Mariana tem uma irmã mais nova, a Gabriela, que quando comecei a namorar a Mari, era
apenas uma menininha de 10 anos. Sempre fomos muito próximos, gostava de brincar com
ela, muitas das vezes sentava ou deitava no meu colo, pra ver tv. Todos comentavam o
quanto ela era apegada a mim. O casamento, mudança e correria do dia a dia, acabou
diminuindo nossas brincadeiras, mas o nosso carinho continuou o mesmo.
Hoje ela está linda, seu corpo se desenvolveu bastante depois que começou a treinar e
praticar esportes. Um pouco mais alta que Mari, deve ter cerca de 1,69 m, loirinha, rosto
delicado, com peitinhos pequenos, cintura fininha, e o que mais atrai os olhos: sua bunda
grande e pernas definidas.
Recentemente, notei que Gabi parecia mais carinhosa, me abraçando mais, voltou a sentar
no meu colo, eu estava adorando, pois sentia falta desses momentos com ela. Um dia
precisei ir na casa do meu sogro pegar um kit ferramenta que emprestei. Parei o carro em
frente a casa e buzinei esperando Gabi parecer, mas ela não deu sinal, achei estranho pois
sabia que ela estaria lá, meus sogros tinham ido para um casamento em uma cidade
próxima. Desci do carro e entrei pelo portão que estava destrancado, mas a porta principal
estava fechada.
Como a casa possui um corredor lateral que leva até ao quintal, resolvi ver se a encontrava.
Chegando lá apenas a janela do seu quarto estava entreaberta, me aproximei e olhei pela
brecha e o que vi jamais sairá da minha cabeça: Gabi estava na cama peladinha com as
pernas abertas se masturbando com um vibrador enquanto assistia alguns vídeos no
notebook com um headset (entendi porque ela não me ouviu). Seu corpo era lindo, sua
bucetinha era perfeita, lisinha, rosada e bem volumosa. Meu corpo queimava de tanta
adrenalina, estava hipnotizado com aquela imagem, meu pau parecia que ia arrebentar a
minha bermuda de tão duro que estava. Quando ela acelerou os movimentos, os gemidos ficaram mais altos, tive a certeza que chegou ao ápice quando foi ficando mole e deitou de vez na cama.
Retomei a consciência quando ela levantou e foi em direção ao banheiro, me apressei para
sair e voltei em direção ao carro. Precisava de um tempo para me recompor e processar
tudo aquilo que tinha visto. 10 minutos depois consegui ir ao portão e chamei Gabi. Ela
apareceu na janela da sala e pediu pra entrar. Percebi que ela já havia tomado banho e
estava com sua roupa de treino. Peguei meu kit, abracei minha cunhada e dei um beijinho
na testa dela como sempre fiz, mas dessa vez me deu tesão quando meus braços
envolveram suas costas e minha mão segurou seus ombros. A partir desse dia, passei a olhar minha cunhada diferente, tentando disfarçar ao máximo para não deixar ninguém
perceber.
No sábado seguinte era aniversário de 20 da Gabi, marcamos de fazer um churrasco em
família a noite na nossa casa. Na sexta, ela já veio dormir conosco pois queria me ajudar
com os preparativos já que Mari tinha que ir pro plantão durante o dia. Quando acordei pela
manhã, Mari já havia saído, peguei o presente que comprei pra Gabi, um vestidinho que
minha esposa indicou e fui a procura dela. Chegando na cozinha, Gabi estava lá uma
verdadeira a tentação, com sua roupinha amarela do Brasil, um topzinho pequeno que
cobria apenas os peitinhos e deixava os biquinhos evidentes e a barriga de fora. Um
shortinho colado que deixava as polpinhas da bunda a mostra e sua bucetinha bastante
marcada, tinha certeza que não usava mais nada por baixo, foi impossível não reparar.
Cheguei por trás dela e dei um abraço deixando nossos corpos bem colados e disse:
SURPRESA! entregando o seu presente. Ela pulou no meu colo me abraçando pelo
pescoço e entrelaçando as pernas na minha cintura, me beijando no rosto e disse:
- obrigado cunhadinho lindooo
- Por nada meu bebê, parabéns, curta bastante o seu dia.
- Vou aproveitar bastante, tava louca pra pular na piscina mas não trouxe nenhum biquini,
pedi a mãe pra trazer, mas ela só virá mais tarde. - fez um biquinho.
