhecido, pra rolar a putaria que fosse, eu queria me soltar mesmo. Quando ele chegou e me viu com aquele vestido, ficou doido, entrei no carro no bando do carona mesmo, queria deixar ele ver o que pudesse, joguei minha mochila no banco de trás e me sentei ali do ladinho dele que já meteu a mão na minha coxa abrindo ela, dizendo que eu estava uma delicia, eu falei que não podia demorar e ele disse que eu só tinha que fazer igual da última vez, então eu fiz, porém sozinha né, fiquei peladinha de novo amor, ali no banco do carona, de quatro, eu usava um plug anal, aquele redondinho com a joia vermelha, empinei bem e ele abriu os vidros e eu fui mamando ele até o portão do prédio da vivi e do Andre, no meio do caminho ouvíamos buzinas de motos, de outros carros e até um motorista de ônibus que parou do nosso lado e começou a mexer comigo, nessa hora, ele me fez levantar e mandar um beijinho pro motorista, quase morri de vergonha com medo de alguém me ver e me reconhecer mas depois ele me puxou pelos cabelos e socou tudo de volta, ele só foi gozar quando paramos lá embaixo do prédio da vivi e eu fiquei uns 5 minutos mamando ele, com os vidros abertos, morrendo de medo de alguém passar e ver a cena, mesmo com a rua escura, depois que ele gozou, falei pra ele que iria rolar uma putaria o fim de semana todo e perguntei se ele queria ver e ajudar a gente na logística, ele disse que sim, que ficaria muito excitado e que depois eu podia pagar pra ele, concordei, coloquei minha roupa por quê fiquei conversando com ele peladinha, com os vidros abertos, enquanto retocava minha maquiagem e limpava a porra da boca, quando acabei, estava arrumadinha e linda de novo, então me ajeitei e subi pra casa da Vivi e do André. - ela falou me punhetando devagar, só subindo e descendo a mãozinha babada no meu pau.
- Chegando lá amor, dei de cara com os casais e também com o primo do André, um pretinho magrelo amor, mas muito alto, devia ter uns 2 metros de altura. Eles nos apresentaram e depois de trocar uma meia hora de conversa, fomos descer pra pedir uber, pedimos dois carros, um eu fiz questão que fosse o Thiago, falei que era um uber da minha confiança, entramos no uber só eu e o Marcelo (o primo do André), fomos sozinhos pq vivi, aquela cara de pau, disse que queria que a gente fosse se enturmando, quando entrei, Thiago o uber, já me olhou com aquela cara de quem sabia que eu iria aprontar, e não demorou, eu já estava aos beijos com o Marcelo, que por ser magrinho, tinha o corpo todo definido e em dia, um gostoso ! Ele me pegava, me lambia inteira, o pescoço, me dava uns chupoes leves, me mordia, me chamava de puta safada no meu ouvido, até que pegou minha mão e colocou em cima do pau dele na calça, amor, QUE PIROCA ERA AQUELA, sério, na hora eu apertei e olhei pra ele perguntando o que era aquilo, e ele disse que era a ferramenta dele, brincando, rindo com cara de puto, eu falei meio alto pro uber ouvir, falei que era muito grande, muito mesmo, que eu tava doida pra sentir ele me rasgando, ele riu, estava de bermuda daquelas leves, então eu podia sentir o pau inteiro na mão, perguntei o tamanho e ele disse que tinha 27cm, quase uma régua amor, era maior que o do Sidney que tinha uns 17 cm e o do André com 19, maior inclusive que o do Manoel com 21, eram 6cm a mais amor, eu nunca tinha pego num piru daquele tamanho, eu estava pingando naquele momento, literalmente pingando de tão molhada e de tanto tesão. - ela falava isso enquanto colocava minha mão na bucetinha dela pra sentir e ela realmente estava molhada só de me contar.
