“Dupla Penetração no Nosso Recomeço”



(Paula narra:)
Depois daquele dia em que surpreendi Marcos e Laura na nossa cama, algo dentro de mim quebrou e, ao mesmo tempo, acordou. Decidi lutar pelo casamento que, até então, era só aparência. Voltei para casa, parei de ver Kelvin de vez e comecei a reconquistar meu marido. Houve tentativas tímidas de aproximação: jantares em casa, mensagens durante o dia, toques cuidadosos. E o sexo voltou. Gostoso, intenso, cheio de saudade. Eu me entregava como nunca, gemendo o nome dele, jurando que aceitaria tudo o que ele decidisse — desde que ficássemos juntos.
Marcos testou esse juramento na semana seguinte. Me contou que tinha conhecido Miuchy, uma mulher de traços asiáticos lindos, pele dourada, corpo pequeno e curvas deliciosas, que falava português com um sotaque charmoso. Ele a trouxe para casa. Em vez de sentir raiva, eu senti um misto de ciúme e excitação. Lembrei do passe livre que eu mesma tinha dado a ele e fui. Sem reclamar.
Aquela noite com Miuchy foi inesquecível. Começamos na sala, bebendo vinho. Miuchy era sedutora e paciente. Sentou no colo de Marcos e o beijou profundamente enquanto eu observava, já molhada. Ela masturbava o pau dele com uma mão habilidosa — ora com força e desejo, ora com carinho lento, girando o punho na cabeça inchada. Depois me puxou para perto.
Nós três nos despimos devagar no quarto. Miuchy nos guiou com toques suaves e admiradores. Passamos longos minutos nos alisando: ela percorria meu corpo com as pontas dos dedos, apertava meus seios, descia até minha buceta já encharcada. Eu fazia o mesmo com ela, sentindo a pele macia e os mamilos durinhos. Marcos nos observava com o pau latejando, depois se juntava, beijando meu pescoço enquanto Miuchy chupava meus seios.
Ela deitou Marcos de costas na cama e sentou no pau dele de costas para ele, de frente para mim. Enquanto rebolava devagar, subindo e descendo no pau grosso do meu marido, Miuchy me puxou, me beijou com língua quente e molhada, alisava meus seios, chupava meus mamilos com vontade e metia os dedos na minha buceta — primeiro dois, depois três, abrindo-me, fodendo-me no mesmo ritmo que cavalgava Marcos. Eu gemia alto contra a boca dela, sentindo os dedos dela me invadirem, enquanto o pau do meu marido desaparecer dentro dela.
— Vem, senta na cara dele — Miuchy sussurrou. Troquei de posição. Marcos me chupava com fome enquanto Miuchy continuava cavalgando ele e me beijando. Gozei pela primeira vez assim, tremendo, molhando o rosto do meu marido.
Depois Miuchy me colocou de quatro ao lado dela. Marcos nos fodeu alternadamente — uma estocada nela, outra em mim —, comparando nossas bucetas molhadas. Miuchy me beijava o tempo todo, dedos no meu clitóris. Quando Marcos gozou, foi dentro dela primeiro. Depois tirou e enfiou em mim, misturando os gozos, me comendo até eu gozar novamente, apertando o pau dele. Foi apaixonado, técnico e cheio de cumplicidade. Miuchy não competia. Ela incendiava. E aquela noite reacendeu nosso casamento.
Dias depois, Miuchy nos levou para um almoço. Conheci Antoine, italiano alto, moreno, voz grave com sotaque que arrepiava, e sua esposa Soojin — prima dela —, uma coreana linda, corpo delicado, olhos expressivos e um sorriso safado. O casal era bem de vida, liberal e discreto. Antoine ofereceu uma oportunidade de emprego excelente para Marcos na empresa dele. Durante o almoço, eles se tocavam o tempo todo: beijos no pescoço, mãos na coxa, olhares de cumplicidade que pareciam nos provocar de propósito.
Eu evitava olhar direto nos olhos de Antoine, mas sentia o desejo crescendo. O jeito como ele olhava para Soojin e depois para mim… aquele frio na barriga misturado com tesão. Miuchy percebeu meu acanhamento e sussurrou no meu ouvido:
— Se Marcos aceitar, pode ser muito proveitoso… de várias formas. Eles gostaram de vocês dois.
Aceitamos. E naquela mesma noite, no apartamento luxuoso deles, aconteceu a troca que selou nosso novo começo.
O clima esquentou rápido. Beijos, carícias, roupas caindo. Antoine me fodeu primeiro com força na cama, enquanto Soojin cavalgava Marcos com gemidos agudos. Trocaram de posição várias vezes. Em determinado momento, eu estava de quatro, sendo comida por Antoine na buceta, quando Marcos se aproximou por trás. Senti o pau dele pressionando meu cuzinho, lubrificado.
— Posso? — ele perguntou rouco no meu ouvido. Era uma surpresa, mas o tesão era tanto que eu assenti imediatamente, gemendo:
— Sim… os dois. Quero os dois dentro de mim.
Marcos entrou devagar no meu cu, centímetro por centímetro, enquanto Antoine permanecia enterrado na minha buceta. A sensação de dupla penetração foi avassaladora — completamente cheia, esticada ao limite, um prazer quase doloroso que virou puro fogo. Os dois começaram a meter no mesmo ritmo, sincronizados. Eu gritava de prazer, o corpo tremendo.
Soojin e Miuchy, ao nosso lado, se beijavam com desejo, línguas dançando, mãos se tocando, excitadas com a cena. Enquanto os dois homens me fodiam juntos, eles me mudavam de posição: de quatro, de lado, eu por cima com um pau em cada buraco. Trocaram de buraco várias vezes — Antoine no cu, Marcos na buceta, e vice-versa —, estocadas profundas e ritmadas. Soojin e Miuchy continuavam se beijando e se tocando, gemendo ao verem a cena.
Gozei várias vezes, sem controle, o corpo convulsionando entre os dois paus. Por fim, eles aceleraram. Antoine gozou primeiro, enchendo meu cuzinho com jatos quentes. Marcos veio logo depois, gozando fundo na minha buceta. Senti os dois gozando dentro de mim ao mesmo tempo, me marcando completamente.
Caímos exaustos na cama. Marcos me puxou para os braços dele, beijando minha testa suada com carinho e orgulho.
— Eu te amo — sussurrei, ainda sentindo o gozo dos dois escorrendo de mim.
— Eu também te amo, Paula. Sempre.
Meses depois, a vida mudou para melhor. Marcos assumiu o novo cargo, ganhando bem mais. Continuamos nos encontrando com Antoine e Soojin — e às vezes com Miuchy — de vez em quando, sempre com cumplicidade, respeito e muito tesão.
Nosso casamento não voltou a ser o que era antes. Ficou melhor. Mais honesto. Mais quente. Mais forte.
Hoje, quando olho para Marcos dormindo ao meu lado, sei que valeu a pena lutar. A traição quase nos destruiu, mas as aventuras e a sinceridade nos reconstruíram. E eu não trocaria essa nova versão nossa por nada.
Fim.
Foto 1 do Conto erotico: “Dupla Penetração no Nosso Recomeço”


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Comentários


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brunovitorino Comentou em 11/07/2026

Que delícia de conto. Uma história digna de voto e favoritado. Menages assim são uma delícia. Parabéns




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Ficha do conto

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Nome do conto:
“Dupla Penetração no Nosso Recomeço”

Codigo do conto:
266897

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
11/07/2026

Quant.de Votos:
5

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