- como foi lá no hospital amor?
- tenho uma boa e uma má notícia, a ruim é que vou mudar pro turno da noite. A boa é que agora vocês estão falando com a nova médica diretora do hospital.
Pulamos bastante, ficamos muito felizes, Mari se emocionou, nós sabíamos o quanto ela se esforçou e sonhou com isso.
- e vocês, como foi o restante da noite, aproveitaram bastante? - perguntou Mari.
Olhei pra Gabi que me olhava com cara de sapeca, então falei:
- foi ótimo amor, depois que vocês saíram, tomamos mais alguns drinks, um banho de piscina fria e depois batemos uma pelada pra esquentar o corpo. Foi bom né cunhada?
- sim, foi sim. A noite foi maravilhosa, depois dormir feito uma bebê rsrs
Resolvi testar a reação da Gabi e disse:
- Uma cavala desse tamanho, se achando uma bebê, só falta dizer que toma leite na mamadeira - caímos na gargalhada mas não esperava a ousadia de Gabi.
- se tiver ai cunhadinho, pode ter certeza que eu tomo - nós três rimos muito, mas apenas eu e Gabi sabíamos o real sentido daquela frase.
Enquanto eu recolhia as louças do café para lavar, Mari, que já estava de biquíni, foi pra piscina e chamou Gabi pra ir, que disse que iria se trocar e voltava. Quando Mari saiu, olhei pra Gabi e perguntei:
- como assim 'vou me trocar'? Até ontem não tinha biquíni pra tomar banho, hoje já tem dona Gabi?
- hihi ah cunhado, ontem o intuíto era outro haha....
- safada, só queria seduzir o teu cunhado né?
- e consegui, num é verdade? - e saiu rindo com a cara de safada que só ela tinha.
Poucos minutos depois, Gabi apareceu segurando uma toalha e vestida num biquíni de cortininha amarelo e verde, com uma bandeira do Brasil bem em cima da bucetinha, tava uma delícia. Ela disse:
- Gostou do meu biquíni cunhadinho? - e deu uma voltinha na minha frente.
- Tu quer me matar né, ficou uma delícia.
Fui até a porta, olhei em direção da piscina pra me certificar de que Mari estava lá mesmo, voltei abracei Gabi e demos um beijo gostoso. Ela segurava meu pescoço, coloquei minhas mãos na sua bunda carnuda e fui puxando seu corpo pra mais colado de mim. Ela falou:
- Será que a gente consegue brincar mais um pouco antes de voltar para casa?
- Não vamos arriscar muito enquanto a Mari tiver por perto, se aparecer a oportunidade a gente aproveita.
- Tá certo lindo - disse ela toda contente.
- vai, vai logo antes que ela estranhe a tua demora. - Ela me beijou mais uma vez e saiu.
Passamos a manhã na piscina, fiz alguns drinks para elas, tomei umas cervejas, por volta de meio-dia, Mari disse que iria preparar o almoço e fui assar algumas carnes que ficaram da noite anterior. Enquanto Maria estava na cozinha, Gabi veio onde eu estava e sentou no banco que fica por trás do balcão do deck. Virada pra mim, enquanto eu preparavam as grelhas e disse:
- Tem alguma coisa pronta cunhado?
- só linguiça e costelinha. - ela me olhou com uma cara de safada e disse:
- Quero provar dessa, posso?. - e passou a mão por cima do meu pau e apertou que ficou duro na mesma hora.
- Vai que fico de olho. - A piscina e o deck ficam na parte de trás da casa, a cozinha que era o último cômodo, só tinha acesso ao quintal pela porta, o janelão que tinha ficava virado pra lateral da casa, então ela não conseguia nos ver e mesmo que aparecesse na porta o balcão me cobria da cintura pra baixo. Ela baixou meu short e começou a me mamar com vontade. Um boquete gostoso que misturado com o perigo, ficava ainda mais excitante. Ela me chupou por mais um tempo, até que Mari chamou por ela lá de dentro. Na hora ela levantou e saiu sorrindo.
As duas voltaram juntas, estava tudo pronto então almoçamos. No início da tarde Gabi tinha que ir para casa, pois teria trabalhos da faculdade a fazer, então avisei a Mari que iria deixar ela e depois iria encontrar uns amigos no estádio pra ver jogo do nosso time. Mari se despediu de Gabi, me deu um beijo e disse que ia aproveitar pra descansar e dormir um pouco. Gabi entrou no carro, estava com uma camisetinha sem sutiã que deixava os biquinhos marcando e uma sainha leve que deixava parte das coxas de fora. Ela disse:
- cunhadinho, esse foi o melhor final de semana da minha vida. Pena que não deu pra gente aproveitar mais.