- Amor, aquilo era uma loucura, eu fiquei muito doida nessa hora, só queria transar com aquele cara bem ali, chegamos na balada e eu saí daquele jeito do carro, estava arrumadinha, cheirosa, linda, imagina a cena amor, eu desse tamanho, a sua loirinha, saindo e indo pra porta da balada com um negrão enorme, pirocudo, doido pra me foder, vestida pronta pra sentar no cacete dele quando ele quisesse. Chegamos naquela balada conhecida, que já fomos algumas vezes, fiquei preocupada de algum amigo nosso passar e ver a gente ali, é um lugar que muitos amigos e conhecidos nossos costumam ir, então eu precisava ter cuidado, Vivi e Andre chegaram logo com o irmão dele e a namorada, o Pedro também é negão, parrudo e meio gordinho igual ao André e o Marcelo, a Bruna, namorada do Pedro, é uma branquinha do cabelo bem preto, com olhos verdes bem clarinhos, linda também, cá entre nós, os três estavam muito bem servidos, nunca imaginei sair assim com outro cara depois que te conheci, estava sendo uma aventura. - Uma pontinha de ciúmas subiu na minha coluna mas eu nem tinha tempo de pensar em muita coisa, por quê enquanto ela falava, ela me chupava e batia uma, toda vez que parava fazia a mesma coisa.
- Quando eles chegaram, eu estava aos beijos com Marcelo, lembrando que eu não usava nada por baixo do vestido além daquele plug, queria que fosse uma surpresa pra quando Marcelo fosse me comer e como o plug ficava mexendo quando eu andava, eu ficava com ainda mais tesão, quando eles chegaram, paramos de nos pegar ali na frente da balada, eu havia me esquecido do risco ou tinha largado o risco de alguém conhecido nos ver, o tesão falava muito mais alto, eles chegaram e começamos a conversar, Vivi chegou falando que nós já tínhamos nos enturmado, e eu ri com cara de safada, fui no ouvido dela e falei: - amiga, é enorme né? e ela respondeu: Sim, você já viu? - E eu disse - Claro que não, mas peguei, eu quero sentar nele, to doidinha - Ela disse: Amiga, ele quase me rasgou, André falou que você ia gostar de conhecer ele, ele (o Marcelo) já me comeu junto com o irmão dele, o Pedro, que tem um parecido, só que essa namorada dele não curte muito esse rolê, mas nós curtimos e vamos curtir muito tá? Aproveita que tá sem namorado hoje kkk.
Era muita loucura, enquanto ela falava isso, eu não acreditava muito em tudo que eu aceitava que ela fizesse, ficava sentindo ciúmes e muito tesão ao mesmo tempo, era inacreditável como alguém podia sentir isso com a namorada vivendo essas coisas e colocando chifres nele, mas eu estava curtindo muito isso tudo, saber que ela estava vivendo tudo isso sem mim, me dava ainda mais tesão, pro quê parecia escondido, parecia proibido, ao mesmo tempo que eu sabia, eu não sabia, havia dias que isso tinha rolado e eu só estava sabendo agora, quase 15 dias depois, o que mais tinha rolado? Isso já me causava ansiedade e tesão só de pensar nisso, enquanto isso ela continuava.
