Paula depois de saber foi trida gostou , me deu um passe livre



Bom eu sou Março, vou continuar a historia que Paula minha esposa descobriu que eu estava comendo sua prima Ana e que tirei sua virgindade. Os nomes são fictício, as os fatos não. Vamos lá...

Depois que Paula descobriu tudo sobre mim e Ana, e depois de muita conversa, lágrimas e promessas, nosso casamento se reequilibrou. Mas agora tinha um tempero novo, bem quente. Minha esposa havia descoberto dentro dela um desejo forte e inesperado: a excitação de me imaginar comendo outra mulher, de me ouvir contando cada detalhe enquanto me fodia com mais fome. Foi assim que ganhei o “passe livre”. Podia pegar outras, mas com regras claras: tinha que contar tudo, sem esconder nada, sem amigas próximas e, principalmente, ela queria saber cada gemido, cada posição, cada porra que eu deixasse.
O sexo em casa ficou ainda mais safado. Toda vez que eu pegava Paula, ela pedia para eu descrever alguma mulher gostosa que eu tinha vontade de comer. Eu falava devagar, detalhando corpo, bunda, buceta, enquanto metia nela com força. Às vezes a levava para um motel só para foder imaginando outra e contar tudo no ouvido dela.
Foi no trabalho que conheci Marta. Morena sarada, corpo bem definido de quem malha, curvas no lugar certo, cabelos negros cacheados que caíam nos ombros, olhos verdes penetrantes e um sorriso que desarmava qualquer um. Cliente da empresa, começou a aparecer mais vezes. As conversas fluíam naturalmente, mas logo surgiram olhares mais longos, frases com duplo sentido e sorrisos cúmplices. O casamento dela andava mal, o marido distante e frio. Eu percebia que ela se sentia viva quando eu olhava para ela com desejo.
Um dia ela apareceu de vestido curto, justo, daqueles que mal cobrem as coxas. Meu pau ficou duro na hora. Ela notou o volume na minha calça e sorriu. Sem graça, perguntei:
— Você veio vestida pra matar hoje, né?
Ela se aproximou, encostou a boca no meu ouvido e sussurrou:
— Matei. Vou no banheiro agora. Daqui dois minutos você vem atrás de mim.
O banheiro masculino e feminino ficava no mesmo corredor dos fundos. Meu coração batia forte. Entrei depois do tempo combinado. A porta do feminino se abriu devagar e lá estava Marta… completamente nua. Seios firmes e empinados, cintura marcada, buceta raspadinha, carnuda, lábios inchados e brilhando de tesão. Mal deu tempo de raciocinar. Entrei rápido, fechei a porta, pressionei ela contra a parede, segurei seus cabelos cacheados com força e enfiei a língua na boca dela enquanto minha outra mão descia pelos seios, apertava os bicos e chegava na buceta molhada. Dois dedos entraram fácil, ela estava encharcada. Marta gemeu baixo no meu ouvido, mas sabíamos que não podíamos demorar.
Ela se ajoelhou rápido, puxou meu pau grosso para fora e começou a chupar com fome, babando, tentando engolir o máximo possível. Eu fodia a boca dela segurando sua cabeça. Não deu para aguentar muito. Gozei forte na garganta dela, que engoliu quase tudo, limpando o resto com a língua. Saímos separados, ofegantes, com o risco de sermos pegos tornando tudo ainda mais gostoso.
Naquele mesmo dia desmarquei a tarde inteira. Liguei para Paula antes de sair e contei tudo: o vestido, o banheiro, a buceta raspada, a chupada rápida. Minha esposa ficou excitada do outro lado da linha:
— Come essa vaca com vontade, Marcos. Fode ela bem gostoso e traz um pouco de leitinho pra mim quando chegar. Quero sentir o gosto dela em você.
No motel, foi um dos sexos mais selvagens da minha vida. Assim que entramos no quarto, Marta tirou o vestido e ficou só de salto. Eu bati meu pau grosso e cabeçudo no rosto dela várias vezes, esfregando na boca e bochechas enquanto ela gemia pedindo mais. Virei ela de quatro, dei palmadas fortes na bunda sarada, marcando a pele. Ela pedia mais forte. Abri aquela buceta carnuda e meti de uma vez, fundo, socando com força e velocidade. O barulho de pele contra pele enchia o quarto. Marta gozava sem parar, tremendo, apertando meu pau por dentro. Eu a fodi de lado, de frente com as pernas no meu ombro, cavalgando. Duas horas de puro tesão animal. Gozamos juntos no final, eu enchendo aquela buceta quente enquanto ela cravava as unhas nas minhas costas.
Cheguei em casa ainda com o corpo latejando. Paula me esperava na sala com um vestidinho curto, sem calcinha. As pernas abertas no sofá, buceta brilhando. Não precisei dizer nada. Parti pra cima como um animal. Tirei o vestido dela e comecei a comer com força. No meio da foda, enquanto metia fundo, confessei:
— Foi incrível com ela… mas ainda não é igual ao que eu sinto com você. Porque com as outras eu como a bundinha… e a sua ainda não me deu.
Paula mordeu o lábio, os olhos brilhando de tesão e um pouco de medo. Gemeu mais alto e respondeu:
— Logo vou te dar… mas você tem que me convencer que não vai doer. Pode começar brincando com o dedo, devagar, até eu ficar à vontade.
Eu sorri, lambuzei o dedo com a lubrificação natural dela e comecei a massagear aquele cuzinho apertado enquanto continuava metendo na buceta. Ela relaxou aos poucos, gemendo mais safada. Terminamos o dia gozando juntos, exaustos e felizes.
Dias depois, Paula me olhou durante o jantar e disse com um sorrisinho:
— Você pode comer a Marta só mais uma vez. Depois… estou pensando em chamar a Ana de volta. Sua fantasia de me ver comendo ela agora também virou minha. Quero realizar isso com vocês dois.
Meu pau já latejou só de imaginar. A história do trio com Paula e Ana está chegando… e vai ser ainda mais quente.

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264064 - Ana uma verdadeira delícia - Categoria: Virgens - Votos: 6

Ficha do conto

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Nome do conto:
Paula depois de saber foi trida gostou , me deu um passe livre

Codigo do conto:
264126

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
10/06/2026

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