Meu corno manso assumiu o Filho feito pelo meu macho dotado. CASAL MÁRCIO E DINHA .

CONTO VERÍDICO.
Meu nome é MÁRCIO e minha esposa se chama DINHA. Nós somos um casal ela com 36 anos e eu 40 , casados há quase 6, e hoje venho relatar esse conto motivado por algo que aconteceu e me deixou emocionado e com mais certeza de que foi a coisa certa, por mais louco que possa parecer pro senso comum.

A Dinha está na metade do puerpério e tivemos um momento tão intenso de afeto e conexão onde ela agradeceu por tudo que houve, por eu estar aqui por ela e de estar feliz pela nossa paternidade. Me emocionou, pois um dos meus maiores medos, foi de nesse período, diante de tantas mudanças, etc, ela ter repulsa por tudo, e se sentir infeliz.

Ela é uma mulher bem linda, branca de olhos castanhos, cabelos Castanhos ondulados até a cintura tendo por volta de 1,60m e, normalmente antes da gravidez, 60kg, seios e quadris avantajado bunda grande branca ,uma cintura fina, e pernas bem torneadas, que chamam a atenção bastante. Os seios dela possuem um gostoso formato natural, levemente arredondado, com grandes auréolas bem rosadas de círculos bem definidos que capturam qualquer olhar na hora, e belos mamilos médios num tom de rosa mais escuro. Entre as pernas ela carrega um verdadeiro capô de fusca, bem rosado, abaixo de pêlos aparados, porém presentes e bonitos. E ela é bem comunicativa, ao contrário de mim, um cara mais reservado e tímido. Tenho na casa de 1,78m, 83kg, cabelos escuros desalinhados e olhos pretos.

A gente se conheceu da seguinte forma: aos 17 anos, minha mãe e eu nos mudamos de bairro e viemos a morar num condomínio onde ela fez amizade com uma mulher que a DINHA a auxiliava com encomendas de doces depois do colégio. Acabou que essa amiga da minha mãe nos apresentou, passamos a ter uma amizade que evoluiu pra um namoro. Antes dela eu só tinha ficado com uma menina por uma semana, nada sério, o que faz da DINHA a minha primeira e única namorada na vida.

Depois de um tempo de namoro e noivado, a gente casou e tudo tava bem, dentro do normal pra um casal jovem tentando melhorar de vida. Só que a parte sexual começou a ter turbulência depois que em uma ocasião em que nós combinamos de nos encontrar pra jantar, ela acabou, por imprevisto, chegando uma hora mais cedo e quando cheguei, a vi desconcertada na mesa, dizendo que tinham enviado um bilhete oferecendo um drink.

No momento, a gente procurou rir da situação. Ela havia recusado a investida e a noite seguiu tranquila. Mas aquilo abalou, a princípio de forma despercebida, a nossa vida rotineira.

Eu comecei a me pegar pensando "e se ela tivesse aceitado?", ou "ela sempre desperta olhares, né?"... Até que fui tendo pensamentos dela flertando de brincadeira quando sai sozinha ou com as amigas... Pensando nela voltando desses encontros mais tarde do que o normal e com desculpas mais esfarrapadas do que outras... Pensando nela dando mole para os caras no trabalho... E fui notando que não tava irritado com ciúmes... Estava começando a ter um certo tesão na ideia.

Depois, descobri que não fui o único a ter esses pensamentos, pois ela também descobriu que se sentia bem em ser desejada, e sutilmente foi lembrando de que o homem que a quis naquele dia era bonito... E ele acabou povoando o pensamento dela mais vezes...

Eu digo que houve abalo em parte da nossa vida sexual, pois comecei a sentir que o convencional já não estava mais sendo suficiente pra mim, e depois descobri que nem pra ela.

Também ocorreu da gente acabar levando as marcas dessa mudança pra cama, mesmo que nenhum falasse abertamente. As preliminares com os brinquedos estavam tendo um quê de simulação velada dela estando com outro... Ou comigo a chupando logo após gozar dentro dela, fingindo na minha cabeça que a estava chupando após ela chegar em casa da noitada com as amigas "que ela perdeu a noção da hora".

