A amizade cresceu rápido. Logo passei notei que Ana começou a usar roupas mais sensuais e coladas — shortinhos que marcavam a bunda, blusinhas justas que realçavam os seios jovens. Se foi intencional deu certo. Eu já estava ficando tarado nela cada vez mais e mais!
Um dia do fim de semana em que Ana veio passar em nossa casa, Paula estava deitada no quarto descansando depois do almoço. Eu fui à cozinha e lá estava Ana, de costas, lavando louça. E percebi que ela empinou levemente aquele bumbum grande quando me ouviu chegar, ou eu apenas imaginei ela ter feito o movimento de empinar o bumbum... o fato foi que de meu pau endureceu na hora. Me aproximei e fiquei atrás dela, bem perto, quase encostando. Quando ela percebeu o volume duro roçando nela, parou o que estava fazendo e ficou imóvel. Eu me afastei devagar e
quando ela virou o rosto, vi um sorriso tímido e um olhar envergonhado, mas cheio de desejo. A partir daí, a provocação virou jogo.
Começamos a nos provocar sempre que ficávamos sozinhos. As mensagens safadas ganharam espaço durante os dias da semana: “Você não imagina o que eu faria com essa bundinha”, “Queria sentir você me pegando escondido”… o fogo só aumentava.
Chegou uma noite em que Ana estava dormindo no quarto de hóspedes. Levantei sorrateiro, entrei no quarto escuro e me aproximei da cama. Ela tomou um susto quando sentiu minha presença, porém eu acho que foi ceninha, tenho quase certeza de que não estava realmente dormindo. Tentei puxá-la e ela relutou um pouco, mas quando colei meu corpo no dela e dei um beijo profundo, gostoso, ela retribuiu na hora, enfiando a língua na minha boca com fome.
O beijo virou loucura! Tirei a camisola dela, chupei aqueles seios jovens e firmes, desci beijando a barriga até chegar na bucetinha virgem. Abri as pernas grossas dela e enfiei a língua, lambendo devagar enquanto ela tremia. Coloquei dois dedos, e brinquei sentindo e esfregando em sua bucetinha sem penetrar. Ana gemia baixinho, rebolando em.meus dedos. Depois ela me chupou com vontade, tentando engolir meu pau grosso. No final, ela me olhou nos olhos, corada, e sussurrou:
— Eu sou virgem… mas quero te dar meu cuzinho, Marcos. Quero que você seja o primeiro.
Aquilo quase me fez gozar na hora. Porém terminamos nosso momento pois Paula sentiu minha falta e ouvi ela me chamar... corri e dei um desculpa de ter ido beber água.
No fim de semana seguinte, o quarto de hóspedes estava em reforma e Ana dormiu no nosso quarto, num colchão no chão ao lado da nossa cama. Paula apagou rápido pois estava com dor de cabeça e tomou um remedio para domir! Eu fiquei acordado, pau duro latejando. Coloquei uma perna pra fora da cama. Ana não estava dormindo. Levantou silenciosa, subiu no colchão e veio bem devagar me beijar. Depois com a mão desceu puxou meu pau pra fora do chorte e engoliu com vontade, chupando enquanto eu olhava pra Paula dormindo ao lado. O tesão era absurdo. Gozei forte na boca dela, que engoliu quase tudo, com um sorrisinho safado.
Saímos do quarto com passos leves e lentos sem fazer barulho. Na sala, eu a coloquei de quatro no sofá, arranquei sua roupa no dente e abri aquela bunda grande e comecei a comer o cuzinho virgem dela. Ana sufocava os gemidos mordendo a almofada enquanto eu enfiava centímetro por centímetro, devagar, com bastante lubrificante e paciência. Ela aguentou como uma boa menina. Fodi aquela bunda gostosa até gozar dentro dela, sentindo o cuzinho apertar forte no meu pau.
Em mais um fim de semana chegando, ganhamos uma tarde de presente. Paula marcou salão e saiu de casa. Ficamos só eu e Ana. Aquele dia foi especial. Tirei a virgindade da bucetinha dela na nossa cama. Sem pressa. Muitos beijos por cada parte do corpo dela, lambi devagar, abri aquelas pernas grossas e fui lubrificado com a cabeça do meu pau babando, e assim entrando devagar, centímetro por centímetro. Ana gemia alto:
— Me come toda, Marcos… hoje eu sou só sua. Me fode como você quiser.
Eu a peguei de todas as formas: de frente, de lado, ela cavalgando, de quatro. Gozei fora a primera vez mais a segunda de camisinha gozei dentro de sua buceta. Foi uma loucura deliciosa.
Mas um belo dia eu vacilei. Deixei o celular na sala e Ana me mandou uma mensagem bem safada. Paula chegou mais cedo, pegou o celular e leu. Descobriu tudo. Foi tenso pra caralho. Chorei, pedi perdão de joelhos várias vezes, expliquei que foi fraqueza, tesão… quase perdi meu casamento. Paula ficou arrasada, mas depois de dias difíceis, conversas longas e muito arrependimento, ela me perdoou. Ana se afastou por um bom tempo.
Meses depois, quando tudo estabem com minha esposa e voltamos ater noites quente, depois de muito vinho e um sexo intenso com Paula, ela me olhou nos olhos, ainda suada, e disse baixinho:
— Eu fico imaginando e não paro de pensar você comendo a Ana… como você deve ter feito com ela. Quero que você me foda agora pensando nela.
Aquilo reacendeu tudo. Fodi Paula com mais força, chamando ela de Ana, descrevendo como eu tinha comido a prima dela. Paula gozou como nunca.
E isso… acabou virando um sexo a três mais pra frente. Mas essa história eu conto outra hora.
mn2026