Me dei conta que no instinto eu a segurava pela bunda, com as mãos apertando cada
banda daquela bunda carnuda. Nessa hora meu pau que já estava meia bomba desde a
hora que a vi, começou a crescer e criar um volume evidente no calção de dormir. Precisava
fazer algo pra ela não notar, então falei:
- se quiser, pode entrar com essa que você tá, não vejo problema.
- será que dá certo?
- Bora ver?
Segurei ela com mais força, joguei a sacola do presente na mesa e corri pra lateral da casa
e fui em direção a piscina chegando lá pulei com tudo segurando nos meus braços. Quando
subimos na superfície seu top tinha descido inteiro e seus peitinhos estavam de fora. Meus
olhos foram direto, e o pau que já estava duro, ficou ainda mais a ponto de armar a barraca
no shorts. Ela percebeu que eu olhava, fez uma carinha de envergonhada, me chamou de
louco e logo em seguida subiu o top. Rimos bastante do pulo.
Depois ela sentou na beira da
piscina, e dava pra ver perfeitamente os biquinhos durinhos cobertos apenas por aquele
topzinho que estava quase transparente por estar molhado, estava hipnotizado com aquilo.
Ficamos conversando sobre várias coisas, até que perguntei se ela não tinha nenhuma
paquera na academia ou no vôlei. Ela disse que não, que os meninos que ela conhecia na
academia eram imaturos, se achavam demais e no vôlei a maioria nem gostava de mulher.
Ri muito disso kkkk depois ela disse:
- mas pra falar a verdade, nem sei se quero alguém agora. Sou chata demais pra namorar.
- não fala assim, você é uma mulher incrível, tudo em você é lindo.
- obrigado cunha, mas os meninos de hoje em dia são todos frescos. Difícil encontrar um
homem de verdade e que seja tão legal igual a você, sorte da Mari - nessa hora fiquei feliz,
rsrs.
- mas certeza vai encontrar alguém legal que cuide de você o quanto merece.
Ela me olhou com uma cara fofinha e disse que iria mergulhar. Cada mergulhada era uma
expectativa que eu criava de ver seus peitinhos novamente, mas sem sucesso, ela já
voltava segurando o top. O maior problema era que meu pau seguia em meia bomba,
precisei sair da água para atender uma ligação enquanto tentava esconder, mas era
impossível. Comecei a notar minha cunhada me olhando diferente. Fitava meu pau que já
estava balançando solto por dentro do tecido fino do meu shorts. Olhei pra baixo, e vi que
realmente estava marcando muito. Voltei pra água, um tempo depois saí de novo da água,
com a desculpa de trazer o som para o deck e ela não perdeu tempo, olhava diretamente
entre minhas pernas. Estava curiosa, com certeza. Para provocar, dei uns pulos, dizendo
estar frio do lado de fora, mas era só pra me exibir fazendo o pau balançar ainda mais. Ela
disse:
- cunhadinho tá bem animado hein.
- Como assim? - me fiz de desentendido.
- Esse negócio aí desse jeito. rs
- às vezes acontece, é normal.
- Desse jeito, certeza que não é normal rs.
Mergulhei novamente, ela veio em minha direção, me abraçou e eu pude sentir pela
primeira vez aqueles peitinhos colados no meu. Senti seu coração acelerado, suas mãos
percorriam as minhas costas e eu também retribuía sentindo sua pele. Meu pau já estava
extremamente duro e tocava na altura de sua barriga, ela pressionava cada vez mais. Havia
uma tensão e tesão naqueles toques, quando estava deslizando minhas mão em direção a
sua bunda, fomos interrompidos pelo barulho da campainha. Nos soltamos, peguei uma
toalha e enrolei na cintura para disfarçar a ereção e fui abrir a porta, era minha sogra que
veio nos ajudar nas coisas do aniversário.
Saí em direção ao quarto, e fiquei pensando no que tinha acabado de acontecer: minha
cunhada falando que queria namorar um cara igual a mim, aqueles peitinho rosados de fora,
ela falando sobre minha excitação, nossos toques. Não aguentava de tanto tesão, aproveitei e tomei um banho pra tentar relaxar. Quando desci, ela já havia trocado de roupas e estava com minha sogra preparando o almoço. Passei a tarde fora, precisei ir ao supermercado
comprar algumas cervejas, carnes, gin e energético que a Mari e Gabi gostavam, ainda tive que ir buscar o bolo dos parabéns, enfim, foi bastante corrido.
Continua...
Vou deixar umas imagens abaixo que acho muito parecida com ela, principalmente o corpo.
Desfrutem!




andremarcus