- Amor, então entramos na balada, lá tocava de tudo, sertanejo, eletrônica, funk, eu fiz de tudo, bebi, dancei com os meninos, eu notei que a namorada do Pedro não curtia muito a aproximação dele comigo, mas não teve jeito, inclusive, num momento que ela foi ao banheiro, vivi fez questão de chegar perto e fazer ele me beijar na frente do Marcelo, beijei mesmo e ainda peguei no pau dele, ali no meio da galera, acredite ou não mas quando peguei tomei um susto por quê pra mim parceria ser do tamanho do pau do Marcelo, eu pingava amor, era muito tesão pra uma pessoa só, eu não tenho nem tamanho pra isso hahahaha, voltei e continuei com Marcelo que me chamou de puta no meu ouvido e falou várias obscenidades, enquanto ele falava, nós nos beijávamos, eu me esfregava nele, inclusive, enquanto eu rebolava, vi a Thayná, aquela nossa amiga que é médica, passou por mim, e veio me cumprimentar, ela estava com o namorado, me deu um abraço, me perguntou de você, nessa hora, quando ela veio, tentei disfarçar um pouco e falei que você estava passando mal, vi que Marcelo notou que eu falava de você e ficou curioso, chegaram mais dois casais de amigos nossos que me viram lá também, por sorte enquanto eu conversava com a Thay e não estava enroscada no Marcelo, conversei fiado e até bebi com eles um pouco, então resolveram seguir o rolê deles e eu voltei pro meu negão que me puxou e me deu um beijão ali, sem nem esperar direito o pessoal ir embora, veio me perguntar se eu namorava e eu falei que sim, ele me perguntou se você sabia de tudo isso e eu neguei, claro, falei que você nem sonhava nem podia sonhar com essa putaria toda que estávamos fazendo, que era capaz de terminar comigo, ele riu, voltou a me pegar, me levou prum cantinho ali na casa de show, num cantinho bem escuro, e meteu a mão na minha bunda pelo decote nas costas do vestido, sentiu que eu não usava nada e me chamou de puta de novo, falou que iria me arregaçar mais tarde e eu falei que duvidava, que tava doida pra sentir ele dentro de mim, enquanto eu falava isso, ficava segurando o pauzão dele na mão.
- Amor, não demoramos ali, dançamos mais e bebemos um pouco mais, até a hora de ir embora, fomos pra casa da Vivi e do André, no Marcelo queria me levar prum motel de qualquer jeito, mas Vivi não deixou, ela queria que fôssemos todos pra casa deles, e assim fizemos. Quando chegamos, Vivi foi separando os quartos, como era uma apartamento pequeno, ficamos divididos assim: Na sala, eu e Marcelo, e em cada quarto um dos casais, depois consegui entender por quê fiquei na sala, a safada me colocou ali por quê a putaria ia rolar solta até de manhã e precisavam ter caminho livre.
- Jogamos os colchões no chão da sala e todos foram pros seus quartos e eu fui pro banheiro trocar de roupa, estava meio alta da bebida e da dança, tanto que até tinha me esquecido do plug no meu cu, me lembrei quando tirei a roupa, olhei pra ele e pensei ah, vou deixar aí, eu quero ver a cara dele quando for me comer, coloquei só um blusão de dormir seu que eu uso, e sai sem nada por baixo, me joguei nos colchões e me cobri, me virando pro lado pra dormir, senti ele deitando e ouvi ele me perguntando se íamos parar ali mesmo, não respondi, queria ver até onde ele iria, então senti ele entrando debaixo das cobertas comigo e o pau dele encostando em mim, por cima da blusa, nessa hora não aguentei e me virei pegando naquela tora que eu ainda não tinha visto ao vivo, peguei na carne mesmo e olhei pra ele, falei que era claro que não e começamos a nos beijar, ele baixou a mão e já me chamou de safada por estar sem nada por baixo do blusão e arrancou ele de mim, começou a bater uma sirirca pra mim e jogamos as cobertas pro lado, ainda estava bem escuro e eu não via muita coisa, só dava pra ver que o pau dele era gigantesco e muito mas muito preto, enquanto ele me tocava fiquei batendo uma punheta gostosa e lenta pra ele, gozei rápido, ele sabia como fazer uma mulher gozar. Em seguida empurrei ele e fiquei que encostou as costas no sofá com o pau explodindo pra cima, beijei a boca dele e falei que daquela parte em diante eu só ia beijar aquele pau o fim de semana todo, quantas vezes ele quisesse, fui beijando o pescoço, o peito, o tanquinho, tudo enquanto punhetava aquela rola imensa, amor quando cheguei perto, não me contive e fui medir, era to tamanho do meu antebraço, do cotovelo até a mão, caralho amor, era muito pau, eu não sabia nem o que fazer com aquilo tudo, ele então me mandou chupar, é claro que eu chupei, lambi a cabeça daquela rola gigante, já estou acostumada com pau grande, o Sid, o Manoel, o André, todos tem rolona, mas a dele amor, a dele era fora do normal, cuspi e fui lambendo meu cuspe pra espalhar, queria lamber tudo antes de começar a chupar, enquanto eu babava a rola dele, chegam na sala André e Viviane, rindo e pelados, vivi trazia André puxando ele pelo pau, ela dizia que sabia que estaríamos nessa e falou pro Marcelo: - acredita que ela sabe fazer garganta profunda melhor do que eu ? E que conseguiu por o pau do André inteirinho na boca estalando de duro?