Mudanças que estavam se traduzindo em eu comprando roupas mais chamativas pra ela, lingeries, maquiagens... E ela arrumando de fato mais desculpas pra sair mais com elas. Ela se insinuando nessas saídas pra receber cantadas e sentir aquela coisa boa que ela sente ao ser cortejada.

Eu fui descobrindo na internet filmes e relatos do gênero. "O que tá havendo comigo?", era o questionamento mais frequente que passava pela minha cabeça, seguido de "será que não vai estragar meu casamento?". Era algo novo pra mim. Mas esses questionamentos vieram acompanhados de um crescente prazer na ideia, conforme ia conhecendo melhor esse mundo. Planos como "na hora do sexo vou vendar ela e deixar armado pra um cara me substituir enquanto a como, sem ela ver, e tirar a venda pra que ela saiba o quanto é bom me chifrar" passaram pela minha cabeça desesperada por chifres nessa época, embora eu não tenha dado vazão pra nenhuma delas.

Até que de fato, numa das nossas preliminares, quando ela se colocou um dildo e eu a chupei o grelo, perguntei ao ouvido se ela gostou, e ao que ela confirmou, instiguei finalmente perguntando se ela me imaginou chupando sua xota enquanto sentia outro homem dentro dela metendo. Ao que, num primeiro momento a fez arregalar os olhos, mas em seguida, morder os lábios, sorrir e trocar esse diálogo comigo:

— Amooor! Como assim? Que história é essa? Tá falando sério?

— Ah, amor... Você que é uma delícia de mulher e merece ter prazer!

— Ai, vida, mas eu já tenho com você.

— Eu sei, amor, e eu com você! Mas me fala se isso que a gente fez agora não te deu um arrepio? Não te fez pensar em mais possibilidades? Olha aqui como essa buceta tá bem molhada, amor!

— ...humm!

— E olha como meu pau tá, pega aqui!

— Que isso, amor? Chega tá babando!

— Faz tempo que tenho ficado assim só de pensar no mulherão que você é e em quanto você merece dar vazão aos seus desejos, e eu sinto que você também vem pensando algo assim...

— É?

— É sim! Me fala o que sentiu quando te chupei desse jeito...

— Ai, amor...

— Pode falar, linda!

— Amei!

— Pensou que o dildo era outro homem enquanto te chupava?

— É claro que pensei! Puta que pariu!

Não consegui evitar de beijar ela de língua nessa hora. Depois, continuei a instigar, dizendo pra ela que tinha amado ver ela mais solta e que a partir daqui, ela podia me contar tudo que tava sentindo.

— E sabe aquele cara do drink, amor? — Confessou enfim enquanto a gente tava metendo naquela transa — Tô há um tempo me tocando pensando em ter dado pra ele naquele dia.

— Te amo muito, sabia!

— Também te amo!

— Preciso confessar que também venho me tocando muito pensando em você dando pra outros.

A conexão desse momento foi a melhor que tivemos até então na cama.

— Tem uma coisa que não tô aguentando mais de vontade de te pedir, amor!

— Pede! — disse ela pra mim em tom de provocação enquanto eu socava ela com força, o que me fez gozar dentro dela. Então tirei o pau de dentro, a chupei, beijei ela na boca, e falei ao ouvido dela:

— Amor! Quero muito que a próxima vez que eu te chupar com a buceta recheada de leite seja no exato minuto que você passar pela porta e me ver te esperando chegar em casa depois de sair com suas amigas amanhã, me contando como ficou cheia assim, enquanto te limpo.

Estava tão absorto na entrega por aquele momento que, sinceramente, foi até um alívio finalmente verbalizar pra ela esse desejo . então eu vi minha mulher se transformar em outra um desejo começou a nascer dentro dela , Dinha é uma mulher muito quente e cheia de tesão , acredito que toda mulher deseja ter um namorado ou marido que pense assim !

