O cara da balada virou o macho da casa do corno [Real]

Esse conto foi escrito de modo que vocês possam curtir mesmo sem saber a história completa, quem quiser saber mais, esse conto é uma continuação do “Na casa de Swing Isabela me fez de corno [Real]” Obs. Todos os nossos contos são reais, a foto aqui é da minha esposa em nossa primeira visita na casa de swing.

Me chamo Roberto e ela Isabela, temos 43 anos, ela é muito gostosa, morena, com uma raba de parar o trânsito e aqueles peitos perfeitos pra fazer uma espanhola, não sai da academia, eu sou normal, me cuido, tenho cabelos grisalhos e um pau de 15x4cm. Lucas é o cara do conto anterior, alto, moreno claro, corpo definido, barba bem aparada, tatuagens nos braços e um olhar de macho alpha, devorador.

Naquela semana que se seguiu à balada, Isabela estava diferente. Mais brilhante, mais safada, um fogo que eu não conseguia apagar por nada. Ela queria toda hora, eu tentava acompanhar. Eu percebia que ela trocava mensagens o tempo todo com Lucas. Às vezes eu via o celular dela acender na mesa de cabeceira à noite. Certa tarde, enquanto eu preparava o almoço, ela estava deitada no sofá de shortinho e top, mandando nudes pra ele.

Eu passei perto e ela nem escondeu. Abriu uma foto que tinha acabado de mandar: ela de quatro no nosso banheiro, calcinha abaixada, mostrando a boceta e o cuzinho pro Lucas. A legenda dizia: “Tá vendo o que vai ser seu essa semana?”

Lucas respondeu com um áudio grave: “Porra, que delícia. Quero comer esse cuzinho virgem também. O corno vai assistir tudo.”

Isabela riu quando viu que eu li e me puxou pra perto, passando a mão no meu pau por cima da calça que estava duro como pedra:
— Ele quer vir jantar aqui em casa no sábado. Topa, amor? Quero receber ele direito… na nossa cama. Você vai ter que se comportar e ser um bom corninho, um cachorrinho bem obediente.

Eu só consegui murmurar que sim, meu coração batia como os bumbos de uma escola de samba, minhas orelhas queimavam tamanha humilhação, meu pau sismava denunciar minha resposta antes mesmo de eu falar, quase rasgando minha bermuda. O resto da semana foi um tormento gostoso: ela mandava mais fotos e vídeos curtos pro Lucas — se masturbando, gemendo o nome dele, mostrando a lingerie que eu tinha comprado. Em um dos áudios que ela deixou tocar alto de propósito, Lucas falou: “Diz pro corno preparar o jantar e deixar a casa limpa. Quero chegar e já comer minha puta.”

No sábado à tarde ela me fez arrumar tudo: lençóis novos, velas, vinho caro. Enquanto eu preparava o jantar, ela se arrumava no quarto. Quando Lucas chegou, apertou minha mão com força e já foi direto:
— Boa noite, corno. Tá com a casa cheirosa… bom trabalho.

Isabela o recebeu com um beijo longo e molhado na boca, colando o corpo nele. Durante o jantar eu servi os dois como garçom. Lucas só se dirigia a mim como “corno”. Nunca havia me sentido tão humilhado.
— Corno, enche mais vinho aqui. E traz água gelada pra sua mulher, ela vai precisar estar bem hidratada hoje.

Isabela ria, olhava pra mim com uma mistura de carinho e tesão por me ver tão obediente. No final do jantar ela me chamou pra sala e sentou no colo do Lucas enquanto falava comigo:

— Roberto… hoje vamos deixar tudo bem claro. Quando o Lucas estiver aqui, eu sou completamente dele. Você é meu marido, eu te amo, mas ele é o macho da casa. Entendeu?

— Entendi… — respondi, voz baixa.
Lucas deu um tapa na bunda dela e completou:

— Exato, limpador. Agora vai buscar a lingerie que você pagou pro seu macho foder sua mulher.

No quarto, a coisa esquentou de verdade. Lucas mandou eu sentar na poltrona e filmar. Isabela se ajoelhou na frente dele e fez um boquete lento, adorador. Lambeu cada veia, chupou as bolas pesadas gemendo, depois engoliu o pau grosso até engasgar, babando no queixo, olhos lacrimejando de tesão.

— Olha como ela mama, corno — Lucas riu. — Nunca chupou você assim, né?

Depois ele deitou Isabela, chupou a boceta dela enfiando a língua até ela gozar gritando:
— Corno, deita debaixo da sua mulher. Quero que você chupe a boceta dela enquanto eu meto.

