O lugar parecia vazio quando cheguei. Ana me recebeu com um beijo profundo e urgente. Roupas foram tiradas no caminho até o quarto. Ela me jogou na cama, abriu minhas pernas e começou a me chupar com fome, enfiando a língua fundo na minha buceta já molhada.
— Que saudade desse gosto… — murmurava ela.
Eu gemia, entregue. De repente, Ana subiu, montou no meu rosto e pressionou a buceta contra minha boca. Comecei a chupá-la, sentindo seu gosto enquanto ela rebolava.
Foi nesse momento que ela vendou meus olhos com uma venda de seda preta.
— Relaxa… vai ser ainda melhor assim — sussurrou.
Eu estava cada vez mais excitada , pernas abertas, vendada, lambendo Ana quando ouvi a porta se abrir silenciosamente. Tentei empurrá-la e puxei a venda, mas Ana pressionou o corpo contra o meu, prendendo-me na cama.
— Ana! O que é isso?! — gritei, assustada.
Kelvin entrou totalmente pelado. Seu pau gigante, preto, grosso e pesado balançava entre as pernas. Ele fechou a porta e girou a chave na fechadura com um clique audível. Apesar do pânico, meus olhos fixaram no tamanho absurdo daquela coisa.
Ana fingiu surpresa, mas eu percebi que estava tudo combinado. Mesmo assim, ela tentou seduzir:
— Calma, Paula… só deixa ele esfregar um pouco na sua bucetinha... é se não gostar, a gente para. Não é traição de verdade se não entrar…
— Porra, Ana… o que você está me fazendo fazer?! — resmunguei, a voz tremendo.
Kelvin não esperou. Subiu na cama, segurou minhas coxas com força e deu uma chupada forte e voraz na minha buceta. Sua língua grossa e quente passou com fome pelo meu clitóris e entrou em mim. Involuntariamente, meu corpo se desarmou. Um calor intenso subiu pela minha barriga. Eu gemi alto, traída pelo próprio prazer e deixei rolar.
Ele se levantou, segurou o pau enorme e começou a esfregar a cabeça grossa para cima e para baixo na minha entrada molhada, batendo de leve no clitóris. Eu tremia.
De repente, sem aviso, Kelvin forçou a cabeça do pau para dentro com um golpe forte.
— Aaaaaiiiii! Meu Deus! — gritei desesperada, o corpo arqueando violentamente de dor.
Era como se minha buceta estivesse sendo rasgada ao meio. A grossura dele era brutal, esticando minhas paredes internas de forma impiedosa. Eu chorava, as lágrimas escorrendo pelo rosto.
— Para! Tá doendo, esse pau e muito grande… tá me rasgando! — implorava entre soluços.
Ana arregalou os olhos, realmente assustada com o tamanho desconforto que me viu passar.
— Kelvin… para! vai devagar, não foi esse nosso combinado.
Ele deu um tapa forte no rosto dela, fazendo Ana cair ao lado na cama, atordoada. Depois me segurou com firmeza pelos quadris e começou a foder minha buceta com estocadas longas e profundas. Cada vez que ele entrava até o fundo, eu soltava um grito rouco. A dor era lancinante, queimando, mas aos poucos um prazer sujo e profundo começava a surgir. Me peguei desejando e gostando de ser pega à força, sentindo aquela torra toda afundando na minha bucetinha.
Kelvin metia com força, o quarto enchendo-se do som molhado da minha buceta sendo arrombada. Eu gemia e chorava ao mesmo tempo, o corpo tremendo. Quando ele me colocou de quatro e mandou Ana ficar de quatro ao meu lado, ele alternava: metia fundo em mim e com os dedos na buceta de Ana, depois colocava o pau em Ana ao mesmo tempo brincava com os dedos grossos em minha buceta. Ana e eu gemíamos juntas, lado a lado, até gozarmos quase ao mesmo tempo — eu tremendo violentamente, apertando o pau dele enterrado em mim.
Depois de me fazer gozar, então Kelvin quis minha bunda. Ele cuspiu no meu cuzinho e pressionou a cabeça monstruosa. Eu surtei:
— Não! Pelo amor de Deus, não! Eu não aguento! Nem para meu marido eu dei , ele que tem um pau bem menor que seu conseguiu comer meu cu!
Ele tentou com força. Quase conseguiu entrar a cabeça, esticando meu cuzinho ao limite. A dor era insuportável. Eu gritava e me contorcia.
Ana, ainda abalada, tomou uma atitude:
— Deixa ela… eu já dei várias vezes. Come a minha bunda no lugar dela.
Kelvin puxou meu cabelo com força e enfiou o pau na minha boca:
— Chupa bem melado, vadia. Vai lubrificar pra eu comer sua amiga.
Eu chupei desesperada, babando no pau enorme. Depois ele partiu para cima de Ana, que já estava de quatro. Metia no cu dela com força enquanto eu assistia, Ana gemeu alto um lagrima escorria pelo rosto.
No final, Kelvin gozou bastante — primeiro enchendo o cu de Ana, depois tirando e jorrando o resto no meu rosto e seios.
Antes de nos liberar, ele olhou para mim com um sorriso frio:
— Ana pode ir embora pela amizade. Mas você… você agora é minha. Vai voltar sempre que eu quiser. Pegou meu celular e salvou o número de Marcos meu esposo, de uns amigos da minha agenda e uns familiares.
Por fim, entregou-me uma sacola com três plugs anal (P, M e G).
— Começa a usar hoje. Quero esse cu pronto pra mim.
Saí dali com a buceta inchada, alargada e ardendo, o cu dolorido, o corpo marcado por tapas e apertões. Voltei pra casa mancando, inventando que tinha caído da escada na academia.
Por dentro, era um turbilhão: raiva de Ana, culpa absurda por ter traido Marcos, dor… mas também um pensamento constante e perigoso — meu corpo tinha correspondido àquele pau. Eu tinha gostado. E isso me apavorava.
Kelvin tinha fotos. Tinha meu número. Tinha números de Marcos, amigos e familiares. Eu estava nas mãos dele.
E o pior: parte de mim tinha gostado e queria mais...

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