No cruzeiro gay dia 2



Na manhã seguinte a suruba relatada no dia 1 do cruzeiro gay tentei o complicado exercício de ficar sem pesar em sexo por dez minutos. Complicado com o meu cuzinho lembrando toda hora da invasão de picas a que tinha me entregue na cabine com jacuzzi daqueles 4 caras. Finalmente consegui enquanto comia o café da manhã no restaurante do navio. Todos estavam vestidos, quietos e pensativos. Será que eles tinham fudido tanto quanto eu no dia anterior? Ninguém dava pinta. Nem eu.
Após o farto café preparei para curtir o dia de sol. Só de sunga, chinelo, regata e toalha procurei uma espreguiçadeira num lugar mais afastado sem tanta gente. Deitei ficando só de sunga que por sinal era uma sunga nova especial, cavada sem ser uma tanguinha entrada na bunda, masculina sem deixar de ser sexy. Imaginei que fosse deixar uma boa marquinha de sol como recordação daqueles 3 dias de cruzeiro. Relaxei com os sons da ondas batendo no casco do navio, a brisa marítima dando um refresco no calor. Longos minutos em que finalmente havia parado de pensar em dar a bunda. Ainda de olhos fechados escutei um. –Posso?
Abri os olhos para ver um homem quarentão apontando para a espreguiçadeira do meu lado. Eu demorei um pouco a entender e responder. Ele insistiu –Guardando o lugar para alguém?
-Não. Estou sozinho. Fique a vontade.
Achei que minha resposta foi meio boba. Talvez porque observei melhor aquele quarentão. Forte, peludo, ar de homem sério que afastou gentilmente a outra espreguiçadeira, me dando espaço, ficando como eu também só de sunga. Pronto! Havia acabado a minha meditação transcendental, o tarado aflorava como um vulcão. Enquanto ele estava de costas para mim, dei uma boa manjada no corpo do sujeito. Era uma visão absurda para um cara como eu que tinha vindo para aquele cruzeiro com os propósitos mais pervertidos. Meu cuzinho deu sinal de vida puxando o elástico da minha sunga. Se no dia anterior tinha pulado de pica em pica, naquela hora eu pensava em dar para um só cara. Eu tinha que dar para aquele cara. Mas ele não me olhava, nem tinha me notado. Eu não fazia ideia de como paquerar. No dia anterior tinha sido tão fácil.
O cara deitou aproveitando o banho de sol com os olhos fechados e a cara sem sorrisos. Toda hora eu dava um jeito de me virar e olhar para ele mas o camarada não se mexia.
Puta merda! O que é que eu ia fazer?
Meio agoniado me levantei e fui andando devagar até o gradil do barco que dava para o mar. Tentei aparentar tranquilidade enquanto deixava para a minha bunda o papel de seduzir aquele monstro. Não olhei para trás nenhuma vez, fantasiando que ele estivesse me curtindo. Apoiei o corpo no gradil e empinei a bunda levemente para trás. Não sabia o que fazer, estava obcecado por aquele puto. E só faltavam dois dias para chegar em Salvador, puta merda! Minha energia estava fluindo toda para a minha bunda. Foram longos minutos de agonia em que minhas duas cabeças haviam pirado.
-Amigo, posso te fazer uma pergunta?
Eu me virei com aquela voz novamente. Ele tinha levantado e caminhado até o meu lado no gradil –Claro. Respondi tentando não gaguejar.
-Eu observei duas coisas, uma foi essa tatuagem bem feita do clube de trilhas de moto nas suas costas, é motociclista mesmo?
Minha tatuagem, claro, tinha até esquecido dela –Sim, foi anos atrás em que eu andava muito de moto e tinha muitos amigos no clube quando iamos do Rio para Minas.
-Eu também ando de moto –ele me mostrou duas tatuagens no ombro e na perna que eu nem tinha notado antes –Meu clube é de São Paulo. Ainda fazemos muitas trilhas hoje.
-Legal. Você disse que tinha visto duas coisas?
-A outra é que você está terrivelmente tenso –com isso ele botou as duas mãozonas nos meus ombros e massageou para me fazer relaxar. Ri envergonhado da situação e ele deixou a cara fechada para trás. A partir dali ficamos um bom tempo conversando sobre nossas aventuras, dentro e fora do navio, pedimos alguns drinques, nos conectamos, ele contou que estava só com mais um amigo que devia estar perdido em alguma balada, até que ele tomou coragem e me convidou.