Me posicionei debaixo dela. Enquanto Lucas enfiava o pau grande e grosso na boceta da Isabela, eu lambia o clitóris inchado, sentindo o pau dele entrar e sair a centímetros da minha boca. O barulho molhado, o cheiro forte, as bolas dele batendo na buceta molhada… Isabela gemia e gritava sem parar:

— Ai meu Deus… os dois ao mesmo tempo… Lucas, você fode tão gostoso, nunca tinha sentido isso na vida… Roberto, lambe mais rápido enquanto ele me destrói!

Ela gozou forte assim, esguichando um pouco na minha boca.

Depois de um tempo metendo forte na boceta, Lucas diminuiu o ritmo, passou a mão no cuzinho dela e falou com voz rouca:

— Isabela… hoje eu quero comer esse cuzinho gostoso. Quero ser o primeiro a arrombar você de verdade.

Isabela ficou tensa na hora. Respirou fundo, voz um pouco insegura:

— Lucas… eu nunca fiz anal. Seu pau é muito grosso, tenho medo de machucar… acho que vai doer demais.
Ele acariciou a bunda dela com calma, mas dominante:

— Relaxa, vadia. Vai doer um pouco no começo, mas você vai aguentar. Eu vou devagar. O corno vai ajudar passando lubrificante. Quero foder os dois buracos da minha mulher hoje.

Isabela olhou pra mim, mordendo o lábio, ainda hesitante. Mas o tesão falou mais alto. Ela concordou baixinho. Eu busquei o lubrificante e passei bastante no cuzinho dela, enquanto Lucas me humilhava:
— Isso, cornão. Prepara o cuzinho da sua mulher pra eu arrombar.

Ele posicionou Isabela de quatro, bem na minha frente. Foi enfiando devagar, centímetro por centímetro. Isabela gemeu alto, misto de dor e prazer:
— Devagar… porra, tá muito grosso… ai, tá abrindo demais…

— Respira, gostosa. Relaxa esse rabo pra mim — Lucas mandou, segurando a cintura dela firme.
Depois de alguns minutos ele estava todo dentro. Começou a meter devagar, depois mais fundo e mais rápido. Isabela passou de gemidos de dor pra gritos de prazer:

— Caralho… tá tão fundo… você tá me arrombando toda… Roberto nunca vai mais sentir esse cuzinho… agora ele é seu, Lucas!

Lucas metia cada vez mais forte, dando tapas estalados na bunda dela:
— Isso mesmo. Fala pra ele, vadia.
— Roberto… meu cuzinho e minha buceta agora são dele. Você nunca mais vai sentir ele… só vai limpar depois que ele gozar aqui.

Enquanto ele fodia o cu dela, Lucas mandou eu voltar a chupar a boceta dela por baixo. Eu lambia desesperado, sentindo o pau dele entrando e saindo do cuzinho bem perto da minha língua. O cheiro era intenso, animalesco. Isabela gozou de novo, tremendo inteira.

Lucas finalmente gozou forte dentro do cu dela, grunhindo como um animal. Quando tirou, o cuzinho ficou piscando, aberto, vazando porra grossa branca.

— Agora vem, limpador. Chupa tudo direto do rabo da minha puta. Quero ver você engolindo minha porra do cuzinho dela.
Isabela empurrou o cu contra minha boca:
— Isso, corno… lambe e engole. Limpa o que o macho da casa deixou.

Depois ainda teve mais uma rodada longa: Isabela cavalgando ele com força, suada, enquanto eu segurava os seios dela e lambia os mamilos. No final, ela sentou na minha cara, ainda pingando dos dois buracos, e me fez gozar só de lamber e ser humilhado, sem tocar no pau.

Quando Lucas foi embora de manhã, Isabela me abraçou na cama, carinhosa, passou a mão no meu cabelo e sussurrou:

— Eu te amo tanto… você foi perfeito no seu papel hoje. Obrigada por ser meu corno manso e obediente.

Se gostou ou se identificou deixa um comentário ou envia uma mensagem bacana, Eu e Isabela lemos todas e adoramos, temos muitas histórias pra contar ainda. Não deixe de curtir.

Foto 1 do Conto erotico: O cara da balada virou o macho da casa do corno [Real]


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Comentários


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casualsomente Comentou em 06/06/2026

Ha o sonho a se realizar uma esposa submissa puta devassa e o corno obediente sonhoooo a se realizar nada mais atrativo q uma Dama com uma versão fogosa e sem frescura delícia




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Ficha do conto

Foto Perfil casalzinhossrj
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Nome do conto:
O cara da balada virou o macho da casa do corno [Real]

Codigo do conto:
263829

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
06/06/2026

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