A gente estava vivendo um sonho no relacionamento aberto. Aberto só para ela pois neste estilo de relacionamento só a mulher pode sair com outros ,já o corno manso JAMAIS! .

E estava tudo melhor do que nunca. Um tempo depois, até um comedor fixo que mais parecia uma espécie de namorado dela a gente conseguiu arrumar: um cara da nossa faixa etária, moreno, uns 1,85m e 95kg mais ou menos, cabelo raspado em máquina baixa, cavanhaque e um perfil mais atlético. E eu fui ficando cada vez mais com tesão em ser corno, e ela com tesão em me por chifres. A dificuldade tava só da gente não perder a linha e manter a discrição pra família.

O que veio a dar uma nova mudança nas nossas vidas, porém, é uma vontade inerente em muitos casais, que é a vontade de ter filho. Estávamos sentindo esse vazio na relação e a sensação de que tava na hora bateu na nossa porta.

Era comum conversas entre a Dinha e eu sobre o assunto. Então, algo aconteceu numa noite em que eu, ela e nosso amigo fixo, o Marlon, estávamos em um lual nosso em uma praia, sentados sobre cangas na areia, num trecho relativamente afastado das outras pessoas, tomando vinho e comendo petiscos.

O cenário era de descontração. Ela tava aconchegada sentada com ele sentado atrás dela, segurando-a pela cintura, comigo sentado defronte deles, manso, usando o par de alianças concernente ao par que ela usava, os vendo por vezes trocarem beijos de língua, carícias... Assistindo ela receber dele beijos no pescoço, no rosto... Um amasso despreocupado com o bônus de mãos bobas que, em certa altura chegou a ser ele tocando uma discreta siririca nela com a mão dentro do bikini, como se eu, o marido, é que estivesse segurando velas — e eu tava amando esse clima.

Foi nesse contexto, que Dinha fala em um tom completamente despretensioso:

— Meninos, olha que os remédios não são 100%, hein! Ele foi inventar de me tocar agora, e tô sentindo escorrer porra aqui dentro da que ele me comeu de manhã. Já tomei banho, já passou horas... Benza deus!

— Pelo menos se acontecer não vai ter dúvida que não vai ser dele, né, melzinho? Ele tá há quanto tempo na gaiola? — Perguntou ele entrando no tom de brincadeira dela.

— Dois meses e pouco, né, vida? — Me perguntou já virando pra dar um beijo nele.

— Isso, amor! Mas acho que não vai acontecer nada. — Tentei levar na esportiva.

— Não que eu esteja reclamando, é só pra dizer que muitas vezes eu fico boba com o quanto de leitada ele dá. Esses dias eu tava na aula e senti escorrendo, tive de correr pro banheiro.

Quando a gente começou a abrir o casamento, a hipótese dela engravidar de outro (de forma não proposital, no caso) já tinha passado pela nossa conversa, e nunca teve um desfecho concreto, pois a gente foi empurrando o tema pra depois.

Naquele momento, porém, me caiu uma ficha de possibilidade real de acontecer e eu não soube dizer pra mim mesmo se eu estava mal com isso ou com tesão pela ideia. Mas tentei guardar o que tava sentindo, fosse o que fosse, por ora.

Era comum ter nas semanas, um ou dois dias em que ela passava a noite na casa dele. Acho que demorei umas semanas até ter coragem pra tocar no assunto. Mas antes disso, soube depois, ela chegou a conversar com ele após o lance na praia, nesses encontros na casa dele.

Em conversa com ele, pelo que sei, teve mais ou menos esse papo, num pós sexo com a buceta dela cheia da porra dele:

— Já tô eu toda cheia de porra de novo, né?

— Agora ficou pessoal! Fui desafiado a vencer as defesas dos remédios.

— Cachorro! Gostou disso, né?

— Gostei, não vou mentir! Mas o que foi aquilo mesmo?