- Marcelo me olhou com uma cara de safado e curioso ao mesmo tempo, deu uma risada safada e falou - Vai ter que por o meu inteiro também então princesa! - e eu respondi - Mas o dele é menor que o seu né? - ele ainda assim não se conteve e disse - Não tem problema, devagarzinho cabe tudo, bora começar? - E então, pegou meus cabelo eu olhei pra ele e respirei duas vezes e ele começou a empurrar, coloquei a língua pra fora e fui deixando entrar, quando chegou na metade, eu já sentia ele lá na garganta e quase vomitei, afinal eu tinha bebido, puxei a cabeça pra cima tossindo e olhei pra ele com cara de puta sorrindo e voltei a por na boca, fui enfiando sem por nem as mãos, só deixando ele controlar, ele foi enfiando e eu fui sentindo aquilo invadindo minha garganta, parecia uma cobra, parecia que não ia ter mais fim, ia cada vez mais fundo, eu chorava, escorriam lágrimas dos meus olhos, ouvi André então dizendo: - Ih, olha só quem chegou, mais um pra brincar com a loirinha safada! - Olhei pro lado, ninguém gritava, afinal a namorada de Pedro já devia estar dormido, mas eu vi ele, lá, pelado, o pau ainda maior que o de Marcelo, era impossível na minha cabeça, não imaginava aquilo fora de filmes de adultos ou algo do tipo, era muito grande.
- Nossa, ela consegue por tudo na boca? - Disse ele - Ainda não conseguiu falou Marcelo, soltei o pau da boca e falei meu engasgada. - Ainda não, mas vou conseguir ! - Duvido ! - disse ele sentando do lado de Marcelo - Depois vai ter que fazer comigo também.
- Voltei então a chupar o pau de Marcelo, fui empurrando novamente mas agora coloquei as mãos na base, empinei minha bunda inteira, queria muito que eles vissem que eu usava um plug mas a concentração era toda na minha garganta naquele momento, fiquei pensando como seria quando descobrissem meu cu daquele jeitinho, com as mãos, consegui firmar o pau dele e como uma estaca consegui ir empurrando na minha boca até encostar na púbis dele, pude sentar os pelinhos e minha língua tocou no saco escrotal, exatamente nesse momento ele gozou, segurando minha cabeça, pude sentir o pau dele latejando na minha garganta, comecei a fazer ânsia de vômito por quê era muito fundo, minha garganta apertava o pau dele e ai parece que ele gozava ainda mais, então ele parou e foi soltando minha cabeça devagar, fiz de tudo pra sair devagar do pau dele pra não deixar pingar nada no chão, quando saiu tudo quase vomitei, mas consegui segurar tudo na boca, ainda olhei pra ele com cara de safada e olhei pra Pedro e falei que era a vez dele.
