As coisas fugiram completamente do meu controle.
Marcos parou de me procurar. Não havia mais olhares, toques ou tentativas de sexo. Ele ainda me tratava com educação e era sempre prestativo quando eu precisava de algo, mas dava para sentir a raiva contida por trás dos olhos dele. Era evidente que ele sabia de tudo. Eu fingia que não sabia que ele sabia, e ele fingia que não sabia de nada. Nosso casamento tinha virado apenas aparência — uma casa bonita com dois estranhos morando juntos.
Enquanto isso, eu continuava me encontrando com Kelvin. Gostava cada vez mais da forma bruta como ele me fodia. Suas estocadas eram fundas, fortes e impiedosas, algo que Marcos jamais conseguiria fazer. Kelvin era muito maior, mais grosso, e me fazia sentir preenchida de um jeito que eu nunca havia experimentado. Era a primeira vez, depois de perder a virgindade com meu marido, que eu provava outro homem. Eu me perdi completamente no prazer.
Até que um dia, voltando de mais uma sessão intensa com Kelvin, cheguei em casa com a buceta ainda latejando e a calcinha molhada. Assim que entrei, ouvi gemidos vindos do nosso quarto. A porta estava fechada. Eu deveria ter ido direto para o quarto de hóspedes, onde já dormia há semanas, mas a curiosidade, e uma raiva misrurada com um tesão doentio me fizeram colar o ouvido na porta.
Os sons eram claros e sujos. Ouvi a voz de Marcos, rouca e provocante:
— Isso… rebola pra mim gostosa safada... sei que você vai gostar de ser minha amante vadia… tá molhada pra caralho.
A mulher gemeu alto, quase choramingando:
— Ai, Marcos… você é muito melhor que o meu marido… me fode como uma puta! Quero muito sentir você!
Fiquei com raiva, me senti traída na nossa própria casa… mas o cheiro de sexo que vazava por baixo da porta me deixou melada. Deslizei a mão para dentro da calça e comecei a me tocar, esfregando o clitóris enquanto ouvia.
Criei coragem e abri a porta devagar. A cena me acertou como um soco:
Laura, uma ruiva linda de corpo curvilíneo e seios grandes, estava em pé completamente nua em frente a Marcos que estava sentado na beira da cama. Ele chupava os mamilos dela com fome, mordendo de leve enquanto uma mão apertava forte a bunda dela. Quando se levanta e com a outra mão, segurava o pau e brincava com a cabeça grossa na entrada da buceta dela, esfregando para cima e para baixo, batendo no clitóris. Laura se empurrava para frente, desesperada, tentando fazer ele entrar inteiro.
— Para de provocar… enfia logo tudo… eu quero sentir você me abrindo — implorava ela, rebolando.
Marcos riu baixinho, a voz cheia de tesão:
— Tá louca pra levar pau de outro homem, né?
Sua bucetinha gulosa tá piscando pra mim…
Marcos deitou na cama e puxou Laura pra cima, que pegou o pau do meu marido e colocou na entrda da buceta, Marcos finalmente meteu. Laura soltou um gemido longo e alto quando ele entrou fundo. Começaram a foder com força, ela reborando e quicando no pau, os seios balançando. Marcos dava tapas na bunda dela e falava coisas que me deixavam ainda mais molhada:
— Isso… aperta meu pau com essa buceta… como você e apertada, sua amiga Ana me disse que você era um gostosa safada, mas não imaginava que tanto.
Fiquei parada por alguns segundos, depois me sentei na poltrona ao lado da cama, em silêncio. Enquanto assistia, enfiei dois dedos na minha buceta e me masturbei olhando tudo: o jeito como Marcos apertava os seios dela, como ele mudava de posição com facilidade, colocando-a de quatro e metendo por trás com estocadas fortes, o suor brilhando nos corpos deles.
Gozei ali, mordendo o lábio para não gemer, enquanto via meu marido fazendo outra mulher gozar alto.
Saí do quarto antes que terminassem, me sentindo regeitada totalmente iguinorada.
Eles ficaram lá por horas. Laura gozou várias vezes — dava para ouvir de longe. Marcos sempre foi excelente em fazer uma mulher gozar no mínimo três vezes antes de gozar dentro.
Naquela noite, deitada no quarto de hóspedes, chorei. O homem que eu amei tanto, com quem jurei ficar para sempre, estava se afastando. Não por causa da minha traição… mas porque ele estava se esquecendo de mim.
Kelvin me comia de vez em quando, sempre bruto e direto. Mas eu estava acordando daquela paixão doente e avassaladora que me tomava. Agora eu queria recuperar e voltar ao meu casamento de verdade. Parei de ir à casa de Kelvin. Que nem ligou. Na última vez que nos vimos, ele disse friamente que não precisava ir no dia seguinte — já tinha outra esquentando a cama dele.
Agora eu estava sozinha com as consequências. Meu casamento era uma casca vazia: eu tinha que voltar para a cama de Marcos. Reconquistar meu marido.
Fazer ele me desejar novamente… mesmo sabendo que as coisas nunca mais seriam as mesmas.