— Humm, gostou? Quem sabe eu não pare de tomar e você não vai precisar mais vencer os remédios... Posso ficar sem proteção nenhuma pra você!

— Interessante! Tá falando sério, melzinha. Me conta isso melhor.

— Então, Marlon, falando sério mesmo, já faz um tempo que ele e eu estamos sentindo vontade de filho, só que até então a ideia ainda não está totalmente sólida pra gente enquanto casal. Mas eu venho refletido muito, sabe...

— Ah, sei, mas no caso do filho ser meu. Queria entender melhor isso. Ele é estéril?

— Não, ele não é estéril, não é isso. E não iria querer fazer isso com os dois se ele fosse, pois nem vocês e nem eu seríamos felizes com isso. Pelo contrário, o fato dele não ser estéril é mais um motivo que me deixa segura quanto a estar no caminho correto. Não quero que vocês tenham dúvidas que eu tô escolhendo você pra me engravidar por ser você, e não pra suprir algum problema médico ou algo assim.

— Dinha , assim você me deixa louco, sabia! Mas me fala melhor, me explica melhor o que tá sentindo.

— É que tem coisas que fazem mais sentido dependendo de com quem você tá vivendo aquilo, né? Veja, eu amo ele, não me vejo vivendo sem ele. Só que ao mesmo tempo, tem toda essa nossa conexão aqui, tem toda essa coisa que me arrepia quando a gente tá metendo e que me faz ficar arrebatada quando sinto você gozando dentro de mim. Parece que tudo faz sentido.

— Eu também fico atordoado quando a gente mete e eu gozo dentro, gata. Não dá pra explicar.

— É diferente de quando faço com ele. E aquele dia na aula, eu precisei sair às pressas, não pra me limpar, mas porque precisava me tocar sentindo a porra do meu macho. Gozar pensando e desejando que ela estivesse no meu útero. Consegue entender?

— Sim, eu sei que tem as diferenças e eu gosto das coisas como são.

— É isso, às vezes eu acho que a gente tenta planejar demais… quando talvez algumas coisas façam mais sentido acontecerem do jeito que têm de acontecer. E ainda por cima, teve uma coisa que também tá pesando na decisão.

— O que?

— A forma que eu vejo você ensinando a garotada na escolinha, o jeito que você leva com criança, fora que você vez por outra diz que pensa em ser pai um dia.

— Poxa, melzinha, assim você me quebra. Eu também te vejo sendo uma baita mãe, só que pela nossa situação, não tinha me ocorrido isso que você tá dizendo, entende?

— Mas isso quer dizer que você aceitaria se eu quiser engravidar de você?

— Eu preciso pensar com carinho, porque é algo importante demais, só que assim, é uma possibilidade que me deixaria feliz. Uma coisa que tá me preocupando agora é ele, você já falou dessa decisão com ele?

— Me deixaria feliz também. Pensa com carinho. Eu ainda não conversei com ele, mas deixa comigo. Deixa que com ele eu resolvo.

Diálogo esse que explicou bastante coisa de como ela estava se sentindo quando eu finalmente puxei o assunto com ela, certa noite, após a gente ter um momento de "namoridos" vendo uma série juntinhos e jantando comida japonesa e cerveja.

— Amor! — Falei juntando coragem.

— Oi, vida?

— Queria perguntar uma coisa. — Falei dando um beijinho na testa dela e afagando os seus cabelos. Pelo jeito ela captou o assunto, pois virou o rosto pra me olhar nos olhos.

— Pode falar, amor. Tá tudo bem?

— Não, tá, é que... É que tem uma coisa que andei lembrando esses dias.

— O que?

— Duma parada que a gente falou no lual sobre os remédios, e tal.

— Ah, sei.

— Então, é... Meio que eu sei que foi brincadeira, mas ando pensando a respeito. — Disse, e ela se postou mais ereta e com o corpo inclinado na minha direção pra gente se falar melhor.

— Pode falar, gatinho.

— Sobre você engravidar... Dele.

— Sim, amor.

