Como me tornei puta PARTE 1 - AMIGO DO PADRASTO

        Oii amores, antes de irmos a ação, vou contextualizar e responder algumas coisas. Essa é a minha história real. Tudo aconteceu comigo. Estou escrevendo em ordem cronológica pra entenderem como cheguei até aqui onde estou hoje. Como puderam ler nos outros contos eu fui moldada desde pequena a ser uma puta. Seja por escolhas minhas ou por circunstancias da vida. Eu sou puta, vadia, biscate, ninfomaníaca e essa é minha vocação. Não escondo meu rosto porque todos sabem disso e não me importo que saibam.
        No último conto parei quando ainda morava com Cléber. Publicamente eu ainda era sua afiliada, mas dentro de casa era sua mulher. Já era a puta particular dele, então hoje começa uma outra série: Como me tornei puta (De todos)

        Depois que minha mãe havia saído de casa, Cléber sempre trazia amigos para ver jogo de futebol. Eram 3 amigos: Fabricio que vinha com mais frequência. Zé que vinha só aos finais de semana. E Adriano que vinha de vez em quando.
Os 3 tinham a mesma idade, talvez Adriano fosse alguns anos mais novo.
        Fabricio, que vinha 2 vezes por semana era negro, barbudo e alto. Sempre que eu tava em sua vista ficava olhando meu corpo. Ele nem disfarçava, olhava diretamente pra meus peitos e pra minha bunda.
        Um dia Cléber disse que precisávamos conversar e me fez a seguinte proposta: Transar com Fabrício em troca de um notebook. Eu estava pedindo um notebook a ele já algum tempo. Provavelmente Fabricio ofereceu bastante dinheiro pra ele por mim e Cléber aceitou. Óbvio que fiquei incrédula. Cléber disse pra eu pensar com calma e responder pra ele no dia seguinte. Fiquei a noite toda pensando naquilo e cheguei a uma conclusão: Eu iria aceitar. Eu amava da pro Cléber e seu filho, provavelmente ia ser bom o Fabricio também. E ainda tinha o papo de negro ter pau grande. Eu nunca tinha visto 1 pessoalmente então ainda tinha a curiosidade. Aceitei com a condição de sempre, nada de buceta. Só cu.
        Combinamos de no sábado Fabricio vir e ficarmos sozinhos durante a tarde.

        O dia chegou, eu tava nervosa. Coloquei um plug anal que Cléber havia me dado pra deixar meu cuzinho mais preparado e vesti um baby-doll vermelho bem sexy que deixava todo meu corpo a mostra.
        Ele chegou, me deu um selinho e me elogiou falando que eu tava maravilhosa. Eu sorri e agradeci. Eu achei que Fabricio ia ser rude, mas não. Foi carinhoso, alisando meu rosto, passando a mão no meu cabelo e me beijando toda. Meu rosto, minha boca, meu pescoço. Foi descendo, colocou meus peitos pra fora e beijou, apertou e chupou o mamilo. Tirou meu baby-doll me pegou no colo e me levou pro quarto. Me colocou deitada na cama. Me deu um beijão (O melhor beijo da minha vida) e foi descendo até chegar na minha buceta. Lambia e chupava com cuidado, lentamente. Me agarrava pelas pernas e me chupava toda. Gozei com aquele oral maravilhoso.
        Ele se deitou na cama sem camisa e com calça. Eu desbotoei a calça, abri o zíper e abaixei. Tirando o pau dele pra fora. "Nossa, que gigante! Então o que dizem é tudo verdade". Falei quando vi o tamanho daquele pau preto. Dei 2 beijinhos na cabeça e comecei masturbar devagar. Dei outro beijão na boca dele batendo uma punheta nele.
        Comecei a colocar o pau dele na boca. Abria o máximo que conseguia da boca pra não pegar nos dentes e chupava.
Conseguia colocar só 1/3 do pau dele na boca, o outro pedaço pegava com a mão e punhetava. Brinquei com as bolas dele deixando babado e voltei pro pau. Forcei, forcei até descer um pouco na garganta e consegui colocar meio pau pra dentro. Tossi, olhei pra ele e disse: "Não cabe todo na minha boquinha, é muito grande".
        Ele se levantou me colocando de joelhos, eu abri a boca e coloquei as mãos pra trás. Ele fodeu minha boquinha até eu não ter mais ar. Cuspi no pau dele e ele foi de novo fodendo minha boca. Fodeu minha boca até gozar. Encheu minha boca de leite. Boa parte do leitinho passou direto pela garganta, outra parte acabou escorrendo pro chão. Ele me mandou lamber o chão pra não desperdiçar nada, e assim eu fiz. Tomei todo leite dele.
        Depois que tomamos banho juntos, ele se sentou no sofá pelado, e eu sentei no colo dele pelada também. Nos beijamos e ele perguntou se não tinha cerveja. Eu disse que sim e servi ele. Voltei a sentar no colo dele. Quando ele terminou a cerveja me colocou em pé e tirou o plug do meu cuzinho. Lambeu meu cuzinho e disse: "Nossa que cuzinho maravilhoso". Me virei pra ele o pau dele estava meia bomba. Me ajoelhei e comecei a chupar. Senti endurecendo na boca. Fiz um boquete bem gostoso e babado como sempre. Fiquei de 4 me apoiando no sofá, e ele veio por trás meter no meu cu. Lubrificou o pau com KY e começou a meter. Eu estava acostumada com o pau do Cléber, que era grande e grosso mas o do Fabricio era muito mais grosso. Sofri, gritei mas aguentei. Ele foi metendo aos poucos, com cuidado até entrar tudo. Ele metia gostoso num ritmo muito bom. Não era lento mas não era muito rápido. Ele comeu meu cu por uns 5 minutos nesse mesmo ritmo, sem parar ou diminuir. "Toma putinha, ta gostoso? Tu gosta de tomar no cu?". "Ai que delicia, eu amo da o cuzinho. Mete vai, continua assim, continua". "Ai eu vou gozar, ai que delicia, puta que pariu eu vou gozaaaa". Eu disse gozando gostoso enquanto segurava no sofá. Ele se sentou no sofá novamente e eu sentei de costas pra ele. Dessa vez o ritmo era meu. Fazia bem lento, rebolando devagar minha bunda, descia lentamente sentindo todo pau me rasgar por dentro. Depois levantava deixando só a cabeça dentro. Descia de novo até entrar tudo e rebolava. Fiz isso por alguns minutos até que ele me segurou forte pela cintura e começou ele a meter. Metia forte e rápido. Num ritmo frenético até gozar de novo dessa vez dentro do meu cu.
        Já estava de noite, Fabricio pediu uma pizza, jantamos e ele foi embora.
        No dia seguinte Cléber voltou do trabalho com o notebook, me perguntou como foi, respondi que tinha sido ótimo, ele perguntou se eu faria de novo isso. Em troca de algo que eu quisesse ou dinheiro mesmo. Eu respondi que sim, afinal foi um dia tão gostoso que faria de novo até de graça.


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Comentários


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lalasafada Comentou em 14/06/2026

Delicia de conto. Você tem sorte do seu padrasto ter um amigo desses. Preto, pauzudo e safado. Amo




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Como me tornei puta PARTE 1 - AMIGO DO PADRASTO

Codigo do conto:
264416

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
14/06/2026

Quant.de Votos:
2

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