Depois daquela tarde terrível, eu não conseguia parar de pensar no pau de Kelvin. Durante o dia a culpa me consumia. À noite, sozinha na cama, minha buceta latejava só de lembrar da sensação de ser esfolada e arrombada. Eu tinha gostado de ser pega à força. Isso me assustava… e me deixava encharcada.
Quatro dias depois, Marcos me flagrou no chuveiro com o plug anal médio enfiado. Fiquei vermelha, mas improvisei:
— Estava me preparando pra te dar meu cuzinho, amor…
Ele ficou louco de tesão. Me levou para a cama ainda molhada do banho. Passei bastante lubrificante e relaxei o máximo possível. Quando senti a cabeça do pau dele pressionando meu cuzinho, gemi alto. Doeu. Uma dor quente, ardida, que fez meus olhos lacrimejarem. Marcos foi devagar, mas firme, abrindo meu rabo centímetro por centímetro.
— Ai, amor… tá doendo… mas continua… — pedi, a voz rouca.
Ele meteu até o meio. Eu sentia meu cuzinho esticado ao limite, queimando. A dor era intensa, mas eu me empurrava buscando um prazer sujo por baixo, imaginando sentir um desejo de ser violada. Ele começou a estocar devagar, cada vez mais fundo. Meu cu piscava ao redor do pau dele, acostumando. A dor foi virando um prazer estranho e viciante. Eu rebolava devagar, empinando a bunda, gemendo como uma vadia:
— Mais fundo amor… fode o cu da sua esposa com força…
Marcos ficou excitadíssimo, manteve um tempo bombando forte , mas não aguentou muito tempo. Gozou dentro da minha bundinha, gemendo meu nome, nesta hora fiquei louca e gozei junto. Admito, foi bom… mas eu queria mais. Queria algo bem maior.
Passei os dois dias seguintes usando o plug anal de tamanho G. Meu cuzinho estava sempre cheio, dilatado, pronto. Foi quando Kelvin ligou. A voz grossa dele me fez melar na hora:
— Chegou a hora de eu te arrombar de verdade. Vem pro apartamento agora.
Eu fui.
Cheguei já rendida. Tirei a roupa sem ele mandar. Kelvin sorriu, tirou o pau pesado para fora, me sentou no sofá e bateu com aquele enorme pau no meu rosto. Eu olhei para ele, submissa, e pedi com a voz manhosa:
— Bate mais… bate com esse pau grande na minha cara e esfrega na minha boca.
Kelvin obedeceu. Deu tapas pesados com o pau grosso no meu rosto, na minha língua, na minha testa. O som molhado e o peso dele me deixavam louca. Depois me arrastou para o quarto e me colocou de quatro na cama.
Arrancou o Plug que estava amostra e enterrado no meu cuzinho, quando ele deu uma cuspida no próprio pau e pressionou a cabeça monstruosa. Eu sabia que ia doer muito mais que com Marcos.
— Vai devagar… — implorei, mas minha voz traía o desejo.
Ele não ligou para o que falei!
Empurrou com força. Gritei alto, o corpo inteiro tensionando. Meu cuzinho foi rasgado pela grossura dele. A dor era lancinante, queimando, como se meu rabo estivesse sendo rasgado ao meio. Lágrimas escorriam pelo meu rosto enquanto ele forçava mais da metade do pau para dentro.
— Aaaaiii! Tá muito grosso! Meu cu tá rasgando! — berrei, os dedos cravados no lençol.
Kelvin segurou minha cintura e meteu até o fundo. Senti suas bolas batendo na minha buceta. Ele começou a estocar forte, sem piedade. Cada saída e entrada fazia meu cuzinho arder. A dor era brutal… mas aos poucos virou um prazer doentio e profundo. Eu comecei a rebolar com toda vontade, empinando a bunda, pedindo mais:
— Me arromba… fode meu cu bem fundo… eu sou sua puta hoje…
Kelvin me deu tapas fortes na bunda enquanto metia. O barulho ecoava no quarto junto com meus gemidos misturados de dor e prazer. Ele puxava meu cabelo, me chamando de vadia, de safada gostosa, de puta que gosta do pau grande do amante. Eu gozei duas vezes só com ele no meu cu — algo que nunca tinha acontecido.
No final, Kelvin gozou bem fundo dentro da minha bundinha, jatos grossos e quentes enchendo meu intestino. Quando ele tirou o pau, senti meu cuzinho aberto, piscando, vazando porra devagar. Eu estava arrombada, dolorida, o corpo tremendo.
Ele deitou ao meu lado na cama, respirando pesado, achando que tinha terminado. Mas eu não estava satisfeita. Meu corpo ainda queimava de desejo. Sem dizer nada, me arrastei até ele, segurei aquele pau ainda semi-duro, sujo da minha bunda, peguei com a mão limpei com o lençol cuspi no pau e limpei novamente pois enfiei na boca.
Kelvin soltou um gemido surpreso. Eu chupei com fome, lambendo bem gostoso, sentindo o pau engrossar novamente na minha língua. Olhei para cima, com os olhos molhados, e falei com a voz rouca:
— Agora eu quero ficar com a buceta ardida também…
Subi em cima dele, posicionei a cabeça grossa na entrada da minha buceta inchada e desci devagar. Gemi alto quando ele me abriu novamente. Ainda estava sensível da primeira foda, mas eu queria sentir aquela dor gostosa. Comecei a cavalgar, primeiro devagar, depois cada vez mais forte, quicando no pau enorme.
Kelvin segurava minha cintura com as mãos grandes, me ajudando a descer com força. Minha buceta estava sendo esfolada de novo, ardendo, inchando ao redor de seu mastro. Eu me inclinei para frente e enfiava a língua na boca dele, beijando de forma molhada e safada, gemendo e falando ao ouvido dele.
— Me fode… me arromba toda… — sussurrava entre os beijos.
Ele começou a meter de baixo para cima, estocadas fortes que faziam minhas coxas tremerem. A dor e o prazer se misturavam. Eu cavalgava como uma louca, os seios balançando, o som molhado da minha buceta ecoando no quarto. Gozamos juntos. Eu tremi inteira, apertando o pau dele com minha buceta, enquanto ele jorrava mais porra quente bem fundo dentro de mim.
Saí de lá completamente destruída. Buceta e cu ardendo, pernas fracas, porra escorrendo pelas coxas. Andar era difícil.
Em casa, evitei Marcos o máximo possível. Aleguei uma enxaqueca forte que durou quase duas semanas. Dormia no quarto de hóspedes, tomava banho sozinha, evitava qualquer contato mais íntimo. Ele ficava preocupado, me trazia remédio, fazia massagem na cabeça… mas eu via a desconfiança crescendo nos olhos dele, quando percebi marcos nao se encomodava mais com minha distância e nao me procurava mais para sexo.
No fundo, eu sabia a verdade: Ana estava manipulando tudo e transando ele escondido.
Quando Ana me mandou mensagens provocantes, dizendo que enquanto eu “estava doente”, ela estava cuidando do meu marido. Eu sentia ciúmes, raiva… mas também uma excitação doentia de continuar dando pra Kelvin. O casamento estava ruindo, e eu não conseguia parar.
Minha buceta e meu cu ainda latejavam só de lembrar do pau de Kelvin. E eu sabia que não ia demorar muito para eu voltar a procurar por ele.

Que conto delicioso. Adorei leia os meus
mn2026