O tempo se encarrega de amenizar a dor e o sofrimento da gente. Já fazia dez mesesque eu tinha ficado viúva e já estava me acostumando com o que tinha acontecido e seguia minha vida em companhia do meu filho, o Ricardo.
Não tinha me envolvido com homem nenhum, pois, queria respeitar o meu rempo de "luto" e me dedicar e dar atenção para o meu filho. Confesso, que às vezes, meu corpo pedia um carinho, um toque, mas quando o desejo tomava conta, era difícil controlar, mas, mesmo assim, eu fazia um esforço e conseguia "segurar" o meu fogo, mas, que não era fácil, não era.
Dentro de casa, a gente ficava bem á vontade , o Ricardo, ficava só de cuecas, apesar de já ter 19 anos e eu, depois do banho, vestia uma camisola transparente e a fente sentava no sofá para assistir um filme, muitas vezes, abraçados um no outro.
Nos tínhamos o hábito de duas vezes por semana fazer caminhada e eu, gostava, pois a gente se distraia, conhecia outras pessoas e um fazia companhia para o outro.
Num sábado à tarde, ele me convidou para fazermos uma trilha e eu, achando que, ainda, era "garotinha", topei. Foi muito cansativo, subir e descer morros, andar na mata, enfim, eu cheguei em casa exausta. Tomei banho e. Omo já estava escurecendo, vesti minha roupa de dormir, uma camisola transparente, uma minúscula tanguinha e fui para a cozinha preparar algo para comermos, foi quando ele veio, me abraçou por trás.
- Pôxa, mãe! Você tá com um belo "rabinho", sabia?
- Nem fala isso, filho, eu sinto muita falta do teu pai.
- Mas, você é jovem, bonita, tem que seguir sua vida.
- Obrigada, mas a solidão castiga a gente demais.
Nisso, ele me abraçou mais forte e eu, senti o pau dele roçando na minha bunda, mas, não dei bola e até gostei e continuei falando:
- Eu sinto muita falta de um carinho, um abraço..um toque..você sabe do que eu tô falando, né?
- Sim, mãe, eu entendo muito bem do que esta falando.
Sentamos no sofá para assistur, ele com o braço por cima de mim e eu, com a cabeça no ombro dele, bem abraçadinhos. Dalí á pouco, eu falei:
- Já vou me deitar, tô com muita dor nas pernas.
Fui para o quarto, botei três travesseiros um em cima do outro, coloquei minhas pernas neles, nisso, minha camisola escorregou até minha cintura, deixando elas bem á mostra e minha buceta bem saliente e saltadinha, mostrando bem bem a minha "rachinha." Nisso, ele entrou com uma pomada na mão, dizendo qye iria me fazer uma massagem para eu relaxar. Começou pelos pés, ia até o meu joelho e nao demorou muito, ele já estava nas minhas coxas. Aquela mão macia, subia e descia, me causando uma sensação de alívio, de conforto e eu, com os olhos fechados, curtindo aquela massagem. Quando, de repente, a mão dele foi até a minha virilha e tocou na minha buceta. Totalmente entregues as suas carícias, fiquei quietinha e logo senti seus dedos entre os lábios da minha buceta, já me deuxando toda molhadinha e cheia de tesão. Não sei se por instinto ou carência, afastei um pouco as minhas pernas, como sectivesse pedindo para ele fazer mais, até que ele meteu dois dedos nela, me fazendi eu soltar um gemido e eu, comecei a remexer o quadril, deiando bem claro, que eu estava gostando e louca para ser fudida, então, ele falou no meu ouvido:
- Quer que eu faça uma massagem aqui "dentro?"
- Faz...faz...
Eu completamente alucinada, queria sentir o pau dele na minha buceta, não pensei em maus nada. Então, ele tirou minha calçinha, se encaixou e eu senti aquele pau deslizando bem gostoso para dentro de mim. Com o pau tido atolado na minha buceta, ele começou a socar e eu, não consegui segurar os gemidos, comecei a rebolar no pau dele.
- Aaaaiiiii...Aaaaiiii...ahahah...isio...issooo..
Ele macetava, castigava minha bucetinha, fazendo eu ter múltiplos orgasmos, me levando ao delírio e depois de muito tempo, lá estava a "viúvinha", gemendo e gozando com uma rola bem dura atolada na buceta. Quando ele acelerou os movimentos, e começou a gemer, eu me me abracei bem nele e comecei a remexer a bunda bem ligeiro.
- Huuummm...huuuummmm..eu vou...vou...ahahahah...
- Goza... goza na buceta da mamãe..goza..meu amor!
Ele se temeu todo e eu senti sua porra quente sendo depositada dentro de mim.
- Que loucura, mãe..foi muito gostoso...
- Foi bom...muito bom...Huummm...
- Tá se sentindo melhor , agora?
- Tô ótima...eu não aguentava mais de vontade de f....
- Já que gostou, que tal fazer algo "mais"...
- O que você tá querendo?
- Que tal fazer uma "carícia " bem gostosa no "menino"?
Ele pegou minha mao, fez eu segurar o pau dele, foi empurrando minha cabeça e para não estragar aquele momento "especial", fiz o que ele queria. Me deliciei bastante mamando aquele pau, até deixar ele bem duro, então, ele me botou de quatro e mais uma vez, socou aquela rola tida na minha buceta. Um tempo depois, ele ajeitou na entradinha do cú e perguntou:
- Vamos fazer uma massagem ,aqui", também?
- Vamos, sim..mas, deixa que eu "ajeito".
Botei o pau dele bem na entradinha e fui jogando minha bunda para trás e aos poucos, meu cúzinho foi se abrindo e mesmo, sentindo uma ardência, só parei quando senti suas bolas tocarem na minha bunda.
- Pronto...entrou "todinho", soca devagar para não me machucar.
Ele começou devagar e foi acelerando.
- "Coroa", gostosa....rebola...rebola...
- Aí...Aííí...eu gostava qyando se pai me fodia assimmm....vai...vaiii...
Ele me enrabou por uns dez minutos, revirou meu cúzinho, mas valeu a pena, acabou com minha "sêca". No outro dia, nós fudemos, de novo e ele virou meu "comedor" e com frequência a gente fodia. É bom ter um homem dentro de casa para te "comer" e não precisar procurar fora. Não temos hora, nem vergonha de nos entregarmos inteiro um para outro, sem tabu, sem cobrança, tudo em busca do prazer..
Durante mais de um ano, eu fui a "mulher" dele e muito ele gozou dentro de mim, então, ele começou a namorar a Paula e aos poucos, nossas fodas foram ficando escassas, até que ele foi morar com ela e como já tinha passado meu período de "luto", arrumei um namorado para me "comer".
Às vezes, quando temos oportunidade, ele me fode e descarrega toda sua porra em mim, mas é raro, pois, agora , ele tem uma bucetinha nova para fuder e eu, tenho outra rola para socar na buceta, mas, nunca vou esquecer que foi na rola dele, que eu reencontrei o prazer novamente e despertei para a vida. Hoje, cada um tem sua vida e ficou só as lembranças dos nossos momementos de prazer e loucura. Momentos, bons, muito bons...