— Você quer? Digo, teve algo sério naquilo que você disse? — Ela me fitou nos olhos num misto de seriedade e acolhimento.

— Você disse que anda pensando nisso, como tem se sentido, vida? Quero entender melhor seu sentimento também. Eu falei aquilo mesmo mais espantada com o escorrimento do que qualquer outra coisa, mas confesso que também foi um pouco pra trazer o pensamento.

— Então, eu não sei, me sinto dividido quanto a isso, Dinha Quer dizer, a gente já vem falando sobre filhos, mas não sobre ele te engravidar, e quando você falou aquilo na praia, me deixou sem saber o que pensar e de lá pra cá a minha cabeça tá confusa.

— Eu entendo, mas pra ser sincera, eu já venho pensando nisso há um tempo, sabe.

— Mesmo?

— Sim, e não quero que você sofra com isso. Até porque no meu coração você faz parte disso.

— Mas você então queria ter esse filho dele?

— Amor, não vou poder dizer que queria. Desejo ser totalmente sincera com você. Não é que eu queria, a verdade é que eu quero! E muito. — Me disse segurando nas minhas mãos. Ouvir isso foi um choque. Me senti diminuído, com certa raiva. Ao mesmo tempo tive um certo prazer, e me senti meio confuso por sentí-lo.

— Mas de onde veio isso Dinha ? Eu queria ser o pai. Você não me -

— Eu te amo demais, Márcio! — Me interrompeu. — Não quero que duvide do amor que eu sinto por você. Só que não se trata exatamente disso. São coisas diferentes e eu sinto que você sente isso de um modo ou de outro.

— Mas, amor! Como assim?

— Escuta. Ultimamente a gente tem se aprofundado e descoberto melhor quem nós somos, e se eu te perguntar agora, sei que você vai me dizer que parte de você sentiu tesão quando disse que quero ficar grávida dele, seja sincero.

Ela continuava segurando com carinho as minhas mãos. Não consegui responder, muito menos negar.

— Eu preciso que você lembre de como a gente chegou até aqui, Márcio, querido.

— Eu lembro. A gente foi construindo junto.

— É exatamente isso! A gente começou do zero, juntos, um ajudando o outro, edificando o outro. Você é tudo pra mim. E quando a gente abriu o relacionamento, foi a mesma coisa, você e eu começamos juntos e fomos nos estimulando juntos. Chegamos até aqui juntos, descobrimos a nossa natureza de casal juntos.

— Eu sei, isso é verdade e eu sou apaixonado por essa nossa história, meu amor. De todo coração.

— Eu também! E é exatamente essa razão que mais faz ter sentido na minha cabeça a minha vontade de que o filho seja dele e não seu. Sinto que tudo vai ser da forma que tem de ser pra gente. E vai ser a coisa mais linda do mundo pra nós.

— Eu tenho medo, Dinha .

— É assustador mesmo, como a gravidez é pra todo mundo, pois é um passo importante que requer muitos cuidados e muita responsabilidade. Pra todo mundo, não só pra esse caso nosso. E eu tô te pedindo com todo amor que eu sinto por você que não leve isso pra outro lugar no seu coração, amor. Você faz parte disso e ter você ao meu lado vai significar tudo.

Não resisti, com uma lágrima rolando no rosto, eu a abracei. Queria transmitir o quanto a amava. Ela retribuiu. Depois passou a mão carinhosa no meu rosto, secando a lágrima.

— Não leva isso pra outro lugar, querido, vamos levar juntos para o lugar onde naturalmente isso começou a seguir desde quando a gente abriu a relação. Desde quando você encontrou prazer e felicidade em ser meu marido, meu amor, meu corninho. Quando eu penso nessa gravidez, eu penso em tudo isso se alinhando perfeitamente, com você ao meu lado sendo meu companheiro e vivendo a forma mais concreta e sublime de corno.

Eu sorri com a última frase e me senti acalentado com a ternura que ela tava falando comigo.