- O pau de Pedro era ainda maior, absurdamente grande, conforme eu ia enfiando, achando que estava acabando, ainda tinha mais pau, então eu ouvia eles conversando dizendo que nenhuma outra tinha conseguido enfiar tudo igual eu tinha feito, fiquei feliz, era meu talento, empurrava tudo que podia do pau de Pedro mas mesmo assim era enorme, não entrava, quando estava quase no fundo eu tirava, essa brincadeira só ia acabar quando eu conseguisse, o pau dele era tão grande amor, eu quase vomitei várias vezes, babava feito uma cachorra naquela rola que nesse ponto, com o raiar dos primeiros raios de sol, clareando a sala, já brilhava feito uma tora, até que finalmente consegui. Diferente de Marcelo, ele não gozou, mas começou a socar fundo, tirava inteiro e socava até o fundo, enquanto isso Vivi se divertia sendo comida por Marcelo e Andre ao mesmo tempo, ela disse que ia esquentar eles pra mim, enquanto ela chupava um o outro comia ela, depois deu m tempo nessa brincadeira, Pedro me puxou pelos cabelos e veio me dar um beijo, foi pegando no meu corpo e me apertando até chegar na minha bunda e eu só ouvi o comentário dele: "Epa, pera lá , vejam isso aqui!" - todos pararam, tinha tempo que estávamos ali, então vivi veio e começaram a me chamar de safada, me perguntaram desde quando eu estava usando aquilo e eu disse que desde que saí de casa, por quê queria aguentar a piroca deles todinha lá atrás.
- Ele riram, e falaram que não era problema, Pedro levantou e já parou atrás de mim, tirou meu plug e deu pra vivi chupar, e sem enrolar colocou a cabeça na porta e foi empurrando, parecia que iria me rasgar toda, foi empurrando tudo, sem parar, devagar mas empurrando à todo tempo, ia entrando e rasgando, era muito dolorido e por conta disso, Marcelo sentou na minha frente enfiou na minha garganta, propositalmente, só pra conter meus gemidos, quando eu senti tudo dentro, Pedro parou lá atrás enquanto Marcelo fodia minha boca aqui na frente, ficaram assim um tempo até Pedro me perguntar se podia começar, se eu tinha me acostumado, eu olhei pra trás, segurando a pica de Marcelo na mão punhetando, fui pra frente e pra trás rebolando e falei que sim, e voltei a chupar Marcelo, só senti Pedro começando a bombar feito um animal, o barulho chegava a ser constrangedor, ele socava, sem parar, parecia uma betoneira, eu não conseguia me conter e gemia alto, era só flap, flap, flap, enquanto eu gemia com o pau de Marcelo enterrado na boca, foi rápido, mas foi preciso feito uma faca cortando a manteira, socou tanto, tão gostoso que comecei a gozar, então ele me puxou pelos cabelo e enfiou o pau na minha boca e começou a gozar ali, na minha boca, com a pica com gosto de pau.
- Amor, eu nunca iria imaginar que a lpiroca de negão é tão gostosa, sério, por mim eu só iria dar pra preto apartir de hoje, mas tenho você ainda, meu branquinho, aí amor, voltando ao assunto, depois de gozar em mim, foi a vez de Marcelo, que não me comeu sozinho, André deitou no colchão no chão e eu sentei com a buceta no pau dele, então fiz uma DP com os dois, vivi falou que estava com sono e que ia se deitar e me disse pra dar conta dos três ali, eu ia reclamar por que era muita coisa pra mim mas não deu nem tempo, Pedro voltou enfiando a rola mole na minha boca e me pondo pra mamar, amor, ficamos assim até as 10:00, essa DP durou muito tempo, sempre que um gozava, o outro entrava no lugar, um gozava no cu, saia e vinha por o pau mole e sujo na minha boca enquanto o que estava na boca ia pra buceta e o da buceta ia pro cu, foi um rodízio bem feito, eram 09:00 quando paramos e os três se sentaram no sofá fumando um cigarro e me pondo pra chupar, três paus pretos, essa foi a hora que eu mais me preocupei, eles fizeram uns vídeos meus enfiando o pau deles inteiro na boca, tiraram fotos com o pau inteiro enfiado e depois comigo segurando o pau comparando com o antebraço, depois fizeram vídeo dos três gozando na minha boca, cada um gozou na sua vez mas eu precisei segurar a porra doa três na boca pra fazerem um vídeo meu engolindo. Foi muita putaria, por fim, fui tomar um banho e quando voltei, meio enjoada, de barriga cheia e meio passando mal de exaustão, apaguei peladinha do lado do Marcelo que já roncava… Mas essa doideira ainda não tinha acabado…
kevindramel