Eu tinha 19 anos e morava com meus pais

Eu tinha 19 anos e morava com meus pais, mas estava louco pra ter minha independência. Decidi procurar um ap pra alugar em São Paulo, só que tudo era absurdamente caro. Até que achei um anúncio bom demais pra ser verdade: quarto grande, preço baixo, só dividir o aluguel. O detalhe era que o dono só aceitava garotos gays afeminados.
Eu sempre tive uma bunda grande e empinada, então pensei: “eu me passo por gay, vai dar certo”. Entrei em contato, conversamos e ele começou a fazer várias perguntas bem diretas. No final mandou eu enviar uma foto de boca bem aberta, língua de fora, olhando pra câmera. Achei estranho, mas mandei mesmo assim. Ele gostou. Fechamos o negócio.
Quando cheguei no apartamento, logo entendi a real. O cara era um homem de uns 38 anos, alto, corpo forte, olhar de macho dominador. Mal fechei a porta ele já sorriu e falou:
— Tira a roupa. Quero ver se essa bunda vale o desconto que eu te dei.
Eu virei o brinquedo sexual dele desde o primeiro dia.
Ele me humilhava sem dó. Me colocava de joelhos no meio da sala, segurava minha cabeça com as duas mãos e socava aquela piroca grossa e grande bem fundo na minha garganta, me fazendo engasgar, babar e chorar enquanto me chamava de “viadinho”, “putinha do ap”, “bichinha de aluguel”.
Depois virava meu corpo, empinava minha bunda grande e metia tudo no meu cuzinho sem quase nenhum preparo. Eu gemia e gritava enquanto ele me arrombava com força, batendo as bolas pesadas e falando no meu ouvido:
— Esse cu agora é meu, entendeu? Você não paga aluguel com dinheiro, paga com essa bunda e com essa boca safada.
Eu virava sua empregadinha particular também. Tinha que limpar a casa inteira, lavar e passar roupa dele, tudo de shortinho curto ou pelado. Várias vezes por dia ele me chamava só pra chupar: na cozinha, no sofá, enquanto ele jogava videogame ou via TV. Eu ficava de joelhos, engolindo aquela rola até ele gozar na minha boca ou direto na minha cara.
Isso virou rotina diária. Todo dia eu acordava sendo usado, passava o dia servindo ele e ia dormir com o cu cheio de porra. Meu corpo não era mais meu. Era dele. Eu era o viadinho particular, o brinquedo sexual, a putinha que limpava a casa e abria o cu sempre que ele quisesse.
E o pior (ou melhor)… eu comecei a amar ser tratado assim.

Todo santo dia eu acordava de joelhos chupando aquela piroca grossa dele. Limpava a casa inteira pelado ou só de shortinho curto, lavava roupa, cozinhava e, sempre que ele mandava, eu empinava minha bundona pra ser arrombado. Ele me fodia sem pena: na cozinha, no sofá, no banheiro, no quarto. Gozava na minha boca, na cara, dentro do cu ou espalhava na minha bunda enquanto me xingava de “viadinho de aluguel”, “putinha barata”, “bichinha do cu guloso”.
Meu corpo já não era mais meu. Era dele.
Até que um dia ele decidiu me humilhar de verdade. Me fez tomar banho, depilar tudo, e depois colocou uma coleira rosa no meu pescoço, prendeu meu pauzinho pequeno numa jaula de chastity e vestiu uma sainha preta curtíssima que mal cobria metade da minha bundona empinada. Meu cuzinho rosa ficava completamente exposto toda vez que eu me mexia.
— Hoje você vai ser minha puta pública — ele disse, puxando a coleira.
Ele me levou até uma parada gay movimentada em São Paulo. Mal chegamos ele me mandou ficar de quatro no chão. Eu obedeci, tremendo de vergonha e tesão. A sainha subiu totalmente, deixando minha bunda grande e meu buraco piscando à mostra pra todo mundo.
Ele puxava a coleira e me fazia andar de quatro como um cachorrinho no meio da multidão. As pessoas paravam, olhavam, riam, pegavam o celular e tiravam fotos. Vários caras davam tapas fortes na minha bunda, fazendo ela balançar. Eu gemia baixinho enquanto ele me guiava.
No meio do caminho ele me levou até um grupo de quatro homens negros altos, musculosos e com paus enormes marcando as calças. Sem dizer nada, ele entregou a coleira pra eles e falou:
— Podem usar. A putinha é de graça hoje.
Eles sorriram e me cercaram. Fui colocado bem no meio do círculo, de quatro, bundona empinada, sainha enrolada na cintura. Um deles enfiou a pirocona grossa e preta na minha boca, socando fundo na garganta enquanto outro cuspiu no meu cu e meteu tudo de uma vez. Eu gemia alto, engasgando na rola enquanto levava no cu.
Logo virou dupla penetração: um na boca, dois no meu cuzinho ao mesmo tempo, esticando meu buraco ao limite enquanto o quarto batia a rola na minha cara. A multidão cresceu em volta. Muita gente olhando, rindo, filmando, xingando:
— Arromba essa puta! Vai negão!
— Olha o viadinho levando rola preta!
— Que bunda gostosa, mete mais fundo!
Eles me foderam sem piedade ali mesmo, em público. Trocaram de buraco várias vezes, gozando na minha boca, na cara, dentro do cu e espalhando porra na minha bundona. Eu estava destruído, babando, chorando de prazer e vergonha.
Quando finalmente terminaram, eu olhei pro lado e vi meu colega de ap de braços cruzados, rindo com o celular na mão filmando toda a cena. Ele estava se divertindo pra caralho vendo sua putinha de aluguel sendo usada como uma vadia pública por um bando de negões.
Naquela noite, quando voltamos pro ap, ele me fodeu de novo enquanto via o vídeo que tinha gravado, me lembrando que eu não era mais um inquilino… era só o brinquedo sexual dele.
E eu, mesmo humilhado, gozei só de pensar que isso ia se repetir.

Foto 1 do Conto erotico: Eu tinha 19 anos e morava com meus pais

Foto 2 do Conto erotico: Eu tinha 19 anos e morava com meus pais

Foto 3 do Conto erotico: Eu tinha 19 anos e morava com meus pais

Foto 4 do Conto erotico: Eu tinha 19 anos e morava com meus pais

Foto 5 do Conto erotico: Eu tinha 19 anos e morava com meus pais


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Eu tinha 19 anos e morava com meus pais

Codigo do conto:
264804

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
19/06/2026

Quant.de Votos:
4

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