Na casa de Swing Isabela me fez de corno [Real]

Eu Roberto e minha esposa Isabela fomos para a balada de swing pela segunda vez cheios de expectativa. Temos 43 anos, ela é muito gostosa, já era antes, mas depois de uma cirurgia nos peitos e uma enxertia no bumbum ficou uma verdadeira cavala deliciosa, com uma raba de parar o trânsito, eu sou um cara normal, cabelos grisalhos e um pau de 15x4cm. Ela estava irresistível com aquele vestidinho preto curto, colado no corpo, sem sutiã, os mamilos marcando o tecido. Mistura certa no RJ foi a casa escolhida novamente.

Chegamos e ficamos em uma mesa um pouco mais reservada e, logo, Lucas apareceu. Alto, moreno claro, corpo definido, barba bem aparada, tatuagens nos braços e um olhar dominante que fazia qualquer mulher molhar. Ele cravou os olhos em Isabela e passou chamando a atenção, ela chega mordeu os lábios. Minutos depois ele se aproximou.
— Boa noite… não consegui passar sem falar com você. Sou o Lucas.
Isabela sorriu, já com aquela voz mais rouca que ela faz quando está excitada:
— Isabela. E esse é o Roberto, meu marido.

Ele me cumprimentou com um aperto firme, quase desafiador, e voltou o foco total pra ela. Conversaram sobre bobagens, mas o clima já estava elétrico. Percebi o jeito como ele olhava pra ela e como ela cruzava as pernas, apertando as coxas. Levantei discretamente.
— Vou ao banheiro, volto já.

Quando voltei fiquei chocado, eles estavam se agarrando forte: línguas se enroscando, mão dele apertando a coxa dela por baixo do vestido, isso não estava combinado. Isabela mal desgrudou a boca pra falar comigo visivelmente excitada:
— Roberto, vai no bar e paga uma cerveja pro Lucas e uma tequila pra mim. E demora um pouco, tá?

Eu obedeci, coloquei as bebidas na minha comanda e voltei. Lucas tinha o braço possessivo em volta da cintura da minha mulher. Beberam comigo olhando, todo sem graça, como se eles é quem fossem o casal a ali, trocavam beijos e carícias livremente.
— Vamos pra uma cabine — ele disse, olhando pra mim com um sorrisinho.

Eu achei que iria junto. Afinal, era o combinado inicial, ficarmos sempre juntos. Mas quando chegamos na frente da cabine, eles entraram rápido. Assim que passaram pela porta, Lucas trancou por dentro, me deixando do lado de fora. Fiquei parado, atordoado.
— Ei… abre a porta. Eu vou entrar junto — pedi, batendo de leve.

Isabela riu do outro lado e falou alto o suficiente pra eu ouvir:
— Hoje não, amor. Você fica assistindo pela janelinha como um bom corno. Agora cala a boca e aprende. Meu coração batia rápido.

Eu implorei, voz baixa pra não fazer escândalo:
— Por favor, Isabela… me deixa entrar. Eu quero ver de perto…

Eles me ignoraram completamente. Trancados. A janelinha com treliça estava aberta, cortina aberta. Eu encostei o rosto no vidro, coração disparado.

Logo outros casais começaram a parar ao meu lado, atraídos pelo espetáculo. A cabine tinha iluminação quente e eles deixavam tudo bem visível. Eu tinha que disputar espaço na janelinha, empurrando o ombro com um casal ao meu lado que comentava animado.

Lucas não perdeu tempo. Arrancou o vestido de Isabela, deixou ela só de salto, e a jogou no sofá. Ele tirou a camisa, revelando o corpo musculoso, e abriu a calça e deixou o pau cair pesado pra fora. Era visivelmente maior e mais grosso que o meu — veioso, com a cabeça inchada e rosada, já babando pré-gozo. Ela soltou um gemido baixo de surpresa e tesão, mordendo o lábio inferior com força.
— Caralho… olha o tamanho disso… — murmurou ela, quase reverente, enquanto envolvia a base grossa com a mão. Mal conseguia fechar os dedos em volta. — É muito mais grosso e maior que do meu maridinho. Olha isso… meu Deus, ele parece uma criança perto de você!

Sem esperar, ela se ajoelhou na frente dele, ansiosa como uma vadia no cio. Começou lambendo toda a extensão, devagar, saboreando, subindo até a cabeça e enfiando a língua na fenda pra pegar o pré-gozo. Depois abriu bem a boca e engoliu o máximo que conseguiu, babando sem controle, fazendo barulhos molhados e obscenos enquanto chupava com fome. Lucas segurou o cabelo dela com firmeza e começou a foder sua boca com estocadas profundas, fazendo ela engasgar e lacrimejar, mas ela não recuava — pelo contrário, gemia em volta do pau dele, olhando de lado pra janelinha onde eu estava, como se quisesse que eu visse exatamente o quanto ela estava gostando de mamar um pau de verdade. Eu já quase gozando sem me tocar do lado de fora.

Depois de minutos que pareceram uma eternidade, ele deitou ela na cama enfiou dois dedos nela enquanto chupava seus seios. Isabela gemia alto, sem vergonha:
— Me fode, Lucas. Quero que meu marido veja como se faz.

Do lado de fora, um cara ao meu lado comentou:
— Olha essa gostosa… tá louca pro pau dele. O corno do marido tá aí fora babando.