— Amor, eu te prometo que vou pensar com todo amor nisso, colocar meu coração no lugar certo e quero que saiba que tudo que quero é que você seja feliz, e te ver feliz me faz feliz também. Eu vi nos seus olhos agora que sua vontade de ser mãe de uma criança dele, e não minha, é algo real e que eu preciso ser feliz por ela. — Disse com sinceridade, mas sem conseguir conter novas lágrimas. Ela beijou meus olhos chorosos, secou minhas lágrimas e disse:

— Amor, da mesma forma que eu sei que você sente um fundo de tesão na ideia, eu também sei que você se sente frustrado. Eu tenho orgulho de dizer que conheço bem o meu marido, o meu amor. E não quero que você esconda seus sentimentos de mim, sério. Fico feliz que queira pensar nisso com carinho e queira colocar seu coração no rumo certo.

— E quero mesmo, Dinha.

— Eu sei que é verdade. Só quero que saiba que sou sua companheira também e que estou atenta a essa frustração, mas amor, olha aqui pra mim. — disse ela, pousando uma das mãos no meu coração e a outra segurando o meu cinto de castidade por cima da bermuda — há quantos anos você é o meu corninho? Há quanto tempo você tá ao meu lado experimentando coisas que dão um desconforto inicial e se provaram ser coisas maravilhosas? — perguntou me encorajando com o olhar, e mexendo a mão que segurava a gaiola, completou — Olha aqui o exemplo de que pra você, nem toda frustração é ruim, porque você está do meu lado e faz parte natural do nosso amor. Entende o que quero dizer?

— Acho que sim, amor, você está certa!

— Eu sei que parte da ideia te deixa frustrado, mas eu também sinto que mesmo assim, isso vai acabar dando lugar pra felicidade que a gente vai sentir quando nossa família crescer da forma como tem de ser. Quando você sentir melhor que ele ser o pai do nosso filho faz mais sentido do que ser você, a sua frustração vai dar lugar a alegria que você já sente na ideia e você vai ter a plenitude da felicidade que vamos ter por eu engravidar dele.

— É frustrante porque eu quero ser o pai da criança, mas ao mesmo tempo o que você fala é verdade, também sinto isso.

— E você vai ser o pai, ele vai me engravidar e você vai assumir e fazer parte disso, amor. Eu quero você.

— E eu te quero muito, Dinha! Te amo demais! Por isso que quero que sinta o quão sincero tô sendo quando digo que vou colocar meu coração no caminho certo. É que mesmo me sentindo frustrado, quando eu penso no quanto isso vai te fazer feliz, meu amor por você grita pra eu ficar feliz com isso, entende? Eu te amo!

— Eu também te amo muito!

A gente se levantou e se abraçou de novo, um abraço com uma conexão de alma.

— E você vai ser feliz com a minha decisão porque? — Disse ela com um olhar bem malicioso pra mim e eu captei a intenção, como era comum na nossa já refinada dinâmica.

— Porque sou o seu corno!

— Não ouvi.

— SOU O SEU CORNO! EU AMO SER SEU CORNO, E NO FUNDO SEMPRE SOUBE QUE MERECIA QUE ESCOLHESSE ELE PRA ENGRAVIDAR!

Ela saboreou essa última frase de uma forma especial que a maneira como ela tem de prazer ao me chifrar não iria permitir que ela deixasse passar, então ela baixou ao meu ouvido e disse:

— Ah, viu como eu nem precisava me dar ao trabalho de tentar explicar meus motivos? Você sabe que a verdade é que você jamais teve a chance de eu escolher você pra me engravidar, muito menos quando eu tenho o Marlon, que é um homem de verdade! Um homem que você não vai nunca chegar nem aos pés de ser igual. E tem de dar graças a Deus todos os dias da sua vida agora, por ter a honra de se tornar uma babá de um filho meu e dele, porque na prática você não vai passar disso: uma babá. Que vai assumir por ser um corno otário, mas não vai passar de babá. E outra coisa: de hoje até depois da gravidez, não vou tirar você do cinto de castidade, porque não quero ter o risco de que esse seu piruzinho e seus espermas de fracassados cheguem perto de mim enquanto estiver gestando. Felizmente eu tenho o Marlon que me satisfaz de maneiras que você jamais nem vai conseguir sonhar em fazer. Porque você é só um mero:

— CORNO!

