Eduardo morava com seus pais e sua irmãzinha mais nova. Meu sogro Alexandre tinha 46 anos, pela aparência diria que uns 35. Como sempre eu andava com roupas curtas, meu sogro não era bobo nem nada sempre olhava e quando tinha oportunidade de tirar um pedaço fazia. Sendo com uma mão boba "sem querer", ou um abraço um pouco mais demorado. Obviamente eu gostava, deixava e queria mais. Sempre que tomava banho deixava a porta destrancada pra quem sabe ele abrir e me ver.
Um dia fui com a família em um casamento de algum parente em outra cidade. Curtimos a festa, bebemos, dançamos e fomos embora bem tarde. Chegamos na casa deles já perto das 6h da manhã. Todos foram direto se deitar pra dormir. Eu não consigo dormir sem um banho, então fui direto tomar um. Quando estava abrindo a porta vi que meu sogro estava na cozinha tomando água, fui até ele. Trocamos poucas palavras e disse que iria tomar banho. Me virei de costas dei 2 passos e derrubei a toalha. Me abaixei lentamente pra pegar, deixando o vestido subir até aparecer minha calcinha. Entrei no banheiro e como sempre de porta destrancada. Mas dessa vez meu sogro abriu a porta.
Eu ainda estava tirando a calcinha me preparando pra entrar no box. Ele: "Opa, desculpa Lari, não sabia". E ficou parado me olhando. Eu: "Não sabia né, sogro? Acabei de falar que ia tomar banho.". Ele: "Verdade, me desculpa eu esqueci". E continuou parado me olhando. Eu: "Tá bom, safado. Esqueceu... tá tudo bem". Depois que falei isso terminei de tirar minha calcinha. Ele: "Nossa, você é muito gostosa, com todo respeito do mundo". Eu: "Respeito né? Então se você pudesse não me comeria aqui agora mesmo?". Ele: "Aí é outra coisa... Se eu pudesse com certeza te comeria, mas não posso". Eu falei: "Pode sim, ta só você e eu aqui, ninguém vai ficar sabendo".
Ele não resistiu, trancou a porta do banheiro e começou me agarrar. Botei a mão sobre a calça dele e senti o pau já duro, ele agarrava minha bunda, meus peitos e beijava meu pescoço.
Me pegou no colo e me botou sentada em cima da pia, abriu minhas pernas e começou a chupar minha buceta. Lambia e chupava tudo. Segurei a cabeça dele contra minha bucetinha enquanto gozava. "Ai que delicia sogro, vou gozar. AAAAAAAH, AAAAAAI"
Depois de gozar desci na pia, me ajoelhei e comecei a chupar o pau dele. Como meu padrasto tinha me ensinado. Começando chupando a cabeça, umas três chupadas forte, depois colocando o pau inteiro na boca até tocar na garganta, depois cuspindo no pau pra deixar bem molhado, abrir bem a boca colocar todo pau na boca forçando o máximo que da na garganta até engolir tudo e o nariz tocar na virilha. Depois de engasgar soltar, retomar folego e deixar ele foder a boca. Movimentos de vai e vem. Toca na garganta e volta, garganta e volta até acabar o folego novamente. Depois coloca o pau pra cima batendo punheta e chupa as bolas. (Manual de graça pras putinhas do site aprender de verdade como chupar um pau rsrsrsrs)
Ele falava: "Ah, caralho que delicia". "Que boca gostosa". "Nossa que puta boqueteira" . "Minha nora sabe chupar um pau minha nossa".
Fiquei de 4 em pé, me apoiando sobre a pia e ele penetrou em mim. Ele me comia forte, não rápido mas forte. Cada estocada eu via estrelas. Gritei: "AI QUE GOSTOSO SOGRO, QUE PAU GOSTOSO". Ele puxou meu cabelo, tapou minha boca e disse no meu ouvido: "Cala boca vagabunda, quer que alguém nos ouça?"
As estocadas fortes, ele tapando minha boca, puxando meu cabelo e me chamando de vagabunda fez eu gozar de novo. Fiquei fraca, pernas bambas, mas ele não parava, não parou de me comer até gozar dentro de mim.
"Ai norinha, vou gozar, vou gozar dentro da tua bucetinha."
"Nosso segredinho sogro, ninguém vai saber". "Combinado norinha".