-Minha cabine não é como a dos seus amigos de ontem mas tem hidro.
-É tudo que eu precisava ouvir. Vamos?
A cabine dele era realmente bem menor, não era para 4, tinha até uma varandinha para o mar. –Vou enchendo a hidro fique bem a vontade.
Fiquei só ali na porta da varanda olhando o mar. Tirei toda a roupa ali mesmo. O vento batendo no meu corpo nu alisando cada poro me deixou com ainda mais tesão. Pouco depois ele chegou por trás de mim, também nu, e me abraçou por trás, o pau dele quente, ficando duro encostando no meu rego. –Agora você não está mais tenso. Gostou? – me virou e me beijou.
Ele tinha posto uma música instrumental bem leve, acendido uns incensos. –Vibe muita boa, respondi.
Ele foi pra hidro que já tinha enchido e sentou na borda, pés pra dentro na água e a pica dura apontadda na minha direção algo que eu adoro. Entrei na banheirona e fiquei de joelhos. Aproximei a cabeça do quadril dele bem devagar apreciando o corpo bem bronzeado e a marca da sunga que escondia os segredos que estavam se revelando. Empinei a bunda para que ele também me admirasse, exibicionismo puro. Aquele pau lavado estava bem convidativo e eu cai de boca nele, o cara conteve um urro. Rebolei a bunda empinada instintivamente já imaginando o que iria acontecer depois. Chupei com vontade por um bom tempo. O pau dele ficou duro como uma pedra. Senti que o cara deixou que eu tomasse todas as iniciativas e eu topei a brincadeira. Botei ele mais dentro da água e virei as pernas para frente prestes a sentar no colo dele. Controlando meu peso deixei minha bunda escorregar várias vezes para frente e para trás com aquele pau sarrando meu rego, minha bunda e o meu cuzinho. Senti que ele estava cedendo, logo ia me agarrar. Aquela sarração estava uma delícia, nem tinha vontade parar. Ele passou a acariciar meu corpo todo, principalmente meus peitos e fui eu que urrei de prazer, o puto tinha achado meu ponto franco. Inclinei para frente e taquei-lhe um tremendo dum beijão, ainda com o gosto da pica dele. O cara não aguentou e enfiou a pica no rabo de uma tacada só. Eu gemi e ele se desculpou -Foi mal. Eu não aguentei mais, a culpa foi sua
Eu sabia que a culpa tinha sido minha. Logo a dor no cu foi virando mais prazer e eu cavalguei no colo dele bem devagar. As pernas ficaram fracas, sentia meu corpo nu todo se derretendo sobre a pica daquele homem gostoso cheio de segredos. Eu já não era mais o dono da brincadeira, ele também me comia com vontade, gemia, urrava, me apertava contra ele. Que fodão da porra!
Ele me virou fazendo com que eu sentasse de costas na pica. Ele queria ver minha bunda se entregando para ele, sempre me acariciando, me beijando e me mordendo de leve. Eu não sabia quanto tempo eu ia segurar sem gozar, nem quanto tempo passamos naquela hidro. O ato final foi quando ele me colocou de quatro apoiado na beirada e começou a socar com velocidade a pica no meu rabo. Eu sentia a pica entrando e saindo toda sabendo que não ia aguentar muito mais. Quando ele gozou foi sinal para mim também. Gozei horrores, a porra escorrendo toda para dentro da hidro. Caralho! Que gozada!
Depois ficamos mais um tempinho juntos bebendo e falando de motos até que me vesti e voltei pro meu quarto.
Enfiado debaixo da minha porta tinha um bilhete e um convite. Era do cara novinho do dia anterior. Um dos 2 amigos coroas dele tinha desistido de ir num evento privativo no dia seguinte na boite do barco e ele estava me dando a entrada. Seria o terceiro dia do cruzeiro e o meu último antes de desembarcar em Salvador na outra manhã. A festa se chamava “Ninguém é de Ninguém no quarto escuro”. Traje obrigatório: venha vestido apenas com uma toalha. Pqp, essa festa promete.
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261908 - No cruzeiro gay dia 1 - Categoria: Gays - Votos: 8

Ficha do conto

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Nome do conto:
No cruzeiro gay dia 2

Codigo do conto:
264097

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
09/06/2026

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