Quando ele entrou, não houve conversa doce. Avançou como um predador, segurando-a pelo pescoço com firmeza e prensando-a contra a parede fria. Ana soltou um gritinho assustado, os olhos marejados.
— Pra quem você deu na faculdade, vadia? — rosnou ele.
— Ninguém, amor… juro… só sou sua… — sussurrou ela, a voz rouca, o corpo já tremendo de excitação.
A mão dele desceu sem piedade, invadindo o shortinho e a calcinha. Um dedo grosso deslizou direto para dentro da bucetinha dela, já encharcada. Ana gemeu, apertando as coxas ao redor da mão dele.
— Vamos ver se é verdade.
Ele tirou o dedo, cheirou e mandou ela chupar. Ana obedeceu na hora, lambendo o próprio mel com a língua quente, olhando para ele com submissão total.
— Você não me engana. Eu sei que você é uma puta vadia — sussurrou ele no ouvido dela.
— Sim… sou sua puta vadia… só sua — respondeu ela, voz tremendo.
Ele apertou sua bochecha com força, depois a nádega, cravando os dedos na carne macia. Um tapa estalado no rosto virou a cabeça dela para o lado. O ardor se espalhou, mas entre as pernas dela só aumentava a umidade.
— Tira a roupa. Fica pelada.
Ana obedeceu imediatamente. O vestidinho fino caiu, o shortinho e a calcinha deslizaram pelas pernas. Ficou completamente nua, peitos firmes, bicos duros, bucetinha brilhando, tentando cobrir-se por um segundo antes de baixar os braços e se expor.
— Vai pra mesa. Deita de bruços e empina essa bunda. Tô com fome, vou jantar você.
Ela se deitou sobre a mesa, o corpo nu contra a madeira fria, empinando a bunda alta, pernas abertas, bucetinha e cuzinho completamente expostos. Ele deu um tapa forte na nádega, fazendo a carne tremer. Abriu as bandas, cuspiu no dedo e começou a roçar a cabeça grossa do pau no cuzinho dela.
— Esse rabo gostoso é meu.
— Sim… todo seu… — gemeu ela.
Ele pressionou a cabeça do pau na bucetinha molhada, segurou os braços dela nas costas com uma mão só e puxou o cabelo com força, arqueando o corpo dela.
— Implora!
— Por favor, amor… me fode… me fode bem forte… eu sou sua vadia, sua putinha de 18 anos… enfia tudo, me arromba, me faz gritar! Eu imploro!
Ele puxou o cabelo ainda mais forte e a penetrou lentamente, centímetro por centímetro, sentindo as paredes quentes e apertadas dela o engolirem. Ana choramingava, o corpo tremendo.
— Você é uma puta vadia pra caralho. Eu vejo na sua cara.
Ele entrou fundo e começou a meter cada vez mais rápido, olhando fixamente para o rosto dela, que se contorcia de prazer. O pau batia fundo, o som molhado ecoando no quarto. Ana rebolava, empinando, tomando tudo.
Ele parou de repente, pau enterrado até o fundo.
— Rebola.
Ana obedeceu, girando o quadril, rebolando gostoso, massageando o pau dele com a bucetinha encharcada.
Ele soltou o cabelo dela, enfiou um dedo no cuzinho, depois mais dois, e por fim três dedos, esticando o buraco apertado enquanto voltava a foder a bucetinha com força crescente. Ana gritava, o corpo convulsionando.
— Tá gozando, vadia?
— Siiiiim!! Tô gozando!! — berrou ela, bucetinha esguichando, apertando o pau e os dedos dele num orgasmo intenso.
Sem dar tempo para ela se recuperar, ele tirou o pau e os dedos, segurou-a firme e enfiou o pau grosso direto no cuzinho arrombado, sem dó.
— Aaaaaahhh!! Porra, amor!! Tá me destruindo!! — gritou Ana, lágrimas escorrendo.
Ele fodeu como um animal, estocadas brutais, fundo e rápido. Mandou ela não gemer. Ana mordeu o lábio até quase sangrar, soltando apenas grunhidos abafados enquanto era arrombada sem piedade. O cuzinho ardia, mas ela empinava mais, recebendo tudo.
Ele meteu selvagemente até o fim, gozando muito fundo dentro do intestino dela, enchendo com jatos grossos e quentes de porra.
Ainda ofegante, ele ordenou:
— Vem e chupa meu pau. Enfia dois dedos no cu pra porra não sair.
Ana se ajoelhou, chupou o pau sujo com devoção, lambendo tudo, enquanto enfiava os dedos no cuzinho para manter a porra lá dentro.
Ele pegou um plug anal.
— Coloca isso. Não tira. Essa porra é minha marca de que você é minha vadia.
Ana empinou a bunda, tirou os dedos e enfiou o plug, selando tudo. Sentiu a porra quente presa, o plug pressionando.
Depois, vestiu a roupa de empregadinha sexy: vestidinho curtíssimo, decote profundo, saia plissada que mal cobria a bunda, meias 7/8 e saltos altos. Arrastou-se pelo apartamento arrumando tudo, rebolando, abaixando-se de quatro, o plug aparecendo a cada movimento, enquanto ele assistia TV.
— Cala a boca e continua.
Quando terminou, ela foi até ele, ajoelhou-se entre as pernas, quietinha, submissa.
Ele abriu o zíper.
— Você sabe o que tem de fazer.
Ana chupou com fome, engolindo fundo. Ele segurou a cabeça dela e a sufocou com o pau várias vezes, garganta apertando, baba escorrendo pelos peitos, rosto vermelho e destruído.
Por fim, mandou ela tirar uma selfie com o pau na boca e outra do plug no cu. Ana obedeceu, salvando as fotos numa pasta chamada “Propriedade do Namorado”.
— Agora você vai guardar essas fotos pra sempre lembrar quem manda.
Ana olhou para ele, olhos brilhando de submissão total, o plug ainda bem fundo, a porra dele marcando-a por dentro, o corpo marcado por tapas e uso.
— Sim, amor… sou sua vadia. Sempre.
E assim, marcada, plugada, cheia dele e vestida como a putinha obediente que era, ela esperava a próxima ordem, o coração acelerado, o corpo latejando de desejo.
Fim… ou apenas o começo de mais uma noite de completa entrega.
retilineo