Todo santo dia eu acordava de joelhos chupando aquela piroca grossa dele. Limpava a casa inteira pelado ou só de shortinho curto, lavava roupa, cozinhava e, sempre que ele mandava, eu empinava minha bundona pra ser arrombado. Ele me fodia sem pena: na cozinha, no sofá, no banheiro, no quarto. Gozava na minha boca, na cara, dentro do cu ou espalhava na minha bunda enquanto me xingava de “viadinho de aluguel”, “putinha barata”, “bichinha do cu guloso”.
Meu corpo já não era mais meu. Era dele.
Até que um dia ele decidiu me humilhar de verdade. Me fez tomar banho, depilar tudo, e depois colocou uma coleira rosa no meu pescoço, prendeu meu pauzinho pequeno numa jaula de chastity e vestiu uma sainha preta curtíssima que mal cobria metade da minha bundona empinada. Meu cuzinho rosa ficava completamente exposto toda vez que eu me mexia.
— Hoje você vai ser minha puta pública — ele disse, puxando a coleira.
Ele me levou até uma parada gay movimentada em São Paulo. Mal chegamos ele me mandou ficar de quatro no chão. Eu obedeci, tremendo de vergonha e tesão. A sainha subiu totalmente, deixando minha bunda grande e meu buraco piscando à mostra pra todo mundo.
Ele puxava a coleira e me fazia andar de quatro como um cachorrinho no meio da multidão. As pessoas paravam, olhavam, riam, pegavam o celular e tiravam fotos. Vários caras davam tapas fortes na minha bunda, fazendo ela balançar. Eu gemia baixinho enquanto ele me guiava.
No meio do caminho ele me levou até um grupo de quatro homens negros altos, musculosos e com paus enormes marcando as calças. Sem dizer nada, ele entregou a coleira pra eles e falou:
— Podem usar. A putinha é de graça hoje.
Eles sorriram e me cercaram. Fui colocado bem no meio do círculo, de quatro, bundona empinada, sainha enrolada na cintura. Um deles enfiou a pirocona grossa e preta na minha boca, socando fundo na garganta enquanto outro cuspiu no meu cu e meteu tudo de uma vez. Eu gemia alto, engasgando na rola enquanto levava no cu.
Logo virou dupla penetração: um na boca, dois no meu cuzinho ao mesmo tempo, esticando meu buraco ao limite enquanto o quarto batia a rola na minha cara. A multidão cresceu em volta. Muita gente olhando, rindo, filmando, xingando:
— Arromba essa puta! Vai negão!
— Olha o viadinho levando rola preta!
— Que bunda gostosa, mete mais fundo!
Eles me foderam sem piedade ali mesmo, em público. Trocaram de buraco várias vezes, gozando na minha boca, na cara, dentro do cu e espalhando porra na minha bundona. Eu estava destruído, babando, chorando de prazer e vergonha.
Quando finalmente terminaram, eu olhei pro lado e vi meu colega de ap de braços cruzados, rindo com o celular na mão filmando toda a cena. Ele estava se divertindo pra caralho vendo sua putinha de aluguel sendo usada como uma vadia pública por um bando de negões.
Naquela noite, quando voltamos pro ap, ele me fodeu de novo enquanto via o vídeo que tinha gravado, me lembrando que eu não era mais um inquilino… era só o brinquedo sexual dele.
E eu, mesmo humilhado, gozei só de pensar que isso ia se repetir.




