Os dias foram passando, Cléber tinha me dado um celular novo por eu guardar nosso "segredinho". Até chegar final de semana, e nós ficar sozinhos em casa novamente.
E novamente ele veio até mim pedir uma "ajudinha". Eu estava mais confiante, mais leve. Eu gostava daquilo e ainda era compensada. Queria fazer meu melhor pro meu padrasto. Vi alguns vídeos durante a semana ensinando como fazia um bom boquete e fui por em prática com ele. Primeiro lambi as bolas, coloquei na boca e chupei levemente enquanto batia uma punheta pra ele. Ele parecia ter amado. Então fiz como no vídeo, passando a língua por todo pau, até chegar na cabeça. Abri bem a boca, coloquei a língua pra fora e forcei o máximo que deu, até encostar na garganta. Tranquei a respiração e fiquei com pau dele enfiado na garganta até onde aguentei e soltei. "Meu Deus, onde você aprendeu isso vadia? que delicia". "Vi uns vídeos que ensinava, gostou?". "Muito meu amor, continua".
Depois de alguns minutos, ele falou que iria me ensinar outra coisa. Tirou minha blusa e colocou a pica entre meus peitos, apertou e começou uma espanhola. Me colocou deitada na cama, e começou a me chupar. A língua dele passava por toda minha bucetinha até meu cuzinho e voltava. Me arrepiei, comecei a tremer e gozei na boca dele. Ele se levantou e começou a comer meu cuzinho com calma e devagar. Doía muito, mas Cléber ia com calma. Era paciente e sabia o que estava fazendo. Cada centímetro que entrava sentia meu cuzinho rasgar. Mas era melhor essa dor que correr o risco de engravidar dando a buceta. Quando eu estava já acostumando e Cléber aumentava o Ritmo um barulho na porta: Minha mãe havia chegado. Cléber saiu de cima, se vestiu rápido e saiu do quarto. Eu me vesti e continuei deitada na cama.
Minha mãe viu Cléber saindo do meu quarto, ouvi ela perguntando oq ele fazia lá e ele respondeu arrumando o roupeiro. Ela entrou no meu quarto, me deu um beijo e perguntou se eu estava bem e eu disse que sim. Passou batido.
Meu Padrasto. todo final de semana dava dinheiro pra minha mãe ir ao shopping, ou sair com as amigas só para ficar sozinho comigo e me usar. Sempre comia só o cuzinho. Cada vez ele ia me ensinando a como melhorar o boquete, como me posicionar na cama, ensinando posições novas. Foi me ensinando e me moldando a ser uma boa putinha. Confesso que eu ficava ansiosa para chegar no final de semana e transar gostoso com ele.
Ele fodia meus peitos, minha boca e terminava no meu cuzinho. Era nosso ritual de toda semana. Apenas 1 amiga minha sabia disso, ela me achava louca mas não me julgava.
Assim ficamos por uns 2 anos. Minha mãe desconfiava que ele traia ela, mas não imagina que fosse comigo. Os barulhos de transa que eu ouvia a madrugada já eram raro de acontecer. Com certeza Cléber não sentia mais atração pela minha mãe, e só queria me comer. Até que um final de semana, o ritual se repetia: Dinheiro para minha mãe sair, nós 2 sozinhos e sexo. Eu, de joelhos no meio da sala pagando boquete nele quando escuto um barulho na porta. Me levantei no susto. Era minha mãe. Ela tinha ficado no quintal, esperando imaginando que Cléber iria sair de casa quando escutou os barulhos.
Ela bateu no Cléber, xingou ele e me pegou pelos cabelos me chamando de puta, vadia. Me jogou na minha cama, me deu 2 tapa na cara e voltou a bater e xingar meu padrasto.
Depois de algumas horas, minha mãe me perguntou desde quando aquilo acontecia e se ele me obrigava. Eu sabia que se falasse a verdade Cléber iria se incomodar e muito então menti falando que era recente e que fui eu que seduzi ele. Ela fez uma mala com suas roupas e saiu. Ficamos só eu e Cléber, sem noticias dela por vários dias.
Votem e deixem seus comentários... Em breve a continuação.