- você que pensa, acha mesmo que eu ia deixar essa oportunidade passar? deixa eu só sair desse bairro. - ela sorriu e disse: safado, eu sabia que tu ia dar um jeito hahaha
Meus sogros não moravam muito longe, coisa de 15 minutos estaria lá, então bem antes de chegar, peguei uma rua deserta que passa em uma área industrial, dia de domingo não tem nenhum movimento. Parei atrás de um galpão abandonado, um silêncio total, apenas o som distante de algum caminhão que passava na avenida principal. Assim que afastei o banco, Gabi já veio em cima de mim e me beijou com fome, língua quente e molhada invadindo minha boca enquanto suas mãos abriam minha camisa. Eu segurei aqueles cabelos longos e puxei sua cabeça para trás, mordendo seu pescoço. Ela gemeu alto.
Chupei os mamilos por cima do tecido da sua camisetinha, até ela arquear as costas. Tirei aquela pequena peça, coloquei um na boca e suguei com força enquanto apertava o outro. Gabi rebolava no meu colo, esfregando a buceta por cima da saia contra o volume do meu shorts. Levantei a saia dela até a cintura. A calcinha fio-dental preta estava encharcada. Puxei para o lado e enfiei dois dedos naquela buceta quente e apertada. Ela estava encharcada, com um cheiro doce e jovem que me deixava louco. Dediquei o polegar no clitóris inchado enquanto metia os dedos ritmadamente. Gabi gemia no meu ouvido, mordendo minha orelha. O som molhado ecoava dentro do carro.
- Quero teu pau… não aguento mais - confessou.
Eu abri o zíper e tirei o pau para fora. Estava duro, veias saltadas, cabeça brilhando de pré-gozo. Gabi olhou com desejo e desceu o banco do passageiro o máximo possível. Ela se ajoelhou no espaço apertado entre os bancos e enfiou meu pau na boca quente. Chupou com vontade, lambendo toda a extensão, descendo até as bolas e voltando sugando forte. A saliva escorria pelo queixo enquanto ela me olhava nos olhos.
- Quero sentar - disse, ofegante.
Gabi tirou a calcinha, subiu em mim e desceu devagar, engolindo meu pau centímetro por centímetro. Quando estava toda sentada, começou a rebolar devagar, depois acelerou, subindo e descendo com força. Eu chupava seus peitinhos, segurava sua bunda redonda e dava tapas fortes enquanto ela cavalgava.
- Isso, cunhadinho… me fode… usa sua cunhadinha como uma puta — gemia ela.
O carro balançava visivelmente. Virei ela de lado, uma perna dela por cima do console central. Meti de lado, fundo e forte. Nessa posição eu conseguia ver meu pau entrando e saindo da boceta inchada, brilhando com os fluidos dela. Gabi segurava o painel com uma mão e o teto com a outra, gemendo sem parar.
- Quero de quatro - pediu ela.
Ela se virou para o banco de trás, empinando aquela bunda perfeita. Eu passei para trás também, segurei os cabelos longos como rédea e meti com tudo. O barulho de pele contra pele era alto dentro do carro. Dava tapas fortes na bunda, deixando marcas vermelhas enquanto a fodia sem piedade.
- Goza dentro… me enche com teu leitinho - implorou.
Segurei os quadris com força e meti fundo várias vezes até gozar violentamente, jorrando jatos bem no fundo da buceta dela. Gabi gozou junto, tremendo, apertando meu pau com espasmos fortes.
Mas não acabou. Depois de alguns minutos recuperando o fôlego, ela virou para mim com um sorriso safado:
- Ainda tô com tesão…
Sentei no banco de trás e puxei ela de costas para mim, ela sentou novamente, agora de costas, e cavalgou olhando para o parabrisa. Ela rebolava gostoso e eu passava a pontinha do dedo no cuzinho apertado dela enquanto ela quicava. Gabi foi à loucura.
- que pau gostoso, minha irmã rebola assim pra tu? ela é tão putinha igual a mim?
- putinha igual a tu não existe, sua safada. - Dei um tapão na bunda que ela gritou.
Gabi gemia de prazer, segurei seu quadril e acelerei as metidas, ela gozou pela terceira vez, quase desmaiando de tanto prazer. Ela sentou ao meu lado e disse:
- agora quero que goze na minha boquinha. - começou novamente um boquete, estava muito gostoso
- chupa o pau do teu cunhado putinha, chupa que vou encher tua boca de leite.
- que pau gostoso, me esse leite vai, quero passar o resto do dia sentindo teu gosto.
Não resisti e soltei umas três jatadas na boca dela que não desperdiçou nenhuma gota, deixou meu pau limpinho. Ficamos um tempo recuperando o fôlego e depois nos vestimos e segui o caminho até chegar a casa dos meus sogros que não estava tão longe. Nos despedimos, ela entrou em casa e fui em direção ao estádio, chegando lá o jogo já tinha começado, encontrei com a galera, mas não conseguia prestar muito atenção, só conseguia pensar nas loucuras que aconteceram naquelas últimas 24h.
Abaixo mais fotos. Desfrutem!
Continua...



andremarcus