Por volta de 2018, quando estava com 24 anos, conheci um cara pelo bate-papo UOL e combinamos de eu ir em sua casa. Ele era branco, por volta de 38 anos, quase 1,90m de altura, bem em forma, com mãos e pés enormes (43/44), além de coxas grandes e com muitos pelos. Seu cabelo era meio liso, levemente ondulado, castanho, na altura dos ombros. Eventualmente ele prendia o cabelo pelo comprimento. Era casado com uma mulher que estava em uma viagem de trabalho. Então, estava sozinho em sua casa que era antiga e muito charmosa, entre o Belém e a Mooca, zona leste de São Paulo.
Ele me encontrou um ou dois quarteirões de distância da sua casa, enquanto estava a caminho do ponto de ônibus que desci nas proximidades. Ele usava camiseta, uma bermuda de sarja e uma sandália marrom (que imaginei que pudesse dar muito chulé e acabei por confirmar isso). Ele era bem imponente, másculo, e muito simpático. Me olhava bastante enquanto fomos conversando até sua casa, me contando sobre sua esposa que estava viajando. Quando chegamos, percebi que sua casa era um pouco escura e continha algumas velas. Ele me disse para colocar minhas coisas em uma cadeira e que já poderia tirar minhas roupas, as colocando no mesmo lugar.
Enquanto isso, ele pegava outra cadeira, preparava uma caipirinha e um cigarro de maconha, que colocou sobre um móvel da sala. Em seguida, se sentou na cadeira ao lado desse mesmo móvel, acendeu o cigarro e mandou que eu dançasse pra ele próximo à porta de entrada. Estava muito tímido, mas precisava obedecer e agradar ao máximo aquele Homem, que parecia olhar no fundo da minha alma. Eu rebolava minha bunda, a alisava e pegava nos meus peitos... Ele mandou que eu me aproximasse para beber o drink e fumar um pouco. Disse que não queria, mas não estava em posição de escolher. Bebi e fumei um pouco. Em seguida, ele ordena que eu fique de joelhos diante dele, que continuava sentado na cadeira com as pernas abertas - ele se levantou, tirou a camiseta e o shorts, ficando apenas de sandália. Sua rola parecia uma arma de tão grande e pesada, peluda e acompanhada de um saco que fazia jus ao tamanho e ao peso da rola. Era um Macho Alfa, com todos os aspectos que o tornam superior por ser Homem.
Ele me bateu no rosto e mandou que eu começasse a servi-lo no boquete, no que me fez cheirar o seu saco antes de tudo. Cheiro forte, digno do que se espera de um Homem. Por outro lado, eu estava cheirosa, como se espera de toda fêmea que se preze. Ele elogiava o modo como eu me empenhava para chupar sua rola diante do desafio mamar e engolir aquele canhão imenso... Eventualmente, além de me bater, me pegava pelos cabelos e enfiava a rola inteira até a minha garganta, me fazendo engasgar ali mesmo, ajoelhada e completamente submissa a ele. Depois de um tempo, ele foi tocando meu peito esquerdo enquanto dizia "gosta que mexa nos seus peitos enquanto me serve no boquete?", no que apenas confirmei emitindo o som que poderia emitir, com a boca cheia de uma rola que exalava grande parte do cheiro daquele Homem.
Meus peitos são grandes e chamam atenção por eu não ser me vestir de modo feminino, ou seja, os caras percebem que sou viado/bicha quando olham pra mim. Alguns até os tocam em situações casuais, como em bares com amigos, para me constranger e dar em cima. Sou muito sensível nessa região e os peitos fazem com que eu me sinta uma verdadeira fêmea, disposta a servir e agradar ao Homem que me escolhe. Eu estava entregue enquanto sentia meus peitos serem alisados e apertados por ele, já dormente por estar há tanto tempo de joelhos. Logo, ele se ergueu novamente, tirou suas sandálias e levantou seu pé esquerdo sobre mim, ordenando que eu lambesse e cheirasse seus dedos: "cheira aqui, é onde fede mais".
Cheirei tanto que pude confirmar que seu chulé era realmente forte e intenso, másculo. Tive que lamber seus dois pés enormes por bastante tempo, ali mesmo ajoelhada, antes de ser obrigada e voltar para o boquete. Eis que, de modo inesperado, ele me bate com mais força e manda eu segui-lo de quatro até o banheiro que ficava depois da cozinha. Tentei me levantar, mas apanhei novamente. Meu rosto já estava dormente pelas dores de tantos tapas... Quando chegamos ao banheiro, eu de quatro atrás dele, ele mandou que eu ficasse de joelhos na sua frente e que se eu derrubasse uma gota, iria me arrepender. Sim, ele iria começar a mijar e eu deveria engolir tudo enquanto chupava sua rola. Ele estava em pé, imponente, másculo, e mijava muito... Eventualmente eu chegava a babar por não aguentar, sendo evidente que apanhei muito por isso. Por fim, ele fodeu minha boca por mais de 10 ou 15 minutos até gozar feito um touro.
Todos os meus contos são reais. Quem estiver em São Paulo e quiser me conhecer, pode me chamar no privado pra conversarmos melhor. São bem-vindos Homens de verdade, de Direita, conservadores e machistas politicamente, que defendem as hierarquias sociais, etc.