— Isso aí, e agora vai ter a maior prova de cornitude, algo muito mais profundo do que todos os chifres que te dei. Algo que é pra sempre: sua esposa vai engravidar de outro, não por acidente, mas porque quer, e quer MUITO! E o que o meu corninho manso vai fazer agora que falamos às claras o que você sempre soube?

A nossa dinâmica é muito alinhada, ela não precisou me explicar pra entender. Me ajoelhei na frente dela.

— Obrigado, amor! Obrigado por querer engravidar de outro! Obrigado por engravidar de outro!

— Huum, muito bem, corninho! Tô gostando de ver! Agora falta fazer uma última coisinha. — Disse. Seu olhar mais malicioso que nunca.

Ela pegou o celular, mandou uma mensagem pro Marlon perguntando se ele tava podendo receber chamada de vídeo. Ao confirmar, Dinha fez, com a câmera voltada pra ela. Som em viva voz.

— Oi, Marlon, gostoso! Tô fazendo essa chamada, porque o Márcio tá aqui querendo te pedir uma coisinha.

— É?

— É sim, olha aqui. — Disse ela apontando a câmera pra mim, ajoelhado na frente dela. Eu juntei as mãos em tom de pedido.

— Marlon, não é questão de pedir, eu tô implorando mesmo, por favor, engravida a minha mulher! Engravida minha esposa, tô suplicando! Faz a Dinha ficar grávida, por tudo que há de mais sagrado!

Ela nem esperou ele responder, me deixou lá ajoelhado enquanto falava com ele ao telefone. A ouvi dizendo que ela também queria mostrar algo pra ele. Momentos depois ela aparece com o celular numa mão e caixas do remédio na outra, entrando no banheiro. Então me chamou e fui. Pediu pra eu segurar o celular apontando pra ela, e falou pro Marlon, mostrando as caixas dos anticoncepcionais, que eram tudo que ela tinha no estoque, e que iria jogar fora naquele momento. E de fato jogou tudos os comprimidos no vaso e deu descarga.

Ao fazer isso, me contou que eles já tinham conversado e que a única coisa que estava faltando era me "comunicar da decisão". Depois apontou aos pés dela, eu me ajoelhei na frente dela, me curvei e os beijei, agradecendo por ela escolher engravidar de outro homem.

Passado esse momento. Por óbvio que nós três nos encontramos pessoalmente e alinhamos as coisas de uma maneira melhor.

Mesmo que por melhor, fosse, como ocorreu certa vez, uma conversa na cozinha comigo sentado na cadeira vendo ele traçar a Dinha por trás, bem diante de mim, em meio a gemidos altos que acompanhavam o som dele macetando a buceta dela. E também deles me mostrando a visão linda dela rebolando na pica dele intercalando com as metidas.

— Amor, só esse pirocão pra me engravidar mesmo! Escuta isso! Ele vai muito fundo em mim, amor! Olha como ele soca meu útero! — disse, me instigando ao mesmo tempo que me puxava pra perto deles pra me dar beijos enquanto ele carcava a buceta dela por trás, então completou — E olha como você é um corninho maravilhoso. Não tinha como ser diferente!

Foram uns 4 meses com ele praticamente morando com a gente e eu os vendo trepando direto iguais coelhos até que finalmente o resultado do exame veio: GRÁVIDA!

Minha esposa engravidou comigo estando há meses com meu pau sem ter contato algum com ela. E mesmo assim a gente ficou numa euforia de tanta felicidade com a notícia! Eu iria assumir a criança. O Marlon o padrinho. Um padrinho que iria continuar visitando nossa casa e comendo a mãe da criança.

Tivemos todos os cuidados, seguimos o pré-natal direito até que nosso menino chegou, a cara dos dois. Saudável! Estávamos completos — estamos completos!

