Ainda com meus 18 aninhos, eu continuava namorando Eduardo. Costumava passar o final de semana na casa dele. Meu sogro Alexandre, sempre me olhava com aquele olhar de desejo e tesão, com certeza relembrando aquela foda gostosa nossa, e eu retribuía com uma piscada, um olhar safado com saudade daquela rola em mim. Embora o desejo de nós 2 fosse repetir, nunca tivemos a oportunidade.
Toda vez que transava com Eduardo no quarto fazia questão de gemer alto pro meu sogro ouvir e ficar com mais vontade ainda. A transa com meu namorado era boa, mas ele sempre negava comer meu cu. E se vocês leram meus contos anteriores, eu amo da o cuzinho. Eu tinha que implorar pra ele comer meu cu. Isso aumentava ainda mais meu desejo pelo meu sogro. Aquele homão, macho, forte, pauzudo, jamais iria recusar meu cuzinho. Aposto que ia lamber meu cuzinho e depois meter todo pau dentro, sem frescura nenhuma.
Um dia acordei no meio da madrugada com sede, fui a cozinha pegar água e lá estava Alexandre, com a geladeira aberta tomando água em uma garrafa. Ele tava só de cueca, com o pau duro marcado. Não consegui tirar os olhos daquele volume. A cueca marcava aquela pica grossa e grande ajeitada para o lado. Fui me aproximando, ao me ver ele guardou a garrafa e fechou a geladeira. "Oi norinha" Disse ele abrindo um sorriso.
"Oi sogro, que volume é esse todo aqui?" Falei agarrando o pau sobre a cueca. Ele deixou eu agarrar, me olhou com cara de tesão e disse "Ah putinha, isso é todo seu". E começou agarrar meus peitos.
Eu me ajoelhei, e ali na cozinha mesmo abaixei a cueca colocando o pau pra fora. "Nossa, é enorme mesmo. Aquela noite tava muito bêbada, não tinha visto direito" Falei enquanto admirava o pau e batia uma punheta pra ele. Comecei a chupar, colocar tudo na boca até encostar a cabeça na minha garganta. Engolia todo pau, escorrendo baba por tudo. Tirava o pau da boca, batia punheta enquanto recuperava o folego. Depois voltava segurar pela base envolvendo as bolas juntos e colocava tudo na boca. Engolia o pau e segurava respiração o máximo que conseguia. Quando escutamos um barulho vindo do quarto. Ele guardou o pau de volta na cueca e voltou "correndo" pro quarto.
Me deitei e não consegui mais dormir. Tava morrendo de tesão, só pensando naquele pau, o que podíamos ter feito. Quando deu 6h, Eduardo se levantou e começou se arrumar pra sair trabalhar. Fingi que estava dormindo e esperei até ele sair de casa junto com a mãe dele. Fabricio saia só as 8h. Então me levantei e fui até o quarto dele. Lá tava ele dormindo só de cueca. Ele estava de lado, com o pau duro. Me ajoelhei no chão ao lado da cama, tirei o pau dele pra fora e comecei a mamar. Não demorou muito ele acordou comigo pagando boquete pra ele. "O menina doida, o que tu ta fazendo?" Ele disse assustado olhando para os lados. "Vim terminar oq começamos... Não se preocupa, eles já saíram só tá nós 2."
Mamei ele bem gostoso por mais de 10 minutos. Pau inteiro na boca, garganta profunda, punheta, chupando as bolas, lambendo tudo, do jeitinho que macho gosta. Ele ainda deitado na cama, eu tirei meu short e sentei na pica. Quiquei no pau dele por alguns minutos, até que sai de cima e fiquei de 4 na cama. Ele veio por trás e começou a me chupar. Na hora que passou a língua no meu cuzinho já me deu um arrepio e uma vontade de ter o cu preenchido por aquele pau. Ele lambeu bastante minha buceta e meu cuzinho, quando já tava bem molhado disse "Mete essa pica gostosa no meu cuzinho". Ele na hora parou e disse "Ah, puta quer pau no cu, é? Então vai ter e não adianta reclamar.". Pensei comigo "Eu reclamar de anal? kkkkk" mas fiquei em silencio.
Pica grossa dele entrou rasgando meu rabo, senti ele abrindo todo. Sensação de dor no começo é muita, mas com passar do tempo o cuzinho acostuma e vai aliviando e dando lugar ao prazer. Eu gemia muito e muito alto. As estocadas ritmadas me deixavam maluca. "AI QUE PAU GOSTOSO CARALHO". Depois de alguns minutos no mesmo ritmo falei: "VAI PORRA, ME COME MAIS CARALHO. FODE MEU CU SOGRO, FODE O CU DA TUA NORA." Na mesma hora ele aumentou ritmo começando me foder forte e rápido. "TOMA PUTA. PIRANHA. Meu filho não fode esse rabo não?". "Não, eu imploro pra ele comer meu cu e ele ignora." Eu disse quase que como um desabafo. Ele: "Mas é um viadinho mesmo, tem que comer cu de puta desse jeito aqui."
Essa conversa, enquanto eu dava meu cu fez eu gozar gostoso. "AÍ QUE PICA GOSTOSA, EU VOU GOZAR FILHO DA PUTA".
Depois de gozar eu me virei e voltei a mamar o pau dele, até ele gozar na minha boca e eu tomar toda porra quente dele.

Que sogro privilegiado, sortudo, imagina, ter uma nora de 18 aninhos e cheia de desejos, vontades e muito tesão, principalmente pra da seu delicioso e apertado cuzinho, que maravilha. Imagino a alegria desse sogrão sortudo, poder ter uma novinha toda, inteira, querendo muito sexo e melhor ainda, gozar bem gostoso. votado e aprovado