Foda na cachoeira Estava em casa, era uma quarta feira. Recebi uma ligação de Zé Carlos, o mesmo do meu relato anterior, “minha primeira foda com pessoa que conheci através de um site”. Ele me perguntou se eu estaria em casa, ou trabalhando naquele dia. Disse a ele que estaria em casa. Ele me falou que queria me ver naquele dia, e que estaria disposto a ir ao meu encontro na cidade onde resido. Disse que no Rio de Janeiro estava muito calor, e me perguntou se aqui também estava. Falei a ele que sim. Me perguntou se poderia ir, eu confirmei. Quis saber se eu conhecia uma cachoeira com pouco movimento que nós pudéssemos ir, já imaginei o que ele queria. Disse a ele que conhecia algumas, mas que ficavam longe do centro urbano. Ele então me disse que iria, me perguntando onde poderia me encontrar. Disse a ele que o esperaria próximo ao clube onde sou sócio, passando a ele o endereço. Marcamos uma hora aproximada, já que não resido tão longe da cidade do Rio. Cheguei um pouco antes, estacionei no interior do clube, e fiquei aguardando-o chegar. Após algum tempo, uma BMW SUV, parou na minha frente, os vidros eram muito escuros, então não percebi quem seria. O vidro do carona abaixou, e vi ser o Zé Carlos. Ele me disse entra. Sentei-me então no banco do carona. Ele perguntou, para onde. Disse a ele para voltar de onde veio, porém ao invés de ir para o Rio de Janeiro, pegar a direção oposta. Após pegarmos a estrada, alguns quilômetros a frente, ele abriu o botão e desceu a bermuda e sua sunga até a metade da perna, deixando exposta sua piroca já bem dura. Disse para mim “Chupa minha pica, que eu estou cheio de tesão”. Disse a ele que poderiam nos ver, ele tendo retrucado que os vidros eram muito escuros, e que não veriam de fora. Me inclinei então, e comecei a chupar aquela piroca tão gostosa. Após algum tempo, ele segurou minha cabeça, a empurrando para baixo, e gozou um jato tão forte, que chegou a me engasgar. Ele gozou muito, e me disse para engolir toda a porra. Eu obedeci. Ele então me disse para eu tirar meu short e ficar nu. Tirei então o short, minha sunga, blusa e fiquei completamente nu. Encostei minhas costas na porta, coloquei um pé no encosto lateral da poltrona do motorista, e o outro no painel. Fiquei com a bunda em cima do console central, estando bem aberto para ele. Ele passou cuspe em um dos dedos e enfiou no meu cu. Depois tirou e passou mais cuspe e meteu dois dedos, tendo depois enfiado três dedos. Ficou então me masturbando. Quase perdemos a entrada para a cachoeira. Avisei a ele, e entrou na estrada. Era uma estrada de terra com pouco movimento. Ele pediu para ficar de quatro no banco, e continuou me masturbando com os dedos. Chegamos então no local para estacionar. Era um pequeno recuo, para parar e não ficar obstruindo a estrada. Já havia dois carros no local. Ele parou o carro um pouco mais distante dos outros. Eu ia me vestir, mas ele tirou toda sua roupa e disse “quero te foder agora”. Falou para mim “abre o porta luvas e pega o lubrificante. A pica dele já estava duríssima. Ele abaixou o encosto dos dois bancos, passou uma perna por cima do console central, passando lubrificante na piroca. Eu passei no meu cu. Passei a perna por cima dele, e me sentei em seu colo. A posição não era muito confortável, por conta do teto, mais o tesão falava mais alto. Deixei-o me penetrar assim. Cavalguei aquela piroca, até que ele gozar. Me inundou de porra. Depois, me limpei com lenço umedecido, que ele tinha no carro, e me vesti. Fomos então para a cachoeira. Lá, havia dois casais, e dois rapazes que se encontravam mais distantes. Eu disse a ele que conhecia uma trilha, que nos levariam a alguns poços mais no alto da cachoeira. Era uma trilha por dentro da mata que circundava o rio. Subimos, e paramos