A ilha foi concebida como um lugar exatamente assim, oculto, desconhecido, onde homens cornos levam as esposas e mulheres solteiras audaciosas e desinibidas se apresentam para serem comidas por homens negros.
Não somente isso, uma grande fornicação inter-racial sim, mas com objetivos específicos. Machos negros fodem sem preservativos, fartamente e à vontade, fêmeas brancas quando estejam, todas elas ali presentes, em seus períodos férteis e sem uso de qualquer meio anticoncepcional.
Antes de embarcarem, com seus médicos pessoais ou ao chegarem, com o ginecologista local, obrigatoriamente também negro, foram submetidas a exames físicos, anatômicos e laboratoriais que deram um único, promissor e definitivo resultado: apta para fecundação. Aguardam as datas precisas e vão ao éden sexual em busca dos homens de paus negros.
Esses estão ali, bem nutridos, saudáveis, viris, safados. À disposição de mulheres brancas que buscam a discrição e a situação perfeita para acasalar. Querem filhos de homens negros inseminados em seus úteros brancos.
A ilha é exatamente isso. Onde homens negros são criadores, mulheres brancas são criadas.
Um homem negro seleciona uma parceira e se oferece para auxiliá-la na reprodução desejada.
Ou uma mulher branca e o marido elegem um belo e viril macho negro, que convidam para ser o reprodutor dela, inseminando-a continuamente com sua porra farta enquanto ela estiver ali.
Dessa forma, a Ilha está sempre em efervescência erótica, é uma linha de montagem de bebês, com grande variedade de bocetas brancas ávidas e disponíveis para reprodução e sacos negros repletos de porra pronta para serem lançadas nelas pelos incansáveis e duros cacetes escuros.
E não por acaso, embora exista e seja aceita a opção de solteiras, a nata da frequência de hóspedes interessados na oferta de reprodução é de casais, incluindo alguns ainda noivos, que vivem no estilo corno total e buscam a suprema fantasia, que é verem a esposa engravidar de outro e a alegria dela voltar para casa com um bebê escuro já se desenvolvendo em seu ventre.
Os maridos aliviados por não terem a obrigação e os riscos de procurarem um homem para engravidar a esposa, apenas hospedando-as na Ilha e deixando-as no ambiente em que serão requisitadas e servidas sexualmente pelos melhores touros negros, grande fodedores e ejaculadores que fora dali eles teriam enormes dificuldades para encontrar.
A Ilha promovendo assim a convergência de desejos, o encontro dos úteros que desejam ser inseminados, com os cacetes que se prestam a jorrar e inseminar.
Verdadeira "Breeding Fantasy cuckold Isle", ilha da fantasia corno de reprodução.
Sendo muito boa também a estadia dos maridos cornos ali, pois é deixado à vontade e apreciará ver sua esposa sendo servida o tempo todo, algumas semanas inteiras, por belos, fogosos, libidinosos e valentes touros negros, todos esporrando nelas sem parar. E embora sem prazer ou alegria, vendo também outras esposas de outros cornos sendo muito bem servidas também, adorando e desfrutando as pistolas negras.
Isso inclui ambientes e horários, como saunas mistas e salões de apresentação, onde os bem dotados touros negros exibem seus dotes nus, todos prontos e disponíveis para agradar às fêmeas brancas presentes. Elas também andando nuas ou com exíguos biquínis e roupas reveladoras.
Aí aportando os que praticam ou já praticaram "Black Breeding Fantassy", vendo as esposas sendo cobertas e inseminadas por valentes touros escuros, briosos garanhões fodedores ou os que anseiam por isso, desejando viver pela primeira vez a emocionante fantasia, os cornos encorajando e desejando que cada esposa permita ao seu touro meter sem preservativo e gozar dentro de sua vagina.
E elas chegam para cruzar e engravidar de desconhecidos negros não necessariamente os mais bonitos, mas muito bem dotados e com extraordinárias produção e reserva de espermatozoides.
Local onde o marido é continuamente traído e não tem nenhum direito sobre a esposa, cujo útero, desejos, prazeres, fertilidade e fecundação ficam entregues aos melhores e mais produtivos touros.
Sendo norma rígida de comportamento que os cornos não podem fazer sexo com suas esposas ali, para não atrapalhar o projeto, pois elas ficam inteiramente entregues e disponíveis aos fodedores locais, visando o objetivo máximo, que é sua fecundação.
Talvez não passe mesmo de uma fantasia e a Ilha nem exista, mas sei que são reais e frequentes as aventuras de casais brancos em resorts elegantes onde as esposas se tornam negras, sendo inseminadas e fecundadas por fodedores escuros.
Pois no nosso caso, foi assim que aconteceu.
Ainda jovens e ingênuos, eu, Mateus e Zula (apelido do Zuleika), casados há três anos, ela 25 anos, loira, ainda não tínhamos tido filho. E nenhuma experiência no estilo de vida corno e de traição.
Mas, como muitos outros maridos, eu queria muito ver minha esposa na cama com outro. Ansiava vê-la fazer amor com outro homem. Sentindo um sigiloso e secreto desejo de ser corno.
Levei-a a uma boate de strip masculino, onde os homens ficam inteiramente nus. Apreciei o modo constrangido mas atento como ela via os grandes paus duros dos homens sem sungas.
E a uma festa de sexo onde se pratica o intercâmbio de esposas. Deixando que fosse comida diante de mim por dois caras, justificando com ela que eram casados, portanto ela fazer sexo com eles não prejudicava o casamento deles, nem o dela.
Mas queria mais.
Meu fetiche era o coito inter-racial e, enfim, a fecundação. A gravidez dela por um negro.
Planejando nossas férias, vislumbrei um ressort numa região de etnia negra, o que eu sabia que era o maior imaginário de fantasias eróticas desse gênero.
Decidi, proibi Zula de levar pílulas e logo estávamos embarcando para lá.
Chegamos e percorrendo o lugar, senti que havia ido no ponto certo, ali era mesmo o local perfeito para uma mulher branca encontrar fácil seu parceiro reprodutor negro. Para sexo, prazer e procriar. Com vantagem de eu estar presente e poder assistir tudo, acompanhar o procedimento do início ao fim.
Incentivei que ela escolhesse logo um touro negro e começasse a acasalar para procriar.
E logo naquele mesmo dia ela já estava conversando e se sociabilizando com vários negros ali, expressiva maioria local e, claro, potenciais reprodutores. Encantou-se também logo por um deles.
À noite, percebi que pela primeira vez ela havia raspado a boceta, depilado o sexo todo, estava com a vagina linda, aparente, igual ao de uma menina.
Eu a instrui a se vestir de modo bastante sensual com toques reveladores, quando saímos para nos encontrar com ele nas áreas de convivência.
Jantamos junto, ele na mesa conosco a meu convite e mais tarde foram para nosso quarto, onde finalmente Zula conheceu sua primeira rola negra.
Deixei que fizessem tudo, sexo até fartar, naquela noite e nas seguintes. Ela sempre com as pernas bem abertas, ele indo com a rola negra até o fundo e gozando. Ejaculando nela, uma, quatro, oito, dez vezes...
Voltamos e numa tarde, Zula ligou-me no trabalho, pedindo para levar um teste de gravidez. Passei na farmácia e comprei.
Deu positivo.
Grande foi minha alegria.
Minha esposa, enfim, e logo na primeira vez, tinha sido inseminada por negro.



