Depois que dei o “passe livre” para Marcos, deixei bem claras as minhas regras: eu queria saber tudo. Cada detalhe, fotos, vídeos… o sexo só aconteceria se eu autorizasse. E, para minha surpresa, aquilo mudou completamente a nossa vida sexual. Nossas fodas se tornaram insanas. Eu gozava com força, tremendo inteira, enquanto ele me contava como tinha comido ou ia comer outra mulher. Eu delirava imaginando aquele pau grosso dele abrindo bucetas alheias, me sentindo molhada só de ouvir.
Uma noite, depois de uma foda selvagem, eu ainda estava suada, com a porra quente do meu homem escorrendo devagar entre minhas coxas grossas. Olhei nos olhos dele, o peito arfando, e sussurrei com a voz rouca de tesão:
— Quero chamar a Ana de volta… mas dessa vez você vai comer nós duas. Só que antes disso… eu preciso me preparar. Quero realizar essa fantasia de verdade.
Marcos ficou apreensivo, sem reação, claramente tentando imaginar o que eu iria pedir. Eu sorri, mordendo o lábio inferior, e completei:
— Quero que você escolha uma das mulheres com quem já transou. E eu quero estar lá.
Ele não pensou duas vezes:
— Camila. A vizinha nova, de 24 anos. Morena escura, corpo magrinho e definido, bundinha empinada… A bucetinha dela é absurdamente apertada e quente. Perfeita pra um treino.
— Ótimo — respondi, sentindo um frio gostoso na barriga. — Quero poder sentir de perto… aprender… me preparar pra Ana.
A Noite com Camila
Marcamos para uma sexta à noite. Camila chegou com um vestidinho curto que mal cobria as coxas e marcava os bicos dos seios. Depois de duas taças de vinho, o clima já estava elétrico. Dei o sinal combinado para Marcos:
— Amor, pode dar uma volta? Quero um tempo só com ela.
Marcos me deu um beijo demorado, apertou minha bunda e saiu, deixando nós duas sozinhas.
Camila não perdeu tempo. Levantou-se, tirou a blusa devagar na minha frente e me olhou com um sorriso safado:
— Posso, Paula?
Eu fiquei paralisada, as pernas apertadas, o coração disparado. Só consegui fazer que sim com a cabeça, um sorriso tímido e excitado no rosto.
Ela tirou o resto da roupa e ficou completamente nua. O corpo jovem, firme e moreno brilhava sob a luz baixa da sala. Sentou ao meu lado no sofá e deslizou a mão suavemente pela minha coxa.
— Você é linda pra caralho… — murmurou Camila, a voz baixa e sedutora. — Sempre quis saber como seria tocar uma mulher como você.
Fiquei vermelha, mas não me afastei. Meu corpo inteiro queimava.
— Eu… nunca fiz isso — confessei, a voz tremendo.
— Relaxa, gostosa. Eu tenho experiência… vou devagar no começo — respondeu ela, sorrindo.
Camila se aproximou e começou a beijar meu pescoço, descendo as mãos pelos meus seios fartos por cima da blusa. Quando ela abriu os botões e chupou meus mamilos duros, lambendo e mordiscando, soltei um gemido baixo e longo. A mão dela desceu entre minhas pernas, esfregando minha buceta por cima da calcinha já encharcada.
— Porra, Paula… você tá pingando — provocou ela, sorrindo contra meu seio. — Quer que eu te mostre como uma mulher pode te fazer gozar de verdade?
Eu estava rendida. Abri as pernas devagar. Camila tirou minha calcinha, ajoelhou-se e abriu meus lábios carnudos. Quando a língua quente dela tocou meu clitóris, eu arqueei o corpo inteiro.
— Ai, Camila… que delícia… — gemi alto, segurando a cabeça dela com as duas mãos. — Continua… assim… me chupa assim!
Ela lambeu com maestria, alternando língua rápida no clitóris e dois dedos bem fundo dentro de mim. Eu rebolava desesperada no rosto dela, gemendo cada vez mais alto. O orgasmo veio forte, me fazendo tremer violentamente, coxas apertando a cabeça dela enquanto eu soltava um grito rouco de prazer.
Quando me recuperei, Camila subiu no sofá, abriu bem as pernas e me olhou com um sorriso desafiador:
— Sua vez, gostosa. Vem sentir o gosto da minha buceta, veja como esta meladinha pra você.
Eu ainda estava ofegante, mas a vontade era maior que o nervosismo. Me aproximei tímida no início, lambendo devagar. Logo me entreguei. Quanto mais eu chupava, mais excitada ficava. Comecei a imaginar que era a Ana ali… e algo dentro de mim despertou.
Fiquei mais ousada. Dei um tapa suave na buceta molhada dela. Camila gemeu alto. Dei outro, um pouco mais forte, e depois enfiei a língua fundo, chupando com fome.
— Isso… porra… assim! — gemeu Camila, segurando meus cabelos. — Você aprende rápido, hein safada…
Eu alternava: chupava com vontade, dava tapas ritmados na bucetinha dela, e voltava a sugar o clitóris inchado. Camila delirava, rebolando na minha boca, gemendo cada vez mais alto. Até que explodiu num orgasmo forte, tremendo e gozando na minha língua.
Terminamos as duas abraçadas na cama, suadas, exaustas e trocando beijos lentos e molhados. Eu acariciava o corpo dela, ainda surpresa comigo mesma.
— Acho que uma esposa-bi está definitivamente acordando… — sussurrei, mais para mim do que para ela.
Camila riu baixinho e me beijou de novo.
— Então se prepara… porque a Ana vai adorar essa nova Paula.
Marcos só voltou para casa horas depois. Camila já tinha ido embora. Quando ele entrou no quarto, me encontrou nua, deitada, com um sorriso satisfeito no rosto. Ele nem precisou perguntar. Sabia que algo grande tinha começado.

mn2026