em um poço mais no alto. Estava deserto, e era o que ele queria. Tiramos os shorts e ficamos na água, somente de sungas. Ficamos ali, conversando e curtindo a água, até que ele visualizou uma trilha que entrava na mata. Me perguntou se eu sabia onde daria. Eu disse que não, porém deveria ter sido feita por algum caçador, o que era comum naquela área. Ele me perguntou se poderíamos explorar, tendo dito a ele que não via problemas. Percorremos a trilha durante algum tempo, até que ela parou em uma árvore tombada. Ela estava no fim da trilha. Zé Carlos disse que estava tendo um desejo. Tirou sua sunga e ficou totalmente nu. Me disse, tire sua sunga também. Fiquei preocupado com que alguém pudesse nos ver, porém resolvi tirar também. Estávamos completamente nus. Ele pegou o lubrificante que havia levado, passou na sua piroca e me deu para passar no cu. Passei o bastante. Estava com receio, mas estava com muito tesão. Me apoiei na árvore em pé, deixando que ele me penetra-se assim. Ele meteu a piroca toda de uma vez, me fazendo dar um grito de dor e prazer ao mesmo tempo. Ele socou a pica em meu cu com muita força. Depois pediu que eu ficasse de quatro no chão, montando em mim, e me fodendo até gozar. Foi muito prazeroso. Depois, nos vestimos e retornamos à cachoeira. Aproveitei para me lavar, e ficamos ainda por uma hora ou mais conversando. Notei então que Zé Carlos estava de pau duro. Ele tirou a sunga e disse “vou ficar nu”. Aquilo me deu um tesão muito grande, e então pensei, foda-se, vou ficar nu também. Ficamos ali nus por alguns minutos, meu tesão foi aumentando, até que não aguentei e disse “me fode aqui”. Ele então falou “estava esperando que me pedisse isso”. Escolhi uma pedra que me permitisse ver quem estava subindo, recostei minha barriga nela, ficando de quatro e abrindo bem minha bunda para ele. Ele passou um pouco de lubrificante no meu cu e me penetrou de uma vez, meu cu já estava bem aberto, e começou a me socar com força. Sua piroca entrava e saia com muita força, me fazendo ter um prazer muito grande. Sem perceber comecei a gemer e falar coisas como “me fode”, “mete no meu cu”, “me arromba”, “fode com força”, e outras, tudo isso em voz alta, sem estar percebendo que outras pessoas poderiam estar ouvindo. Gozei na água, e ele no meu cu. Foi um sexo muito intenso. Depois nos lavamos. Ficamos ainda um pouco, e depois descemos. Ao chegar embaixo, os casais haviam ido embora, porém os dois rapazes ainda se encontravam lá. Ao passarmos por eles, um deles disse, “estava bem movimentado lá em cima”. Zé Carlos perguntou, “vocês ouviram?”. Um deles disse sim, pena que não nos chamaram. Ele rapidamente perguntou o nome dos dois. Marcos e Flávio disseram. Ele pegou o telefone deles, dizendo que os chamariam para um encontro da próxima vez. Fomos então para o carro. Ele havia levado um recipiente com água para nos lavarmos. Eu ainda estava com muito tesão. Nos lavamos e entramos no carro. Ele pegou a estrada, mas eu ainda queria mais. Tirei short, sunga e camisa, ficando nu. Disse para ele tirar a bermuda e a sunga. Fiquei punhetando sua pica até que ela endurecesse. Depois de dura, peguei meus pés, e comecei a fazer um footjob, que vem a ser uma punheta com os meus pés, algo que ele gosta muito. Ele então, parou o carro no acostamento da estrada. Não demorou para gozar, sujando meus pés de porra. Aí, algo me surpreendeu. Ele começou a chupar e lamber meus pés, limpando a porra dele. Isso me fez ficar com muito tesão, tendo me masturbado e acabei gozando na minha barriga. Depois nos limpamos e continuamos, até que ele me deixou onde havia me pego. Foi um dia muito excitante, e depois relatarei mais casos com ele e outros. Quem gostou curte e comente.
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