A Vizinha Novata
Poucos dias depois, uma vizinha nova se mudou para a rua. Camila, morena magrinha, baixinha, peitos pequenos e empinados, bumbum redondo e bem empinado, cabelos lisos pretos, olhos negros penetrantes e uma bucetinha quente que eu logo imaginei apertada.
Paula viu ela passando e ficou excitada:
— Aquela ali… quero que você coma ela e me conte tudo.
Comecei a puxar papo na rua. Camila era solteira e receptiva. Em uma tarde, convidei ela para “tomar um café” em casa enquanto Paula estava “viajando”. Camila vestia um shortinho jeans curto que marcava a bundinha. Mal entramos e já estávamos nos beijando. Tirei a roupa dela devagar, chupei aqueles peitinhos pequenos e duros, desci beijando até abrir suas pernas e enfiar a língua na bucetinha quente e molhada. Camila gemia baixinho, rebolando na minha boca.
Depois a fodi no sofá: primeiro de frente, as pernas dela no meu ombro, depois de quatro, socando fundo naquela bundinha empinada. Gozei dentro dela enquanto ela tremia gozando. Gravei alguns áudios e uma foto discreta do corpo marcado para Paula.
À noite, contei cada detalhe para minha esposa enquanto a fodia. Paula estava ensopada:
— Ela é apertadinha? Rebolou gostoso pra você?
A Cliente Marta
No trabalho, conheci Marta — morena sarada, corpo definido, curvas perfeitas, cabelos negros cacheados, olhos verdes e um sorriso matador. As conversas foram ficando carregadas de duplo sentido. Seu casamento ia mal.
Um dia ela apareceu com um vestido curto justo. Meu pau ficou duro na hora. Ela notou e sussurrou:
— Vou no banheiro… vem atrás de mim em dois minutos.
No banheiro feminino, ela estava completamente nua. Seios firmes, buceta raspadinha, carnuda e brilhando. Entrei, prensei ela contra a parede, puxei os cabelos cacheados e a beijei com fome enquanto enfiava dois dedos na buceta encharcada. Ela se ajoelhou e me chupou com vontade, mas não deu tempo de mais nada.
Desmarquei a tarde e fomos para um motel. Foi um dos sexos mais selvagens da minha vida. Bati meu pau grosso no rosto dela, dei palmadas fortes na bunda sarada a pedido dela, e meti fundo com força, acelerado. Marta gozava sem parar, tremendo, apertando meu pau por dentro. Fodemos por duas horas — de quatro, cavalgando, de lado. Gozamos juntos, eu enchendo ela de porra quente.
Cheguei em casa e Paula me esperava de vestidinho, sem calcinha. Contei tudo enquanto a comia com força. No meio da foda, confessei:
— Foi incrível… mas ainda não se compara o meu desejo de iniciar você no sexo anal. Porque com as outras eu como a bundinha… e a sua ainda não comi.
Paula mordeu o lábio, excitada e com um pouco de medo:
— Logo vou te dar… mas você tem que me convencer que não vai doer. Então meça brincando com o dedo… ela disse!
Brinquei com meu dedo no cuzinho dela enquanto metia na buceta, até ela relaxar e gemer rebolando e gozando.
Depois desse dia, Paula me disse: quero trazer Ana de volta. Quero realizar agora a minha fantasia de um trio… eu , Ana e você Marcos, desta vez estarei participando.
Meu pau latejou só de imaginar. Paula estava cada vez mais safada, ansiosa por nossa próxima aventura… o fogo entre nós só aumentava.
Se gostou curti e comenta aí... ainda tem muita história para contar .



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