— Parabéns, papai, é um menino! — me disse a enfermeira, segurando a criança recém nascida nos braços, inclinando-os pra me mostrar o bebê. Há um bom tempo não me sentia mais frustrado com o que aconteceu, e quando eu vi aquele carinha pela primeira vez, não conseguia nem lembrar de como é que eu me senti frustrado. Na verdade, quando pensei nisso, me senti um idiota por ter me sentido assim.

Estava tão agradecido e feliz por ver a Dinha bem, a criança saudável, que me senti fagocitado por aquele sentimento de paz e amor que emanava naquele lugar e na nossa família. E não tinha dúvidas, não precisava de DNA, o menino parecia demais com eles dois. Não tinha mais volta, mas também não tinha lugar algum pra onde eu quisesse voltar. Queria era seguir adiante e desfrutar de ser pai de um filho de outro homem, o macho que a minha esposa escolheu ao invés de mim para fecundação.

E hoje nos encontramos aqui, realmente felizes com isso.   Estar pleno ao lado deles e ver minha esposa feliz é tudo pra mim.

Eu tive muitos temores sobre isso dar errado. Um dos meus maiores medos foi acontecer algo ruim com ela e a criança, outro temor foi em algum momento após a gravidez ou ao nascimento, a Dinha se desencantar de alguma maneira com a ideia disso tudo, ou ainda não me querer mais fazendo parte do que construímos, dessa nossa família.

Mas felizmente deu tudo certo e cá estamos. Enquanto escrevia o relato, fui relembrando as nossas histórias, entrando em contato com os sentimentos que essas histórias me trouxeram, e posso afirmar que além de tudo fazer sentido da forma como foi na escolha de gravidez que a DINHA fez, eu não caibo dentro de mim de felicidade genuína por ela ter me convencido em engravidar de outro e assumir a criança, como deve fazer um bom corno manso.

Um verdadeiro corno manso submisso assume o filho feito pelo amante fixo da namorada ou da esposa , ela sempre será tua mulher e sua responsabilidade. Se vc mulher estiver namorando um corno manso saiba .... Que ele tem que aceitar seus machos , tem que aceitar que ele transe com vc no pelo, porque dá mais prazer para todos , ele tem que te chupar e te deixar limpinha . O macho come primeiro aí depois se vc quiser ele poderá colocar o pauzinho dele em vc para gozar , em hipótese alguma o corno manda ou tem direito de sair com outra mulher , se vc tiver namorando um corno manso e ele falar pra vc que também quer sair com outra , terminei com ele pois ele não é corno manso apenas está te usando para sair com outras mulheres , corno manso não tem direto a nada é vc que manda é vc que diz como deseja é vc que ordena e manda . Sexualmente vc pode fazer tudo que desejar ele jamais ! Mulher que esta procurando um namorado corno manso ou apenas quer conversar sobre o assunto me chama. beijus .
                                

Foto 1 do Conto erotico: Meu corno manso assumiu o Filho feito pelo meu macho dotado. CASAL MÁRCIO E DINHA .

Foto 2 do Conto erotico: Meu corno manso assumiu o Filho feito pelo meu macho dotado. CASAL MÁRCIO E DINHA .

Foto 3 do Conto erotico: Meu corno manso assumiu o Filho feito pelo meu macho dotado. CASAL MÁRCIO E DINHA .

Foto 4 do Conto erotico: Meu corno manso assumiu o Filho feito pelo meu macho dotado. CASAL MÁRCIO E DINHA .

Foto 5 do Conto erotico: Meu corno manso assumiu o Filho feito pelo meu macho dotado. CASAL MÁRCIO E DINHA .


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Ficha do conto

Foto Perfil rogeriocuckold
rogeriocuckold

Nome do conto:
Meu corno manso assumiu o Filho feito pelo meu macho dotado. CASAL MÁRCIO E DINHA .

Codigo do conto:
264215

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
10/06/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
5