Cheguei em casa, comprei umas cervejas e comecei a beber com meu irmão e um amigo. Quando ela chegou, a tensão sexual estava insuportável. A gente começou a trocar mensagens ali mesmo, eu avisando que eu e meu amigo íamos pegar ela. Ela quis saber se ele estava interessado, eu confirmei que sim, e partimos para a casa dele. O cara acabou saindo para buscar uma mina que tinha marcado, deixando a gente sozinho no sofá. Eles voltaram e ficaram bebendo um tempo com a gente mas logo entraram pro quarto dele.
Não perdi tempo. Puxei ela pra cima de mim e comecei a chupar os peitos dela com força, sugando os mamilos enquanto minha mão apertava a bunda dela. Ela não aguentou e desceu rapidinho, abrindo minha calça e enterrando meu pau na boca. Ela mamou com vontade, fazendo aquele barulho de sucção que me deixou louco, descendo e subindo com a garganta aberta por um tempão. Quando ela cansou de mamar, ela subiu no meu pau e sentou com tudo. A buceta dela estava encharcada, apertando meu membro enquanto ela cavalgava, jogando a bunda pra cima e gemendo alto.
Quando estávamos numa transa muito gostosa ele mandou mensagem dizendo pra a gente vestir algo que ele tava saindo pra deixar a menina e voltava pra participar com a gente.
Ela perguntou se o dono da casa não ia voltar, mas o cara chegou depois de deixar a menina e capotou, dormindo feito um pedra. Foi aí que eu chamei outro amigo, também parceiro do namorado dela. No começo ela ficou com medo de vazar a história, mas o tesão falou mais alto e ela se soltou completamente. Virou um oráculo de carne. Começamos a revezar a mamada: ela chupava o pau dele com força enquanto eu detonava os peitos dela na boca.
Depois, o negócio ficou mais pesado. Ele meteu nela por trás, dando estocadas profundas e violentas, enquanto ela continuava a me mamar, sugando meu pau com tudo enquanto levava as porradas do outro. A gente não aguentou e resolvemos fazer a DP. Nós dois enfiaremos nossos paus na buceta dela ao mesmo tempo. Era apertado pra caralho, a gente sentia a carne dela esticando para acomodar os dois membros. Ela gemia desesperada, sentindo a pressão dos dois paus batendo lá no fundo do útero dela. A única coisa que ela não liberou foi o cuzinho, mas a gente gozou litros.
No dia seguinte, a cena foi surreal. Ela apareceu no meu serviço logo cedo com o namorado do lado, agindo como se fosse a mulher mais santa do mundo. Quando eu olhei para aquela cara de anjo, lembrando de como ela estava com a boca cheia de pau e a buceta aberta para dois caras, meu pau ficou duro na hora, pulsando dentro da calça. Meu amigo me pergunta todo dia quando vamos marcar de novo, e a nossa meta agora é fazer ela liberar o cu para a gente meter os três juntos naquela buceta e naquela raba.