A mulher dele riu, cochichando como eu eu não pudesse ouvir:
— Coitado… olha a cara dele. Deve estar duro pra caralho vendo a mulher sendo comida de verdade.

Lucas colocou Isabela de quatro e meteu tudo de uma vez, sem camisinha. O grito de prazer dela ecoou. Ele metia forte, fundo, batendo a pelve na bunda dela com estalos molhados. Cada estocada fazia ela gemer mais alto.
— Isso, caralho! Mais forte! Meu marido nunca me fodeu assim! — ela gritava.
Eu batia na porta, implorando baixinho:
— Isabela… por favor, me deixa entrar…

Eles nem olhavam. Lucas puxou o cabelo dela, virou o rosto dela na direção da janelinha e falou olhando pra mim:
— Cala a boca, corno. Fica aí assistindo como a sua mulher goza de verdade.

Isabela gozou pela primeira vez, corpo tremendo, voz rouca. O casal ao meu lado aplaudiu baixinho e outro homem comentou:
— Essa vadia tá sendo destruída. Olha o tamanho desse cara… pelo gemido dela o marido deve ser minúsculo.

Lucas virou ela de frente, levantou uma perna dela no ombro e continuou metendo fundo, suado, dominante. Isabela gozou de novo, unhas cravadas nas costas dele, olhos revirados. Finalmente ele grunhiu alto, enterrou o pau até o fundo e gozou dentro dela, enchendo a boceta da minha mulher com porra quente.

Quando tirou, o sêmen grosso começou a escorrer pelos lábios inchados dela. Lucas abriu a porta, suado e ainda com o pau semi-duro.
— Entra, limpador. Sua mulher tá precisando de você.
Isabela, ainda ofegante, abriu bem as pernas na beirada do sofá e segurou minha cabeça:
— Vem, Roberto. Eu sei que era isso que você queria. Lambe tudo que o Lucas gozou dentro de mim. Engole cada gota enquanto todos aí fora assistem o corno que eu tenho em casa.

Eu me ajoelhei, boca colada na boceta dela, chupando o gosto forte e salgado da porra dele misturada com o tesão dela. Enquanto eu lambia, ela rebolava devagar na minha cara e falava alto:
— Isso… bom corno. Engole o que o macho de verdade deixou. Você só serve pra isso… e você ainda pagou a bebida dele como um belo corno manso.
Os casais do lado de fora riam e comentavam. Lucas empurrou minha nuca:
— Continua limpando. Quando terminar, talvez eu foda ela de novo enquanto você assiste.

Depois que engoli a última gota da porra do Lucas, lambendo até deixar a boceta da Isabela brilhando e limpa, ela segurou meu rosto com as duas mãos, olhou nos meus olhos ainda ofegante e deu um sorriso satisfeito.
— Bom garoto… você fez direitinho o seu papel.

Lucas vestiu a calça, ainda com aquele ar dominante, pegou o celular e trocou números com Isabela na minha frente. Eles se beijaram mais uma vez, demorado, língua no língua, antes de sairmos da cabine.

O resto da balada foi estranho e excitante. Andamos os três juntos por um tempo. Lucas mantinha a mão na cintura dela, às vezes descendo pra apertar a bunda por cima do vestido, enquanto eu seguia um passo atrás como um acessório. Eles riam, bebiam, dançavam colados. Eu só observava, pau duro dentro da calça, sentindo o gosto dele ainda na boca.
Quando a balada terminou, fomos embora. Lucas deu um beijo forte de despedida nela no estacionamento e só acenou pra mim com um sorrisinho.

Em casa, assim que fechamos a porta do quarto, Isabela me puxou pra cama. Ela estava carinhosa, diferente do tom que usou com ele. Tirou minha roupa devagar, sentou no meu colo e me beijou com carinho, passando a mão no meu rosto.
— Obrigada, Roberto… de verdade. Eu te amo tanto. Você é o homem da minha vida, o meu companheiro, meu melhor amigo. Hoje você me deu um presente enorme deixando eu viver isso. Eu me senti tão desejada, tão mulher… você não faz ideia do quanto eu te amo por não ter estragado nada.

Ela me beijou de novo, mais profundo, e encostou a testa na minha, sussurrando:
— Mas… eu preciso ser sincera com você. Eu gozei muito mais com o Lucas. Gozei de um jeito que nunca gozei com você… nem perto. O pau dele é tão grosso, tão fundo, bate num lugar que você nunca alcançou. Eu me entreguei completamente. Foram orgasmos absurdos, daqueles que fazem a perna tremer. Eu tentei segurar, mas não consegui. Ele me fodeu de verdade.

Ela rebolou devagar no meu colo, sentindo meu pau latejar com as palavras, e continuou com a voz doce e ao mesmo tempo cruel:
— Não é culpa sua, amor… você é perfeito pra mim do jeito que é. Mas o corpo da gente reage diferente quando um macho de verdade toma conta. Eu adorei te deixar do lado de fora implorando, adorei você pagando a bebida dele e depois limpando tudo. Isso me deixou ainda mais molhada. Quero repetir… bastante. Você topa, né? Meu corno lindo que eu amo tanto.

Ela me beijou novamente, carinhosa, enquanto apertava meu pauzinho com a mão:
— Agora vem… me come você também. Mesmo sabendo que nunca vai ser igual.

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Comentários


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frota-men Comentou em 06/06/2026

Deliciosa 😋😋😋 hummmm




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Na casa de Swing Isabela me fez de corno [Real]

Codigo do conto:
263778

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
06/06/2026

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